UNIVERSIDADE METODISTA DE ANGOLA
FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E BEM – ESTAR
CURSO DE PSICOLOGIA GERAL
Paralisia cerebral (Transtorno do
Desenvolvimento da Coordenação)
INTRODUÇÃO
 O estágio curricular é uma etapa fundamental no
percurso académico, permitindo um contacto directo
com a realidade, que não seria possível concretizar
sem a presença dos conhecimentos e competências
elementares adquiridos previamente. É nesta etapa
que colocamos à prova todos esses conhecimentos,
juntamente com todas as nossas competências como
futuros psicólogos, o que nos proporciona um
lançamento para o nosso futuro profissional.
I. CARACTERIZAÇÃO NO LOCAL DO
ESTÁGIO
 Localização geográfica
 Escola Primária do Bairro Azul nº 1208, foi
inaugurada por sua Excelência, Governador provincial
de Luanda Doutor José Maria F. Dos Santos, ao 10 de
Março de 2011. Localizada no Distrito Urbano das
Ingombotas, Parque do Zé – Dú.
II. Actividades desenvolvidas no local de
Estágio
2.1 Actividades do Estágio
 O estágio teve início dia 15 de Janeiro de 2024, na
sala U103 da Univerdidade Metodista de Angola,
onde a Professora informou-nos sobre a existência
do Centro de Psicologia Aplicada, localizada no
Distrito do Benfica. No dia 16 de Janeiro, fomos
conhecer o Centro onde fomos orientados sobre o
regulamento, funcionamento e o local do estágio.
No dia 18 do mesmo mês, fomos a Escola Primária
nº 1207 onde fez a abertura oficial do estágio.
III. Paralisia cerebral (Transtorno do
Desenvolvimento da Coordenação)
Identificação
Nome: L. S. A. S.
Idade: 9 Anos. Sexo: Feminino
1ª Classe. Período: Manhã.
Deficiência: Paralesia Cerebral
 A aluna LA, de 9 anos de idade, do sexo
feminino, frequenta a 1ª Classe do ensino
primário. Foi encaminhada para a consulta de
psicopedagógica com queixa inicial feita pela
professora que na qual relata que a aluna não
consegue copiar a matéria do quadro para o
caderno, nem as tarefas feitas, por apresentar
deficiências nos membros superiores e
inferiores.
Motivo da queixa
História de vida do aluno
 Filha da segunda gestação do casal, uma gravidez desejada e planejada com todos
os cuidados, de parto cesariano, onde houve um descuido por parte dos médicos,
que causou danos físicos nos membros superiores e inferiores e na coluna
vertebral. Aos 6 meses, era uma bebe inquieta, chorava muito, não segurava o
pescoço, nem sentava, a mãe preocupada procurou os serviços médicos (Hospital
David Bernardino), onde a bebe foi submetida a vários exames como Ressonância
Magnética, que foi diagnóstico com uma paralisia Cerebral Infantil (PCI).
 Aos 9 meses deu-se início as fisioterapias, que a levou a uma melhoria substancial.
Aos três anos, foi transferida para o hospital Psiquiátrico de Luanda, para melhor
acompanhamento.
 Sendo submetida a várias terapias, como da fala, ocupacional entre outras, houve
uma evolução significativa, começou a sentar, a pronunciar algumas palavras e
houve necessidade de uma cirurgia urgente na língua (Frenectomia Lingual), após
a cirurgia evolui a fala para melhor.
Técnicas utilizadas no processo de
avaliação
 No dia 3 de Fevereiro do ano em curso, tive o primeiro
contacto com a menina. Numa 1ª fase, fez-se observação,
onde compreendemos que trata-se de uma aluna muita
afectiva e atenciosa, apesar da deficiência, era muito
participativa nas actividades escolares. Após a entrevista
com os progenitores houve a necessidade de começarmos a
trabalhar com a aluna, onde aplicamos algumas testes
como, teste de motricidade, espelho para terapia da fala.
 As actividades decorriam 2 vezes na semana na sala de
Apoio Educativo especializado.
 A aluna L.A, frequenta actualmente a 1ª classe, por motivos
da deficiência nos membros superiores e inferiores.
