Backup
  Curso Técnico em Informática – Modulo I - Noturno
                               Fundamentos de Rede
 Profº. Evandro Júnior | evandrojunior21@gmail.com
Backup
Em informática, cópia de segurança (em inglês: backup)
é a cópia de dados de um dispositivo de
armazenamento a outro para que possam ser
restaurados em caso da perda dos dados originais, o
que pode envolver apagamentos acidentais ou
corrupção de dados.
Meios difundidos de cópias de
          segurança
 Incluem CD-ROM, DVD, disco rígido, disco rígido externo (compatíveis
com USB), fitas magnéticas e a cópia de segurança externa (online).

Esta transporta os dados por uma rede como a Internet para outro
ambiente, geralmente para equipamentos mais sofisticados, de grande
porte e alta segurança.

Outra forma pouco difundida de cópia de segurança é feita via rede.

Na própria rede local de computadores, o administrador ou o
responsável pela cópia de segurança grava os dados em um formato
de arquivo, processa e distribui as partes constituintes da cópia nos
computadores da rede, de forma segura (arquivos são protegidos),
criptografada (para não haver extração ou acesso aos dados na forma
original) e oculta (na maioria das vezes o arquivo é ocultado).
Backup x Sistemas tolerantes a falhas
Diferem de arquivos pois enquanto arquivos são cópias
primárias dos dados, cópias de segurança são cópias
secundárias dos dados.

Diferem de sistemas tolerantes a falhas pois cópias de
segurança assumem que a falha causará a perda dos
dados, enquanto sistemas tolerantes a falhas assumem
que a falha não causará.
Parâmetros
As cópias de segurança devem obedecer vários parâmetros,
tais como:

•   o tempo de execução,
•   a periodicidade,
•   a quantidade de exemplares das cópias armazenadas,
•   o tempo que as cópias devem ser mantidas,
•   a capacidade de armazenamento,
•   o método de rotatividade entre os dispositivos,
•   a compressão e criptografia dos dados.
Parâmetros
Assim, a velocidade de execução da cópia deve ser aumentada tanto
quanto possível para que o grau de interferência desse procedimento
nos serviços seja mínimo.

A periodicidade deve ser analisada em função da quantidade de dados
alterados na organização, no entanto se o volume de dados for
elevado, as cópias devem ser diárias.

Deve-se estabelecer um horário para realização da cópia, conforme a
laboração da organização, devendo ser preferencialmente noturno.

Para uma fácil localização, a cópia deve ser guardada por data e
categoria, em local seguro.
Modelos de Repositórios
Qualquer estratégia de cópia de segurança inicia com
um conceito de repositório dos dados.

Num modelo não estruturado, o repositório pode ser
armazenado em mídias de armazenamento com
informações mínimas sobre o que e quando foi
armazenado.

Apesar da simplicidade de implementação, torna-se
difícil recuperar as informações caso necessário.
Modelos de Repositórios
Em um repositório global e incremental, originalmente, é feita uma cópia de
segurança completa de todos os arquivos.

Depois, cópias incrementais são feitas apenas dos arquivos que foram
modificados desde a última iteração de cópia incremental ou completa.

Restaurar o sistema a um certo momento requer localizar a cópia completa
obtida antes do momento dado e todas as cópias incrementais realizadas
entre a cópia completa e o momento.

Esse modelo oferece um alto nível de segurança de recuperação, e pode ser
usado com diferentes tipos de dispositivos de armazenamento.

Por outro lado, desvantagens incluem lidar com diferentes cópias
incrementais e altos requisitos de armazenamento.
Modelos de Repositórios
Num repositório global e diferencial, após a cópia de
segurança completa ser feita, cada cópia diferencial
captura todos os arquivos criados ou modificados
desde a cópia completa, apesar de alguns já poderem
ter sido incluídos numa cópia diferencial anterior.

Sua vantagem é que a restauração envolve recuperar
somente a última cópia de segurança completa e a
última cópia diferencial.
Modelos de Repositórios
Um repositório mirror (espelho) e rsync (reversamente incremental) é
similar ao global e incremental, mas difere na medida em que oferece
uma cópia que reflete o estado dos dados da última cópia de
segurança e a história reversa das cópias incrementais.

Um benefício é requerer somente uma cópia completa.

Cada cópia incremental é imediatamente aplicada à cópia espelho e os
arquivos que ela modifica são movidos para a cópia reversamente
incremental.

Esse modelo não é adequado para dispositivos de armazenamento
removíveis pois cada cópia de segurança deve ser feita comparando-se
com a cópia espelho.
Modelos de Repositórios
Já num modelo de proteção contínua dos dados, o
sistema registra imediatamente cada mudança nos
dados, o que é geralmente feito diferenças de bytes ou
blocos de bytes e não de arquivos.
Dispositivo
Além do modelo de repositório, os dados devem ser
armazenados num dispositivo de armazenamento
determinado.

