Pré e Pós-OperatórioNormal e Pós-Operatório Complicado
Nelta Ângela Mabote
(Residente em Cirurgia Geral - )
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Maputo, 25 de Fevereiro de 2025
2.
1. Introdução
2. Objectivos
3.Anamnese na avaliação pré-operatória
4. Exames complementares
5. Medicação
6. Preparos especiais
7. Anamnese na avaliação Pós-operatório normal
8. Anamnese na avaliação Pós-operatório Complicado
9. Bibliografia
2
Sumário
3.
Introdução
Os procedimentos pré,pós operatórios são muito importantes pois
disponibilizar informações para a preparação física e psicológica do paciente e
para a cirurgia e esclarecer potenciais dúvidas ao paciente acerca do percurso
cirúrgico a ser submetido..
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4.
Definição
Pré-operatório Normal
Éum conjunto de acções que antecede a realização do procedimento cirúrgico
de suma importância que, se bem executado, pode garantir o bom andamento da
cirurgia e da recuperação do paciente após o procedimento.
4
5.
Objectivos do préoperatório
Optimizar o estado geral do paciente;
Identificar e classificar os possíveis riscos cirúrgicos;
Estabelecer medidas profiláticas para que esses riscos sejam minimizados o
máximo possível;
Desenvolver um plano de cuidados perioperatórios apropriado;
Educação do paciente;
Reduzindo a ansiedade e facilitando a recuperação.
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6.
Anamnese na avaliaçãopré-operatória
História da doença actual,
Condições prévias,
Cirurgias já realizadas,
Histórico de doenças na família,
História social,
Hábitos de vida (uso de álcool, tabagismo, sedentarismo),
Alergias conhecidas,
Medicamentos em uso,
Internamentos recentes,
Reacções a drogas
Complicações com anestesias anteriores.
7.
Exames complementares
Hemograma
Coagulograma
Tipagem sanguínea
Glicemia
Creatininemia
Dosagem de eletrólitos
Uricultura
Raios X simples de tórax (póstero-anterior e perfil)
Eletrocardiograma
7
Avaliação nutricional
A desnutriçãopré-operatória está associada a maior índice de infecções, pior
evolução e déficit na cicatrização da ferida cirúrgica, desenvolvimento de
úlceras por pressão e permanência hospitalar prolongada.
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10.
Dieta
O jejum pré-operatóriodeve ser de oito horas, para evitar broncoaspiração
durante a indução anestésica ou a intubação orotraqueal. Pacientes obesos,
gestantes, portadores de hérnia hiatal, ou com grandes tumores intra-
abdominais, têm maior risco de broncoaspiração e devem sempre fazer jejum de
12 horas
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11.
Medicamentos em usohabitual
Suspender:
Anticoagulantes orais:
Devem ser substituídos por heparina, cerca de cinco dias antes.
Seis horas antes do procedimento cirúrgico
Reiniciada 24-48 horas depois
Nas operações de urgência, deve-se transfundir plasma fresco
(15-20mI/kg).
12.
Medicamentos em usohabitual (Cont.)
Suspender:
Anti-aderentes plaquetários:
Ácidoacetilsalicílico (AAS) e antiinflamatórios não-esteróides
devem ser
suspensos dez dias antes da intervenção.
Antidepressivos:
inibidores da monoaminoxidase (IMAO) devem ser retirados de
3-5 dias antes do ato operatório
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13.
Medicamentos em usohabitual (Cont.)
Substituir:
Hipoglicemiantes orais:
Insulina regular ou NPH na véspera do ato cirúrgico. Pacientes
em uso de insulina NPH: metade da dose na manhã da operação, seguida da
infusão de solução glicosada a 5%.
Manter:
Betabloqueadores, anti-hipertensivos, cardiotônicos, broncodilatadores,
corticoides, anticonvulsivantes, insulina, antialérgicos, potássio, medicação
psiquiátrica.
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14.
Outros Procedimentos
Tricotomia:
Adepilação da pele com lâmina está contra-indicada pelo maior
risco de escoriações e infecção da ferida operatória. A aparação dos pelos, de
preferência com máquina de barbeiro, deve ser realizada o mais próximo
possível do momento da operação e, até mesmo, na sala cirúrgica.