Actividades pedagógicas verificadas
 Durante as intervenções foram aplicadas técnicas de entrevistas semi-estruturas que
consiste em um modelo de entrevista flexível, ou seja, ela possui o roteiro prévio,
mais que abre espaço entre a aluna e o entrevistador. Onde o entrevistador faz
perguntas que não foram planificadas, também usamos a técnica de observação
durante as intervenções que permitem capturar informações que não ditas de forma
verbal pela aluna, com essa técnica incentivamos também a aluna a imaginar
possíveis alternativas para a resolução dos problemas. Utilizamos o Alinhavo que é
uma actividade importantíssima para o desenvolvimento da concentração e
coordenação motora fina do aluno, como: Promove a criatividade, compreensão de
causa e efeito, concentração de orientação espacial, também é um campo de
experiência de actividades-sons, cores e forma motora fina, percepção visual.
 Também trabalhamos números em quantidades com material concreto, alfabeto
móvel em material concreto também, puzzles em material concreto. Onde
trabalhamos o raciocínio lógico e matemático, desenvolvemos grafismo em forma de
pontinhos, desenhos para pintar. Também criamos métodos de interação para
trabalhar com a mesma como forma de brincadeiras, contamos estórias e canções.
Criamos estratégias para podermos trabalhar as orientações recomendadas de
formas a evitar bowling na escola.
Integração dos resultados
 Durante o período da avaliação, a mesma demostrou avanços significativos em relação as atividades
motoras, cognitivas e sócio emocionais entre as quais destacamos as seguintes: O aprimoramento da
coordenação motora fina, como a capacidade de pegar objectos pequenos com precisão, subir e descer
escadas com ajuda, conhecer as vogais, grafismo, algumas cores, pintar alguns desenhos e consegue
identificar algumas partes do corpo humano.
 Foi possível constatar, de acordo com a observação e avaliação feita a aluna apresenta alguns sinais, de
Transtorno de Desenvolvimento da Coordenação segundo os critérios de diagnóstico do DSM5, a aluna
apresenta os seguintes sinais:
 A aquisição e a execução de habilidades motoras coordenadas estão substancialmente abaixo do
esperado considerando-se a idade cronológica do indivíduo e a oportunidade de aprender e usar a
habilidade.
 As dificuldades manifestam-se por falta de jeito (p. ex., derrubar ou bater em objetos), bem como por
lentidão e imprecisão no desempenho de habilidades motoras (p. ex., apanhar um objeto, usar tesouras
ou facas, escrever a mão, andar de bicicleta ou praticar desportos).
 O déficit nas habilidades motoras do Critério A interfere, significativa e persistentemente, nas atividades
cotidianas apropriadas à idade cronológica (p. ex., autocuidado e Auto manutenção), causando impacto
na produtividade acadêmica/escolar, em atividades pré-profissionais e profissionais, no lazer e nas
brincadeiras.
 O início dos sintomas ocorre precocemente no período do desenvolvimento. 10
 Os déficits nas habilidades motoras não são mais bem explicados por deficiência intelectual (transtorno
do desenvolvimento intelectual) ou por deficiência visual e não são atribuíveis a alguma condição
neurológica que afete os movimentos (p. ex., paralisia cerebral, distrofia muscular, doença degenerativa).
Recomendação para professores, pais e
encarregados de educação
1. Recomendação para a Direcção da Escola
 Pede se a Direcção da escola maior atenção com
estas crianças.
 Criar uma sala de aulas com melhores condições
de apoio;
 Aumentar o número de técnicos, auxiliares para
a salas onde estão incluídas estas crianças,
 Ter um número reduzido de alunos nas salas
onde existem alunos com necessidades
educativas especiais
Recomendação para professores, pais e
encarregados de educação
2. Recomendação para a professora.
 A professora deve ter mais paciência com a
aluna tendo em conta a condição da aluna;
 A aluna deve sentar se em frente ao lado da
mesa da professora;
 Criar dinâmicas que envolvem a participação da
aluna de modos que ela sente estar no mesmo
ambiente de forma a evitar situações de bowling;
 Criar a proximidade entre os colegas e
professores, de modos que ela se sente acolhida
Recomendação para professores, pais e
encarregados de educação
3. Recomendações para os pais.
 Os pais devem continuar com as terapias e
consultas de formas a melhorar na dinâmica e
progresso da aluna.
Considerações Finais
 Muitas crianças com paralisia cerebral crescem normalmente e
podem frequentar de modo regular a escola, caso não
apresentem incapacidades intelectuais graves.
