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Disciplina de Impactos Ambientais
Professor Msc. Leonardo Pivôtto Nicodemo
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FOGLIATTI, Maria Cristina. Avaliação de impactos ambientais. Rio de Janeiro: Editora
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Metodologia de Avaliação de
Impactos Ambientais
Uma matriz é composta por duas linhas, dispostas na forma de linhas e
colunas.
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ambiental.
MÉTODO – MATRIZES DE INTERAÇÕES
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O objetivo das matrizes é identificar as possíveis interações entre os
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avaliação de impactos ambientais data de 1971, e resulta do trabalho
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MÉTODO – MATRIZES DE INTERAÇÕES
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Impactos Ambientais
A matriz de Leopold é composta por uma lista de 100 ações humanas
que podem causar impactos ambientais e outra lista com 88
componentes ambientais que podem ser afetadas por ações
humanas.
8.800 interações possíveis
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Ambientais
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Cabe aos órgãos ambientais licenciadores a análise dos estudos ambientais
Busca-se determinar se o estudo de impacto tem forma e conteúdo satisfatórios
e adequados.
No Brasil o conteúdo mínimo dos EIA é determinado pela resolução CONAMA
01/86, mas os órgãos licenciadores podem ter seus próprios critérios.
Análise Técnica dos Estudos
Ambientais
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Basicamente o analista vai comparar o que pedem os termos de referência com
aquilo que foi apresentado no estudo.
Outro critério é a utilização de BENCHMARK
Análise Técnica dos Estudos
Ambientais
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De quem é o interesse pela análise técnica dos Estudos de Impacto Ambiental?
1. Empresas que contratam elaboração de EIA
2. Associações que representam o público, ONG’s, Associações de moradores,
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1. Estudo de alternativas.
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EIA;
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2. Delimitação das áreas de influência.
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3. Diagnóstico Ambiental.
a. Prazos Insuficientes para a realização de pesquisas de campo;
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licenciamento posteriores à Licença Prévia.
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3.1- Diagnóstico Ambiental- Meio Antrópico..
a. Pesquisas insuficientes e metodologicamente ineficazes;
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pesquisas diretas locais.
Análise Técnica dos Estudos
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3.2- Diagnóstico Ambiental- Meios Físico e Biótico.
a. Ausência de mapas temáticos;
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ausência de informações ;
c. Ausência de dados que abarquem um ano hidrológico, no mínimo.
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Análise Técnica dos Estudos
Ambientais
Deficiência em estudos de impacto ambiental no Brasil
4- Identificação, Caracterização e Análise dos Impactos
a. Não- identificação de determinados impactos (omissões em termos de
impactos passíveis de previsão, impactos negativos indiretos);
b. Identificação parcial de impactos;
c. Identificação de impactos genéricos;
d. Identificação de Impactos Mutuamente Excludentes;
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peso aos atributos dos impactos;
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Ambientais
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5- Cumulatividade e Sinergia de Impactos
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Ambientais
Deficiência em estudos de impacto ambiental no Brasil
6- Mitigação e Compensação de Impactos
a. Proposição de medidas que não são a solução para a mitigação dos
impactos;
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c. Indicação de obrigações ou impedimentos, técnicos e legais, como
propostas de medidas mitigadoras,
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formulação do EIA.
Análise Técnica dos Estudos
Ambientais
Deficiência em estudos de impacto ambiental no Brasil
7- Programa de Monitoramento e Acompanhamento Ambiental
a. Erros conceituais na indicação de monitoramento;
b. Ausência de proposição de programa de monitoramento de impactos
específicos;
Análise Técnica dos Estudos
Ambientais
Deficiência em estudos de impacto ambiental no Brasil
8- RIMA
a. Documentação Incompleta;
b. Emprego de linguagem inadequada à compreensão do público.
Obrigado pela Atenção!!!!!!!!
