O documento descreve a origem e desenvolvimento da política de preservação do patrimônio cultural no Brasil, desde a criação do IPHAN em 1937 até meados do século XX. Aborda como a Revolução Francesa influenciou a noção de patrimônio cultural e como intelectuais brasileiros passaram a defender a preservação da identidade cultural nacional no início do século XX. Também explica a criação do IPHAN e seu foco inicial na preservação de obras do período colonial, sobretudo do barroco.