O documento analisa a saúde do Brasil em 2011, destacando que os recursos alocados foram 13,41% acima do necessário, mas apenas 67,55% das demandas foram atendidas, resultando em exclusões de vidas e um custo-saúde significativo. Ele enfatiza a necessidade de eliminar problemas estruturais no sistema de saúde para melhorar a eficiência e promover um desenvolvimento sustentável. A pesquisa utiliza dados do Sistema Integrador Técnico-Operacional e fornece uma visão crítica das disparidades entre oferta e demanda nos serviços de saúde.