 Outras precisam de fisioterapia intensiva, ensino especial e
sofrem muitas limitações nas actividades diárias, de modo que
necessitam de algum tipo de cuidado e assistência durante toda a
vida. Contudo, mesmo crianças gravemente afectadas podem se
beneficiar de ensino e treinamento, que aumentam sua
independência e autoestima e reduzem bastante o ônus (encargo)
para os familiares ou outros cuidadores.
 Informações e aconselhamento estão disponíveis para os pais,
com o intuito de ajudá-los a entender o quadro clínico e o
potencial da criança e os apoiar nos problemas à medida que eles
surgirem.
Considerações Finais
 O cuidado, os carinhos dos pais, juntamente com a
assistência de instituições públicas e privadas, tais como
instituições de saúde, organizações de saúde, e organizações
de reabilitação, podem ajudar a criança a atingir um
potencial.
 A maioria das crianças com paralisia cerebral sobrevive até
a idade adulta. Somente as crianças mais gravemente
afetadas aquelas incapazes de qualquer tipo de cuidados
pessoais ou de alimentar-se pela boca têm uma expectativa
de vida substancialmente mais curta.
 Com tratamento e treinamento adequados, muitas crianças,
especialmente aquelas com hemiplegia ou diplegia espática,
podem ter uma vida normal.
Referências
 GOULART,IrisBarbosa. PsicologiadaEducação:fundamento
steóricos,aplicaçõesàpráticapedagógica.Petrópolis:Vozes,2
001
 SOUZA,AudreySettonLopesde.PsicanáliseeEducação:luga
resefronteiras.In.:OLIVEIRA,MariaLúciade
(org.). EducaçãoePsicanálise:história,atualidadeeperspecti
vas. SãoPaulo:CasadoPsicólogo,2003.
 Woolfolk,A.E. (2000). PsicologiadaEducação. Porto Alegre:
Artmed.
 AMERICAN, Psychitric association (APA) Manual
Diagnóstico e Estatística (DSM5), 5ª Ed., Lisboa, Artmed,
2014
aprenda a conviver com a diferença para maior inclusão social de todos
aprenda a conviver com a diferença para maior inclusão social de todos
aprenda a conviver com a diferença para maior inclusão social de todos
aprenda a conviver com a diferença para maior inclusão social de todos
aprenda a conviver com a diferença para maior inclusão social de todos
aprenda a conviver com a diferença para maior inclusão social de todos
aprenda a conviver com a diferença para maior inclusão social de todos
aprenda a conviver com a diferença para maior inclusão social de todos
aprenda a conviver com a diferença para maior inclusão social de todos
aprenda a conviver com a diferença para maior inclusão social de todos
aprenda a conviver com a diferença para maior inclusão social de todos

aprenda a conviver com a diferença para maior inclusão social de todos

  • 1.
    UNIVERSIDADE METODISTA DEANGOLA FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E BEM – ESTAR CURSO DE PSICOLOGIA GERAL Paralisia cerebral (Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação)
  • 2.
    INTRODUÇÃO  O estágiocurricular é uma etapa fundamental no percurso académico, permitindo um contacto directo com a realidade, que não seria possível concretizar sem a presença dos conhecimentos e competências elementares adquiridos previamente. É nesta etapa que colocamos à prova todos esses conhecimentos, juntamente com todas as nossas competências como futuros psicólogos, o que nos proporciona um lançamento para o nosso futuro profissional.
  • 3.
    I. CARACTERIZAÇÃO NOLOCAL DO ESTÁGIO  Localização geográfica  Escola Primária do Bairro Azul nº 1208, foi inaugurada por sua Excelência, Governador provincial de Luanda Doutor José Maria F. Dos Santos, ao 10 de Março de 2011. Localizada no Distrito Urbano das Ingombotas, Parque do Zé – Dú.
  • 4.
    II. Actividades desenvolvidasno local de Estágio 2.1 Actividades do Estágio  O estágio teve início dia 15 de Janeiro de 2024, na sala U103 da Univerdidade Metodista de Angola, onde a Professora informou-nos sobre a existência do Centro de Psicologia Aplicada, localizada no Distrito do Benfica. No dia 16 de Janeiro, fomos conhecer o Centro onde fomos orientados sobre o regulamento, funcionamento e o local do estágio. No dia 18 do mesmo mês, fomos a Escola Primária nº 1207 onde fez a abertura oficial do estágio.
  • 5.
