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Cabeamento Estruturado
Material Teórico
Responsável pelo Conteúdo:
Prof. Esp. Antonio Eduardo Marques da Silva
Revisão Textual:
Prof.ª Ms. Luciene Santos
Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura
• Introdução;
• Ambientes de Fiação;
• Racks de Cabeamento;
• Caminhos de Cabeamento;
• Acessórios de Gerenciamento de Cabos;
• Painéis de Conectores de Fibra Óptica;
• Aterramento Elétrico;
• Administração e Documentação do Sistema;
• Identificação de Conexão;
• Administração do Sistema.
· Abordar os principais dispositivos de armazenamento e acomodação
de componentes passivos de rede (como patch panels) e componen-
tes ativos de rede (como switches e servidores de rack), formas como
os cabos de rede são passados e acomodados em uma infraestrutura
e como são os componentes de conectorização aplicados na áres de
trabalho (como tomadas de telecomunicações).
· Veremos, também, exemplos de algumas ferramentas utilizadas nes-
ses ambientes e alguns conceitos a respeito de identificação e gerên-
cias de infraestrutura e cabos de redes.
OBJETIVO DE APRENDIZADO
Componentes, Ferramentas e
Documentação de Infraestrutura
Orientações de estudo
Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem
aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua
formação acadêmica e atuação profissional, siga
algumas recomendações básicas:
Assim:
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte
da sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e
horário fixos como seu “momento do estudo”;
Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma
alimentação saudável pode proporcionar melhor aproveitamento do estudo;
No material de cada Unidade, há leituras indicadas e, entre elas, artigos científicos, livros, vídeos
e sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você
também encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão
sua interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados;
Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discus-
são, pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o
contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e
de aprendizagem.
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte
Mantenha o foco!
Evite se distrair com
as redes sociais.
Mantenha o foco!
Evite se distrair com
as redes sociais.
Determine um
horário fixo
para estudar.
Aproveite as
indicações
de Material
Complementar.
Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma
Não se esqueça
de se alimentar
e de se manter
hidratado.
Aproveite as
Conserve seu
material e local de
estudos sempre
organizados.
Procure manter
contato com seus
colegas e tutores
para trocar ideias!
Isso amplia a
aprendizagem.
Seja original!
Nunca plagie
trabalhos.
UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura
Introdução
Nesta unidade, você aprenderá sobre os principais conceitos a respeito da forma
como os dispositivos de redes passivos (como por exemplo patch panels e organi-
zadores de cabos) e dispositivos ativos (como por exemplo switches, roteadores e
servidores de rack) são armazenados, acomodados e protegidos em uma infraes-
trutura de rede.
Serão apresentados de uma forma sucinta tais componentes de conexão nos
subsistemas de cabeamento de backbone e cabeamento horizontal, as formas de
passagem e acomodação dos cabos e componentes de terminação dos conectores
de rede em área de trabalho, ou salas de equipamentos.
Por final, vamos apresentar algumas das ferramentas mais utilizadas em cabe-
amento estruturado, como, por exemplo, decapadores, alicates de crimpagem e
ferramentas de inserção e alguns conceitos em relação à identificação e gerencia-
mento da infraestrutura de cabeamento como um todo.
Não se esqueça de acessar os Materiais Didáticos, onde encontrarão os con-
teúdos e as atividades propostas nesta unidade. Outra dica é acessar os Materiais
Complementares e assistir às Videoaulas apresentadas nesta unidade, para que
você possa obter mais conhecimento sobre o tema discutido.
Ambientes de Fiação
Quando falamos de sistemas de cabeamento estruturado, precisamos entender
que, para que possam ser instalados e implementados com organização e segurança,
vários componentes de acomodação dos dispositivos de rede, devem ser implemen-
tados em sala de equipamentos, de telecomunicação ou até mesmo em ambientes
físicos de Data Center. Os ambientes de fiação é o ponto onde sua rede começa
e onde geralmente estão os dispositivos de rede ativos (energizados). Esse ponto
central de rede, fornece componentes necessários para levar seus usuários finais a
utilizarem seus recursos e aplicações, montando a base do sistema nervoso da rede.
Existem dois tipos de ambientes de fiação: salas de telecomunicações e salas de
equipamentos. Dependendo do tamanho da sua organização e do tamanho do seu
prédio, você pode ter uma ou mais salas de telecomunicações concentradas em
uma sala de equipamentos. As salas de telecomunicações estão estrategicamente
posicionadas em todo o edifício para fornecer um único ponto de terminação de
suas áreas de trabalho. Em um prédio de múltiplos andares, você deve ter pelo me-
nos uma sala de telecomunicações por andar. À medida que as distâncias entre seus
dispositivos finais e a sala de telecomunicações se aproximam dos limites máximos
recomendados (90 metros), você deve considerar a implementação de salas de te-
lecomunicações adicionais. Idealmente, estes são incluídos durante a fase de plane-
jamento antes da construção ou remodelagem de uma infraestrutura física de rede.
8
9
As salas de telecomunicações são conectadas à sala de equipamentos em uma con-
figuração em estrela por cabos de backbone de fibra ou cobre. (PINHEIRO, 2015)
Como já mencionado, no cabeamento de backbone é dada a preferência de uso
de fibras ópticas; a fibra é preferida nesses casos porque as distâncias da sala de
equipamentos até a última sala de telecomunicações podem totalizar 2.000 metros
para multimodo e 3.000 metros para modo único (singlemode). Ao se conectar
com o cobre UTP, os comprimentos de execução do backbone devem totalizar 800
metros ou menos para sistemas de telefonia e 90 metros ou menos para sistemas
de dados. Por uma concepção de redes convergentes, atualmente os administrado-
res de rede seguem a metragem para conexão de dados como um todo, que seria
a distância máxima de 90 metros para cabos metálicos (FILHO, 2015).
Racks de Cabeamento
Os racks são as peças de hardware que ajudam organizar a infraestrutura de ca-
beamento. Eles variam em altura de 39 a 84 polegadas e vêm em duas larguras, de
19 e 23 polegadas. As larguras de dezenove polegadas são muito mais comuns e
estão em uso há quase 60 anos. Esses racks são comumente chamados de racks de
19 polegadas ou, às vezes, racks EIA. Os orifícios de montagem estão espaçados
entre 5/8 e dois centímetros de distância, para que você possa ter certeza de que,
independentemente do fornecedor do equipamento, o equipamento de rede ativo
(como um switch por exemplo) caberá no rack. Em geral, três tipos de racks estão
disponíveis para compra: suportes de parede, estruturas esqueléticas e gabinetes de
equipamentos completos. (PINHEIRO, 2015)
• Suportes de Parede: Para pequenas instalações e áreas onde a economia de
espaço é uma consideração importante, os suportes de parede podem forne-
cer a melhor solução. Prateleiras montadas na parede, como o suporte de pa-
rede, têm uma armação que oscila 90 graus para fornecer acesso aos painéis
traseiros e inclui guias de arame para ajudar no gerenciamento de cabos.
Rack/Suporte de Parede disponível em: https://goo.gl/Rp3hzy
Explor
• Estruturas Esqueléticas: Estruturas ou Quadros Esqueléticos, frequentemente
chamados de racks de 19 polegadas ou racks EIA, são provavelmente o tipo
mais comum de rack utilizado em infraestrutura de rede. Esses racks são pro-
jetados e construídos com base nos padrões EIA-310C. Esses esqueletos vêm
em tamanhos que variam de 39 a 84 polegadas de altura com uma placa de
base de 22 polegadas para fornecer estabilidade e que são presos no piso por
parafusos de fixação. Seu design aberto facilita o trabalho nas partes frontal e
traseira do equipamento montado. Essas estruturas esqueléticas também são
chamadas de racks abertos, ou racks de treinamento, por causa do seu acesso
fácil e rápido.
9
UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura
Rack Esquelético da Panduit (em inglês)), no endereço: https://youtu.be/ngiVgRiWxSU
Comparação de Rack Panduit (em inglês), no endereço: https://youtu.be/Lsq1uyjF8jk
Rack Esquelético, disponível em: https://goo.gl/TJyZyV
Explor
•	 Armários de Equipamentos Completos (Fechado): A opção de rack mais
cara são os armários de equipamentos completos, os quais oferecem os be-
nefícios de segurança das portas de armário de trava. Os gabinetes completos
podem ser tão simples quanto os esqueléticos e/ou bastante elaborados, com
portas de acrílico e sistemas de refrigeração autocontidos, muito utilizados em
ambientes de Data Center, ou em salas de usuários que não podem acessá-los
facilmente, por estarem geralmente trancados e protegidos por porta. Esses
racks oferecem melhor segurança física, resfriamento e proteção contra inter-
ferência eletromagnética do que os quadros padrão de rack de 19 polegadas.
Rack Completo/Fechado, disponível em: https://goo.gl/uL7yqD
Infraestrutura Física da Panduit (em inglês), no endereço: https://youtu.be/prZFpVLpQHc
Explor
Caminhos de Cabeamento
Os componentes do sistema de cabeamento apresentados no Padrão de Cami-
nhos e Vias de Telecomunicações de Edifícios Comerciais dado pelo ANSI/TIA/
EIA 569-A, para ocultar, proteger e rotear sua planta de cabos, em particular,
descrevem os componentes utilizados nas áreas de trabalho e nos armários de
cabeamento e nos trechos de cabos horizontais e de backbone. Esses caminhos,
como todos os dispositivos de conexão de rede, precisam estar aterrados conforme
a norma de Requisitos de Ligação e Aterramento do Edifício Comercial dado pelo
ANSI/TIA/EIA-607.
