AS NOVAS TENDÊNCIAS PARA O TRANSPORTE PÚBLICO PÓS
PANDEMIA NOS PLANOS DE MOBILIDADE URBANA DAS CIDADES DA
REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE
TENDÊNCIAS PARA RETOMADA DA DEMANDA DO TRANSPORTE
PÚBLICO PÓS PANDEMIA NA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE
Rodrigo Juan Martins Cardozo
Orientador: Maurício Oliveira de Andrade
SUMÁRIO
1. Introdução
2. Problemática
1. O crescimento das Cidades
2. Paradigma da Mobilidade Sustentável
3. Panorama da Situação do Transporte Público no Brasil
3. Construção da Hipótese
4. Definição dos Objetivos
5. Desenvolvimento do Projeto
6. Cronograma
1.INTRODUÇÃO
1. O Transporte público como direito social
2. A promulgação, pelo Congresso Nacional, da Emenda Constitucional nº 90,
de 15 de Setembro de 2015, de Autoria de Luiza Erundina, inclui no artigo
6º da Constituição Federal o transporte como direito social.
"Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a
moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à
maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta
Constituição.“
3. Atender à reivindicação da sociedade brasileira, que manifestou nas ruas
o desejo por um transporte público melhor (Jornadas de Junho 2013).
4. Entretando, o novo comando constitucional, por si só, não é suficiente para
alcançar um novo patamar nos serviços de transporte público.
2. PROBLEMÁTICA
• Choay, Françoise., 1979. O Urbanismo. Ed
Perspectiva.
• Vuchic, Vukan., Urban Public Transportation. Cap 1.
Prentice-Hall, New Jersey, USA, 1981
• Santos, E., Aragão, J. Transportes em Tempo de
Reforma: Estudos sobre o transporte urbano.
EDUFRN, 2004.
• Stefan Gössling, 2016. Urban transport justice.
Journal of Transport Geography.
• IPEA, 2019 – Desigualdades socioespaciais de
acesso a oportunidades nas cidades brasileiras.
• Davis, Mike. Planeta Favela. Boitempo, 2006
O
Cresciment
o das
Cidades
1. O processo de urbanização verificado nos países em desenvolvimento,
principalmente na última metade do século passado, resultou em grandes
concentrações populacionais em um número reduzido de cidades.
2. Tornou explícito o conflito existente entre as pessoas de diferentes níveis de
rendas pela apropriação e o uso de espaços públicos.
3. O aumento da motorização da população, que se traduz na ampliação da
frota de automóvel e moto resulta em congestionamentos e na disputa pelo
uso da rua entre os vários modos de transporte, motorizados ou não.
4. Poluição atmosférica que nos grandes centros urbanos tem no transporte
individual uma de suas maiores fontes, atinge democraticamente a todos,
mas seus efeitos são mais graves sobre a saúde da população mais pobre,
seja pela exposição crônica ou pela falta de recursos para tratamento de
doenças.
2. PROBLEMÁTICA
1. Segundo Davis (2006), os riscos naturais são ampliados pela pobreza urbana e
novos riscos são criados pela interação entre pobreza, poluentes, transito e
infraestrutura em colapso.
2. O processo de urbanização em curso propicia a fragmentação do espaço urbano,
criando bairros residenciais cada vez mais distantes dos locais de trabalho e de
lazer, expulsando a população mais carente para a periferia dos grandes centro.
2. PROBLEMÁTICA
1. O conceito de Cidade Sustentável e Desenvolvimento Sustentável, tem sido
objeto de vários estudos e definições desde a elaboração do Relatório
Brundtland em 1987 (Nosso futuro Comum).
2. Ganhou destaque na Conferência Mundial das Nações Unidas sobre Meio
Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, na
qual foi aprovado o documento da Agenda 21, propondo diretrizes de
sustentabilidade para a gestão do território.
3. Davis (2006) afirma que as cidades são a solução para a crise ambiental
global, uma vez que a densidade urbana pode se traduzir em maior
eficiência do uso da terra, da energia e dos recursos naturais.
2. PROBLEMÁTICA
1. O Relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008 lançado pelo
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD – faz
importante relação entre os efeitos da mudança climática e suas
consequências para os países e populações mais pobres que não contribuem
significativamente para a emissão dos gases do efeito estufa, mas são
vulneráveis aos seus efeitos.
