O documento apresenta informações sobre cirurgias ginecológicas, incluindo miomectomia, histerectomia e seus tipos. Também descreve cuidados pré e pós-operatórios e intervenções de enfermagem, além de detalhar diferentes tipos de curativos.
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Sumário
Ginecologia..........................................................................................................................3
Miomectomia.......................................................................................................................3
Histerectomia......................................................................................................................3
Tipos de histerectomia...................................................................................................4
Histerectomia parcial: .........................................................................................4
Histerectomia completa: .....................................................................................4
Histerectomia radical: .........................................................................................4
Cirurgia................................................................................................................................4
Tipos de cirurgias...........................................................................................................4
Pré/Pós – Operatório............................................................................................................5
Pré-Operatório. ..............................................................................................................5
Pós-Operatório...............................................................................................................5
Assistência do enfermeiro no pré/pós-operatório. ............................................................5
Conduta pré – operatória/cuidados de enfermagem: ...................................................6
Cuidados de enfermagem no pré-operatório......................................................................6
Intervenções de enfermagem............................................................................................6
Conduta pós -operatória/cuidados de enfermagem:.....................................................6
Cuidados de enfermagem no pós – operatório...................................................................7
Intervenções de enfermagem........................................................................................7
Tipos de curativos ................................................................................................................7
Ácidolinoleico-age............................................................................................................7
Aloe vera – babosa........................................................................................................8
Sulfadiazina de prata. ....................................................................................................8
Hidrogel..........................................................................................................................8
Hidrocolóide. ..................................................................................................................8
Papaína..........................................................................................................................8
Referências...............................................................................................................................9
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Ginecologia.
A ginecologia éa pratica da medicina que lida diretamente com
a saúde do aparelho reprodutor feminino (vagina, útero ovários) e mamas. Seu
significado literal é "a ciência da mulher". É paralela a andrologia que lida
especificamente com questões ligadas ao aparelho reprodutor masculino.
Quase todos ginecologistas atuais são também obstetras.
Ginecologia e obstetrícia ou obstetrícia e ginecologia é uma
especialidade médica que opera no campo da obstetrícia e da ginecologia e à
qual se acede após treinamento de pós-graduação universitária para o
acompanhamento da saúde reprodutiva da mulher e para o tratamento de
complicações obstétricas, incluída a prática cirúrgica.
Cirurgia ginecológica refere-se à cirurgia realizada nas
partes genitais das mulheres. Inclui a himenoplastia e labioplastia. Geralmente
é realizada por razões reconstrutivas. Também pode ser realizada por razões
sexuais ou estéticas.
Miomectomia.
A Miomectomia é conhecida como o tratamento opcional que também conserva
os miomas uterinos. Esta técnica consiste na retirada cirúrgica dos miomas
uterinos (fibroma) preservando o útero. A Miomectomia como a embolização de
mioma é um dos métodos mais estudados entre os especialistas e também é
alvo de estudos comparativos. O tratamento pode ser realizado por
laparotomia, laparoscopia e videohisteroscopia.
Geralmente o mioma é identificado durante uma consulta de rotina com
o médico Ginecologista.
Durante o exame físico o médico identifica um volume no útero e solicita
um exame para analisar
se realmente é um mioma e qual o tipo de mioma.
O exame por imagem geralmente apresenta os resultados com precisão
e assim o médico ginecologista poderá encaminhá-la para o médico
especialista.
Hoje a Radiologia Intervencionista é uma das especialidades que trata o
tumor através da embolização do mioma sem precisar retirar o útero.
Histerectomia
A histerectomia é a remoção cirúrgica do útero, que também pode incluir
a retirada das trompas adjacentes e do ovário. O procedimento pode ser usado
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como medida preventivaou como recurso para amenizar os avanços no câncer
de colo de útero.
A histerectomia pode ser utilizada no tratamento de problemas como
mioma uterino, dor pélvica, sangramento uterino anormal, endometriose e
prolapso uterino, que é quando o útero se move para baixo da vagina, por
conta da fragilidade dos músculos do assoalho pélvico.
Tipos de histerectomia.
Histerectomia parcial: remoção da parte superior do útero e do colo do útero;
Histerectomia completa: remoção do útero, incluindo o colo do útero;
Histerectomia radical: remoção do útero e dos ligamentos do órgão, do colo
do útero e de tecido da vagina em torno do colo do útero.
Cirurgia.
Cirurgia é quando o cirurgião realiza uma intervenção manual ou
instrumental no corpo do paciente. A cirurgia é caracterizada por três tempos
principais:
diérese: divisão dos tecidos que possibilita o acesso à região a ser operada.
hemostasia: parada do sangramento.
síntese: fechamento dos tecidos.
exérese
O cirurgião geral realiza a maior parte das cirurgias e assume o comando
do paciente politraumatizado grave, indicando se e onde cada especialista
precisa atuar. A cirurgia do trauma (entendendo-se aqui trauma como
toda lesão corporal causada por queda, capotagem, colisão ou ferimentos
por armas brancas ou de fogo) é uma das áreas de atuação do cirurgião geral.
