ADefav Associação para Deficientes da Áudio Visão Projetos Sociais – Professor  Ubajára Soares de Oliveira Aline Cristina Corrêa Gomes Edilúcia Martins Silva Araújo Luciana Cristina Costa Raspa Marina Beatriz dos Santos UJST São Paulo/2007
Endereço:  Rua Clemente Pereira, 286   Bairro:  Ipiranga  CEP:  04216-060   Tel:  (011) 6215.0794 / 2274.6745 / 2273.9333 Site:  www.adefav.org.br   E-mail:  [email_address] Identificação:   ADEFAV  Associação para Deficientes da Áudio Visão  APRESENTAÇÃO
APRESENTAÇÃO Diretoria Executiva:  Delida Laura Esther Castellanos Menendez Amaro - Tesoureira  Tânia Regina C. Nascimento - Secretaria Executiva Diretora Técnica: Maria Aparecida Nina Cormedi - Diretora  Administração:  Lupércio Stopato da Fonseca
CONTEXTO DO PROJETO Fundada em 1983; Entidade filantrópica; É formada por pais de alunos, amigos e profissionais da área;
MISSÃO Habilitar e reabilitar, no Brasil os surdocego e multideficiente para serem incluídos na família, na escola e na sociedade por meio de atividades educacionais, terapêuticas, profissionalizantes e de ações da capacitação à comunidade.
HISTÓRICO Início em 1983; Em 1991, preparou profissionais para atender em período integral os surdocegos da Adefav; Em 2000 foi apresentado um novo projeto para aquisição de um prédio próprio a uma fundação alemã;
OBJETIVOS Educar o surdocego e o multideficiente para: Desenvolver ao máximo o potencial e as habilidades do Surdocego e Multideficiente para sua independência, autonomia e participação na família e comunidade.  Prover capacitação técnica especializada e treinamento personalizado aos profissionais que atuam com Surdocego e Multideficiente no Brasil e América Latina.  Promover a inserção do surdocego e multideficiente na sociedade, para que tenham seus direitos de cidadãos reconhecidos;
OBJETIVOS ESPECÍFICOS Inserção do aluno em grupos  escolares; Introdução da rotina escolar; Comunicação e Linguagem; Utilizar os sentidos remanescentes de forma funcional;
OBJETIVOS ESPECÍFICOS Oportunidades para o desenvolvimento de conceitos e habilidades; Preparar para próxima etapa de educação; Inclusão;
UNIVERSO DO PROJETO Surdo cego e multideficiente a partir do nascimento;  Instituições de áreas afins interessadas em consultorias, supervisões e capacitação dos profissionais; Escolas de ensino regular interessadas em implementar programas de educação inclusiva para orientação, supervisão e treinamento de profissionais.
METODOLOGIA DO TRABALHO INTERVENÇÃO PRECOCE (0 A 3 ANOS); EDUCAÇÃO INFANTIL (3 A 6 ANOS); ACADÊMICO (6 A 12 ANOS); ACADÊMICO FUNCIONAL (12 A 18 ANOS); ADULTOS (ACIMA DE 18 ANOS);
METODOLOGIA DO TRABALHO SERVIÇO SOCIAL PSICOLOGIA OFTALMOLOGIA CLÍNICA ABERTA À COMUNIDADE
OFICINAS PEDAGÓGICAS
ORIENTAÇÃO NA ALIMENTAÇÃO
EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA
FISIOTERAPIA
Parcerias
ANÁLISE CRÍTICA Contexto do projeto Não é claro; Assume o papel de introdução; Apresenta a comunidade a quem se destina, mas não levanta os problemas que a comunidade enfrenta.