Conduit ou Eletroduto
O eletroduto (ou conduíte) é um tipo de cano, que pode ser metálico ou não
metálico, rígido ou flexível (conforme permitido pelo código elétrico aplicável) e in-
terliga uma área de trabalho a um armário de fiação (rack). Uma vantagem de usar
o conduíte para prender seus cabos é que ele já pode existir na instalação de um
prédio comercial. Uma desvantagem do conduíte é que ele fornece uma quantidade
finita de espaço para acomodar os cabos. Ao esboçar especificações para conduí-
tes, recomendamos que você exija a instalação de um conduíte suficiente para que
fique apenas 40% cheio de acordo com as necessidades atuais de cabos, em uma
instalação inicial só se deve preenchê-lo até num máximo de 60%, para que se
10
11
tenha uma margem de espaço para crescimento futuro. De acordo com o Padrão
ANSI/TIA/EIA-569-A, o conduíte pode ser usado para rotear cabos horizontais e
de backbone. O conduíte contrafogo também pode ser usado para conectar armá-
rios de cabeamento em edifícios de vários andares. Alguns códigos de construção
locais exigem o uso de conduítes para todos os cabos, tanto de telecomunicações
quanto elétricos. Em nenhum caso os cabos de comunicação devem ser instalados
no mesmo conduíte como cabos elétricos sem uma barreira física entre eles. Além
(e por causa) do perigo potencial óbvio, não é permitido pelo NEC que define nor-
mas relacionadas à segurança física e incêndios. (SHIMONSKI, 2010)
Figura 1 – Eletroduto
Fonte: Acervo do Conteudista
Bandejas de Cabos, Eletrocalhas ou Escada de Passagem
Como alternativa ao conduíte, as bandejas de cabos podem ser instaladas para
rotear o cabo de rede. As Bandejas de Cabos, Escadas de Passagem ou Eletroca-
lhas normalmente são prateleiras de arame especialmente projetadas para suportar
o peso de uma infraestrutura de cabos. Eles fornecem uma maneira ideal de geren-
ciar um grande número de execuções horizontais. Os cabos simplesmente ficam
dentro da bandeja, por isso são muito acessíveis quando se trata de manutenção e
solução de problemas.
Esteira deTelecomunicações daValemam, no endereço: https://youtu.be/KiSxY-NFkqo
Explor
A norma ANSI/TIA/EIA-569-A prevê a utilização de bandejas para cabos ho-
rizontais e de backbone. Esse tipo de pista parece uma escada que é montada
horizontalmente dentro do espaço do teto ou por cima dos racks de equipamen-
tos em uma sala de telecomunicações ou equipamentos. No espaço do teto, esse
tipo de pista impede que os cabos sejam colocados sobre as luzes fluorescentes,
o equipamento HVAC ou as telhas do teto. Podemos ver algumas figuras desses
componentes (PINHEIRO, 2015):
Eletrocalha, disponível em: https://goo.gl/Ju7wya
Eletrocalhas de Rede da Niedax, no endereço URL: https://youtu.be/jUQex83DNDs
Explor
11
UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura
Acessórios de Gerenciamento de Cabos
Se o seu equipamento de rack não incluir o gerenciamento de cabos, vários
acessórios de gerenciamento de cabos podem atender às suas necessidades organi-
zacionais. Cabides ou organizadores de cabos na parte frontal de um rack podem
ajudar a organizar o conjunto de cabos para mantê-los ordenados e identificados.
Cabides ou organizadores de cabos montados na parte traseira ou lateral fornecem
âncoras de alívio de tensão e podem ajudar a organizar cabos horizontais que ter-
minam na parte de trás ou lateral dos painéis de conexão.
Organizador de Cabos, disponível em: https://goo.gl/TfbQWt
Soluções de organização de cabos de rede para rack de 19´, no endereço:
https://youtu.be/WAlH6I7ZwyY
Explor
Painéis de Conexão Modulares (patchpanel)
Como uma alternativa aos blocos de perfuração/inserção, você também pode
terminar seu cabeamento horizontal diretamente nos painéis de conexão RJ-45.
Essa abordagem é a mais popular porque se presta a reconfigurações excepcional-
mente fáceis. Para atribuir um cliente de rede a uma nova porta no switch, tudo
o que você precisa fazer é mover um patch cable entre a conexão do patch panel
com o dispositivo ativo de rede, dando maior flexibilidade de conectorização. Outro
benefício é que, quando eles são instalados corretamente, eles podem deixar seu
armário de fiação mais bonito e organizado.
Ao encomendar qualquer patch panel, certifique-se de pedir um que tenha o
padrão de fiação correto (T568A ou T568B). O padrão de fiação é geralmente
codificado por cores no bloco M110 (um bloco usando também em conexão te-
lefônica). Tal como acontece com as tomadas modulares, alguns patches panels
permitem a configuração desses padrões de norma identificados pelo fabricante do
componente. (FILHO, 2015)
MontagemdePachPanelsepachcordsCat6(eminglês),noendereço:https://youtu.be/ltxS0nM5rac
Explor
Os painéis de conexão normalmente têm conectores de blocos 110 na parte tra-
seira. Em alguns ambientes, apenas algumas conexões são necessárias e um patch
panel, em outros ambientes, pode não ser possível montar um patch panel com
um bloco 110 na parte de trás devido a restrições de espaço. Nesse caso, blocos de
montagem na parede de jack modular menores podem ser úteis. Eles estão disponí-
veis em vários tamanhos e configurações de porta. Você também pode obtê-los em
configurações horizontais ou de backbone. O fabricante Panduit utiliza muito esse
tipo de conexão em pacth panel, por permitir centenas de reconexões físicas, sem
12
13
estragar os conectores, o que acontece com uma certa frequência em bloco M110
tradicionais. (MARIN, 2008)
Figura 9 – Patch Panels
Fonte: iStock/Getty Images
TerminaçãoemPatchPanelcombloco110(eminglês),noendereço:https://youtu.be/yKaIHPTxQFQ
Explor
Tomadas deTelecomunicações
As tomadas de telecomunicações padrão ANSI/TIA/EIA-568-B especificam
que cada área de trabalho deve ter no mínimo duas portas de saída de informa-
ção. Normalmente, uma é usada para voz e a outra para dados, ou as duas para
dados, e estão próximas aos clientes da rede (lembre-se de que, se conectarmos
em uma das portas um telefone IP, essa porta também é de dados). Uma tomada
de informação é oficialmente considerada como uma tomada em um ponto de
telecomunicações; o ponto de telecomunicações é considerado parte do sistema
de cabeamento horizontal, como foi discutido em outra unidade (MARIN, 2008).
As tomadas de informações conectadas ao cabo UTP devem seguir uma das
duas convenções para atribuições de pares de fios ou padrões de fiação: T568A ou
T568B (eles são quase idênticos, exceto que os pares 2 e 3 são trocados). Lembre-
-se de que o canal, que é o meio de interligação entre o pacth panel no rack de rede
e a tomada de telecomunicações, sempre é uma conexão direta ou reta, ou seja,
devemos escolher um dos dois padrões permitidos por norma em nossas instala-
ções. Não existe um padrão melhor ou recomendado pela norma, você pode usar
um dos dois padrões, desde que não os misture. Por uma questão de usabilidade,
o mercado praticamente utiliza a terminação T568A como padrão recomendado,
mas tecnicamente não há diferenças. (PINHEIRO, 2015)
Terminação em Tomada de Telecomunicações e Patch Panel (em inglês), no endereço:
https://youtu.be/JRNcLMsFXsI
Explor
Quando for adquirir painéis e conectores, poderá ser necessário especificar qual pa-
drão está usando, pois o equipamento pode ser codificado por cores para facilitar a
instalação dos pares de fios (blocos de conexão que ficam na parte posterior das tomadas
13
UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura
UTP). No entanto, a maioria dos fabricantes agora inclui opções que permitem que
qualquer configuração seja perfurada ou inserida no painel de conexões ou no conector.
100 ohm UTP 4-pair forVoice
T568A orT568B wiring
100 ohm UTP 4-pair,
150 ohm STO 2-pair or
62.5/125mm fiber for data
Figura 3 –Tomada deTelecomunicação
Cabos de Patch Modulares (PatchCables)
Os cabos de patch modulares (patch cables) são usados para fornecer a conexão
entre cabos horizontais terminados em campo e dispositivos de conectividade de
rede, como switches, hubs e conexões entre o plugue de parede e dispositivos de
rede, como computadores. Eles são a parte da fiação da rede que você pode real-
mente ver por causa de sua posição exposta em infraestruturas de rede; os patch
cords ou pach cables modulares são quase sempre o elo mais fraco. Enquanto os
cabos UTP horizontais contêm condutores sólidos, os patch cords são feitos com
condutores micros entrelaçados porque são mais flexíveis. A flexibilidade permite
que eles suportem o abuso da flexão e reconexão frequentes. Embora você possa
criar seus próprios patch cords de campo, recomendamos enfaticamente que não
os faça. A fabricação de patch cords é muito exigente e, mesmo sob condições
controladas de fábrica, é difícil alcançar e garantir um desempenho de transmissão
consistente recomendados por norma técnica (PINHEIRO, 2015).
Figura 4 – Patch Cables
Fonte: iStock/Getty Images
Sistema de roteamento de patch cables da Panduit (em inglês), no endereço:
https://youtu.be/rS46KPD-2u4
Explor
14
15
Painéis de Conectores de Fibra Óptica
Se a sua organização estiver usando cabeamento de fibra óptica (para cabea-
mento horizontal ou de backbone), você poderá ver painéis de conectores de fibra
ótica. Às vezes, eles parecerão semelhantes aos painéis UTP RJ45, mas são geral-
mente caixas separadas que contêm espaço para folga de cabos.
Gabinetes e Painéis de Fibra Óptica
Como a luz do laser é perigosa e geralmente muito sensível, as extremidades
de cada cabo de fibra óptica devem ser envoltas dentro de algum tipo de gabinete
específico. O gabinete não apenas protege os seres humanos da luz do laser, mas
também protege a fibra contra eventuais danos. Placas de Parede, Dispositivos de
Interconexão Óptica e Patch Panels de Fibra são alguns dos principais tipos de
caixas para a adequação de fibras.
