Este documento discute como as noções existenciais de "cuidado" e "liberdade" elaboradas por Heidegger podem ser aplicadas à psicoterapia contemporânea. O autor analisa como a experiência de sofrimento psíquico convoca uma reflexão sobre a existência e como, em uma abordagem fenomenológico-existencial, essa reflexão pode ser guiada pelos constituintes ontológicos de "cuidado" e "liberdade".