2. PNUD (pág 29) – Recomendações para a mitigação das emissões que visam
“reduzir as emissões de CO2 dos transportes através de padrões de
eficiência”
3. Por ser o local onde há maior circulação da frota de veículos e consequente
maior emissão de CO2 proveniente dos transportes, as cidades tem recebido
especial atenção quanto aos seus impactos ambientais, principalmente sobre
as emissões que contribuem para as mudanças globais do clima.
2. PROBLEMÁTICA
•Banister, D. (2008) ‘The sustainable mobility
paradigm’, Transport Policy, 15(2), pp. 73–80.
•Banister, D. (2011) ‘Cities, mobility and climate
change’, Journal of Transport Geography, 19(6),
pp. 1538–1546.
•Holden, E. et al. (2020) ‘Grand Narratives for
sustainable mobility: A conceptual review’, Energy
Research and Social Science. Elsevier Ltd.
•Pereira, Rafael H.M.; Banister, David;
Schwanen, Tim; Wessel, Nate. Distributional
effects of transport policies on inequalities in
access to opportunities in Rio de Janeiro, 2019.
•ODS, ONU. 2015.
Paradigm
a da
Mobilidad
e
Sustentáve
l
2. PROBLEMÁTICA
2. PROBLEMÁTICA
Banister (2008)
• Os princípios:
1.Informação
2.Envolvimento e
comunicação
3.Packaging
4.Vender os benefícios
5.Políticas controversas
adotadas por etapas
6.Consistência entre
diferentes medidas e
setores políticos
7.Adaptabilidade
Holden et al (2020)
• As narrativas:
1.O governo verde
2.A compra verde
3.O veículo limpo
4.Prover transporte
público
5.O viajante responsável
6.A mobilidade
compartilhada
7.A cidade compacta
8.A vida essencial (ODS)
9.Os elétrons viajantes
Holden et al (2020)
• As três grandes
narrativas:
1.Eletromobilidade
2.Transporte Coletivo 2.0
3.Sociedade da Baixa
Mobilidade
2. PROBLEMÁTICA
• NTU. Anuário 2023. Brasília: [s.n.]. Disponível em:
<www.ntu.org.br>.
• RABAY, L. et al. A portrait of the crisis in the Brazilian urban
bus system: An analysis of factors influencing the reduction in
usage. Case Studies on Transport Policy, v. 9, n. 4, p. 1879–
1887, 1 dez. 2021.
• Stefan Gössling, 2016. Urban transport justice. Journal of
Transport Geography.
• IPEA, 2019 – Desigualdades socioespaciais de acesso a
oportunidades nas cidades brasileiras.
• Alessia Calafiore, Richard Dunning, Alex Nurse, Alex
Singleton . The 20-minute city: An equity analysis of Liverpool
City Region . Transportation Research Part D: Transport and
Environment, Volume 102, January 2022, 103111
A Crise
do
Transport
e Público
2. PROBLEMÁTICA
Fonte: Anuário NTU (2023)
2. PROBLEMÁTICA
Fonte: IPEA (2022)
2. PROBLEMÁTICA
Fonte: Anuário NTU (2023)
2. PROBLEMÁTICA
Fonte: Cardozo et al (2023)
2. PROBLEMÁTICA
Fonte: https://www.cbnrecife.com/artigo/empresa-vera-cruz-alega-deficit-
entrega-linhas-e-solicita-unificacao-ao-grande-recife
2. PROBLEMÁTICA
Fonte: https://exame.com/brasil/greve-de-motoristas-interrompe-circulaca-de-
onibus-do-brt-no-rio/
2. PROBLEMÁTICA
Fonte: https://www.cn1.com.br/noticias/20/116282,empresa-avanco-encerra-
operacoes-na-rms-e-entrega-linhas-de-onibus
2. PROBLEMÁTICA
• Estatuto da Cidade – Lei n° 10.257/2001
• Política Nacional de Mobilidade Urbana - Lei nº 12.587 de 03/01/2012 - (até 12 de abril de
2025)
• Emenda Constitucional nº 90 de 15/09/2015
Transporte Público no
Brasil
• Queda da demanda – Sistema financiado pela tarifa
• Sustentabilidade do Sistema – Diminuição da qualidade do serviço (Superlotação, Idade da
Frota)
Panorama da Situação do
Transporte Público no
Brasil
• Agravamento da queda da demanda (ANPET2023)
• Sustentabilidade do Sistema – Saídas das empresas
Transporte Público na
pandemia
• Novas licitações (Fornecimento de Frota, Gestão da Bilhetagem, Operação das Linhas)
• Modelos de Regulamentação
Tendências pós pandemia
(Qualidade)
2. PROBLEMÁTICA
3. CONSTRUÇÃO DA HIPÓTESE
Temos uma rápida expansão das cidades e a dependência cada vez mais do transporte
público coletivo. Nos países desenvolvidos já se discute o paradigma da mobilidade
sustentável, porém nos países em desenvolvimento, como o Brasil, o problema é a
“sustentabilidade” do sistema. Durante a pandemia a crise se agravou acentuando o binômio
CRISE-TRANSIÇÃO.
