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1
Apostila para estudo.
Professora: Regina Oliveira de Assis de Brito
Rio de Janeiro
2016
2
Sumário
Ginecologia..........................................................................................................................3
Miomectomia.......................................................................................................................3
Histerectomia......................................................................................................................3
Tipos de histerectomia...................................................................................................4
 Histerectomia parcial: .........................................................................................4
 Histerectomia completa: .....................................................................................4
 Histerectomia radical: .........................................................................................4
Cirurgia................................................................................................................................4
Tipos de cirurgias...........................................................................................................4
Pré/Pós – Operatório............................................................................................................5
Pré-Operatório. ..............................................................................................................5
Pós-Operatório...............................................................................................................5
Assistência do enfermeiro no pré/pós-operatório. ............................................................5
Conduta pré – operatória/cuidados de enfermagem: ...................................................6
Cuidados de enfermagem no pré-operatório......................................................................6
Intervenções de enfermagem............................................................................................6
Conduta pós -operatória/cuidados de enfermagem:.....................................................6
Cuidados de enfermagem no pós – operatório...................................................................7
Intervenções de enfermagem........................................................................................7
Tipos de curativos ................................................................................................................7
Ácidolinoleico-age............................................................................................................7
Aloe vera – babosa........................................................................................................8
Sulfadiazina de prata. ....................................................................................................8
Hidrogel..........................................................................................................................8
Hidrocolóide. ..................................................................................................................8
Papaína..........................................................................................................................8
Referências...............................................................................................................................9
3
Ginecologia.
A ginecologia é a pratica da medicina que lida diretamente com
a saúde do aparelho reprodutor feminino (vagina, útero ovários) e mamas. Seu
significado literal é "a ciência da mulher". É paralela a andrologia que lida
especificamente com questões ligadas ao aparelho reprodutor masculino.
Quase todos ginecologistas atuais são também obstetras.
Ginecologia e obstetrícia ou obstetrícia e ginecologia é uma
especialidade médica que opera no campo da obstetrícia e da ginecologia e à
qual se acede após treinamento de pós-graduação universitária para o
acompanhamento da saúde reprodutiva da mulher e para o tratamento de
complicações obstétricas, incluída a prática cirúrgica.
Cirurgia ginecológica refere-se à cirurgia realizada nas
partes genitais das mulheres. Inclui a himenoplastia e labioplastia. Geralmente
é realizada por razões reconstrutivas. Também pode ser realizada por razões
sexuais ou estéticas.
Miomectomia.
A Miomectomia é conhecida como o tratamento opcional que também conserva
os miomas uterinos. Esta técnica consiste na retirada cirúrgica dos miomas
uterinos (fibroma) preservando o útero. A Miomectomia como a embolização de
mioma é um dos métodos mais estudados entre os especialistas e também é
alvo de estudos comparativos. O tratamento pode ser realizado por
laparotomia, laparoscopia e videohisteroscopia.
Geralmente o mioma é identificado durante uma consulta de rotina com
o médico Ginecologista.
Durante o exame físico o médico identifica um volume no útero e solicita
um exame para analisar
se realmente é um mioma e qual o tipo de mioma.
O exame por imagem geralmente apresenta os resultados com precisão
e assim o médico ginecologista poderá encaminhá-la para o médico
especialista.
Hoje a Radiologia Intervencionista é uma das especialidades que trata o
tumor através da embolização do mioma sem precisar retirar o útero.
Histerectomia
A histerectomia é a remoção cirúrgica do útero, que também pode incluir
a retirada das trompas adjacentes e do ovário. O procedimento pode ser usado
4
como medida preventiva ou como recurso para amenizar os avanços no câncer
de colo de útero.
A histerectomia pode ser utilizada no tratamento de problemas como
mioma uterino, dor pélvica, sangramento uterino anormal, endometriose e
prolapso uterino, que é quando o útero se move para baixo da vagina, por
conta da fragilidade dos músculos do assoalho pélvico.
Tipos de histerectomia.
 Histerectomia parcial: remoção da parte superior do útero e do colo do útero;
 Histerectomia completa: remoção do útero, incluindo o colo do útero;
 Histerectomia radical: remoção do útero e dos ligamentos do órgão, do colo
do útero e de tecido da vagina em torno do colo do útero.
Cirurgia.