Tipos de cirurgias.
Cirurgia neurológica: crânio e coluna
Cirurgia bucomaxilofacial
Cirurgia oftalmológica
Cirurgia otorrinolaringológica
Cirurgia de cabeça e pescoço
Cirurgia cardíaca
Cirurgia torácica
Cirurgia do aparelho digestivo
Cirurgia vascular
Cirurgia ortopédica: membros e coluna
Cirurgia urológica
Cirurgia ginecológica
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Cirurgia obstétrica
Cirurgia oncológica
Cirurgia plástica
Cirurgia reconstrutiva
Cirurgia estética
Cirurgia robótica
Pré/Pós – Operatório.
Pré-Operatório.
O preparo pré-operatório otimiza a segurança e os resultados da cirurgia
bariátrica e metabólica. Solicita-se ao paciente que se esforce para perder um
pouco de peso antes da cirurgia, pois alguns quilos a menos podem oferecer
melhores condições à anestesia geral e à operação.
Nessa fase, também é obrigatório o preenchimento do documento
Consentimento Informado, no qual o paciente reconhece estar devidamente
informado sobre os benefícios e riscos da cirurgia.
No pré-operatório, o paciente deve realizar uma série de exames, como
endoscopia digestiva, ultrassom abdominal e exames laboratoriais, além de
passar em consulta com os profissionais obrigatórios: cirurgião, cardiologista,
psiquiatra, psicólogo e nutricionista.
Pós-Operatório
O paciente deve fazer consultas e exames laboratoriais periódicos no
pós-operatório, conforme o tipo de cirurgia e as rotinas estabelecidas pela
equipe responsável. Em caso de comorbidades, elas devem ser
acompanhadas por profissionais especialistas nessas doenças.
No pós-operatório, recomenda-se ao paciente atividade física e
complemento vitamínico. E, nas operações abertas, recomenda-se ainda o uso
da faixa abdominal.
Embora muito raramente, a cirurgia pode gerar complicações, como
infecções, tromboembolismo (entupimento de vasos sanguíneos), deiscências
(separações) de suturas, fístulas (desprendimento de grampos), obstrução
intestinal, hérnia no local do corte, abscessos (infecções internas) e
pneumonia. Além disso, sintomas gastrointestinais podem aparecer após a
refeição. Os pacientes predispostos a esses efeitos colaterais devem observar
certos cuidados, como reduzir o consumo de carboidratos, comer mais vezes
ao dia – pequenas quantidades –, e evitar a ingestão de líquidos durante as
refeições.
Pacientes submetidos à cirurgia de duodenal switch podem apresentar
reações no pós-operatório, como desnutrição, fezes de forte odor e diarreias,
pois essa é uma operação que privilegia a má absorção de alimentos.
Assistência do enfermeiro no pré/pós-operatório.
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Conduta pré –operatória/cuidados de enfermagem:
• Rever a doença do paciente para determinar o estado dos sistemas
pulmonar, hepático, hematológico e metabólico.
• Obter estudos laboratoriais pré-operatórios. Avaliar os esquemas
medicamentosos; digital, diuréticos, Bloqueadores beta-adrenergicos,
psicotrópicos, anti-hipertensivos, álcool, anticoagulantes, corticosteróides,
antibióticos profiláticos.
• Melhorar a doença pulmonar subjacente e a função respiratória para
reduzir o risco de complicações.
• Estimular o paciente a interromper o fumo.
• Tratar a infecção e a congestão pulmonar vascular.
• Preparar o paciente para os acontecimentos no período pós –
operatório.
• Avaliar estado emocional do paciente e tentar diminuir as ansiedades.
• Preparação cirúrgica.
Cuidados de enfermagem no pré-operatório.
• Avaliar o estado nutricional: hidratação ingesta protéica e calórica
maximizar a cicatrização e reduzir o risco de complicações pelo fornecimento
de líquidos intravenosos, vitaminas e suplementos nutricionais, conforme
indicado.
• Determinar se a pessoa recebeu previamente terapia com
corticosteróides.
• Determinar se a pessoa apresenta infecção poderia contribuir para o
surgimento de osteomielite após cirurgia.
• Preparar o paciente para as rotinas pré-operatórias: tosse e respiração
profunda, checagem frequente dos sinais vitais.
• Pedir ao paciente que pratique como urinar na comadre ou no compadre
na posição de decúbito dorsal, antes da cirurgia.
• Familiarizar o paciente com o aparelho de tração e a necessidade de
uma tala ou um aparelho gessado, conforme indicado pelo tipo de cirurgia.
Intervenções de enfermagem.
• Minimizar ansiedade;
• Promover uma troca gasosa adequada;
• Manutenção do débito cardíaco adequado;
• Mantendo o volume adequado de líquido;
• Aliviar a dor;
• Promover a orientação perceptiva e psicológica;
Conduta pós -operatória/cuidados de enfermagem:
• Garantir uma oxigenação adequada no período pós-operatório imediato
a insuficiência; a insuficiência respiratória é comum após a cirurgia de coração
aberto.