Preparo da pele:
Orientar o paciente para uma boa higiene e banho no dia da
intervenção, utilizando, soluções antissépticas, lavando, em especial, a região
que será incisada. Na sala de cirurgia: Usar iodo povidona ou clorexidina, em
seguida, a antissepsia com soluções alcoólicas 14
15.
Outros Procedimentos (Cont.)
Preparodo cólon:
Combinação na preparação intestinal mecânica e antibióticos
orais ou EV para cirurgia colorretal electiva são recomendados hora antes da
cirurgia para reduzir infecção do sítio cirúrgico.
Cateterismos:
O cateterismo vesical só quando há necessidade absoluta de
monitorização da perfusão tecidual e renal. A sonda nasogástrica em pacientes
com dilatação gástrica, com estenose pilórica, distendidos por oclusão ou sub-
oclusão intestinal, e nas emergências cirúrgicas.
16.
Outros Procedimentos (Cont.)
Sedação:
Todos pacientes devem ser medicados no pré-operatório, para
diminuir o grau de ansiedade. A rotina é usar benzodiazepínicos, como
diazepam 10 mg por via oral (VO) nos dias que antecedem a operação, e
sedação com midazolam sublingual (SL), 30 minutos antes da operação.
Preparos Especiais
Pacientes ictéricos:
Prescrever: hidratação venosa; descompressão das vias biliares
(para
recuperação dos hepatócitos e da resposta imune); vitamina K;
antibioticoprofilaxia.
Paciente diabético:
Substituir o hipoglicemiante oral de longa duração por insulina
regular dois dias antes da cirurgia. Substituir a insulina NPH por insulina
regular. Na manhã da intervenção dosar antes a glicemia; iniciar infusão de soro
glicosado a 5%; monitorar a glicemia no peri-operatório.
20.
Preparos Especiais (Cont.)
Cirurgiado cólon:
Dieta sem resíduos 5-7 dias antes; dieta líquida na véspera;
dieta zero no dia da operação.
A limpeza mecânica com: manitol 20% via oral (750ml+750 ml de
suco de laranja, ingeridos ao longo de duas horas), administrado na tarde da
véspera do acto cirúrgico.
Hidratar com solução salina 0,9% concomitante ao uso do manitol,
no volume necessário para cada caso.
Outra alternativa é o uso de polietilenoglicol via oral.
Lavagem intestinal: pode ser realizada com clisteres
glicerinados, com soro fisiológico ou com enemas já comercialmente
preparados 20
21.
Preparos Especiais (Cont.)
Cirurgiado cólon - Antibioticoprofilaxia:
Antibióticos com ação sobre germes Gram negativos e
Bacteroides fragilis devem ser utilizados, por via oral (Neomicina e
Eritromicina ou
Metronidazol, administrados na noite que precede a operação) ou sistêmica:
associação de Aminoglicosídeos e Metronidazol ou com drogas únicas, como a
Ampicilina/Sulbactam ou Cefoxitina.
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Preparos Especiais (Cont.)
Cirurgiado cólon
Dieta sem resíduos 5-7 dias antes; dieta líquida na véspera;
dieta zero no dia da operação.
A limpeza mecânica com: manitol 20% via oral (750ml+750 ml de
suco de laranja, ingeridos ao longo de duas horas), administrado na tarde da
véspera do acto cirúrgico.
Hidratar com solução salina 0,9% concomitante ao uso do manitol,
no volume necessário para cada caso.
Outra alternativa é o uso de polietilenoglicol via oral.
Lavagem intestinal: pode ser realizada com clisteres
glicerinados, com soro fisiológico ou com enemas já comercialmente
preparados. 22
Definição
Pós-operatório Normal(Follow-up)
É o período de recuperação logo após a cirurgia. A principal preocupação aqui
é garantir que a recuperação ocorra sem complicações.
Dor, jejum, perda sanguínea, redução da perfusão tissular por trauma operatório
extenso e distúrbios funcionais de órgãos vitais geram alterações orgânicas e
humorais que visam restabelecer a homeostasia.
25.
Pós- Operatório -Exame Físico
O exame clínico no pós-operatório deve ser minucioso e, no mínimo, diário, já
que alterações sutis só são evidenciadas com avaliações repetidas e permitem o
diagnóstico precoce de complicações.