Eles permitem que conexões entre dispositivos de rede diferentes sejam realiza-
das e conectadas à vontade pelo administrador da rede. Basicamente, um monte de
cabos de fibra óptica terminará em um patch panel de fibra. Em seguida, cabos de
patch (patch cables) curtos de fibra óptica são utilizados para fazer conexões entre
os vários cabos. Nesses dispositivos, é fácil observar que tampas contra poeira es-
tão em todas as portas de conexão de fibra óptica; eles evitam que a poeira entre
no conector e impede uma conexão inadequada. (MARIN, 2011)
Sistemas de pach panels de fibra óptica da Fiberstone (em inglês), no endereço:
https://youtu.be/kqqgiU9VYsU
Explor
Figura 5 – Patch Panel de Fibra
Fonte: iStock/Getty Images
Além dos painéis de patch de fibra padrão, uma instalação de fibra óptica pode
ter um ou mais painéis de distribuição de fibra (DIO), que são muito semelhantes
aos painéis de conexão, em que muitos cabos se interconectam. No entanto, em
um painel de distribuição, as conexões são mais permanentes. Os painéis de dis-
tribuição geralmente têm um bloqueio e uma chave para impedir que os usuários
15
UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura
finais façam alterações não autorizadas. De um modo geral, um patch panel é en-
contrado sempre que equipamentos de fibra óptica (por exemplo, hubs, switches
e roteadores) são encontrados. Os painéis de distribuição são encontrados sempre
que os cabos multifibras são divididos em cabos individuais.
Distribuidor Interno Óptico, disponível em: https://goo.gl/CXTKkh
DistribuidorInternoÓptico(DIO)daFurukawa,noendereço:https://youtu.be/JJHQ02NPPcQ
Explor
Conectores de Fibra Óptica
Os conectores de fibra óptica são únicos, pois devem fazer uma conexão tanto
óptica quanto mecânica. Conectores para cabos de cobre, como o conector do
tipo RJ-45 utilizado no cabo UTP, fazem uma conexão elétrica entre os dois cabos
envolvidos. No entanto, os pinos dentro do conector só precisam ser tocados para
fazer uma conexão elétrica suficiente.
Reaproveitandoconectoresmecânicosdefibraóptica,noendereço:https://youtu.be/CD1kEKg3Ne0
Explor
Os conectores de fibra óptica, por outro lado, devem ter a fibra alinhada inter-
namente quase perfeitamente para fazer uma conexão de rede. Os conectores co-
muns de fibra óptica usam vários métodos para realizar isso, como, por exemplo,
sistemas de fusão ou conexão mecânica específica (MARIN, 2011).
Conectores Ópticos, disponível em: https://goo.gl/Qbaaaw
Explor
Aterramento Elétrico
Nós profissionais do segmento de redes de comunicação não somos autorizados
a instalar ou dar manutenção em sistemas de aterramento, mas é muito impor-
tante sabermos que tal sistema é de extrema importância para que os dispositivos
de redes ativos e passivos possam funcionar corretamente e sem eventuais ruídos
e interferências, o que prejudica e muito a transmissão dos dados em uma rede.
Devemos sempre verificar com um Engenheiro Elétrico ou Eletricista capacitado se
tal instalação segue os requisitos da norma ANSI/TIA/EIA-607 para aterramento
elétrico e aterramento comercial.
Esses sistemas, se não forem bem feitos, podem trazer problemas muito sérios
para a rede de comunicação, como, por exemplo, problemas mais simples como
16
17
erros nas transmissões, ou problemas mais complexos, como um curto circuito
generalizado que poderá “queimar” todos os seus dispositivos de rede ativos, sem
falar de problemas que podem causar risco de morte caso um choque seja propa-
gado pelo sistema de cabeamento elétrico.
Ferramentas
Diversas ferramentas de cabeamento são comuns, na maioria dos kits de ferra-
mentas de cabeamento, temos: decapadores de cabos, cortadores de fio, prensas
de cabos, ferramentas de puncionamento ou inserção, fitas de pesca para cabos e
ferramentas de identificação. A maioria dessas ferramentas são essenciais para a
instalação de sistemas básicos sistemas de cabeamento.
Decapadores de Cabos (Strippers)
A variedade de decapadores de cabos representados nesta unidade é uma fun-
ção dos muitos tipos diferentes de cabos com os quais você pode trabalhar. Bem
como custos diferentes dos decapadores de cabos e versatilidade das ferramentas.
Os decapadores para cabos UTP, ScTP e STP são usados para remover a capa
externa e precisam acomodar a ampla variação na geometria dos cabos metálicos.
Ao contrário do cabo coaxial, que geralmente é consistentemente suave e redondo,
os cabos de par trançado podem ter superfícies irregulares devido ao encolhimento
do revestimento ao redor dos pares. Além disso, a espessura da jaqueta pode variar
muito dependendo da marca e da classificação.
O decapador de cabo usa uma lâmina ajustável para que você possa fixar a profun-
didade, combinando-a com a marca do cabo com o qual você está trabalhando. Alguns
tipos usam tensão de mola para ajudar a manter a lâmina na profundidade de corte
adequada. Em ambos os casos, o objetivo é marcar (cortar levemente) a jaqueta sem
penetrá-la completamente e acabar cortando os cabos de conexão que serão inseridos
nos conectores ou blocos de inserção. Em alguns modelos, a ferramenta também pode
ser usada para marcar ou cortar a jaqueta no sentido do comprimento, no caso de você
precisar expor um comprimento significativo dos condutores. (PINHEIRO, 2015)
Ferramenta de Decapagem, disponível em: https://goo.gl/QNNBpb
Ferramenta de decapagem (stripper) universal (em inglês), no endereço:
https://youtu.be/iB1Hn_8CK-M
Explor
Cortadores de Fio
Essas ferramentas não são tão elaboradas como se pensa, são muito parecidas
com alicates de corte de cabo elétrico tradicionais (você pode até usar um). Mas
alguns modelos são mais elaborados, porque possuem, em alguns casos, siste-
mas que não deixam os cabos “voarem” quando são cortados e algumas lâminas
muito bem afiadas para fazerem um corte mais preciso. É interessante, além dos
17
UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura
cortadores de fio, ter em sua caixa de ferramentas alicates de pressão e de corte
elétrico tradicionais, pois é muito comum o profissional de cabeamento ter que
fazer cortes em aramida ou até mesmo ter que entortar, ou desentortar algo me-
tálico para montar um pach panel, ou outro dispositivo de rede passivo. Outra
ferramenta simples que seria muito bom o instalador possuir seriam as chaves de
fenda ou philips, elas são muito utilizadas na fixação dos pacth panels nos racks,
ou utilizadas em tomadas de telecomunicações.
Figura 6 – Alicate de Corte
Fonte: iStock/Getty Images
Ferramentas de Crimpagem de ParTrançado
Fresas de cabos de conectores modulares e conectores coaxiais, também co-
nhecidos como alicates de crimpagem, ou crimpadores, são conectados às extre-
midades dos cabos usando alicates, que são essencialmente alicates muito espe-
cializados. Os crimpadores são projetados para aplicar força de forma uniforme e
adequada ao plugue, ou conector, que está sendo utilizado na conectorização do
cabo de rede. Alguns crimpadores usam um mecanismo de catraca para garantir
que um ciclo completo de crimpagem tenha sido realizado. Sem esse design es-
pecial, seu trabalho de crimpagem será inconsistente e pode não funcionar corre-
tamente. Além disso, você danificará os conectores e as extremidades dos cabos,
resultando em desperdício de tempo e de materiais (PINHEIRO, 2015).
Os crimpadores para cabo de par trançado devem acomodar plugues de vários
tamanhos. O processo de cravamento envolve a remoção da capa do cabo para
expor os condutores isolados, inserir os condutores no plugue modular (na ordem
correta, conforme padrões de norma) e aplicar pressão a este conjunto usando o
prensador adequado. Os contatos para o plugue modular são, na verdade, lâminas
que cortam o isolamento e entram em contato com o condutor. O ato de cravar
não só estabelece este contato, mas também empurra as lâminas de contato para
baixo na posição adequada para inserção. Finalmente, a matriz de compressão
comprime os recortes de alívio de tensão do plugue para prender o conector no
cabo, fazendo como que ele não solte facilmente.
AlicatescrimpadoresdaKNIPEX(emalemão),noendereço:https://youtu.be/QeSNn53Nyzo
Explor
18
19
Essas ferramentas de crimpagem, podem ser de conexão fixa ou modulares
(flexível). Se adquirir um modelo flexível, precisará de matrizes que sirvam uma po-
sição de oito condutores (dados, também conhecidos como RJ-45) e um plugue de
seis posições (voz, também conhecido como RJ-11 ou RJ-12) no mínimo. Se pre-
tende fazer qualquer trabalho com cabos de telefone, também será necessário obter
um chip para plugues de quatro posições. Outros frisadores de pares trançados são
configurados para tamanhos de plugues específicos e não oferecem a flexibilidade
de matrizes variáveis. (PINHEIRO, 2015)
Os valores vão depender muito do tipo e configuração da ferramenta e da sua
marca de fabricação. Essas ferramentas mais baratas geralmente não possuem o
mecanismo de catraca de pressão encontrado nos crimpadores profissionais de
instalação. Unidades de melhor qualidade direcionadas para o técnico de instalação
intermediário geralmente terão uma abertura para oito posições e uma abertura
para plugues de seis posições, além da catraca de pressão e de blocos de crimpa-
gem modulares, o que, em caso de quebra, podem ser trocados facilmente sem a
necessidade de eliminar a ferramenta toda.
Figura 7 – Alicate de Crimpagem
Fonte:Wikimedia Commons
Ferramentas de Inserção ou Perfuração (punch-down)
Os cabos de par trançado são terminados em conectores, blocos de conexão
cruzada (blocos 66) ou painéis de conexão (blocos 110) que usam conectores de
deslocamento de isolamento (IDCs). Essencialmente, as IDCs são pequenas lâmi-
nas de faca com uma abertura em forma de V ou fenda entre elas. A forma exerci-
da no condutor para dentro do V fazem com que as lâminas cortem o isolamento
e entrem em contato com o condutor.