• Empregar a monitorização hemodinâmica durante o período pós-
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operatório imediato, paraavaliar o estado cardiovascular e respiratório e o
equilíbrio hidroeletrolitico, no sentido de evitar complicações ou reconhecê-las
o mais cedo possível.
• Monitorar a drenagem dos drenos torácicos mediastinais e pleurais.
• Monitorar rigorosamente o equilíbrio hidroeletrolítico, podem ocorrer a
acidose metabólica e o equilíbrio eletrolítico depois do uso de um oxigenador
de bomba.
• Administrar medicamentos pós-operatórios.
• Monitorar quanto a complicações.
• Instituir o marca passo cardíaco se indicado através dos fios do marca-
passo temporário.
Cuidados de enfermagem no pós – operatório
• Monitorar o estado neurovascular e tentar eliminar a tumefação causada
por edema e sangramento para dentro dos tecidos.
• Imobilizar a área afetada e eliminar a atividade a fim de proteger o local
operado e estabilizar as estruturas músculo esqueléticas.
• Monitorar quanto a hemorragia e choque, que podem resultar de um
sangramento significativo e de uma hemostasia precária dos músculos que
ocorre com a cirurgia ortopédica.
Intervenções de enfermagem
• Monitorando quanto choque e hemorragia.
• Promovendo um padrão respiratório eficaz.
• Monitorando o estado neurovascular periférico.
• Aliviando a dor.
• Prevenindo infecção.
• Minimizando os efeitos da imobilidade.
• Proporcionando cuidados adicionais de enfermagem.
Tipos de curativos
Ácido linoleico-age.
• O ácido linolênico é vital para a função de barreira, é o maior componente
lipídico no extrato córneo normal gorduroso;
• É vital para a resistência à água, pois é o maior constituinte da barreira
epidérmica (60%);
• É o único que tem capacidade de reverter ou reparar a função de barreira da
pele onde a deficiência dietética não está envolvida;
• Estes têm grande ação na aceleração do processo de cicatrização, pois
auxiliam a quimiotaxia e diapedese dos leucócitos;
• É indicado: para lesões abertas não intactas, e profilaxia das úlceras de
pressão.
• Modo de usar:
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- Aplicar nolocal afetado utilizando uma gaze;
- Trocar de 12 a 24 horas.
Aloe vera – babosa.
• Trata-se de curativo não aderente com Aloe Vera. É empregado como gaze
não aderente;
• Pode ser utilizado in natura;
• É indicado para: queimaduras de primeiro e segundo grau, ulcerações
refratárias, dermatite de contato periostomia.
• Modo de usar:
- Frequência de troca 12 a 24 horas.
Sulfadiazina de prata.
• É uma pomada hidrofílica, composta por sulfadiazina de prata a 1%;
• Pode ser associado: nitrato de cério ácido hialurônico;
• Mecanismo de ação:
- Prata: confere características bactericidas imediatas e bacteriostáticas
residuais, provoca precipitação proteica e age diretamente na membrana
citoplasmática bacteriana.
• Modo de usar:
- Frequência de troca é recomendada a cada 12 horas.
Hidrogel.
• Composição: carboximetilcelulose + propilenoglico + água (70 a 90%).
• Ação: debridamento autolítico/ remove crostas e tecidos desvitalizados em
feridas abertas.
• Forma de apresentação: Amorfo e placa.
Hidrocolóide.
• Composição: carboximetilcelulose + gelatina + pectina.
• Forma de apresentação: amorfo e placa.
• Ação: é hidrofílico, absorve o exsudato da ferida, formando um gel viscoso e
coloidal, que irá manter a umidade da ferida.
Papaína.
• Composição: enzima proteolítica. São encontradas nas folhas, caules e frutos
da planta Carica Papaya.
• Forma de apresentação: pó, gel e pasta.
• Atuação: desbridante (enzimático) não traumática, antiinflamatória,
bactericida, estimula a força tensil das cicatrizes, ph ótimo de 3 – 12, atua
apenas em tecidos lesados, devido à antiprotease plasmática (alfa
antitripsina).
Observações: diluições: 10% para necrose, 4 a 6% para exsudato purulento e
2% para uso em tecido de granulação.
• Cuidados no armazenamento (fotossensível) e substâncias oxidantes
(ferro/iodo/oxigênio): manter em geladeira.
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REFERENCIAS:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ginecologia acessado em09/2016.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ginecologia_e_obstetr%C3%ADcia acessado em 09/2016.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cirurgia_ginecol%C3%B3gica acessado em 2016.
http://www.henriqueelkis.com.br/miomectomia.asp acessado em 09/2016.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cirurgia acessado em 09/2016.
http://www.sbcbm.org.br/wordpress/tratamento-cirurgico/beneficios-e-preparacao/ acessado em
09/2016.
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAFeUAB/cuidados-enfermagem-pre-pos-
operatorio?part=2 acessado em 09/2016.
http://www.portaleducacao.com.br/enfermagem/artigos/30557/tipos-de-curativos acessado
09/2016.