Assim a hipótese desse estudo é: A solução do binômio Crise-Transição passa pelo
fortalecimento do transporte público, que se dá a partir do aumento da qualidade do serviço,
e assim retomar a demanda.
SEI (Rede, Contratos, Financiamento) e tendências
4. DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS
• Compreender de que maneira essas novas
tendências podem melhorar a qualidade do
serviço atraindo o usuário.
Objetivo
Geral
• Identificar nas licitações ou modelos de regulação
elementos relacionados a qualidade.
• Verificar se esses elementos se relacionam com o
Paradigma da Mobilidade Sustentável
• Utilizar painel de especialistas para classificar os
elementos de qualidade que possam atrais usuários e
aumentar a demanda.
Objetivos
Específicos
5. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
A busca da qualidade nas tendências
(licitações, contratos, novos modelos)
Metodologia
Cronograma
Um Novo Modelo de Regulamentação dos Serviços de Transporte Coletivo por
Ônibus Aplicação na Região Metropolitana do Recife:
1. Licitações 3-5 anos
2. Aumento da quantidade de lotes
3. Contestabilidade do mercado
Desempenho técnico operacional da empresa:
4. Índice de cumprimento de viagens;
5. Quilometragem entre acidentes;
6. Opinião dos usuários.
5. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
5. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
5. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
5. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
5. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
1º Etapa
• Identificar nas licitações ou modelos de regulação elementos
relacionados a qualidade.
2º Etapa
• Utilizar painel de especialistas para classificar os elementos de
qualidade que possam atrais usuários e aumentar a demanda.
• Escala Likert
3º Etapa
• Interpretar os resultados do painel de especialistas
• Comparar com o atual modelo de regulação/licitação da RMR
6. CRONOGRAMA
06/24 07/24 08/24 09/24 10/24 11/24 12/24
Introdução X X X X X
Problemática X X
Quadro conceitual (Mobilidade Sustentável) X
Tendências X X
Painel de Especialistas X X X
Interpretação dos Resultados X X
Conclusão X X

Apresentação v04.pptxasdddfdflçkdvkdvjdlkd

  • 1.
    AS NOVAS TENDÊNCIASPARA O TRANSPORTE PÚBLICO PÓS PANDEMIA NOS PLANOS DE MOBILIDADE URBANA DAS CIDADES DA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE TENDÊNCIAS PARA RETOMADA DA DEMANDA DO TRANSPORTE PÚBLICO PÓS PANDEMIA NA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE Rodrigo Juan Martins Cardozo Orientador: Maurício Oliveira de Andrade
  • 2.
    SUMÁRIO 1. Introdução 2. Problemática 1.O crescimento das Cidades 2. Paradigma da Mobilidade Sustentável 3. Panorama da Situação do Transporte Público no Brasil 3. Construção da Hipótese 4. Definição dos Objetivos 5. Desenvolvimento do Projeto 6. Cronograma
  • 3.
    1.INTRODUÇÃO 1. O Transportepúblico como direito social 2. A promulgação, pelo Congresso Nacional, da Emenda Constitucional nº 90, de 15 de Setembro de 2015, de Autoria de Luiza Erundina, inclui no artigo 6º da Constituição Federal o transporte como direito social. "Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.“ 3. Atender à reivindicação da sociedade brasileira, que manifestou nas ruas o desejo por um transporte público melhor (Jornadas de Junho 2013). 4. Entretando, o novo comando constitucional, por si só, não é suficiente para alcançar um novo patamar nos serviços de transporte público.
  • 4.