Leonardo Pivôtto Nicodemo
leonardo.nicodemo@ifrn.edu.br

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Aula 05- Metodologia de AIA e Analise Tec de Estudos Ambientais.ppt

  • 1. Disciplina de Impactos Ambientais Professor Msc. Leonardo Pivôtto Nicodemo Metodologia de Avaliação de Impactos Ambientais e Análise Técnica de Estudos Ambientais SANCHEZ, Luis Henrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. FOGLIATTI, Maria Cristina. Avaliação de impactos ambientais. Rio de Janeiro: Editora Interciência Ltda, 2004.
  • 2. Metodologia de Avaliação de Impactos Ambientais Uma matriz é composta por duas linhas, dispostas na forma de linhas e colunas. 1. Em uma das linhas são elencadas as principais atividades ou ações que compõe o empreendimento; 2. Na outra são elencados os componentes ou elementos do sistema ambiental. MÉTODO – MATRIZES DE INTERAÇÕES
  • 3. Metodologia de Avaliação de Impactos Ambientais O objetivo das matrizes é identificar as possíveis interações entre os componentes do projeto e os elementos do meio. Uma das primeiras ferramentas no formato de matrizes proposta para avaliação de impactos ambientais data de 1971, e resulta do trabalho de Leopold et al (1971), do serviço Geológico dos EUA. MÉTODO – MATRIZES DE INTERAÇÕES
  • 4. Metodologia de Avaliação de Impactos Ambientais A matriz de Leopold é composta por uma lista de 100 ações humanas que podem causar impactos ambientais e outra lista com 88 componentes ambientais que podem ser afetadas por ações humanas. 8.800 interações possíveis MÉTODO – MATRIZES DE INTERAÇÕES
  • 5. Metodologia de Avaliação de Impactos Ambientais MÉTODO – MATRIZES DE INTERAÇÕES
  • 6. Metodologia de Avaliação de Impactos Ambientais MÉTODO – MATRIZES DE INTERAÇÕES
  • 7. Metodologia de Avaliação de Impactos Ambientais MÉTODO – MATRIZES DE INTERAÇÕES
  • 8. Metodologia de Avaliação de Impactos Ambientais MÉTODO – MATRIZES DE INTERAÇÕES
  • 9. Metodologia de Avaliação de Impactos Ambientais MÉTODO – MATRIZES DE INTERAÇÕES
  • 10. Análise Técnica dos Estudos Ambientais FUNDAMENTOS Cabe aos órgãos ambientais licenciadores a análise dos estudos ambientais Busca-se determinar se o estudo de impacto tem forma e conteúdo satisfatórios e adequados. No Brasil o conteúdo mínimo dos EIA é determinado pela resolução CONAMA 01/86, mas os órgãos licenciadores podem ter seus próprios critérios.
  • 11. Análise Técnica dos Estudos Ambientais FUNDAMENTOS Basicamente o analista vai comparar o que pedem os termos de referência com aquilo que foi apresentado no estudo. Outro critério é a utilização de BENCHMARK
  • 12. Análise Técnica dos Estudos Ambientais FUNDAMENTOS De quem é o interesse pela análise técnica dos Estudos de Impacto Ambiental? 1. Empresas que contratam elaboração de EIA 2. Associações que representam o público, ONG’s, Associações de moradores, etc. 3. Membros do Ministério Público, assistentes técnicos e peritos judiciais. 4. Órgãos governamentais com atribuições especificas.
  • 13. Análise Técnica dos Estudos Ambientais Deficiência em estudos de impacto ambiental no Brasil 1. Estudo de alternativas. a. Ausência de proposição de alternativas; b. Apresentação de alternativas reconhecidamente inferiores à selecionada no EIA; c. Prevalência dos Aspectos Econômicos sobre os Ambientais;
  • 14. Análise Técnica dos Estudos Ambientais Deficiência em estudos de impacto ambiental no Brasil 2. Delimitação das áreas de influência. a. Desconsideração da bacia hidrográfica; b. Delimitação das áreas de influência sem alicerce nas características de vulnerabilidade dos Ambientes Naturais; c. Desconsideração das realidades sociais regionais.