Fitas magnéticas são há tempos o meio mais comum, tendo
uma relação de capacidade por custo maior do que discos
rígidos.

Por ter o acesso sequencial, o tempo de acesso aos dados é
grande, mas o desempenho da escrita e leitura contínua
pode ser favorável.
Dispositivo
Entretanto, a capacidade e o preço dos discos rígidos vêm
melhorando, tornando-os competitivos em relação às fitas.

Suas vantagens são o tempo de acesso, a disponibilidade, a
capacidade e a facilidade de uso.

Discos rígidos externos pode ser conectados através de
interfaces locais como SCSI, USB, FireWire ou eSATA, ou
interfaces remotas como Ethernet, SCSI ou Fibre Channel.
Dispositivo
Outra opção são discos ópticos.

Por exemplo, a vantagem do CD é que ele pode ser restaurado
em qualquer máquina com um leitor de CD-ROM, e as mídias são
relativamente baratas.

Diversos formatos de discos ópticos permitem somente uma
gravação dos dados, mais adequado para cópias de segurança.

Tecnologias recentes como o Blu-ray aumentaram
consideravelmente a capacidade de armazenamento, ainda que
também aumentando os custos.
Dispositivo
Dispositivos SSD como memória flash, USB flash drive,
CompactFlash, SmartMedia, Memory Stick e Secure
Digital Card são relativamente caros para sua baixa
capacidade, mas oferecem grande portabilidade e
facilidade de uso.
Dispositivo
Por fim, há a opção de armazenamento remoto, que está
ganhando popularidade com a banda larga.

Garante muita segurança para os dados, mas uma
desvantagem e a baixa velocidade de conexão pela Internet
em relação aos dispositivos apresentados anteriormente, o
que pode se tornar relevante no caso de grande volume de
dados.

Um risco associado é delegar o controle da cópia de
segurança a outros.
Recuperação
Na eventualidade de ocorrência de incidente, os dados
devem ser repostos, recorrendo então à informação
armazenada na cópia de segurança.

A recuperação dos dados deverá ser efetuada rapidamente
e de forma eficiente, para que os serviços não se
encontrem inativos por muito tempo.

A prioridade da reposição dos dados deve ser estabelecida,
conforme as necessidades da organização.

Aula 8 (backup)