Uma ferramenta de inserção, muito conhecida como ferramenta punch-down, é
realmente apenas uma alça com uma “lâmina” especial que se encaixa em um IDC
específico. Existem dois tipos principais de terminações IDC: o bloco 66 e o bloco
110. Os terminais de bloco 66 têm uma longa história enraizada em conexões
19
UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura
cruzadas de cabeamento de voz. O bloco de 110 é um design mais novo, original-
mente associado à AT&T, mas agora genérico em uso para cabeamento estrutura-
do e com certeza mais recomendados. Em geral, os IDCs do tipo 110 são usados
para dados, e os IDCs do tipo 66 são usados para voz. Como estamos tratando de
cabeamento estruturado, que monta uma infraestrutura única para passar dados,
voz e imagens, geralmente usamos a de bloco 110. Embora as lâminas sejam mui-
to diferentes, a maioria das ferramentas de perfuração ou inserção são projetadas
para aceitar qualquer uma delas.
As ferramentas de perfuração estão disponíveis como não impactantes em sua
forma menos dispendiosa. As ferramentas não impactantes geralmente exigem
mais esforço para fazer uma boa finalização, mas são adequadas para pessoas
que só ocasionalmente realizam trabalhos de finalização (chamamos de ferramenta
puncionamento sem impacto). As ferramentas punch-down de melhor qualidade
são ferramentas de impacto com mola. Quando são pressionadas para baixo, atin-
gem um certo ponto de resistência, a mola cede, fornecendo feedback positivo de
que a terminação é feita. Normalmente, a ferramenta se ajusta a configurações de
alto e baixo impacto. Nessas ferramentas de mola, é incluído um sistema de ajuste
e configuração de impacto. (FILHO, 2015)
FerramentasdeInserçãoePatchPanelsdaPierTelecom,noendereço:https://youtu.be/7V9BkkH18WA
Explor
Figura 8 – Ferramenta de Inserção
Fonte:Wikimedia Commons
Algumas marcas de ferramentas de terminações de blocos 110 suportam o
uso de lâminas especiais que perfuram vários condutores de uma única vez (fer-
ramentas de inserção múltipla). Essas ferramentas se encaixam em placas de
parede modulares.
Ferramenta de Inserção Múltipla 110, disponível em: https://goo.gl/j4ngxK
Conheça a ferramenta de punch de ação múltipla (em inglês), no endereço:
https://youtu.be/rw-jwcTdWsg
Blocos 110 IDC Cat5e, disponível em: https://goo.gl/B67GDi
Explor
20
21
Administração e Documentação do Sistema
É vital que a documentação seja mantida por uma variedade de razões. Uma boa
documentação irá:
• Permitir que uma pessoa que não tenha o conhecimento de instalação de rede,
para que possa identificá-lo rapidamente através de boa documentação. Esse é
o mais importante em um ambiente onde existem mudanças frequentes;
• Ajudar a rede a crescer de forma planejada e bem estruturada, permitindo o
melhor uso do orçamento disponível;
• Ajudar os outros envolvidos com a sua rede, como instaladores de cabos, rede
e consultores. Permitindo-lhes verificar exatamente o que está no local, eles
vão economizar tempo e entender exatamente o que é necessário, o que re-
sultará em economia de custos;
• Fornecer uma valiosa ferramenta para localizar falhas quando as coisas
dão errado;
• Ajudar a recuperação do seguro em caso de incêndio ou roubo.
Detalhes de Documentação
A documentação não precisa ser demorada ou excessivamente formal, mas, no
mínimo, os seguintes elementos devem ser mantidos em conjunto, de preferência
em um fichário de folhas soltas, para ficar mais fácil a atualização e troca de folhas.
Detalhes de documentação:
• Desenhos que mostram a localização de pistas de cabos, (preferencialmente
com comprimentos de cabo individuais marcados por qualquer legado, ou co-
nexão Ethernet, se for uma rede local);
• Tamanho e ocupação de quaisquer condutas, ou condutas de cabo existentes,
que estão disponíveis para uso quando há expansão de rede;
• Detalhes da capacidade e tipo de cabeamento e conectores usados;
• Designação do tipo de conectores ou bases de conectorização em ambas as
extremidades de cada cabo;
• Registros da designação e localização de pontos de venda;
• Qualquer certificação realizada no cabeamento (por exemplo, os resultados do
teste Cat5);
• Diagramas mostrando as relações de várias estações de trabalho, servidores de
arquivos, impressoras e outros dispositivos na rede;
• Diagramas mostrando como quaisquer hubs, bridges, switches ou roteadores são
utilizados para conectar à rede (pode ser mostrado num sistema de gestão de rede);
• Registros de licenças de software e versões de software instalado;
• Configurações de placas de rede em estações de trabalho.
21
UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura
Identificação de Conexão
Registos de conexão (patching) devem ser realizados em cada painel de ligações
cruzadas ou de conector. Eles devem identificar o relacionamento entre as portas
de hub e do switch, portas de painéis e ligações e dispositivos de rede finais. As
bases de dados e os sistemas de gestão de cabo podem ser usados para fornecer
sofisticação adicional, mas pode ser incômodo mantê-los atualizados.
Os formatos de identificação de patch panels, patch cordes, dos cabos que são
passados pelo canal e das tomadas de telecomunicações são muito próprias de
cada administrador de rede e da empresa onde está sendo instalada a infraestrutura
de rede. A norma ANSI/TIA/EIA 606 tem uma função de orientar o profissional
de cabeamento em rede para montar identificadores e etiquetas com o intuito de
facilitar o posicionamento dos cabos e sistemas de conectorização físicos em uma
infraestrutura de rede, como, por exemplo, pacth panels e tomadas de telecomu-
nicação (ANSI/TIA/EIA 606).
TIA-606-B
1A - B01
Original LINK Identifier
Floor [1]
Telecom
Room [A]
Patch Panel [B]
Port [01]
1A.1-35.08.LNK
LINK Identifier not terminated
in the same space
Telecommunications Room
TR 1A [1A] Port 08 [08]
Rack1 [1] Patch Panel at
Rack Unit 35 [35]
Horizontal Link Identifier [LNK]
AD02-35:01/AG03-35:01
LINK Identifier terminated
in the same space
Cabinet AD02 [AD02] Port 01 [01]
Patch Panel at
Rack Unit 35 [35]
Port 01 [01]
Patch Panel at
Rack Unit 35 [35]
Cabinet AG03 [AG03]
Figura 9 – Exemplo de Identificação
Administração do Sistema
A maioria das conexões de rede não é simplesmente uma questão de ligar um
grupo de computadores a um comutador de rede como um switch. A rede requer
um software especial chamado um sistema operacional de rede (NOS ou SOR)
para permitir a comunicação entre os vários dispositivos. Ela exige uma pessoa
responsável chamada de administrador do sistema para executar funções adminis-
trativas usando o software NOS, como, por exemplo, fazer backups de arquivos,
22
23
manter o tráfego da rede fluindo sem problemas e garantir que vários usuários pos-
suam autorização e acesso para se comunicar com impressoras, Internet e outros
computadores na rede. Quando o sistema de computador trava o administrador do
sistema, irá trazer de volta à condição de trabalho manual. Quando novos usuários
ou equipamentos são admitidos na rede, o administrador do sistema deve atualizar
registros dos NOS para permitir que os novos usuários ou equipamentos possam
ser utilizados corretamente.
A quantidade de tempo e habilidade necessárias de um administrador do siste-
ma dependem do tamanho da rede. Para uma rede de 10 computadores, talvez,
apenas uma hora por semana seria necessária para colocar essa administração em
dia. Para uma rede de 100 computadores, mais de 10 horas por semana seriam
necessárias e assim por diante. É claro que, se a rede possuir dispositivos mais
complexos de rede, como, por exemplo, switches e roteadores e servidores mais
robustos, serão exigidos mais tempo e habilidade para manter essa administração
eficaz. Para facilitar esse trabalho, geralmente o administrador da rede possui um
software (ou um conjunto deles) que o auxilia nesses trabalhos.
Uma vez que o cabeamento de rede esteja devidamente projetado, instalado e
identificado corretamente, os administradores de rede geralmente contratam em-
presas especializadas na certificação da rede. Para isso, essas empresas não podem
ser as mesmas que instalaram os cabos inicialmente, e precisam ser certificadores
e possuir ferramentas e testadores especializados para tal atividade. Cada ponto da
rede é devidamente testado e aprovado conforme as normas, caso um único ponto
não passe no teste de qualidade de instalação, toda a rede deixa de ser certificada.
A certificação é muito importante para comprovar que a rede (camada física) irá
funcionar corretamente, que você, administrador de rede, não foi enganado sobre
a qualidade de um determinado produto – e também porque a maioria dos fabrican-
tes de cabeamento, para poderem emitir a garantia de qualidade de seus produtos
(que em muitos casos podem ser por 15 anos), exige que a certificação da rede seja
feita com sucesso.
Aimportânciadacertificaçãoderede(FlukeNetworks),noendereço:https://youtu.be/6S3vO5JyeEQ
Explor
Manter e Reparar
Inevitavelmente algum equipamento irá falhar ou vou um dia necessitar de mo-
dernização e atualização. Uma grande rede, com mais de 100 computadores, pode
requerer um técnico especializado para 20 horas por semana, para que o mesmo
possa fazer eventuais atualizações e reparações na rede. É claro que, com os as-
pectos de virtualização, esse trabalho pode se tornar mais rápido e menos custoso
e, em alguns casos, a infraestrutura está na “nuvem”, o que encarrega esse técnico
a administrar os recursos ofertados por um provedor de serviços.
23
UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura
Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
 Livros
Cabeamento Estruturado – Desvendando Cada Passo: Do Projeto à Instalação
MARIN, P. S. Cabeamento Estruturado – Desvendando Cada Passo: Do Projeto à
Instalação. Vol. 1. São Paulo: Érica, 2008.
 Leitura
ANSI/TIA/EIA-568-C.0 - GenericTelecommunications Cabling for Customer Premises
https://goo.gl/SsNkE3
ANSI/TIA/EIA-606 – Administration Standard forTelecommunications Infrastructure
https://goo.gl/tEmNfA
ANSI/TIA/EIA-607 – GenericTelecommunications Bonding and Grounding (Earthing) for Customer Premises
https://goo.gl/7Dgb2N
24
25
Referências
FILHO, E. C. L. Fundamentos de Redes e Cabeamento Estruturado. São Pau-
lo: Pearson, 2015.
