O documento discute como o apoio de alguns líderes evangélicos ao aborto em casos específicos, como anencefalia ou estupro, pode levar a consequências perigosas semelhantes às da Alemanha nazista. A legalização inicial do aborto na Alemanha levou ao assassinato de 275 mil pacientes com deficiência sob o disfarce da "eutanásia compassiva". Isso mostra os riscos de se abrir exceções à proibição do aborto.