Cirurgia é quando o cirurgião realiza uma intervenção manual ou
instrumental no corpo do paciente. A cirurgia é caracterizada por três tempos
principais:
 diérese: divisão dos tecidos que possibilita o acesso à região a ser operada.
 hemostasia: parada do sangramento.
 síntese: fechamento dos tecidos.
 exérese
O cirurgião geral realiza a maior parte das cirurgias e assume o comando
do paciente politraumatizado grave, indicando se e onde cada especialista
precisa atuar. A cirurgia do trauma (entendendo-se aqui trauma como
toda lesão corporal causada por queda, capotagem, colisão ou ferimentos
por armas brancas ou de fogo) é uma das áreas de atuação do cirurgião geral.
Tipos de cirurgias.
 Cirurgia neurológica: crânio e coluna
 Cirurgia bucomaxilofacial
 Cirurgia oftalmológica
 Cirurgia otorrinolaringológica
 Cirurgia de cabeça e pescoço
 Cirurgia cardíaca
 Cirurgia torácica
 Cirurgia do aparelho digestivo
 Cirurgia vascular
 Cirurgia ortopédica: membros e coluna
 Cirurgia urológica
 Cirurgia ginecológica
5
 Cirurgia obstétrica
 Cirurgia oncológica
 Cirurgia plástica
 Cirurgia reconstrutiva
 Cirurgia estética
 Cirurgia robótica
Pré/Pós – Operatório.
Pré-Operatório.
O preparo pré-operatório otimiza a segurança e os resultados da cirurgia
bariátrica e metabólica. Solicita-se ao paciente que se esforce para perder um
pouco de peso antes da cirurgia, pois alguns quilos a menos podem oferecer
melhores condições à anestesia geral e à operação.
Nessa fase, também é obrigatório o preenchimento do documento
Consentimento Informado, no qual o paciente reconhece estar devidamente
informado sobre os benefícios e riscos da cirurgia.
No pré-operatório, o paciente deve realizar uma série de exames, como
endoscopia digestiva, ultrassom abdominal e exames laboratoriais, além de
passar em consulta com os profissionais obrigatórios: cirurgião, cardiologista,
psiquiatra, psicólogo e nutricionista.
Pós-Operatório
O paciente deve fazer consultas e exames laboratoriais periódicos no
pós-operatório, conforme o tipo de cirurgia e as rotinas estabelecidas pela
equipe responsável. Em caso de comorbidades, elas devem ser
acompanhadas por profissionais especialistas nessas doenças.
No pós-operatório, recomenda-se ao paciente atividade física e
complemento vitamínico. E, nas operações abertas, recomenda-se ainda o uso
da faixa abdominal.
Embora muito raramente, a cirurgia pode gerar complicações, como
infecções, tromboembolismo (entupimento de vasos sanguíneos), deiscências
(separações) de suturas, fístulas (desprendimento de grampos), obstrução
intestinal, hérnia no local do corte, abscessos (infecções internas) e
pneumonia. Além disso, sintomas gastrointestinais podem aparecer após a
refeição. Os pacientes predispostos a esses efeitos colaterais devem observar
certos cuidados, como reduzir o consumo de carboidratos, comer mais vezes
ao dia – pequenas quantidades –, e evitar a ingestão de líquidos durante as
refeições.
Pacientes submetidos à cirurgia de duodenal switch podem apresentar
reações no pós-operatório, como desnutrição, fezes de forte odor e diarreias,
pois essa é uma operação que privilegia a má absorção de alimentos.
Assistência do enfermeiro no pré/pós-operatório.
6
Conduta pré – operatória/cuidados de enfermagem:
• Rever a doença do paciente para determinar o estado dos sistemas
pulmonar, hepático, hematológico e metabólico.
• Obter estudos laboratoriais pré-operatórios. Avaliar os esquemas
medicamentosos; digital, diuréticos, Bloqueadores beta-adrenergicos,
psicotrópicos, anti-hipertensivos, álcool, anticoagulantes, corticosteróides,
antibióticos profiláticos.
• Melhorar a doença pulmonar subjacente e a função respiratória para
reduzir o risco de complicações.
• Estimular o paciente a interromper o fumo.
• Tratar a infecção e a congestão pulmonar vascular.
• Preparar o paciente para os acontecimentos no período pós –
operatório.