PINHEIRO, J. M. Guia Completo de Cabeamento de Redes. 2. ed. São Paulo:
Elsevier, 2015.
SHIMONSKI, R. J.; STEINER, R.; SHEEDY, S. Cabeamento de Rede. São Pau-
lo: LTC, 2010.
25
5 componentes, ferramentas e documentação de infraestrutura

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5 componentes, ferramentas e documentação de infraestrutura

  • 2.
  • 3. Material Teórico Responsável pelo Conteúdo: Prof. Esp. Antonio Eduardo Marques da Silva Revisão Textual: Prof.ª Ms. Luciene Santos Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura
  • 4.
  • 5. • Introdução; • Ambientes de Fiação; • Racks de Cabeamento; • Caminhos de Cabeamento; • Acessórios de Gerenciamento de Cabos; • Painéis de Conectores de Fibra Óptica; • Aterramento Elétrico; • Administração e Documentação do Sistema; • Identificação de Conexão; • Administração do Sistema. · Abordar os principais dispositivos de armazenamento e acomodação de componentes passivos de rede (como patch panels) e componen- tes ativos de rede (como switches e servidores de rack), formas como os cabos de rede são passados e acomodados em uma infraestrutura e como são os componentes de conectorização aplicados na áres de trabalho (como tomadas de telecomunicações). · Veremos, também, exemplos de algumas ferramentas utilizadas nes- ses ambientes e alguns conceitos a respeito de identificação e gerên- cias de infraestrutura e cabos de redes. OBJETIVO DE APRENDIZADO Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura
  • 6.
  • 7. Orientações de estudo Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua formação acadêmica e atuação profissional, siga algumas recomendações básicas: Assim: Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte da sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e horário fixos como seu “momento do estudo”; Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma alimentação saudável pode proporcionar melhor aproveitamento do estudo; No material de cada Unidade, há leituras indicadas e, entre elas, artigos científicos, livros, vídeos e sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você também encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão sua interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados; Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discus- são, pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e de aprendizagem. Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte Mantenha o foco! Evite se distrair com as redes sociais. Mantenha o foco! Evite se distrair com as redes sociais. Determine um horário fixo para estudar. Aproveite as indicações de Material Complementar. Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma Não se esqueça de se alimentar e de se manter hidratado. Aproveite as Conserve seu material e local de estudos sempre organizados. Procure manter contato com seus colegas e tutores para trocar ideias! Isso amplia a aprendizagem. Seja original! Nunca plagie trabalhos.
  • 8. UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura Introdução Nesta unidade, você aprenderá sobre os principais conceitos a respeito da forma como os dispositivos de redes passivos (como por exemplo patch panels e organi- zadores de cabos) e dispositivos ativos (como por exemplo switches, roteadores e servidores de rack) são armazenados, acomodados e protegidos em uma infraes- trutura de rede. Serão apresentados de uma forma sucinta tais componentes de conexão nos subsistemas de cabeamento de backbone e cabeamento horizontal, as formas de passagem e acomodação dos cabos e componentes de terminação dos conectores de rede em área de trabalho, ou salas de equipamentos. Por final, vamos apresentar algumas das ferramentas mais utilizadas em cabe- amento estruturado, como, por exemplo, decapadores, alicates de crimpagem e ferramentas de inserção e alguns conceitos em relação à identificação e gerencia- mento da infraestrutura de cabeamento como um todo. Não se esqueça de acessar os Materiais Didáticos, onde encontrarão os con- teúdos e as atividades propostas nesta unidade. Outra dica é acessar os Materiais Complementares e assistir às Videoaulas apresentadas nesta unidade, para que você possa obter mais conhecimento sobre o tema discutido. Ambientes de Fiação Quando falamos de sistemas de cabeamento estruturado, precisamos entender que, para que possam ser instalados e implementados com organização e segurança, vários componentes de acomodação dos dispositivos de rede, devem ser implemen- tados em sala de equipamentos, de telecomunicação ou até mesmo em ambientes físicos de Data Center. Os ambientes de fiação é o ponto onde sua rede começa e onde geralmente estão os dispositivos de rede ativos (energizados). Esse ponto central de rede, fornece componentes necessários para levar seus usuários finais a utilizarem seus recursos e aplicações, montando a base do sistema nervoso da rede. Existem dois tipos de ambientes de fiação: salas de telecomunicações e salas de equipamentos. Dependendo do tamanho da sua organização e do tamanho do seu prédio, você pode ter uma ou mais salas de telecomunicações concentradas em uma sala de equipamentos. As salas de telecomunicações estão estrategicamente posicionadas em todo o edifício para fornecer um único ponto de terminação de suas áreas de trabalho. Em um prédio de múltiplos andares, você deve ter pelo me- nos uma sala de telecomunicações por andar. À medida que as distâncias entre seus dispositivos finais e a sala de telecomunicações se aproximam dos limites máximos recomendados (90 metros), você deve considerar a implementação de salas de te- lecomunicações adicionais. Idealmente, estes são incluídos durante a fase de plane- jamento antes da construção ou remodelagem de uma infraestrutura física de rede. 8
  • 9. 9 As salas de telecomunicações são conectadas à sala de equipamentos em uma con- figuração em estrela por cabos de backbone de fibra ou cobre. (PINHEIRO, 2015) Como já mencionado, no cabeamento de backbone é dada a preferência de uso de fibras ópticas; a fibra é preferida nesses casos porque as distâncias da sala de equipamentos até a última sala de telecomunicações podem totalizar 2.000 metros para multimodo e 3.000 metros para modo único (singlemode). Ao se conectar com o cobre UTP, os comprimentos de execução do backbone devem totalizar 800 metros ou menos para sistemas de telefonia e 90 metros ou menos para sistemas de dados. Por uma concepção de redes convergentes, atualmente os administrado- res de rede seguem a metragem para conexão de dados como um todo, que seria a distância máxima de 90 metros para cabos metálicos (FILHO, 2015). Racks de Cabeamento Os racks são as peças de hardware que ajudam organizar a infraestrutura de ca- beamento. Eles variam em altura de 39 a 84 polegadas e vêm em duas larguras, de 19 e 23 polegadas. As larguras de dezenove polegadas são muito mais comuns e estão em uso há quase 60 anos. Esses racks são comumente chamados de racks de 19 polegadas ou, às vezes, racks EIA. Os orifícios de montagem estão espaçados entre 5/8 e dois centímetros de distância, para que você possa ter certeza de que, independentemente do fornecedor do equipamento, o equipamento de rede ativo (como um switch por exemplo) caberá no rack. Em geral, três tipos de racks estão disponíveis para compra: suportes de parede, estruturas esqueléticas e gabinetes de equipamentos completos. (PINHEIRO, 2015) • Suportes de Parede: Para pequenas instalações e áreas onde a economia de espaço é uma consideração importante, os suportes de parede podem forne- cer a melhor solução. Prateleiras montadas na parede, como o suporte de pa- rede, têm uma armação que oscila 90 graus para fornecer acesso aos painéis traseiros e inclui guias de arame para ajudar no gerenciamento de cabos. Rack/Suporte de Parede disponível em: https://goo.gl/Rp3hzy Explor • Estruturas Esqueléticas: Estruturas ou Quadros Esqueléticos, frequentemente chamados de racks de 19 polegadas ou racks EIA, são provavelmente o tipo mais comum de rack utilizado em infraestrutura de rede. Esses racks são pro- jetados e construídos com base nos padrões EIA-310C. Esses esqueletos vêm em tamanhos que variam de 39 a 84 polegadas de altura com uma placa de base de 22 polegadas para fornecer estabilidade e que são presos no piso por parafusos de fixação. Seu design aberto facilita o trabalho nas partes frontal e traseira do equipamento montado. Essas estruturas esqueléticas também são chamadas de racks abertos, ou racks de treinamento, por causa do seu acesso fácil e rápido. 9
  • 10. UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura Rack Esquelético da Panduit (em inglês)), no endereço: https://youtu.be/ngiVgRiWxSU Comparação de Rack Panduit (em inglês), no endereço: https://youtu.be/Lsq1uyjF8jk Rack Esquelético, disponível em: https://goo.gl/TJyZyV Explor • Armários de Equipamentos Completos (Fechado): A opção de rack mais cara são os armários de equipamentos completos, os quais oferecem os be- nefícios de segurança das portas de armário de trava. Os gabinetes completos podem ser tão simples quanto os esqueléticos e/ou bastante elaborados, com portas de acrílico e sistemas de refrigeração autocontidos, muito utilizados em ambientes de Data Center, ou em salas de usuários que não podem acessá-los facilmente, por estarem geralmente trancados e protegidos por porta. Esses racks oferecem melhor segurança física, resfriamento e proteção contra inter- ferência eletromagnética do que os quadros padrão de rack de 19 polegadas. Rack Completo/Fechado, disponível em: https://goo.gl/uL7yqD Infraestrutura Física da Panduit (em inglês), no endereço: https://youtu.be/prZFpVLpQHc Explor Caminhos de Cabeamento Os componentes do sistema de cabeamento apresentados no Padrão de Cami- nhos e Vias de Telecomunicações de Edifícios Comerciais dado pelo ANSI/TIA/ EIA 569-A, para ocultar, proteger e rotear sua planta de cabos, em particular, descrevem os componentes utilizados nas áreas de trabalho e nos armários de cabeamento e nos trechos de cabos horizontais e de backbone. Esses caminhos, como todos os dispositivos de conexão de rede, precisam estar aterrados conforme a norma de Requisitos de Ligação e Aterramento do Edifício Comercial dado pelo ANSI/TIA/EIA-607. Conduit ou Eletroduto O eletroduto (ou conduíte) é um tipo de cano, que pode ser metálico ou não metálico, rígido ou flexível (conforme permitido pelo código elétrico aplicável) e in- terliga uma área de trabalho a um armário de fiação (rack). Uma vantagem de usar o conduíte para prender seus cabos é que ele já pode existir na instalação de um prédio comercial. Uma desvantagem do conduíte é que ele fornece uma quantidade finita de espaço para acomodar os cabos. Ao esboçar especificações para conduí- tes, recomendamos que você exija a instalação de um conduíte suficiente para que fique apenas 40% cheio de acordo com as necessidades atuais de cabos, em uma instalação inicial só se deve preenchê-lo até num máximo de 60%, para que se 10
