Este documento discute os desafios para estudar as mudanças na estrutura fundiária brasileira entre 1992 e 2003. O autor questiona uma estimativa anterior de que 20 milhões de hectares foram transferidos de grandes para pequenas propriedades, apontando que os dados mostram um aumento de 89 milhões de hectares em ambos os tipos de propriedade. O autor propõe estudar o estado de Mato Grosso, que teve o maior crescimento de áreas registradas, para entender os impactos socioterritoriais por trás das mudanças.