ANÁLISE CRÍTICA JUSTIFICATIVA Não foi encontrada; Afirma o porquê do projeto ser importante; Explícita o problema que a comunidade enfrenta;
ANÁLISE CRÍTICA OBJETIVOS Estão compatíveis com o que se pretende alcançar com o projeto; São benefícios esperados em longo prazo; Foram usados verbos de ação para formulação;
ANÁLISE CRÍTICA OBJETIVOS ESPECÍFICOS Não podem ser quantificados e/ou qualificados; Definir metas parciais e finais para o projeto; Devem especificar mudanças concretas no comportamento, condições ou situações; Contribuir para o objetivo geral definido;
ANÁLISE CRÍTICA UNIVERSO DO PROJETO É bem delimitado, definindo-o entre deficientes, instituições que trabalham com deficientes e necessitam de monitoria, profissionais interessados em supervisão e escolas regulares.
ANÁLISE CRÍTICA METAS Quantificação dos objetivos; Devem ser precisas, claras e mensuráveis; Metas  estabelecidas permitem fazer a comparação com  resultados  para saber se os  objetivos  foram alcançados;
ANÁLISE CRÍTICA METODOLOGIA Apresenta passo a passo os procedimentos e as técnicas; As atividades foram descritas claramente; Descreveu como acontece o trabalho com os benefícios;
ANÁLISE CRÍTICA CRONOGRAMA Item não mencionado; Organiza ações necessárias para realizar os objetivos; É possível avaliar o sucesso de um projeto;
ANÁLISE CRÍTICA ORÇAMENTO Item não encontrado no projeto; É um item decisivo para aprovação do projeto; Deve ser claro, objetivo e suficientemente detalhado; Deve ser compatível com o conjunto do projeto;
ANÁLISE CRÍTICA AVALIAÇÃO No projeto não foi encontrado este item; A entrevista relatou que a avaliação é feita semestralmente; É necessário um julgamento de valor através da avaliação; Avaliar um projeto é avaliar um modelo de intervenção;
CONCLUSÃO O projeto tem viabilidade, aplicabilidade e visão estratégica; Apresenta um problema real na sociedade; Flexibilidade do projeto; Quanto a realização do projeto;

ApresentaçãO A Defav

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    ADefav Associação paraDeficientes da Áudio Visão Projetos Sociais – Professor Ubajára Soares de Oliveira Aline Cristina Corrêa Gomes Edilúcia Martins Silva Araújo Luciana Cristina Costa Raspa Marina Beatriz dos Santos UJST São Paulo/2007
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    Endereço: RuaClemente Pereira, 286 Bairro: Ipiranga CEP: 04216-060 Tel: (011) 6215.0794 / 2274.6745 / 2273.9333 Site: www.adefav.org.br E-mail: [email_address] Identificação: ADEFAV Associação para Deficientes da Áudio Visão APRESENTAÇÃO
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    APRESENTAÇÃO Diretoria Executiva: Delida Laura Esther Castellanos Menendez Amaro - Tesoureira Tânia Regina C. Nascimento - Secretaria Executiva Diretora Técnica: Maria Aparecida Nina Cormedi - Diretora Administração: Lupércio Stopato da Fonseca
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    CONTEXTO DO PROJETOFundada em 1983; Entidade filantrópica; É formada por pais de alunos, amigos e profissionais da área;
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    MISSÃO Habilitar ereabilitar, no Brasil os surdocego e multideficiente para serem incluídos na família, na escola e na sociedade por meio de atividades educacionais, terapêuticas, profissionalizantes e de ações da capacitação à comunidade.
  • 6.
    HISTÓRICO Início em1983; Em 1991, preparou profissionais para atender em período integral os surdocegos da Adefav; Em 2000 foi apresentado um novo projeto para aquisição de um prédio próprio a uma fundação alemã;
  • 7.