  • 11. 11 tenha uma margem de espaço para crescimento futuro. De acordo com o Padrão ANSI/TIA/EIA-569-A, o conduíte pode ser usado para rotear cabos horizontais e de backbone. O conduíte contrafogo também pode ser usado para conectar armá- rios de cabeamento em edifícios de vários andares. Alguns códigos de construção locais exigem o uso de conduítes para todos os cabos, tanto de telecomunicações quanto elétricos. Em nenhum caso os cabos de comunicação devem ser instalados no mesmo conduíte como cabos elétricos sem uma barreira física entre eles. Além (e por causa) do perigo potencial óbvio, não é permitido pelo NEC que define nor- mas relacionadas à segurança física e incêndios. (SHIMONSKI, 2010) Figura 1 – Eletroduto Fonte: Acervo do Conteudista Bandejas de Cabos, Eletrocalhas ou Escada de Passagem Como alternativa ao conduíte, as bandejas de cabos podem ser instaladas para rotear o cabo de rede. As Bandejas de Cabos, Escadas de Passagem ou Eletroca- lhas normalmente são prateleiras de arame especialmente projetadas para suportar o peso de uma infraestrutura de cabos. Eles fornecem uma maneira ideal de geren- ciar um grande número de execuções horizontais. Os cabos simplesmente ficam dentro da bandeja, por isso são muito acessíveis quando se trata de manutenção e solução de problemas. Esteira deTelecomunicações daValemam, no endereço: https://youtu.be/KiSxY-NFkqo Explor A norma ANSI/TIA/EIA-569-A prevê a utilização de bandejas para cabos ho- rizontais e de backbone. Esse tipo de pista parece uma escada que é montada horizontalmente dentro do espaço do teto ou por cima dos racks de equipamen- tos em uma sala de telecomunicações ou equipamentos. No espaço do teto, esse tipo de pista impede que os cabos sejam colocados sobre as luzes fluorescentes, o equipamento HVAC ou as telhas do teto. Podemos ver algumas figuras desses componentes (PINHEIRO, 2015): Eletrocalha, disponível em: https://goo.gl/Ju7wya Eletrocalhas de Rede da Niedax, no endereço URL: https://youtu.be/jUQex83DNDs Explor 11
  • 12. UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura Acessórios de Gerenciamento de Cabos Se o seu equipamento de rack não incluir o gerenciamento de cabos, vários acessórios de gerenciamento de cabos podem atender às suas necessidades organi- zacionais. Cabides ou organizadores de cabos na parte frontal de um rack podem ajudar a organizar o conjunto de cabos para mantê-los ordenados e identificados. Cabides ou organizadores de cabos montados na parte traseira ou lateral fornecem âncoras de alívio de tensão e podem ajudar a organizar cabos horizontais que ter- minam na parte de trás ou lateral dos painéis de conexão. Organizador de Cabos, disponível em: https://goo.gl/TfbQWt Soluções de organização de cabos de rede para rack de 19´, no endereço: https://youtu.be/WAlH6I7ZwyY Explor Painéis de Conexão Modulares (patchpanel) Como uma alternativa aos blocos de perfuração/inserção, você também pode terminar seu cabeamento horizontal diretamente nos painéis de conexão RJ-45. Essa abordagem é a mais popular porque se presta a reconfigurações excepcional- mente fáceis. Para atribuir um cliente de rede a uma nova porta no switch, tudo o que você precisa fazer é mover um patch cable entre a conexão do patch panel com o dispositivo ativo de rede, dando maior flexibilidade de conectorização. Outro benefício é que, quando eles são instalados corretamente, eles podem deixar seu armário de fiação mais bonito e organizado. Ao encomendar qualquer patch panel, certifique-se de pedir um que tenha o padrão de fiação correto (T568A ou T568B). O padrão de fiação é geralmente codificado por cores no bloco M110 (um bloco usando também em conexão te- lefônica). Tal como acontece com as tomadas modulares, alguns patches panels permitem a configuração desses padrões de norma identificados pelo fabricante do componente. (FILHO, 2015) MontagemdePachPanelsepachcordsCat6(eminglês),noendereço:https://youtu.be/ltxS0nM5rac Explor Os painéis de conexão normalmente têm conectores de blocos 110 na parte tra- seira. Em alguns ambientes, apenas algumas conexões são necessárias e um patch panel, em outros ambientes, pode não ser possível montar um patch panel com um bloco 110 na parte de trás devido a restrições de espaço. Nesse caso, blocos de montagem na parede de jack modular menores podem ser úteis. Eles estão disponí- veis em vários tamanhos e configurações de porta. Você também pode obtê-los em configurações horizontais ou de backbone. O fabricante Panduit utiliza muito esse tipo de conexão em pacth panel, por permitir centenas de reconexões físicas, sem 12
  • 13. 13 estragar os conectores, o que acontece com uma certa frequência em bloco M110 tradicionais. (MARIN, 2008) Figura 9 – Patch Panels Fonte: iStock/Getty Images TerminaçãoemPatchPanelcombloco110(eminglês),noendereço:https://youtu.be/yKaIHPTxQFQ Explor Tomadas deTelecomunicações As tomadas de telecomunicações padrão ANSI/TIA/EIA-568-B especificam que cada área de trabalho deve ter no mínimo duas portas de saída de informa- ção. Normalmente, uma é usada para voz e a outra para dados, ou as duas para dados, e estão próximas aos clientes da rede (lembre-se de que, se conectarmos em uma das portas um telefone IP, essa porta também é de dados). Uma tomada de informação é oficialmente considerada como uma tomada em um ponto de telecomunicações; o ponto de telecomunicações é considerado parte do sistema de cabeamento horizontal, como foi discutido em outra unidade (MARIN, 2008). As tomadas de informações conectadas ao cabo UTP devem seguir uma das duas convenções para atribuições de pares de fios ou padrões de fiação: T568A ou T568B (eles são quase idênticos, exceto que os pares 2 e 3 são trocados). Lembre- -se de que o canal, que é o meio de interligação entre o pacth panel no rack de rede e a tomada de telecomunicações, sempre é uma conexão direta ou reta, ou seja, devemos escolher um dos dois padrões permitidos por norma em nossas instala- ções. Não existe um padrão melhor ou recomendado pela norma, você pode usar um dos dois padrões, desde que não os misture. Por uma questão de usabilidade, o mercado praticamente utiliza a terminação T568A como padrão recomendado, mas tecnicamente não há diferenças. (PINHEIRO, 2015) Terminação em Tomada de Telecomunicações e Patch Panel (em inglês), no endereço: https://youtu.be/JRNcLMsFXsI Explor Quando for adquirir painéis e conectores, poderá ser necessário especificar qual pa- drão está usando, pois o equipamento pode ser codificado por cores para facilitar a instalação dos pares de fios (blocos de conexão que ficam na parte posterior das tomadas 13
  • 14. UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura UTP). No entanto, a maioria dos fabricantes agora inclui opções que permitem que qualquer configuração seja perfurada ou inserida no painel de conexões ou no conector. 100 ohm UTP 4-pair forVoice T568A orT568B wiring 100 ohm UTP 4-pair, 150 ohm STO 2-pair or 62.5/125mm fiber for data Figura 3 –Tomada deTelecomunicação Cabos de Patch Modulares (PatchCables) Os cabos de patch modulares (patch cables) são usados para fornecer a conexão entre cabos horizontais terminados em campo e dispositivos de conectividade de rede, como switches, hubs e conexões entre o plugue de parede e dispositivos de rede, como computadores. Eles são a parte da fiação da rede que você pode real- mente ver por causa de sua posição exposta em infraestruturas de rede; os patch cords ou pach cables modulares são quase sempre o elo mais fraco. Enquanto os cabos UTP horizontais contêm condutores sólidos, os patch cords são feitos com condutores micros entrelaçados porque são mais flexíveis. A flexibilidade permite que eles suportem o abuso da flexão e reconexão frequentes. Embora você possa criar seus próprios patch cords de campo, recomendamos enfaticamente que não os faça. A fabricação de patch cords é muito exigente e, mesmo sob condições controladas de fábrica, é difícil alcançar e garantir um desempenho de transmissão consistente recomendados por norma técnica (PINHEIRO, 2015). Figura 4 – Patch Cables Fonte: iStock/Getty Images Sistema de roteamento de patch cables da Panduit (em inglês), no endereço: https://youtu.be/rS46KPD-2u4 Explor 14
  • 15. 15 Painéis de Conectores de Fibra Óptica Se a sua organização estiver usando cabeamento de fibra óptica (para cabea- mento horizontal ou de backbone), você poderá ver painéis de conectores de fibra ótica. Às vezes, eles parecerão semelhantes aos painéis UTP RJ45, mas são geral- mente caixas separadas que contêm espaço para folga de cabos. Gabinetes e Painéis de Fibra Óptica Como a luz do laser é perigosa e geralmente muito sensível, as extremidades de cada cabo de fibra óptica devem ser envoltas dentro de algum tipo de gabinete específico. O gabinete não apenas protege os seres humanos da luz do laser, mas também protege a fibra contra eventuais danos. Placas de Parede, Dispositivos de Interconexão Óptica e Patch Panels de Fibra são alguns dos principais tipos de caixas para a adequação de fibras. Eles permitem que conexões entre dispositivos de rede diferentes sejam realiza- das e conectadas à vontade pelo administrador da rede. Basicamente, um monte de cabos de fibra óptica terminará em um patch panel de fibra. Em seguida, cabos de patch (patch cables) curtos de fibra óptica são utilizados para fazer conexões entre os vários cabos. Nesses dispositivos, é fácil observar que tampas contra poeira es- tão em todas as portas de conexão de fibra óptica; eles evitam que a poeira entre no conector e impede uma conexão inadequada. (MARIN, 2011) Sistemas de pach panels de fibra óptica da Fiberstone (em inglês), no endereço: https://youtu.be/kqqgiU9VYsU Explor Figura 5 – Patch Panel de Fibra Fonte: iStock/Getty Images Além dos painéis de patch de fibra padrão, uma instalação de fibra óptica pode ter um ou mais painéis de distribuição de fibra (DIO), que são muito semelhantes aos painéis de conexão, em que muitos cabos se interconectam. No entanto, em um painel de distribuição, as conexões são mais permanentes. Os painéis de dis- tribuição geralmente têm um bloqueio e uma chave para impedir que os usuários 15