    III. Paralisia cerebral(Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação) Identificação Nome: L. S. A. S. Idade: 9 Anos. Sexo: Feminino 1ª Classe. Período: Manhã. Deficiência: Paralesia Cerebral
  • 6.
     A alunaLA, de 9 anos de idade, do sexo feminino, frequenta a 1ª Classe do ensino primário. Foi encaminhada para a consulta de psicopedagógica com queixa inicial feita pela professora que na qual relata que a aluna não consegue copiar a matéria do quadro para o caderno, nem as tarefas feitas, por apresentar deficiências nos membros superiores e inferiores. Motivo da queixa
  • 7.
    História de vidado aluno  Filha da segunda gestação do casal, uma gravidez desejada e planejada com todos os cuidados, de parto cesariano, onde houve um descuido por parte dos médicos, que causou danos físicos nos membros superiores e inferiores e na coluna vertebral. Aos 6 meses, era uma bebe inquieta, chorava muito, não segurava o pescoço, nem sentava, a mãe preocupada procurou os serviços médicos (Hospital David Bernardino), onde a bebe foi submetida a vários exames como Ressonância Magnética, que foi diagnóstico com uma paralisia Cerebral Infantil (PCI).  Aos 9 meses deu-se início as fisioterapias, que a levou a uma melhoria substancial. Aos três anos, foi transferida para o hospital Psiquiátrico de Luanda, para melhor acompanhamento.  Sendo submetida a várias terapias, como da fala, ocupacional entre outras, houve uma evolução significativa, começou a sentar, a pronunciar algumas palavras e houve necessidade de uma cirurgia urgente na língua (Frenectomia Lingual), após a cirurgia evolui a fala para melhor.
  • 8.
    Técnicas utilizadas noprocesso de avaliação  No dia 3 de Fevereiro do ano em curso, tive o primeiro contacto com a menina. Numa 1ª fase, fez-se observação, onde compreendemos que trata-se de uma aluna muita afectiva e atenciosa, apesar da deficiência, era muito participativa nas actividades escolares. Após a entrevista com os progenitores houve a necessidade de começarmos a trabalhar com a aluna, onde aplicamos algumas testes como, teste de motricidade, espelho para terapia da fala.  As actividades decorriam 2 vezes na semana na sala de Apoio Educativo especializado.  A aluna L.A, frequenta actualmente a 1ª classe, por motivos da deficiência nos membros superiores e inferiores.
  • 9.
    Actividades pedagógicas verificadas Durante as intervenções foram aplicadas técnicas de entrevistas semi-estruturas que consiste em um modelo de entrevista flexível, ou seja, ela possui o roteiro prévio, mais que abre espaço entre a aluna e o entrevistador. Onde o entrevistador faz perguntas que não foram planificadas, também usamos a técnica de observação durante as intervenções que permitem capturar informações que não ditas de forma verbal pela aluna, com essa técnica incentivamos também a aluna a imaginar possíveis alternativas para a resolução dos problemas. Utilizamos o Alinhavo que é uma actividade importantíssima para o desenvolvimento da concentração e coordenação motora fina do aluno, como: Promove a criatividade, compreensão de causa e efeito, concentração de orientação espacial, também é um campo de experiência de actividades-sons, cores e forma motora fina, percepção visual.  Também trabalhamos números em quantidades com material concreto, alfabeto móvel em material concreto também, puzzles em material concreto. Onde trabalhamos o raciocínio lógico e matemático, desenvolvemos grafismo em forma de pontinhos, desenhos para pintar. Também criamos métodos de interação para trabalhar com a mesma como forma de brincadeiras, contamos estórias e canções. Criamos estratégias para podermos trabalhar as orientações recomendadas de formas a evitar bowling na escola.
  • 10.