• Avaliar estado emocional do paciente e tentar diminuir as ansiedades.
• Preparação cirúrgica.
Cuidados de enfermagem no pré-operatório.
• Avaliar o estado nutricional: hidratação ingesta protéica e calórica
maximizar a cicatrização e reduzir o risco de complicações pelo fornecimento
de líquidos intravenosos, vitaminas e suplementos nutricionais, conforme
indicado.
• Determinar se a pessoa recebeu previamente terapia com
corticosteróides.
• Determinar se a pessoa apresenta infecção poderia contribuir para o
surgimento de osteomielite após cirurgia.
• Preparar o paciente para as rotinas pré-operatórias: tosse e respiração
profunda, checagem frequente dos sinais vitais.
• Pedir ao paciente que pratique como urinar na comadre ou no compadre
na posição de decúbito dorsal, antes da cirurgia.
• Familiarizar o paciente com o aparelho de tração e a necessidade de
uma tala ou um aparelho gessado, conforme indicado pelo tipo de cirurgia.
Intervenções de enfermagem.
• Minimizar ansiedade;
• Promover uma troca gasosa adequada;
• Manutenção do débito cardíaco adequado;
• Mantendo o volume adequado de líquido;
• Aliviar a dor;
• Promover a orientação perceptiva e psicológica;
Conduta pós -operatória/cuidados de enfermagem:
• Garantir uma oxigenação adequada no período pós-operatório imediato
a insuficiência; a insuficiência respiratória é comum após a cirurgia de coração
aberto.
• Empregar a monitorização hemodinâmica durante o período pós-
7
operatório imediato, para avaliar o estado cardiovascular e respiratório e o
equilíbrio hidroeletrolitico, no sentido de evitar complicações ou reconhecê-las
o mais cedo possível.
• Monitorar a drenagem dos drenos torácicos mediastinais e pleurais.
• Monitorar rigorosamente o equilíbrio hidroeletrolítico, podem ocorrer a
acidose metabólica e o equilíbrio eletrolítico depois do uso de um oxigenador
de bomba.
• Administrar medicamentos pós-operatórios.
• Monitorar quanto a complicações.
• Instituir o marca passo cardíaco se indicado através dos fios do marca-
passo temporário.
Cuidados de enfermagem no pós – operatório
• Monitorar o estado neurovascular e tentar eliminar a tumefação causada
por edema e sangramento para dentro dos tecidos.
• Imobilizar a área afetada e eliminar a atividade a fim de proteger o local
operado e estabilizar as estruturas músculo esqueléticas.
• Monitorar quanto a hemorragia e choque, que podem resultar de um
sangramento significativo e de uma hemostasia precária dos músculos que
ocorre com a cirurgia ortopédica.
Intervenções de enfermagem
• Monitorando quanto choque e hemorragia.
• Promovendo um padrão respiratório eficaz.
• Monitorando o estado neurovascular periférico.
• Aliviando a dor.
• Prevenindo infecção.
• Minimizando os efeitos da imobilidade.
• Proporcionando cuidados adicionais de enfermagem.
Tipos de curativos
Ácido linoleico-age.
• O ácido linolênico é vital para a função de barreira, é o maior componente
lipídico no extrato córneo normal gorduroso;
• É vital para a resistência à água, pois é o maior constituinte da barreira
epidérmica (60%);
• É o único que tem capacidade de reverter ou reparar a função de barreira da
pele onde a deficiência dietética não está envolvida;
• Estes têm grande ação na aceleração do processo de cicatrização, pois
auxiliam a quimiotaxia e diapedese dos leucócitos;
• É indicado: para lesões abertas não intactas, e profilaxia das úlceras de
pressão.
• Modo de usar:
8
- Aplicar no local afetado utilizando uma gaze;
- Trocar de 12 a 24 horas.
Aloe vera – babosa.
• Trata-se de curativo não aderente com Aloe Vera. É empregado como gaze
não aderente;
• Pode ser utilizado in natura;
• É indicado para: queimaduras de primeiro e segundo grau, ulcerações
refratárias, dermatite de contato periostomia.
• Modo de usar:
- Frequência de troca 12 a 24 horas.
Sulfadiazina de prata.