  • 16. UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura finais façam alterações não autorizadas. De um modo geral, um patch panel é en- contrado sempre que equipamentos de fibra óptica (por exemplo, hubs, switches e roteadores) são encontrados. Os painéis de distribuição são encontrados sempre que os cabos multifibras são divididos em cabos individuais. Distribuidor Interno Óptico, disponível em: https://goo.gl/CXTKkh DistribuidorInternoÓptico(DIO)daFurukawa,noendereço:https://youtu.be/JJHQ02NPPcQ Explor Conectores de Fibra Óptica Os conectores de fibra óptica são únicos, pois devem fazer uma conexão tanto óptica quanto mecânica. Conectores para cabos de cobre, como o conector do tipo RJ-45 utilizado no cabo UTP, fazem uma conexão elétrica entre os dois cabos envolvidos. No entanto, os pinos dentro do conector só precisam ser tocados para fazer uma conexão elétrica suficiente. Reaproveitandoconectoresmecânicosdefibraóptica,noendereço:https://youtu.be/CD1kEKg3Ne0 Explor Os conectores de fibra óptica, por outro lado, devem ter a fibra alinhada inter- namente quase perfeitamente para fazer uma conexão de rede. Os conectores co- muns de fibra óptica usam vários métodos para realizar isso, como, por exemplo, sistemas de fusão ou conexão mecânica específica (MARIN, 2011). Conectores Ópticos, disponível em: https://goo.gl/Qbaaaw Explor Aterramento Elétrico Nós profissionais do segmento de redes de comunicação não somos autorizados a instalar ou dar manutenção em sistemas de aterramento, mas é muito impor- tante sabermos que tal sistema é de extrema importância para que os dispositivos de redes ativos e passivos possam funcionar corretamente e sem eventuais ruídos e interferências, o que prejudica e muito a transmissão dos dados em uma rede. Devemos sempre verificar com um Engenheiro Elétrico ou Eletricista capacitado se tal instalação segue os requisitos da norma ANSI/TIA/EIA-607 para aterramento elétrico e aterramento comercial. Esses sistemas, se não forem bem feitos, podem trazer problemas muito sérios para a rede de comunicação, como, por exemplo, problemas mais simples como 16
  • 17. 17 erros nas transmissões, ou problemas mais complexos, como um curto circuito generalizado que poderá “queimar” todos os seus dispositivos de rede ativos, sem falar de problemas que podem causar risco de morte caso um choque seja propa- gado pelo sistema de cabeamento elétrico. Ferramentas Diversas ferramentas de cabeamento são comuns, na maioria dos kits de ferra- mentas de cabeamento, temos: decapadores de cabos, cortadores de fio, prensas de cabos, ferramentas de puncionamento ou inserção, fitas de pesca para cabos e ferramentas de identificação. A maioria dessas ferramentas são essenciais para a instalação de sistemas básicos sistemas de cabeamento. Decapadores de Cabos (Strippers) A variedade de decapadores de cabos representados nesta unidade é uma fun- ção dos muitos tipos diferentes de cabos com os quais você pode trabalhar. Bem como custos diferentes dos decapadores de cabos e versatilidade das ferramentas. Os decapadores para cabos UTP, ScTP e STP são usados para remover a capa externa e precisam acomodar a ampla variação na geometria dos cabos metálicos. Ao contrário do cabo coaxial, que geralmente é consistentemente suave e redondo, os cabos de par trançado podem ter superfícies irregulares devido ao encolhimento do revestimento ao redor dos pares. Além disso, a espessura da jaqueta pode variar muito dependendo da marca e da classificação. O decapador de cabo usa uma lâmina ajustável para que você possa fixar a profun- didade, combinando-a com a marca do cabo com o qual você está trabalhando. Alguns tipos usam tensão de mola para ajudar a manter a lâmina na profundidade de corte adequada. Em ambos os casos, o objetivo é marcar (cortar levemente) a jaqueta sem penetrá-la completamente e acabar cortando os cabos de conexão que serão inseridos nos conectores ou blocos de inserção. Em alguns modelos, a ferramenta também pode ser usada para marcar ou cortar a jaqueta no sentido do comprimento, no caso de você precisar expor um comprimento significativo dos condutores. (PINHEIRO, 2015) Ferramenta de Decapagem, disponível em: https://goo.gl/QNNBpb Ferramenta de decapagem (stripper) universal (em inglês), no endereço: https://youtu.be/iB1Hn_8CK-M Explor Cortadores de Fio Essas ferramentas não são tão elaboradas como se pensa, são muito parecidas com alicates de corte de cabo elétrico tradicionais (você pode até usar um). Mas alguns modelos são mais elaborados, porque possuem, em alguns casos, siste- mas que não deixam os cabos “voarem” quando são cortados e algumas lâminas muito bem afiadas para fazerem um corte mais preciso. É interessante, além dos 17
  • 18. UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura cortadores de fio, ter em sua caixa de ferramentas alicates de pressão e de corte elétrico tradicionais, pois é muito comum o profissional de cabeamento ter que fazer cortes em aramida ou até mesmo ter que entortar, ou desentortar algo me- tálico para montar um pach panel, ou outro dispositivo de rede passivo. Outra ferramenta simples que seria muito bom o instalador possuir seriam as chaves de fenda ou philips, elas são muito utilizadas na fixação dos pacth panels nos racks, ou utilizadas em tomadas de telecomunicações. Figura 6 – Alicate de Corte Fonte: iStock/Getty Images Ferramentas de Crimpagem de ParTrançado Fresas de cabos de conectores modulares e conectores coaxiais, também co- nhecidos como alicates de crimpagem, ou crimpadores, são conectados às extre- midades dos cabos usando alicates, que são essencialmente alicates muito espe- cializados. Os crimpadores são projetados para aplicar força de forma uniforme e adequada ao plugue, ou conector, que está sendo utilizado na conectorização do cabo de rede. Alguns crimpadores usam um mecanismo de catraca para garantir que um ciclo completo de crimpagem tenha sido realizado. Sem esse design es- pecial, seu trabalho de crimpagem será inconsistente e pode não funcionar corre- tamente. Além disso, você danificará os conectores e as extremidades dos cabos, resultando em desperdício de tempo e de materiais (PINHEIRO, 2015). Os crimpadores para cabo de par trançado devem acomodar plugues de vários tamanhos. O processo de cravamento envolve a remoção da capa do cabo para expor os condutores isolados, inserir os condutores no plugue modular (na ordem correta, conforme padrões de norma) e aplicar pressão a este conjunto usando o prensador adequado. Os contatos para o plugue modular são, na verdade, lâminas que cortam o isolamento e entram em contato com o condutor. O ato de cravar não só estabelece este contato, mas também empurra as lâminas de contato para baixo na posição adequada para inserção. Finalmente, a matriz de compressão comprime os recortes de alívio de tensão do plugue para prender o conector no cabo, fazendo como que ele não solte facilmente. AlicatescrimpadoresdaKNIPEX(emalemão),noendereço:https://youtu.be/QeSNn53Nyzo Explor 18
  • 19. 19 Essas ferramentas de crimpagem, podem ser de conexão fixa ou modulares (flexível). Se adquirir um modelo flexível, precisará de matrizes que sirvam uma po- sição de oito condutores (dados, também conhecidos como RJ-45) e um plugue de seis posições (voz, também conhecido como RJ-11 ou RJ-12) no mínimo. Se pre- tende fazer qualquer trabalho com cabos de telefone, também será necessário obter um chip para plugues de quatro posições. Outros frisadores de pares trançados são configurados para tamanhos de plugues específicos e não oferecem a flexibilidade de matrizes variáveis. (PINHEIRO, 2015) Os valores vão depender muito do tipo e configuração da ferramenta e da sua marca de fabricação. Essas ferramentas mais baratas geralmente não possuem o mecanismo de catraca de pressão encontrado nos crimpadores profissionais de instalação. Unidades de melhor qualidade direcionadas para o técnico de instalação intermediário geralmente terão uma abertura para oito posições e uma abertura para plugues de seis posições, além da catraca de pressão e de blocos de crimpa- gem modulares, o que, em caso de quebra, podem ser trocados facilmente sem a necessidade de eliminar a ferramenta toda. Figura 7 – Alicate de Crimpagem Fonte:Wikimedia Commons Ferramentas de Inserção ou Perfuração (punch-down) Os cabos de par trançado são terminados em conectores, blocos de conexão cruzada (blocos 66) ou painéis de conexão (blocos 110) que usam conectores de deslocamento de isolamento (IDCs). Essencialmente, as IDCs são pequenas lâmi- nas de faca com uma abertura em forma de V ou fenda entre elas. A forma exerci- da no condutor para dentro do V fazem com que as lâminas cortem o isolamento e entrem em contato com o condutor. Uma ferramenta de inserção, muito conhecida como ferramenta punch-down, é realmente apenas uma alça com uma “lâmina” especial que se encaixa em um IDC específico. Existem dois tipos principais de terminações IDC: o bloco 66 e o bloco 110. Os terminais de bloco 66 têm uma longa história enraizada em conexões 19
