CONCEITOS 
 VIRTUALIZAÇÃO É UMA PRÁTICA 
QUE PERMITE QUE UM ÚNICO 
COMPUTADOR HOSPEDE VÁRIAS 
MÁQUINAS VIRTUAIS, CADA UMA 
COM SEU PRÓPRIO SISTEMA 
OPERACIONAL.
JUSTIFICATIVA 
 SEGUNDO TANENBAUM “A RAZÃO 
PARA A EXISTENCIA DA 
VIRTUALIZAÇÃO É QUE A MAIORIA 
DAS INTERRUPÇOES NO SERVIÇO 
NÃO É CAUSADO POR FALHAS NO 
HARDWARE E SIM PELO CONJUNTO 
DE SOFTWARE INCHADO, NÃO 
CONFIÁVEL E CHEIO DE ERROS, EM 
ESPECIAL OS SISTEMAS 
OPERACIONAIS. ”
VANTAGENS 
 A falha de uma das máquinas 
virtuais não faz com que as outras 
falhem também. 
 Economia de dinheiro em hardware, 
eletricidade e menos espaço 
ocupado. 
 O Sistema hospedeiro fica protegido 
e isolado das máquinas virtuais.
DESVANTAGENS 
 A falha da máquina/sistema principal pode 
trazer problema a todas as máquinas virtuais 
armazenadas. 
 Grande uso de espaço em disco, já que é 
preciso armazenamento de todos os arquivos, 
de cada sistema operacional instalado em cada 
máquina virtual. 
 Grande consumo de memória RAM dado que 
cada máquina virtual vai ocupar uma área 
separada da mesma
APLICABILIDADE 
 Para desenvolvimento de software. 
 Armazenamento de aplicações 
antigas que não possuem mais 
suporte ou não funcionam no 
hardware atual. 
 Testes e Experimentações de redes e 
sistemas.
 Ao contrário das máquinas físicas, as 
máquinas virtuais não são máquinas 
estendidas. 
 São cópias exatas do hardware, inclusive 
com núcleo, E/S, interrupções e tudo que 
uma máquina real tem.
Para virtualizar ou simular roteadores, switches 
e demais equipamentos de rede utiliza-se: 
 Packet Tracer 
Para virtualização de máquinas, servidores 
voltados para testes em sistemas desktop: 
 VirtualBox 
 VmWare 
 Microsoft Virtual PC 
Para virtualização de servidores em ambiente 
de produção: 
 Xen 
 VMWare
FUNÇÕES DO HYPERVISOR 
 Gerencia a distribuição dos recursos 
de hardware para cada SO convidado. 
 Garante a independência das 
máquinas virtuais. 
 Realoca dinamicamente os recursos 
das máquinas virtuais.
REFERÊNCIAS 
WEBGRÁFICAS 
 SILBERCHATZK, Abraham. Fundamentos 
de Sistemas Operacionais. 8° ed. Rio de 
Janeiro: LTC, 2010. 
 TORRES, Gabriel. Hardware. Rio de 
Janeiro: Nova Terra, 2013.

Aula 1: Virtualização

  • 2.
    CONCEITOS  VIRTUALIZAÇÃOÉ UMA PRÁTICA QUE PERMITE QUE UM ÚNICO COMPUTADOR HOSPEDE VÁRIAS MÁQUINAS VIRTUAIS, CADA UMA COM SEU PRÓPRIO SISTEMA OPERACIONAL.
  • 4.
    JUSTIFICATIVA  SEGUNDOTANENBAUM “A RAZÃO PARA A EXISTENCIA DA VIRTUALIZAÇÃO É QUE A MAIORIA DAS INTERRUPÇOES NO SERVIÇO NÃO É CAUSADO POR FALHAS NO HARDWARE E SIM PELO CONJUNTO DE SOFTWARE INCHADO, NÃO CONFIÁVEL E CHEIO DE ERROS, EM ESPECIAL OS SISTEMAS OPERACIONAIS. ”
  • 5.
    VANTAGENS  Afalha de uma das máquinas virtuais não faz com que as outras falhem também.  Economia de dinheiro em hardware, eletricidade e menos espaço ocupado.  O Sistema hospedeiro fica protegido e isolado das máquinas virtuais.
  • 6.
    DESVANTAGENS  Afalha da máquina/sistema principal pode trazer problema a todas as máquinas virtuais armazenadas.  Grande uso de espaço em disco, já que é preciso armazenamento de todos os arquivos, de cada sistema operacional instalado em cada máquina virtual.  Grande consumo de memória RAM dado que cada máquina virtual vai ocupar uma área separada da mesma
  • 7.
    APLICABILIDADE  Paradesenvolvimento de software.  Armazenamento de aplicações antigas que não possuem mais suporte ou não funcionam no hardware atual.  Testes e Experimentações de redes e sistemas.
  • 9.
     Ao contráriodas máquinas físicas, as máquinas virtuais não são máquinas estendidas.  São cópias exatas do hardware, inclusive com núcleo, E/S, interrupções e tudo que uma máquina real tem.
  • 10.
    Para virtualizar ousimular roteadores, switches e demais equipamentos de rede utiliza-se:  Packet Tracer Para virtualização de máquinas, servidores voltados para testes em sistemas desktop:  VirtualBox  VmWare  Microsoft Virtual PC Para virtualização de servidores em ambiente de produção:  Xen  VMWare
  • 12.
    FUNÇÕES DO HYPERVISOR  Gerencia a distribuição dos recursos de hardware para cada SO convidado.  Garante a independência das máquinas virtuais.  Realoca dinamicamente os recursos das máquinas virtuais.
  • 13.
    REFERÊNCIAS WEBGRÁFICAS SILBERCHATZK, Abraham. Fundamentos de Sistemas Operacionais. 8° ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.  TORRES, Gabriel. Hardware. Rio de Janeiro: Nova Terra, 2013.