• É uma pomada hidrofílica, composta por sulfadiazina de prata a 1%;
• Pode ser associado: nitrato de cério ácido hialurônico;
• Mecanismo de ação:
- Prata: confere características bactericidas imediatas e bacteriostáticas
residuais, provoca precipitação proteica e age diretamente na membrana
citoplasmática bacteriana.
• Modo de usar:
- Frequência de troca é recomendada a cada 12 horas.
Hidrogel.
• Composição: carboximetilcelulose + propilenoglico + água (70 a 90%).
• Ação: debridamento autolítico/ remove crostas e tecidos desvitalizados em
feridas abertas.
• Forma de apresentação: Amorfo e placa.
Hidrocolóide.
• Composição: carboximetilcelulose + gelatina + pectina.
• Forma de apresentação: amorfo e placa.
• Ação: é hidrofílico, absorve o exsudato da ferida, formando um gel viscoso e
coloidal, que irá manter a umidade da ferida.
Papaína.
• Composição: enzima proteolítica. São encontradas nas folhas, caules e frutos
da planta Carica Papaya.
• Forma de apresentação: pó, gel e pasta.
• Atuação: desbridante (enzimático) não traumática, antiinflamatória,
bactericida, estimula a força tensil das cicatrizes, ph ótimo de 3 – 12, atua
apenas em tecidos lesados, devido à antiprotease plasmática (alfa
antitripsina).
Observações: diluições: 10% para necrose, 4 a 6% para exsudato purulento e
2% para uso em tecido de granulação.
• Cuidados no armazenamento (fotossensível) e substâncias oxidantes
(ferro/iodo/oxigênio): manter em geladeira.
9
REFERENCIAS:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ginecologia acessado em 09/2016.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ginecologia_e_obstetr%C3%ADcia acessado em 09/2016.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cirurgia_ginecol%C3%B3gica acessado em 2016.
http://www.henriqueelkis.com.br/miomectomia.asp acessado em 09/2016.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cirurgia acessado em 09/2016.
http://www.sbcbm.org.br/wordpress/tratamento-cirurgico/beneficios-e-preparacao/ acessado em
09/2016.
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAFeUAB/cuidados-enfermagem-pre-pos-
operatorio?part=2 acessado em 09/2016.
http://www.portaleducacao.com.br/enfermagem/artigos/30557/tipos-de-curativos acessado
09/2016.

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Apostila para estud1

  • 1. 1 Apostila para estudo. Professora: Regina Oliveira de Assis de Brito Rio de Janeiro 2016
  • 2. 2 Sumário Ginecologia..........................................................................................................................3 Miomectomia.......................................................................................................................3 Histerectomia......................................................................................................................3 Tipos de histerectomia...................................................................................................4  Histerectomia parcial: .........................................................................................4  Histerectomia completa: .....................................................................................4  Histerectomia radical: .........................................................................................4 Cirurgia................................................................................................................................4 Tipos de cirurgias...........................................................................................................4 Pré/Pós – Operatório............................................................................................................5 Pré-Operatório. ..............................................................................................................5 Pós-Operatório...............................................................................................................5 Assistência do enfermeiro no pré/pós-operatório. ............................................................5 Conduta pré – operatória/cuidados de enfermagem: ...................................................6 Cuidados de enfermagem no pré-operatório......................................................................6 Intervenções de enfermagem............................................................................................6 Conduta pós -operatória/cuidados de enfermagem:.....................................................6 Cuidados de enfermagem no pós – operatório...................................................................7 Intervenções