O documento discute a obra 'A Vontade de Crer' de William James, que defende a legitimidade da fé religiosa em contraste com o racionalismo científico. James argumenta que nossas crenças são moldadas não apenas pela lógica, mas também por nossa vontade, e distingue entre hipóteses 'vivas' e 'mortas', enfatizando a importância da fé em questões espirituais. O ensaio explora a relação entre crença, vontade e opções, propondo que a escolha de crer pode ser uma decisão inteiramente válida mesmo na ausência de evidências conclusivas.