  • 20. UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura cruzadas de cabeamento de voz. O bloco de 110 é um design mais novo, original- mente associado à AT&T, mas agora genérico em uso para cabeamento estrutura- do e com certeza mais recomendados. Em geral, os IDCs do tipo 110 são usados para dados, e os IDCs do tipo 66 são usados para voz. Como estamos tratando de cabeamento estruturado, que monta uma infraestrutura única para passar dados, voz e imagens, geralmente usamos a de bloco 110. Embora as lâminas sejam mui- to diferentes, a maioria das ferramentas de perfuração ou inserção são projetadas para aceitar qualquer uma delas. As ferramentas de perfuração estão disponíveis como não impactantes em sua forma menos dispendiosa. As ferramentas não impactantes geralmente exigem mais esforço para fazer uma boa finalização, mas são adequadas para pessoas que só ocasionalmente realizam trabalhos de finalização (chamamos de ferramenta puncionamento sem impacto). As ferramentas punch-down de melhor qualidade são ferramentas de impacto com mola. Quando são pressionadas para baixo, atin- gem um certo ponto de resistência, a mola cede, fornecendo feedback positivo de que a terminação é feita. Normalmente, a ferramenta se ajusta a configurações de alto e baixo impacto. Nessas ferramentas de mola, é incluído um sistema de ajuste e configuração de impacto. (FILHO, 2015) FerramentasdeInserçãoePatchPanelsdaPierTelecom,noendereço:https://youtu.be/7V9BkkH18WA Explor Figura 8 – Ferramenta de Inserção Fonte:Wikimedia Commons Algumas marcas de ferramentas de terminações de blocos 110 suportam o uso de lâminas especiais que perfuram vários condutores de uma única vez (fer- ramentas de inserção múltipla). Essas ferramentas se encaixam em placas de parede modulares. Ferramenta de Inserção Múltipla 110, disponível em: https://goo.gl/j4ngxK Conheça a ferramenta de punch de ação múltipla (em inglês), no endereço: https://youtu.be/rw-jwcTdWsg Blocos 110 IDC Cat5e, disponível em: https://goo.gl/B67GDi Explor 20
  • 21. 21 Administração e Documentação do Sistema É vital que a documentação seja mantida por uma variedade de razões. Uma boa documentação irá: • Permitir que uma pessoa que não tenha o conhecimento de instalação de rede, para que possa identificá-lo rapidamente através de boa documentação. Esse é o mais importante em um ambiente onde existem mudanças frequentes; • Ajudar a rede a crescer de forma planejada e bem estruturada, permitindo o melhor uso do orçamento disponível; • Ajudar os outros envolvidos com a sua rede, como instaladores de cabos, rede e consultores. Permitindo-lhes verificar exatamente o que está no local, eles vão economizar tempo e entender exatamente o que é necessário, o que re- sultará em economia de custos; • Fornecer uma valiosa ferramenta para localizar falhas quando as coisas dão errado; • Ajudar a recuperação do seguro em caso de incêndio ou roubo. Detalhes de Documentação A documentação não precisa ser demorada ou excessivamente formal, mas, no mínimo, os seguintes elementos devem ser mantidos em conjunto, de preferência em um fichário de folhas soltas, para ficar mais fácil a atualização e troca de folhas. Detalhes de documentação: • Desenhos que mostram a localização de pistas de cabos, (preferencialmente com comprimentos de cabo individuais marcados por qualquer legado, ou co- nexão Ethernet, se for uma rede local); • Tamanho e ocupação de quaisquer condutas, ou condutas de cabo existentes, que estão disponíveis para uso quando há expansão de rede; • Detalhes da capacidade e tipo de cabeamento e conectores usados; • Designação do tipo de conectores ou bases de conectorização em ambas as extremidades de cada cabo; • Registros da designação e localização de pontos de venda; • Qualquer certificação realizada no cabeamento (por exemplo, os resultados do teste Cat5); • Diagramas mostrando as relações de várias estações de trabalho, servidores de arquivos, impressoras e outros dispositivos na rede; • Diagramas mostrando como quaisquer hubs, bridges, switches ou roteadores são utilizados para conectar à rede (pode ser mostrado num sistema de gestão de rede); • Registros de licenças de software e versões de software instalado; • Configurações de placas de rede em estações de trabalho. 21
  • 22. UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura Identificação de Conexão Registos de conexão (patching) devem ser realizados em cada painel de ligações cruzadas ou de conector. Eles devem identificar o relacionamento entre as portas de hub e do switch, portas de painéis e ligações e dispositivos de rede finais. As bases de dados e os sistemas de gestão de cabo podem ser usados para fornecer sofisticação adicional, mas pode ser incômodo mantê-los atualizados. Os formatos de identificação de patch panels, patch cordes, dos cabos que são passados pelo canal e das tomadas de telecomunicações são muito próprias de cada administrador de rede e da empresa onde está sendo instalada a infraestrutura de rede. A norma ANSI/TIA/EIA 606 tem uma função de orientar o profissional de cabeamento em rede para montar identificadores e etiquetas com o intuito de facilitar o posicionamento dos cabos e sistemas de conectorização físicos em uma infraestrutura de rede, como, por exemplo, pacth panels e tomadas de telecomu- nicação (ANSI/TIA/EIA 606). TIA-606-B 1A - B01 Original LINK Identifier Floor [1] Telecom Room [A] Patch Panel [B] Port [01] 1A.1-35.08.LNK LINK Identifier not terminated in the same space Telecommunications Room TR 1A [1A] Port 08 [08] Rack1 [1] Patch Panel at Rack Unit 35 [35] Horizontal Link Identifier [LNK] AD02-35:01/AG03-35:01 LINK Identifier terminated in the same space Cabinet AD02 [AD02] Port 01 [01] Patch Panel at Rack Unit 35 [35] Port 01 [01] Patch Panel at Rack Unit 35 [35] Cabinet AG03 [AG03] Figura 9 – Exemplo de Identificação Administração do Sistema A maioria das conexões de rede não é simplesmente uma questão de ligar um grupo de computadores a um comutador de rede como um switch. A rede requer um software especial chamado um sistema operacional de rede (NOS ou SOR) para permitir a comunicação entre os vários dispositivos. Ela exige uma pessoa responsável chamada de administrador do sistema para executar funções adminis- trativas usando o software NOS, como, por exemplo, fazer backups de arquivos, 22
  • 23. 23 manter o tráfego da rede fluindo sem problemas e garantir que vários usuários pos- suam autorização e acesso para se comunicar com impressoras, Internet e outros computadores na rede. Quando o sistema de computador trava o administrador do sistema, irá trazer de volta à condição de trabalho manual. Quando novos usuários ou equipamentos são admitidos na rede, o administrador do sistema deve atualizar registros dos NOS para permitir que os novos usuários ou equipamentos possam ser utilizados corretamente. A quantidade de tempo e habilidade necessárias de um administrador do siste- ma dependem do tamanho da rede. Para uma rede de 10 computadores, talvez, apenas uma hora por semana seria necessária para colocar essa administração em dia. Para uma rede de 100 computadores, mais de 10 horas por semana seriam necessárias e assim por diante. É claro que, se a rede possuir dispositivos mais complexos de rede, como, por exemplo, switches e roteadores e servidores mais robustos, serão exigidos mais tempo e habilidade para manter essa administração eficaz. Para facilitar esse trabalho, geralmente o administrador da rede possui um software (ou um conjunto deles) que o auxilia nesses trabalhos. Uma vez que o cabeamento de rede esteja devidamente projetado, instalado e identificado corretamente, os administradores de rede geralmente contratam em- presas especializadas na certificação da rede. Para isso, essas empresas não podem ser as mesmas que instalaram os cabos inicialmente, e precisam ser certificadores e possuir ferramentas e testadores especializados para tal atividade. Cada ponto da rede é devidamente testado e aprovado conforme as normas, caso um único ponto não passe no teste de qualidade de instalação, toda a rede deixa de ser certificada. A certificação é muito importante para comprovar que a rede (camada física) irá funcionar corretamente, que você, administrador de rede, não foi enganado sobre a qualidade de um determinado produto – e também porque a maioria dos fabrican- tes de cabeamento, para poderem emitir a garantia de qualidade de seus produtos (que em muitos casos podem ser por 15 anos), exige que a certificação da rede seja feita com sucesso. Aimportânciadacertificaçãoderede(FlukeNetworks),noendereço:https://youtu.be/6S3vO5JyeEQ Explor Manter e Reparar Inevitavelmente algum equipamento irá falhar ou vou um dia necessitar de mo- dernização e atualização. Uma grande rede, com mais de 100 computadores, pode requerer um técnico especializado para 20 horas por semana, para que o mesmo possa fazer eventuais atualizações e reparações na rede. É claro que, com os as- pectos de virtualização, esse trabalho pode se tornar mais rápido e menos custoso e, em alguns casos, a infraestrutura está na “nuvem”, o que encarrega esse técnico a administrar os recursos ofertados por um provedor de serviços. 23
  • 24. UNIDADE Componentes, Ferramentas e Documentação de Infraestrutura Material Complementar Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:  Livros Cabeamento Estruturado – Desvendando Cada Passo: Do Projeto à Instalação MARIN, P. S. Cabeamento Estruturado – Desvendando Cada Passo: Do Projeto à Instalação. Vol. 1. São Paulo: Érica, 2008.  Leitura ANSI/TIA/EIA-568-C.0 - GenericTelecommunications Cabling for Customer Premises https://goo.gl/SsNkE3 ANSI/TIA/EIA-606 – Administration Standard forTelecommunications Infrastructure https://goo.gl/tEmNfA ANSI/TIA/EIA-607 – GenericTelecommunications Bonding and Grounding (Earthing) for Customer Premises https://goo.gl/7Dgb2N 24
  • 25. 25 Referências FILHO, E. C. L. Fundamentos de Redes e Cabeamento Estruturado. São Pau- lo: Pearson, 2015. PINHEIRO, J. M. Guia Completo de Cabeamento de Redes. 2. ed. São Paulo: Elsevier, 2015. SHIMONSKI, R. J.; STEINER, R.; SHEEDY, S. Cabeamento de Rede. São Pau- lo: LTC, 2010. 25