    OBJETIVOS Educar osurdocego e o multideficiente para: Desenvolver ao máximo o potencial e as habilidades do Surdocego e Multideficiente para sua independência, autonomia e participação na família e comunidade. Prover capacitação técnica especializada e treinamento personalizado aos profissionais que atuam com Surdocego e Multideficiente no Brasil e América Latina. Promover a inserção do surdocego e multideficiente na sociedade, para que tenham seus direitos de cidadãos reconhecidos;
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    OBJETIVOS ESPECÍFICOS Inserçãodo aluno em grupos escolares; Introdução da rotina escolar; Comunicação e Linguagem; Utilizar os sentidos remanescentes de forma funcional;
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    OBJETIVOS ESPECÍFICOS Oportunidadespara o desenvolvimento de conceitos e habilidades; Preparar para próxima etapa de educação; Inclusão;
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    UNIVERSO DO PROJETOSurdo cego e multideficiente a partir do nascimento; Instituições de áreas afins interessadas em consultorias, supervisões e capacitação dos profissionais; Escolas de ensino regular interessadas em implementar programas de educação inclusiva para orientação, supervisão e treinamento de profissionais.
  • 11.
    METODOLOGIA DO TRABALHOINTERVENÇÃO PRECOCE (0 A 3 ANOS); EDUCAÇÃO INFANTIL (3 A 6 ANOS); ACADÊMICO (6 A 12 ANOS); ACADÊMICO FUNCIONAL (12 A 18 ANOS); ADULTOS (ACIMA DE 18 ANOS);
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    METODOLOGIA DO TRABALHOSERVIÇO SOCIAL PSICOLOGIA OFTALMOLOGIA CLÍNICA ABERTA À COMUNIDADE
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    ANÁLISE CRÍTICA Contextodo projeto Não é claro; Assume o papel de introdução; Apresenta a comunidade a quem se destina, mas não levanta os problemas que a comunidade enfrenta.
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    ANÁLISE CRÍTICA JUSTIFICATIVANão foi encontrada; Afirma o porquê do projeto ser importante; Explícita o problema que a comunidade enfrenta;
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    ANÁLISE CRÍTICA OBJETIVOSEstão compatíveis com o que se pretende alcançar com o projeto; São benefícios esperados em longo prazo; Foram usados verbos de ação para formulação;
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    ANÁLISE CRÍTICA OBJETIVOSESPECÍFICOS Não podem ser quantificados e/ou qualificados; Definir metas parciais e finais para o projeto; Devem especificar mudanças concretas no comportamento, condições ou situações; Contribuir para o objetivo geral definido;
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    ANÁLISE CRÍTICA UNIVERSODO PROJETO É bem delimitado, definindo-o entre deficientes, instituições que trabalham com deficientes e necessitam de monitoria, profissionais interessados em supervisão e escolas regulares.
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    ANÁLISE CRÍTICA METASQuantificação dos objetivos; Devem ser precisas, claras e mensuráveis; Metas estabelecidas permitem fazer a comparação com resultados para saber se os objetivos foram alcançados;
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    ANÁLISE CRÍTICA METODOLOGIAApresenta passo a passo os procedimentos e as técnicas; As atividades foram descritas claramente; Descreveu como acontece o trabalho com os benefícios;
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    ANÁLISE CRÍTICA CRONOGRAMAItem não mencionado; Organiza ações necessárias para realizar os objetivos; É possível avaliar o sucesso de um projeto;
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    ANÁLISE CRÍTICA ORÇAMENTOItem não encontrado no projeto; É um item decisivo para aprovação do projeto; Deve ser claro, objetivo e suficientemente detalhado; Deve ser compatível com o conjunto do projeto;
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    ANÁLISE CRÍTICA AVALIAÇÃONo projeto não foi encontrado este item; A entrevista relatou que a avaliação é feita semestralmente; É necessário um julgamento de valor através da avaliação; Avaliar um projeto é avaliar um modelo de intervenção;
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    CONCLUSÃO O projetotem viabilidade, aplicabilidade e visão estratégica; Apresenta um problema real na sociedade; Flexibilidade do projeto; Quanto a realização do projeto;