Nível de consciência, estado hemodinâmico: sinais vitais, débito urinário, grau
de hidratação; Urina: volume, cor, densidade; Examinar aparelho cárdio
respiratório e abdome; Ferida operatória: inspeção, palpação; sonda nasogástrica:
volume e aspecto da drenagem; Drenos: volume e aspecto das secreções.
26.
Pós- Operatório -Exame Complementares
Nos casos mais graves, podem requerer controles diários ou até mais frequentes, a
depender das doenças de base, do porte da operação e de riscos eventuais de
complicações.
PRESCRIÇÃO MÉDICA
Deve constar de reposição hidroeletrolítica e analgesia;
Profilaxia de trombose venosa profunda (TVP);
Gastrite de estresse e antibióticos merecem indicações precisas;
Medicações específicas para as doenças de base;
Dentre os cuidados pós-operatórios, ressaltam-se a dieta, cuidados com cateteres e
drenos, mobilização e exercícios respiratórios e curativos;
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27.
Pós- Operatório –Prescrição Médica
REPOSIÇÃO HIDROELETROLÍTICA
Normalmente o consumo de água por um indivíduo normal (60-80kg) é da ordem de
2.000-2.500ml /dia, dos quais aproximadamente 1.500 ml são ingeridos como líquidos
e o restante extraído de alimentos sólidos e sua oxidação. Medicações específicas para
as doenças de base.
Em pacientes sob jejum prolongado, outra fonte de líquidos é a água endógena
produzida pelo catabolismo celular, que pode chegar a 500ml/dia.
As perdas diárias de líquidos incluem 800-1.500 ml de urina, 250ml nas fezes e 600-
900 ml de perdas insensível, que aumentam no pós-operatório com o hiper
metabolismo, a hiperventilação e a febre.
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28.
Pós- Operatório –Prescrição Médica (Cont.)
ANALGESIA
Em destacando-se os derivados opioides, os anti-inflamatórios não- esteroides
e os diferentes tipos de analgésicos.
A analgesia deve ser feita regularmente e não apenas nos momentos da
sintomatologia dolorosa.
ANTIEMÉTICOS
O vómito, além de desconfortável, aumenta a dor e pode colocar em risco as
suturas da parede abdominal. Pode ser minimizado pelo uso de
MetocIopramida e, mais recentemente, nos casos mais acentuados, de
Ondansetrona.
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29.
Pós- Operatório –Prescrição Médica (Cont.)
PROFILAXIA DA TROMBOSE VENOSA PROFUNDA (TVP)
Está indicado o uso pré e pós-operatório de heparina profilática subcutânea
5.000UI de 12/12 horas ou de heparina de baixo peso molecular (enoxaparina)
de 40mg em dose única diária, que resulta em menor incidência de
complicações hemorrágicas e de trombocitopenia relacionada à heparina.
Contraindicação a anticoagulação, como são os casos de pacientes em
vigência de sangramentos, podem requerer o implante de filtro de veia cava
inferior temporário ou permanente.
30.
Pós- Operatório –Prescrição Médica (Cont.)
ANTIBIÓTICOS
Fica restrita ao período pré-operatório. Pacientes operados por infecção
podem necessitar a manutenção da droga no PO.
A escolha do melhor antibiótico e respectiva dose depende da flora bacteriana
predominante em cada caso.
31.
Pós- Operatório –Prescrição Médica (Cont.)
Nutrição
Na maioria dos pacientes, o peristaltismo do intestino delgado se reinicia
dentro das primeiras 24 horas, a peristalse gástrica entre 24-48horas, e,
finalmente, o cólon após 48horas.
O reinício da alimentação oral, portanto, deve considerar o tipo de
procedimento cirúrgico realizado. Em operações de grande porte, com suturas
digestivas, é conveniente aguardar o retomo completo dos movimentos
intestinais, com eliminação de flatos, para só então iniciar a alimentação, que,
por sua vez, não precisa seguir a clássica evolução de líquida de prova, líquida
total, pastosa etc., até dieta livre.
32.
Pós- Operatório –Prescrição Médica (Cont.)
Nutrição
Nutrição parenteral ou, preferencialmente, através de cateteres nasoentéricos,
deve ser considerada, se as perspectivas são de jejum prolongado.