  • 1.
    Backup CursoTécnico em Informática – Modulo I - Noturno Fundamentos de Rede Profº. Evandro Júnior | evandrojunior21@gmail.com
  • 2.
    Backup Em informática, cópiade segurança (em inglês: backup) é a cópia de dados de um dispositivo de armazenamento a outro para que possam ser restaurados em caso da perda dos dados originais, o que pode envolver apagamentos acidentais ou corrupção de dados.
  • 3.
    Meios difundidos decópias de segurança Incluem CD-ROM, DVD, disco rígido, disco rígido externo (compatíveis com USB), fitas magnéticas e a cópia de segurança externa (online). Esta transporta os dados por uma rede como a Internet para outro ambiente, geralmente para equipamentos mais sofisticados, de grande porte e alta segurança. Outra forma pouco difundida de cópia de segurança é feita via rede. Na própria rede local de computadores, o administrador ou o responsável pela cópia de segurança grava os dados em um formato de arquivo, processa e distribui as partes constituintes da cópia nos computadores da rede, de forma segura (arquivos são protegidos), criptografada (para não haver extração ou acesso aos dados na forma original) e oculta (na maioria das vezes o arquivo é ocultado).
  • 4.
    Backup x Sistemastolerantes a falhas Diferem de arquivos pois enquanto arquivos são cópias primárias dos dados, cópias de segurança são cópias secundárias dos dados. Diferem de sistemas tolerantes a falhas pois cópias de segurança assumem que a falha causará a perda dos dados, enquanto sistemas tolerantes a falhas assumem que a falha não causará.
  • 5.
    Parâmetros As cópias desegurança devem obedecer vários parâmetros, tais como: • o tempo de execução, • a periodicidade, • a quantidade de exemplares das cópias armazenadas, • o tempo que as cópias devem ser mantidas, • a capacidade de armazenamento, • o método de rotatividade entre os dispositivos, • a compressão e criptografia dos dados.
  • 6.
    Parâmetros Assim, a velocidadede execução da cópia deve ser aumentada tanto quanto possível para que o grau de interferência desse procedimento nos serviços seja mínimo. A periodicidade deve ser analisada em função da quantidade de dados alterados na organização, no entanto se o volume de dados for elevado, as cópias devem ser diárias. Deve-se estabelecer um horário para realização da cópia, conforme a laboração da organização, devendo ser preferencialmente noturno. Para uma fácil localização, a cópia deve ser guardada por data e categoria, em local seguro.
  • 7.
    Modelos de Repositórios Qualquerestratégia de cópia de segurança inicia com um conceito de repositório dos dados. Num modelo não estruturado, o repositório pode ser armazenado em mídias de armazenamento com informações mínimas sobre o que e quando foi armazenado. Apesar da simplicidade de implementação, torna-se difícil recuperar as informações caso necessário.
  • 8.
    Modelos de Repositórios Emum repositório global e incremental, originalmente, é feita uma cópia de segurança completa de todos os arquivos. Depois, cópias incrementais são feitas apenas dos arquivos que foram modificados desde a última iteração de cópia incremental ou completa. Restaurar o sistema a um certo momento requer localizar a cópia completa obtida antes do momento dado e todas as cópias incrementais realizadas entre a cópia completa e o momento. Esse modelo oferece um alto nível de segurança de recuperação, e pode ser usado com diferentes tipos de dispositivos de armazenamento. Por outro lado, desvantagens incluem lidar com diferentes cópias incrementais e altos requisitos de armazenamento.
  • 9.
    Modelos de Repositórios Numrepositório global e diferencial, após a cópia de segurança completa ser feita, cada cópia diferencial captura todos os arquivos criados ou modificados desde a cópia completa, apesar de alguns já poderem ter sido incluídos numa cópia diferencial anterior. Sua vantagem é que a restauração envolve recuperar somente a última cópia de segurança completa e a última cópia diferencial.
  • 10.
    Modelos de Repositórios Umrepositório mirror (espelho) e rsync (reversamente incremental) é similar ao global e incremental, mas difere na medida em que oferece uma cópia que reflete o estado dos dados da última cópia de segurança e a história reversa das cópias incrementais. Um benefício é requerer somente uma cópia completa. Cada cópia incremental é imediatamente aplicada à cópia espelho e os arquivos que ela modifica são movidos para a cópia reversamente incremental. Esse modelo não é adequado para dispositivos de armazenamento removíveis pois cada cópia de segurança deve ser feita comparando-se com a cópia espelho.
  • 11.
    Modelos de Repositórios Jánum modelo de proteção contínua dos dados, o sistema registra imediatamente cada mudança nos dados, o que é geralmente feito diferenças de bytes ou blocos de bytes e não de arquivos.
  • 12.
    Dispositivo Além do modelode repositório, os dados devem ser armazenados num dispositivo de armazenamento determinado. Fitas magnéticas são há tempos o meio mais comum, tendo uma relação de capacidade por custo maior do que discos rígidos. Por ter o acesso sequencial, o tempo de acesso aos dados é grande, mas o desempenho da escrita e leitura contínua pode ser favorável.
  • 13.
    Dispositivo Entretanto, a capacidadee o preço dos discos rígidos vêm melhorando, tornando-os competitivos em relação às fitas. Suas vantagens são o tempo de acesso, a disponibilidade, a capacidade e a facilidade de uso. Discos rígidos externos pode ser conectados através de interfaces locais como SCSI, USB, FireWire ou eSATA, ou interfaces remotas como Ethernet, SCSI ou Fibre Channel.
  • 14.
    Dispositivo Outra opção sãodiscos ópticos. Por exemplo, a vantagem do CD é que ele pode ser restaurado em qualquer máquina com um leitor de CD-ROM, e as mídias são relativamente baratas. Diversos formatos de discos ópticos permitem somente uma gravação dos dados, mais adequado para cópias de segurança. Tecnologias recentes como o Blu-ray aumentaram consideravelmente a capacidade de armazenamento, ainda que também aumentando os custos.
  • 15.
    Dispositivo Dispositivos SSD comomemória flash, USB flash drive, CompactFlash, SmartMedia, Memory Stick e Secure Digital Card são relativamente caros para sua baixa capacidade, mas oferecem grande portabilidade e facilidade de uso.
  • 16.
    Dispositivo Por fim, háa opção de armazenamento remoto, que está ganhando popularidade com a banda larga. Garante muita segurança para os dados, mas uma desvantagem e a baixa velocidade de conexão pela Internet em relação aos dispositivos apresentados anteriormente, o que pode se tornar relevante no caso de grande volume de dados. Um risco associado é delegar o controle da cópia de segurança a outros.
  • 17.
    Recuperação Na eventualidade deocorrência de incidente, os dados devem ser repostos, recorrendo então à informação armazenada na cópia de segurança. A recuperação dos dados deverá ser efetuada rapidamente e de forma eficiente, para que os serviços não se encontrem inativos por muito tempo. A prioridade da reposição dos dados deve ser estabelecida, conforme as necessidades da organização.