    2. PROBLEMÁTICA • Choay,Françoise., 1979. O Urbanismo. Ed Perspectiva. • Vuchic, Vukan., Urban Public Transportation. Cap 1. Prentice-Hall, New Jersey, USA, 1981 • Santos, E., Aragão, J. Transportes em Tempo de Reforma: Estudos sobre o transporte urbano. EDUFRN, 2004. • Stefan Gössling, 2016. Urban transport justice. Journal of Transport Geography. • IPEA, 2019 – Desigualdades socioespaciais de acesso a oportunidades nas cidades brasileiras. • Davis, Mike. Planeta Favela. Boitempo, 2006 O Cresciment o das Cidades
  • 5.
    1. O processode urbanização verificado nos países em desenvolvimento, principalmente na última metade do século passado, resultou em grandes concentrações populacionais em um número reduzido de cidades. 2. Tornou explícito o conflito existente entre as pessoas de diferentes níveis de rendas pela apropriação e o uso de espaços públicos. 3. O aumento da motorização da população, que se traduz na ampliação da frota de automóvel e moto resulta em congestionamentos e na disputa pelo uso da rua entre os vários modos de transporte, motorizados ou não. 4. Poluição atmosférica que nos grandes centros urbanos tem no transporte individual uma de suas maiores fontes, atinge democraticamente a todos, mas seus efeitos são mais graves sobre a saúde da população mais pobre, seja pela exposição crônica ou pela falta de recursos para tratamento de doenças. 2. PROBLEMÁTICA
  • 6.
    1. Segundo Davis(2006), os riscos naturais são ampliados pela pobreza urbana e novos riscos são criados pela interação entre pobreza, poluentes, transito e infraestrutura em colapso. 2. O processo de urbanização em curso propicia a fragmentação do espaço urbano, criando bairros residenciais cada vez mais distantes dos locais de trabalho e de lazer, expulsando a população mais carente para a periferia dos grandes centro. 2. PROBLEMÁTICA
  • 7.
    1. O conceitode Cidade Sustentável e Desenvolvimento Sustentável, tem sido objeto de vários estudos e definições desde a elaboração do Relatório Brundtland em 1987 (Nosso futuro Comum). 2. Ganhou destaque na Conferência Mundial das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, na qual foi aprovado o documento da Agenda 21, propondo diretrizes de sustentabilidade para a gestão do território. 3. Davis (2006) afirma que as cidades são a solução para a crise ambiental global, uma vez que a densidade urbana pode se traduzir em maior eficiência do uso da terra, da energia e dos recursos naturais. 2. PROBLEMÁTICA
  • 8.
    1. O Relatóriode Desenvolvimento Humano 2007/2008 lançado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD – faz importante relação entre os efeitos da mudança climática e suas consequências para os países e populações mais pobres que não contribuem significativamente para a emissão dos gases do efeito estufa, mas são vulneráveis aos seus efeitos. 2. PNUD (pág 29) – Recomendações para a mitigação das emissões que visam “reduzir as emissões de CO2 dos transportes através de padrões de eficiência” 3. Por ser o local onde há maior circulação da frota de veículos e consequente maior emissão de CO2 proveniente dos transportes, as cidades tem recebido especial atenção quanto aos seus impactos ambientais, principalmente sobre as emissões que contribuem para as mudanças globais do clima. 2. PROBLEMÁTICA
  • 9.
    •Banister, D. (2008)‘The sustainable mobility paradigm’, Transport Policy, 15(2), pp. 73–80. •Banister, D. (2011) ‘Cities, mobility and climate change’, Journal of Transport Geography, 19(6), pp. 1538–1546. •Holden, E. et al. (2020) ‘Grand Narratives for sustainable mobility: A conceptual review’, Energy Research and Social Science. Elsevier Ltd. •Pereira, Rafael H.M.; Banister, David; Schwanen, Tim; Wessel, Nate. Distributional effects of transport policies on inequalities in access to opportunities in Rio de Janeiro, 2019. •ODS, ONU. 2015. Paradigm a da Mobilidad e Sustentáve l 2. PROBLEMÁTICA
  • 10.
    2. PROBLEMÁTICA Banister (2008) •Os princípios: 1.Informação 2.Envolvimento e comunicação 3.Packaging 4.Vender os benefícios 5.Políticas controversas adotadas por etapas 6.Consistência entre diferentes medidas e setores políticos 7.Adaptabilidade Holden et al (2020) • As narrativas: 1.O governo verde 2.A compra verde 3.O veículo limpo 4.Prover transporte público 5.O viajante responsável 6.A mobilidade compartilhada 7.A cidade compacta 8.A vida essencial (ODS) 9.Os elétrons viajantes Holden et al (2020) • As três grandes narrativas: 1.Eletromobilidade 2.Transporte Coletivo 2.0 3.Sociedade da Baixa Mobilidade
  • 11.