de enfermagem........................................................................................7 Tipos de curativos ................................................................................................................7 Ácidolinoleico-age............................................................................................................7 Aloe vera – babosa........................................................................................................8 Sulfadiazina de prata. ....................................................................................................8 Hidrogel..........................................................................................................................8 Hidrocolóide. ..................................................................................................................8 Papaína..........................................................................................................................8 Referências...............................................................................................................................9
  • 3. 3 Ginecologia. A ginecologia é a pratica da medicina que lida diretamente com a saúde do aparelho reprodutor feminino (vagina, útero ovários) e mamas. Seu significado literal é "a ciência da mulher". É paralela a andrologia que lida especificamente com questões ligadas ao aparelho reprodutor masculino. Quase todos ginecologistas atuais são também obstetras. Ginecologia e obstetrícia ou obstetrícia e ginecologia é uma especialidade médica que opera no campo da obstetrícia e da ginecologia e à qual se acede após treinamento de pós-graduação universitária para o acompanhamento da saúde reprodutiva da mulher e para o tratamento de complicações obstétricas, incluída a prática cirúrgica. Cirurgia ginecológica refere-se à cirurgia realizada nas partes genitais das mulheres. Inclui a himenoplastia e labioplastia. Geralmente é realizada por razões reconstrutivas. Também pode ser realizada por razões sexuais ou estéticas. Miomectomia. A Miomectomia é conhecida como o tratamento opcional que também conserva os miomas uterinos. Esta técnica consiste na retirada cirúrgica dos miomas uterinos (fibroma) preservando o útero. A Miomectomia como a embolização de mioma é um dos métodos mais estudados entre os especialistas e também é alvo de estudos comparativos. O tratamento pode ser realizado por laparotomia, laparoscopia e videohisteroscopia. Geralmente o mioma é identificado durante uma consulta de rotina com o médico Ginecologista. Durante o exame físico o médico identifica um volume no útero e solicita um exame para analisar se realmente é um mioma e qual o tipo de mioma. O exame por imagem geralmente apresenta os resultados com precisão e assim o médico ginecologista poderá encaminhá-la para o médico especialista. Hoje a Radiologia Intervencionista é uma das especialidades que trata o tumor através da embolização do mioma sem precisar retirar o útero. Histerectomia A histerectomia é a remoção cirúrgica do útero, que também pode incluir a retirada das trompas adjacentes e do ovário. O procedimento pode ser usado
  • 4. 4 como medida preventiva ou como recurso para amenizar os avanços no câncer de colo de útero. A histerectomia pode ser utilizada no tratamento de problemas como mioma uterino, dor pélvica, sangramento uterino anormal, endometriose e prolapso uterino, que é quando o útero se move para baixo da vagina, por conta da fragilidade dos músculos do assoalho pélvico. Tipos de histerectomia.  Histerectomia parcial: remoção da parte superior do útero e do colo do útero;  Histerectomia completa: remoção do útero, incluindo o colo do útero;  Histerectomia radical: remoção do útero e dos ligamentos do órgão, do colo do útero e de tecido da vagina em torno do colo do útero. Cirurgia. Cirurgia é quando o cirurgião realiza uma intervenção manual ou instrumental no corpo do paciente. A cirurgia é caracterizada por três tempos principais:  diérese: divisão dos tecidos que possibilita o acesso à região a ser operada.  hemostasia: parada do sangramento.  síntese: fechamento dos tecidos.  exérese O cirurgião geral realiza a maior parte das cirurgias e assume o comando do paciente politraumatizado grave, indicando se e onde cada especialista precisa atuar. A cirurgia do trauma (entendendo-se aqui trauma como toda lesão corporal causada por queda, capotagem, colisão ou ferimentos por armas brancas ou de fogo) é uma das áreas de atuação do cirurgião geral. Tipos de cirurgias.  Cirurgia neurológica: crânio e coluna  Cirurgia bucomaxilofacial  Cirurgia oftalmológica  Cirurgia otorrinolaringológica  Cirurgia de cabeça e pescoço  Cirurgia cardíaca  Cirurgia torácica  Cirurgia do aparelho digestivo  Cirurgia vascular  Cirurgia ortopédica: membros e coluna  Cirurgia urológica  Cirurgia ginecológica
