Este artigo analisa o processo de racialização no Brasil entre 1880-1900 através do imaginário da sociedade escravagista. As ciências da época propagavam a superioridade dos brancos e os jornais utilizavam estereótipos negativos para descrever escravos e negros como inferiores. Após a abolição em 1888, a sociedade procurava manter os negros em seu "lugar" inferior através desse imaginário racializante.