    2. PROBLEMÁTICA • NTU.Anuário 2023. Brasília: [s.n.]. Disponível em: <www.ntu.org.br>. • RABAY, L. et al. A portrait of the crisis in the Brazilian urban bus system: An analysis of factors influencing the reduction in usage. Case Studies on Transport Policy, v. 9, n. 4, p. 1879– 1887, 1 dez. 2021. • Stefan Gössling, 2016. Urban transport justice. Journal of Transport Geography. • IPEA, 2019 – Desigualdades socioespaciais de acesso a oportunidades nas cidades brasileiras. • Alessia Calafiore, Richard Dunning, Alex Nurse, Alex Singleton . The 20-minute city: An equity analysis of Liverpool City Region . Transportation Research Part D: Transport and Environment, Volume 102, January 2022, 103111 A Crise do Transport e Público
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
    • Estatuto daCidade – Lei n° 10.257/2001 • Política Nacional de Mobilidade Urbana - Lei nº 12.587 de 03/01/2012 - (até 12 de abril de 2025) • Emenda Constitucional nº 90 de 15/09/2015 Transporte Público no Brasil • Queda da demanda – Sistema financiado pela tarifa • Sustentabilidade do Sistema – Diminuição da qualidade do serviço (Superlotação, Idade da Frota) Panorama da Situação do Transporte Público no Brasil • Agravamento da queda da demanda (ANPET2023) • Sustentabilidade do Sistema – Saídas das empresas Transporte Público na pandemia • Novas licitações (Fornecimento de Frota, Gestão da Bilhetagem, Operação das Linhas) • Modelos de Regulamentação Tendências pós pandemia (Qualidade) 2. PROBLEMÁTICA
  • 21.
    3. CONSTRUÇÃO DAHIPÓTESE Temos uma rápida expansão das cidades e a dependência cada vez mais do transporte público coletivo. Nos países desenvolvidos já se discute o paradigma da mobilidade sustentável, porém nos países em desenvolvimento, como o Brasil, o problema é a “sustentabilidade” do sistema. Durante a pandemia a crise se agravou acentuando o binômio CRISE-TRANSIÇÃO. Assim a hipótese desse estudo é: A solução do binômio Crise-Transição passa pelo fortalecimento do transporte público, que se dá a partir do aumento da qualidade do serviço, e assim retomar a demanda. SEI (Rede, Contratos, Financiamento) e tendências
  • 22.
    4. DEFINIÇÃO DOSOBJETIVOS • Compreender de que maneira essas novas tendências podem melhorar a qualidade do serviço atraindo o usuário. Objetivo Geral • Identificar nas licitações ou modelos de regulação elementos relacionados a qualidade. • Verificar se esses elementos se relacionam com o Paradigma da Mobilidade Sustentável • Utilizar painel de especialistas para classificar os elementos de qualidade que possam atrais usuários e aumentar a demanda. Objetivos Específicos
  • 23.
    5. DESENVOLVIMENTO DOPROJETO A busca da qualidade nas tendências (licitações, contratos, novos modelos) Metodologia Cronograma
  • 24.
    Um Novo Modelode Regulamentação dos Serviços de Transporte Coletivo por Ônibus Aplicação na Região Metropolitana do Recife: 1. Licitações 3-5 anos 2. Aumento da quantidade de lotes 3. Contestabilidade do mercado Desempenho técnico operacional da empresa: 4. Índice de cumprimento de viagens; 5. Quilometragem entre acidentes; 6. Opinião dos usuários. 5. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
    5. DESENVOLVIMENTO DOPROJETO 1º Etapa • Identificar nas licitações ou modelos de regulação elementos relacionados a qualidade. 2º Etapa • Utilizar painel de especialistas para classificar os elementos de qualidade que possam atrais usuários e aumentar a demanda. • Escala Likert 3º Etapa • Interpretar os resultados do painel de especialistas • Comparar com o atual modelo de regulação/licitação da RMR
  • 29.
    6. CRONOGRAMA 06/24 07/2408/24 09/24 10/24 11/24 12/24 Introdução X X X X X Problemática X X Quadro conceitual (Mobilidade Sustentável) X Tendências X X Painel de Especialistas X X X Interpretação dos Resultados X X Conclusão X X