  • 5. 5  Cirurgia obstétrica  Cirurgia oncológica  Cirurgia plástica  Cirurgia reconstrutiva  Cirurgia estética  Cirurgia robótica Pré/Pós – Operatório. Pré-Operatório. O preparo pré-operatório otimiza a segurança e os resultados da cirurgia bariátrica e metabólica. Solicita-se ao paciente que se esforce para perder um pouco de peso antes da cirurgia, pois alguns quilos a menos podem oferecer melhores condições à anestesia geral e à operação. Nessa fase, também é obrigatório o preenchimento do documento Consentimento Informado, no qual o paciente reconhece estar devidamente informado sobre os benefícios e riscos da cirurgia. No pré-operatório, o paciente deve realizar uma série de exames, como endoscopia digestiva, ultrassom abdominal e exames laboratoriais, além de passar em consulta com os profissionais obrigatórios: cirurgião, cardiologista, psiquiatra, psicólogo e nutricionista. Pós-Operatório O paciente deve fazer consultas e exames laboratoriais periódicos no pós-operatório, conforme o tipo de cirurgia e as rotinas estabelecidas pela equipe responsável. Em caso de comorbidades, elas devem ser acompanhadas por profissionais especialistas nessas doenças. No pós-operatório, recomenda-se ao paciente atividade física e complemento vitamínico. E, nas operações abertas, recomenda-se ainda o uso da faixa abdominal. Embora muito raramente, a cirurgia pode gerar complicações, como infecções, tromboembolismo (entupimento de vasos sanguíneos), deiscências (separações) de suturas, fístulas (desprendimento de grampos), obstrução intestinal, hérnia no local do corte, abscessos (infecções internas) e pneumonia. Além disso, sintomas gastrointestinais podem aparecer após a refeição. Os pacientes predispostos a esses efeitos colaterais devem observar certos cuidados, como reduzir o consumo de carboidratos, comer mais vezes ao dia – pequenas quantidades –, e evitar a ingestão de líquidos durante as refeições. Pacientes submetidos à cirurgia de duodenal switch podem apresentar reações no pós-operatório, como desnutrição, fezes de forte odor e diarreias, pois essa é uma operação que privilegia a má absorção de alimentos. Assistência do enfermeiro no pré/pós-operatório.
  • 6. 6 Conduta pré – operatória/cuidados de enfermagem: • Rever a doença do paciente para determinar o estado dos sistemas pulmonar, hepático, hematológico e metabólico. • Obter estudos laboratoriais pré-operatórios. Avaliar os esquemas medicamentosos; digital, diuréticos, Bloqueadores beta-adrenergicos, psicotrópicos, anti-hipertensivos, álcool, anticoagulantes, corticosteróides, antibióticos profiláticos. • Melhorar a doença pulmonar subjacente e a função respiratória para reduzir o risco de complicações. • Estimular o paciente a interromper o fumo. • Tratar a infecção e a congestão pulmonar vascular. • Preparar o paciente para os acontecimentos no período pós – operatório. • Avaliar estado emocional do paciente e tentar diminuir as ansiedades. • Preparação cirúrgica. Cuidados de enfermagem no pré-operatório. • Avaliar o estado nutricional: hidratação ingesta protéica e calórica maximizar a cicatrização e reduzir o risco de complicações pelo fornecimento de líquidos intravenosos, vitaminas e suplementos nutricionais, conforme indicado. • Determinar se a pessoa recebeu previamente terapia com corticosteróides. • Determinar se a pessoa apresenta infecção poderia contribuir para o surgimento de osteomielite após cirurgia. • Preparar o paciente para as rotinas pré-operatórias: tosse e respiração profunda, checagem frequente dos sinais vitais. • Pedir ao paciente que pratique como urinar na comadre ou no compadre na posição de decúbito dorsal, antes da cirurgia. • Familiarizar o paciente com o aparelho de tração e a necessidade de uma tala ou um aparelho gessado, conforme indicado pelo tipo de cirurgia. Intervenções de enfermagem. • Minimizar ansiedade; • Promover uma troca gasosa adequada; • Manutenção do débito cardíaco adequado; • Mantendo o volume adequado de líquido; • Aliviar a dor; • Promover a orientação perceptiva e psicológica; Conduta pós -operatória/cuidados de enfermagem: • Garantir uma oxigenação adequada no período pós-operatório imediato a insuficiência; a insuficiência respiratória é comum após a cirurgia de coração aberto. • Empregar a monitorização hemodinâmica durante o período pós-