Outros factores também são importantes nesta decisão, como as condições
pré-operatórias, o estado nutricional, a intensidade do trauma operatório, a
ocorrência de complicações, como fístulas e infecções e a idade do paciente.
33.
Pós- Operatório –Prescrição Médica (Cont.)
Sonda nasogástrica
O íleo PO também é a principal razão para utilização da aspiração gástrica. A
descompressão diminui a distensão e a ocorrência de vómitos, mas é desconfortável,
favorece o refluxo gastroesofagiano e pode facilitar a broncoaspiração e a telectasia.
Indicada seletivamente nas operações do tubo digestivo alto, deve ser retirada assim
que o volume de drenagem for inferior a 400ml e os ruídos hidroaéreos se
reiniciarem.
Intervenções esôfago-gastroduodenais costumam requerer um período maior de
drenagem, mas que raramente necessita ser maior que 72 horas.
34.
Pós- Operatório –Prescrição Médica (Cont.)
Cateter vesical
Quando indicado, exige manipulação adequada durante o período PO, e deve
ser retirado logo que possível, assim que houver restabelecimento e
manutenção do estado hemodinâmico normal.
Drenos
As drenagens cavitárias podem ser profiláticas, para evitar o acúmulo de
líquidos biológicos, após determinados tipos de operações, ou terapêuticas,
para drenar coleções ou abscessos e prevenir o seu reacúmulo. Deve-se optar
sempre por sistemas fechados de drenagem, sendo inseridos por contra-
incisão, e retirados o mais precocemente possível.
Definição
Pós-operatório complicado
Quando opós-operatório normal apresenta complicações, o quadro é mais grave
e requer atenção imediata. Essas complicações podem variar dependendo do
tipo de cirurgia realizada, mas incluem:
37.
Classificação do pós-operatóriocomplicado
Complicação geral
É aquela que pode acontecer com qualquer paciente, independentemente do tipo
de procedimento cirúrgico como hemorragia, atelectasia pulmonar, insuficiência
renal aguda e doença tromboembólica.
Complicação especiais
Acometem pessoas com condição clínica prévia à intervenção cirúrgica, estão
relacionadas ao órgão operado, sendo mais ou menos recorrente em função do
tipo de anestesia, da afecção clínica associada, do grau de injúria e dos cuidados
pós-cirúrgicos. 37
38.
Classificação do pós-operatóriocomplicado (Cont.)
Complicação pós-operatória recorrente
Febre no pós-operatório
A febre é uma das complicações pós-operatórias mais comuns.
Principais causas:
• A atelectasia, que costuma ocorrer nas primeiras 24hrs
• Flebite, nas primeiras 48hrs
• Infecção do tracto urinário, em até 72hrs
• Infecção da ferida operatória em até 5 dias após
• E abcesso/colecção intracavitária com um período de até 7 dias depois.
38
39.
Classificação do pós-operatóriocomplicado (Cont.)
Complicações respiratórias
As complicações respiratórias mais comuns são:
• A insuficiência respiratória (hipoxêmica ou hipercápnica) consiste em uma delas,
sendo tratada pela doença de base, com suplementação de O2 e ventilação invasiva
• A atelectasia, uma complicação respiratória que pode causar febre, taquipneia,
taquicardia e tosse, pode ser tratada com fisioterapia respiratória, oxigenoterapia e
broncoscopia em casos extremos
• A pneumonia também pode causar febre, taquipneia e tosse produtiva e o tratamento é
feito com fisioterapia respiratória e antibioticoterapia
• O tromboembolismo pulmonar pode causar hemoptise, síncope e embolia maciça. O
tratamento consiste no uso de trombolíticos, como estreptoquinase, uroquinase e rt-PA
(alteplase).
39
40.
Classificação do pós-operatóriocomplicado (Cont.)
Complicações Digestivas
As complicações digestivas mais comuns são:
• Íleo paralítico/adinâmico
• Úlceras de estresse.
Hemorrágicas
Complicações Cardíacas
Complicações urinárias
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41.
Classificação do pós-operatóriocomplicado (Cont.)
