Ana Filipa Almeida 11F


                           Agressão no namoro

Quem pensar que a violência nas relações íntimas é coisa de casamento, com o
homem a subjugar a mulher, engana-se. As novas gerações começam a
agredir-se mutuamente na adolescência.
Por violência não se entende apenas murros e pontapés, pois a violência mais
comum é a emocional, ou seja, insultos, humilhações, ameaças e tentativas de
controlo da vida social. A pequena violência física é bofetadas e empurrões.
Os adolescentes reprovam a violência em abstracto, mas depois encontram
justificações e desculpam a violência em situações específicas, como os
ciúmes ou a infidelidade.
Então, as vítimas interpretam estes actos erradamente, pensando que são
naturais e crendo que com o casamento as coisas vão mudar. Geralmente,
acontece o contrário: a violência intensifica-se. Estas também são educadas
para idealizar o amor, acreditando que o verdadeiro amor sobrevive a tudo e
que vão ser capazes de mudar um parceiro abusivo. E claro que estas ideias as
levam a tolerar, a desculpar e a permanecer mais tempo em relações abusivas.
Mas quando mencionamos este acto, não nos podemos referir somente aos
homens como sendo agressores, quando eles por vezes também são vítimas.
Este acto deve-se ao facto da imaturidade e da falta de experiência, ou seja, os
jovens querem assemelhar-se aos adultos para dominar e controlar.
Provavelmente os namorados sempre se agrediram, mas só agora é que
começamos a achar que tal acto é inaceitável.

Agressão no namoro

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    Ana Filipa Almeida11F Agressão no namoro Quem pensar que a violência nas relações íntimas é coisa de casamento, com o homem a subjugar a mulher, engana-se. As novas gerações começam a agredir-se mutuamente na adolescência. Por violência não se entende apenas murros e pontapés, pois a violência mais comum é a emocional, ou seja, insultos, humilhações, ameaças e tentativas de controlo da vida social. A pequena violência física é bofetadas e empurrões. Os adolescentes reprovam a violência em abstracto, mas depois encontram justificações e desculpam a violência em situações específicas, como os ciúmes ou a infidelidade. Então, as vítimas interpretam estes actos erradamente, pensando que são naturais e crendo que com o casamento as coisas vão mudar. Geralmente, acontece o contrário: a violência intensifica-se. Estas também são educadas para idealizar o amor, acreditando que o verdadeiro amor sobrevive a tudo e que vão ser capazes de mudar um parceiro abusivo. E claro que estas ideias as levam a tolerar, a desculpar e a permanecer mais tempo em relações abusivas. Mas quando mencionamos este acto, não nos podemos referir somente aos homens como sendo agressores, quando eles por vezes também são vítimas. Este acto deve-se ao facto da imaturidade e da falta de experiência, ou seja, os jovens querem assemelhar-se aos adultos para dominar e controlar. Provavelmente os namorados sempre se agrediram, mas só agora é que começamos a achar que tal acto é inaceitável.