  • 7. 7 operatório imediato, para avaliar o estado cardiovascular e respiratório e o equilíbrio hidroeletrolitico, no sentido de evitar complicações ou reconhecê-las o mais cedo possível. • Monitorar a drenagem dos drenos torácicos mediastinais e pleurais. • Monitorar rigorosamente o equilíbrio hidroeletrolítico, podem ocorrer a acidose metabólica e o equilíbrio eletrolítico depois do uso de um oxigenador de bomba. • Administrar medicamentos pós-operatórios. • Monitorar quanto a complicações. • Instituir o marca passo cardíaco se indicado através dos fios do marca- passo temporário. Cuidados de enfermagem no pós – operatório • Monitorar o estado neurovascular e tentar eliminar a tumefação causada por edema e sangramento para dentro dos tecidos. • Imobilizar a área afetada e eliminar a atividade a fim de proteger o local operado e estabilizar as estruturas músculo esqueléticas. • Monitorar quanto a hemorragia e choque, que podem resultar de um sangramento significativo e de uma hemostasia precária dos músculos que ocorre com a cirurgia ortopédica. Intervenções de enfermagem • Monitorando quanto choque e hemorragia. • Promovendo um padrão respiratório eficaz. • Monitorando o estado neurovascular periférico. • Aliviando a dor. • Prevenindo infecção. • Minimizando os efeitos da imobilidade. • Proporcionando cuidados adicionais de enfermagem. Tipos de curativos Ácido linoleico-age. • O ácido linolênico é vital para a função de barreira, é o maior componente lipídico no extrato córneo normal gorduroso; • É vital para a resistência à água, pois é o maior constituinte da barreira epidérmica (60%); • É o único que tem capacidade de reverter ou reparar a função de barreira da pele onde a deficiência dietética não está envolvida; • Estes têm grande ação na aceleração do processo de cicatrização, pois auxiliam a quimiotaxia e diapedese dos leucócitos; • É indicado: para lesões abertas não intactas, e profilaxia das úlceras de pressão. • Modo de usar:
  • 8. 8 - Aplicar no local afetado utilizando uma gaze; - Trocar de 12 a 24 horas. Aloe vera – babosa. • Trata-se de curativo não aderente com Aloe Vera. É empregado como gaze não aderente; • Pode ser utilizado in natura; • É indicado para: queimaduras de primeiro e segundo grau, ulcerações refratárias, dermatite de contato periostomia. • Modo de usar: - Frequência de troca 12 a 24 horas. Sulfadiazina de prata. • É uma pomada hidrofílica, composta por sulfadiazina de prata a 1%; • Pode ser associado: nitrato de cério ácido hialurônico; • Mecanismo de ação: - Prata: confere características bactericidas imediatas e bacteriostáticas residuais, provoca precipitação proteica e age diretamente na membrana citoplasmática bacteriana. • Modo de usar: - Frequência de troca é recomendada a cada 12 horas. Hidrogel. • Composição: carboximetilcelulose + propilenoglico + água (70 a 90%). • Ação: debridamento autolítico/ remove crostas e tecidos desvitalizados em feridas abertas. • Forma de apresentação: Amorfo e placa. Hidrocolóide. • Composição: carboximetilcelulose + gelatina + pectina. • Forma de apresentação: amorfo e placa. • Ação: é hidrofílico, absorve o exsudato da ferida, formando um gel viscoso e coloidal, que irá manter a umidade da ferida. Papaína. • Composição: enzima proteolítica. São encontradas nas folhas, caules e frutos da planta Carica Papaya. • Forma de apresentação: pó, gel e pasta. • Atuação: desbridante (enzimático) não traumática, antiinflamatória, bactericida, estimula a força tensil das cicatrizes, ph ótimo de 3 – 12, atua apenas em tecidos lesados, devido à antiprotease plasmática (alfa antitripsina). Observações: diluições: 10% para necrose, 4 a 6% para exsudato purulento e 2% para uso em tecido de granulação. • Cuidados no armazenamento (fotossensível) e substâncias oxidantes (ferro/iodo/oxigênio): manter em geladeira.
  • 9. 9 REFERENCIAS: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ginecologia acessado em 09/2016. https://pt.wikipedia.org/wiki/Ginecologia_e_obstetr%C3%ADcia acessado em 09/2016. https://pt.wikipedia.org/wiki/Cirurgia_ginecol%C3%B3gica acessado em 2016. http://www.henriqueelkis.com.br/miomectomia.asp acessado em 09/2016. https://pt.wikipedia.org/wiki/Cirurgia acessado em 09/2016. http://www.sbcbm.org.br/wordpress/tratamento-cirurgico/beneficios-e-preparacao/ acessado em 09/2016. http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAFeUAB/cuidados-enfermagem-pre-pos- operatorio?part=2 acessado em 09/2016. http://www.portaleducacao.com.br/enfermagem/artigos/30557/tipos-de-curativos acessado 09/2016.