Complicações relacionadas a feridas
As complicações respiratórias mais comuns são:
• Seroma, por acúmulo de linfa ou grandes descolamentos que geram um acúmulo de
líquidos entre as camadas da pele
• Hematoma, causado pela colecção de sangue ao redor da ferida cirúrgica, que resulta
na formação de coágulo, causando desconforto no nível da ferida. Assim, diminui a
resistência à infecção.
• Deiscência, que é uma disjunção parcial ou total de qualquer camada da ferida,
consiste em uma complicação na qual a ferida não cicatriza ou abre ao longo de sua
linha de incisão após a cirurgia.
• Caracteriza-se como uma emergência cirúrgica devido aos riscos associados.
42.
BIBLIOGRAFIA
• Medeiros AC,et al. Princípios do pré e pós-operatório. J Surg Cl Res – Vol. 14 (2) 2023: 92-106
• . Burgos R, Joaquín C, Blay C, Vaqué C. Disease-related malnutrition in hospitalized chronic patients
with complex needs. Clin Nutr. 2020;39:1447–1453.
• Sanarmed.com/pre-operatoria-entenda-sua-importancia-para-a-cirurgia-colunistas/ junho 2020.
Disponível em: http://www.sepsisnet.org. Acesso em 18/03/2022.
• Santos JS, Kemp R. Fundamentos básicos para a cirurgia e cuidados perioperatórios.
http://www.fmrp.usp.br/revista. Medicina (Ribeirão Preto) 2021;2011;44(1): 2-17
• Protocolo Institucional de Manejo de Cuidados Pré- Operatórios Gerente do protocolo: Drª. Maria
Beatriz Gandra de Souza Dias, Versão atualizada em janeiro de 2022 e Sepsis, Hospital Sírio-Libanês
#13 Insulina NPH (Neutral Protamine Hagedorn). A insulina NPH, em particular, é útil para garantir que a glicemia permaneça estável ao longo do período sem alimentação antes da operação.
#19 Apresentam morbidez e mortalidade elevadas em consequência de lesão do
hepatócito, imunodepressão, desequilíbrio da microbiota bacteriana intestinal com
maior incidência de translocação bacteriana e absorção de endotoxinas, lesão dos
túbulos renais, com consequente insuficiência renal. insuficiência hepática e sepse.
Insulina NPH (Neutral Protamine Hagedorn). A insulina NPH, em particular, é útil para garantir que a glicemia permaneça estável ao longo do período sem alimentação antes da operação.
#20 Apresentam morbidez e mortalidade elevadas em consequência de lesão do
hepatócito, imunodepressão, desequilíbrio da microbiota bacteriana intestinal com
maior incidência de translocação bacteriana e absorção de endotoxinas, lesão dos
túbulos renais, com consequente insuficiência renal. insuficiência hepática e sepse.
Insulina NPH (Neutral Protamine Hagedorn). A insulina NPH, em particular, é útil para garantir que a glicemia permaneça estável ao longo do período sem alimentação antes da operação.
#21 Apresentam morbidez e mortalidade elevadas em consequência de lesão do
hepatócito, imunodepressão, desequilíbrio da microbiota bacteriana intestinal com
maior incidência de translocação bacteriana e absorção de endotoxinas, lesão dos
túbulos renais, com consequente insuficiência renal. insuficiência hepática e sepse.
Insulina NPH (Neutral Protamine Hagedorn). A insulina NPH, em particular, é útil para garantir que a glicemia permaneça estável ao longo do período sem alimentação antes da operação.
#22 Apresentam morbidez e mortalidade elevadas em consequência de lesão do
hepatócito, imunodepressão, desequilíbrio da microbiota bacteriana intestinal com
maior incidência de translocação bacteriana e absorção de endotoxinas, lesão dos
túbulos renais, com consequente insuficiência renal. insuficiência hepática e sepse.
Insulina NPH (Neutral Protamine Hagedorn). A insulina NPH, em particular, é útil para garantir que a glicemia permaneça estável ao longo do período sem alimentação antes da operação.
#41 Pode advir de uma hemostasia inadequada, pelo uso de distúrbios ou drogas que interferem na cascata de coagulação (como AAS e heparina) ou de doenças apresentadas pelo paciente
técnica inadequada, infecção, paciente imunodeprimidos, que fazem uso de corticoides, radioterapia ou possuem diabetes mellitus, bem como tabagistas, obesos e desnutridos integram o grupo de risco.