  • 15. Análise Técnica dos Estudos Ambientais Deficiência em estudos de impacto ambiental no Brasil 3. Diagnóstico Ambiental. a. Prazos Insuficientes para a realização de pesquisas de campo; b. Caracterização da área baseada em dados secundários; c. Ausência ou insuficiência de informações sobre a metodologia adotada; d. Proposição de execução de atividades de diagnóstico em etapas do licenciamento posteriores à Licença Prévia. e. Falta de integração entre os dados de estudos específicos.
  • 16. Análise Técnica dos Estudos Ambientais Deficiência em estudos de impacto ambiental no Brasil 3.1- Diagnóstico Ambiental- Meio Antrópico.. a. Pesquisas insuficientes e metodologicamente ineficazes; b. Conhecimento Insatisfatório dos modos de vida de coletividades socioculturais; c. Ausência de estudos sobre o Patrimônio Cultural; d. Caracterizações socioeconômicas regionais genéricas, não articuladas às pesquisas diretas locais.
  • 17. Análise Técnica dos Estudos Ambientais Deficiência em estudos de impacto ambiental no Brasil 3.2- Diagnóstico Ambiental- Meios Físico e Biótico. a. Ausência de mapas temáticos; b. Utilização de Mapas em escala inadequada, desatualizados, ou com ausência de informações ; c. Ausência de dados que abarquem um ano hidrológico, no mínimo. d. Informações contraditórias, e. Deficiência na amostragem, f. Caracterização incompleta dos resíduos, sedimentos, solos... g. Ausência ou insuficiência de dados sobre vegetação, grupos de organismos, sítios de reprodução e alimentação de animais.
  • 18. Análise Técnica dos Estudos Ambientais Deficiência em estudos de impacto ambiental no Brasil 4- Identificação, Caracterização e Análise dos Impactos a. Não- identificação de determinados impactos (omissões em termos de impactos passíveis de previsão, impactos negativos indiretos); b. Identificação parcial de impactos; c. Identificação de impactos genéricos; d. Identificação de Impactos Mutuamente Excludentes; e. Subutilização de dados do Diagnóstico; f. Omissão de dados ou justificativa quanto à metodologia para a atribuição de peso aos atributos dos impactos;
  • 19. Análise Técnica dos Estudos Ambientais Deficiência em estudos de impacto ambiental no Brasil 5- Cumulatividade e Sinergia de Impactos a. Aspectos desconsiderados;
  • 20. Análise Técnica dos Estudos Ambientais Deficiência em estudos de impacto ambiental no Brasil 6- Mitigação e Compensação de Impactos a. Proposição de medidas que não são a solução para a mitigação dos impactos; b. Medidas mitigadoras pouco detalhadas; c. Indicação de obrigações ou impedimentos, técnicos e legais, como propostas de medidas mitigadoras, d. Ausência de avaliação da eficiência das medidas mitigadoras propostas; e. Não incorporação de propostas dos grupos sociais afetados, na fase de formulação do EIA.
  • 21. Análise Técnica dos Estudos Ambientais Deficiência em estudos de impacto ambiental no Brasil 7- Programa de Monitoramento e Acompanhamento Ambiental a. Erros conceituais na indicação de monitoramento; b. Ausência de proposição de programa de monitoramento de impactos específicos;
  • 22. Análise Técnica dos Estudos Ambientais Deficiência em estudos de impacto ambiental no Brasil 8- RIMA a. Documentação Incompleta; b. Emprego de linguagem inadequada à compreensão do público.
  • 23. Obrigado pela Atenção!!!!!!!! Leonardo Pivôtto Nicodemo leonardo.nicodemo@ifrn.edu.br