    Integração dos resultados Durante o período da avaliação, a mesma demostrou avanços significativos em relação as atividades motoras, cognitivas e sócio emocionais entre as quais destacamos as seguintes: O aprimoramento da coordenação motora fina, como a capacidade de pegar objectos pequenos com precisão, subir e descer escadas com ajuda, conhecer as vogais, grafismo, algumas cores, pintar alguns desenhos e consegue identificar algumas partes do corpo humano.  Foi possível constatar, de acordo com a observação e avaliação feita a aluna apresenta alguns sinais, de Transtorno de Desenvolvimento da Coordenação segundo os critérios de diagnóstico do DSM5, a aluna apresenta os seguintes sinais:  A aquisição e a execução de habilidades motoras coordenadas estão substancialmente abaixo do esperado considerando-se a idade cronológica do indivíduo e a oportunidade de aprender e usar a habilidade.  As dificuldades manifestam-se por falta de jeito (p. ex., derrubar ou bater em objetos), bem como por lentidão e imprecisão no desempenho de habilidades motoras (p. ex., apanhar um objeto, usar tesouras ou facas, escrever a mão, andar de bicicleta ou praticar desportos).  O déficit nas habilidades motoras do Critério A interfere, significativa e persistentemente, nas atividades cotidianas apropriadas à idade cronológica (p. ex., autocuidado e Auto manutenção), causando impacto na produtividade acadêmica/escolar, em atividades pré-profissionais e profissionais, no lazer e nas brincadeiras.  O início dos sintomas ocorre precocemente no período do desenvolvimento. 10  Os déficits nas habilidades motoras não são mais bem explicados por deficiência intelectual (transtorno do desenvolvimento intelectual) ou por deficiência visual e não são atribuíveis a alguma condição neurológica que afete os movimentos (p. ex., paralisia cerebral, distrofia muscular, doença degenerativa).
  • 11.
    Recomendação para professores,pais e encarregados de educação 1. Recomendação para a Direcção da Escola  Pede se a Direcção da escola maior atenção com estas crianças.  Criar uma sala de aulas com melhores condições de apoio;  Aumentar o número de técnicos, auxiliares para a salas onde estão incluídas estas crianças,  Ter um número reduzido de alunos nas salas onde existem alunos com necessidades educativas especiais
  • 12.
    Recomendação para professores,pais e encarregados de educação 2. Recomendação para a professora.  A professora deve ter mais paciência com a aluna tendo em conta a condição da aluna;  A aluna deve sentar se em frente ao lado da mesa da professora;  Criar dinâmicas que envolvem a participação da aluna de modos que ela sente estar no mesmo ambiente de forma a evitar situações de bowling;  Criar a proximidade entre os colegas e professores, de modos que ela se sente acolhida
  • 13.
    Recomendação para professores,pais e encarregados de educação 3. Recomendações para os pais.  Os pais devem continuar com as terapias e consultas de formas a melhorar na dinâmica e progresso da aluna.
  • 14.
    Considerações Finais  Muitascrianças com paralisia cerebral crescem normalmente e podem frequentar de modo regular a escola, caso não apresentem incapacidades intelectuais graves.  Outras precisam de fisioterapia intensiva, ensino especial e sofrem muitas limitações nas actividades diárias, de modo que necessitam de algum tipo de cuidado e assistência durante toda a vida. Contudo, mesmo crianças gravemente afectadas podem se beneficiar de ensino e treinamento, que aumentam sua independência e autoestima e reduzem bastante o ônus (encargo) para os familiares ou outros cuidadores.  Informações e aconselhamento estão disponíveis para os pais, com o intuito de ajudá-los a entender o quadro clínico e o potencial da criança e os apoiar nos problemas à medida que eles surgirem.
  • 15.
    Considerações Finais  Ocuidado, os carinhos dos pais, juntamente com a assistência de instituições públicas e privadas, tais como instituições de saúde, organizações de saúde, e organizações de reabilitação, podem ajudar a criança a atingir um potencial.  A maioria das crianças com paralisia cerebral sobrevive até a idade adulta. Somente as crianças mais gravemente afetadas aquelas incapazes de qualquer tipo de cuidados pessoais ou de alimentar-se pela boca têm uma expectativa de vida substancialmente mais curta.  Com tratamento e treinamento adequados, muitas crianças, especialmente aquelas com hemiplegia ou diplegia espática, podem ter uma vida normal.
  • 16.
    Referências  GOULART,IrisBarbosa. PsicologiadaEducação:fundamento steóricos,aplicaçõesàpráticapedagógica.Petrópolis:Vozes,2 001 SOUZA,AudreySettonLopesde.PsicanáliseeEducação:luga resefronteiras.In.:OLIVEIRA,MariaLúciade (org.). EducaçãoePsicanálise:história,atualidadeeperspecti vas. SãoPaulo:CasadoPsicólogo,2003.  Woolfolk,A.E. (2000). PsicologiadaEducação. Porto Alegre: Artmed.  AMERICAN, Psychitric association (APA) Manual Diagnóstico e Estatística (DSM5), 5ª Ed., Lisboa, Artmed, 2014