O Desenvolvimento Regional e Atuação do BNDES ASSEMP-Associação das Empresas de Planejamento e Consultoria Empresarial do Nordeste 19/04/2011 Paulo Guimarães Chefe do Departamento Regional Nordeste
Quem somos Fundado em 20 de Junho de 1952 Empresa pública de propriedade integral da União Instrumento chave para implementação da Política Industrial, de Infra-estrutura e de Comércio Exterior Foco no financiamento do investimento Principal fonte de crédito de longo prazo Captação de recursos de longo prazo Apoio a micro, pequenas e médias empresas
Escritório Montevideo BNDES Limited Rio de Janeiro 2.723 empregados (Março de 2011) Subsidiária Escritórios  Brasília Recife São Paulo
Quem pode tomar financiamentos Federal Estadual Municipal Micro-empreendedor Transportador autônomo de carga Produtor rural  ONGs, OSCIPs ou Fundações Cooperativas ou associações Empresas de agropecuária,  indústria,  comércio ou serviços Pessoas Físicas Administração Pública Pessoas Jurídicas
Classificação de porte MICRO até R$ 2,4 milhões  PEQUENA até R$ 16 milhões MÉDIA até R$ 90 milhões MÉDIA-GRANDE até  R$ 300 milhões Receita Operacional Bruta Anual M P M E GRANDE acima de  R$ 300 milhões
Como apoiamos Operações Diretas Contratadas diretamente com o BNDES EMPRESÁRIO Instituição Financeira  Credenciada EMPRESÁRIO Operações Indiretas Instituições financeiras credenciadas pelo BNDES Informação e Relacionameto
O Brasil ingressa em um novo ciclo de desenvolvimento A economia brasileira pode crescer acima de 5% a.a. nos próximos cinco anos; O mercado interno viabilizará a expansão da demanda: consumo básico das famílias, habitação e duráveis; O investimento será dinamizado por cinco grandes vetores: petróleo e gás, energia elétrica, logística, construção habitacional e agronegócios; Grandes desafios: i) aumentar a taxa agregada de investimento / PIB, e ii) viabilizar o avanço competitivo da indústria manufatureira.
Fonte: IBGE Índice do volume do PIB das grandes regiões – Base 2002=100 As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentam crescimento maior que as demais regiões...
....inclusive na geração de emprego formal que cresce acima da média Taxa anual de crescimento do emprego formal (% a.a) 2002-2010
Evolução dos desembolsos 609 mil operações 390 mil operações 204 mil operações
Aprovações vs Desembolsos
Fonte: BNDES Excluídos R$ 9,89 Bilhões da Refinaria Abreu e Lima BNDES – Desempenho Regional Nordeste: Valores desembolsados do BNDES (R$ milhões)
Fonte: BNDES Número de Operações do BNDES no Nordeste
2008 2011* *acumulado em 12 meses até fevereiro O BNDES vem contribuindo para democratizar o acesso ao crédito...
... inclusive para as MPME Cartão BNDES – Evolução da cobertura (2005/2011*) 2005 2007 2011* 357 mil cartões emitidos até fev/11 *acumulado em 12 meses até fevereiro Nº Municípios 4297 % Cobertura 77,00%
Fonte: BNDES BNDES – Desempenho Estadual – 2008-2009 Nordeste: Participação dos Estados nos desembolsos do BNDES (R$ milhões) Excluídos R$ 9,89 bilhões da Refinaria Abreu e Lima
Fonte: BNDES BNDES – Desempenho Estadual – 2008-2009 Nordeste: Participação dos Estados nos desembolsos do BNDES (R$ milhões)
Fonte: BNDES BNDES – Desempenho Estadual – 2009-2010 Nordeste: Participação dos Estados nos desembolsos do BNDES (R$ milhões)
Projetos com Impacto Regional
Investimentos Copa 2014 Arenas Copa 2014 - NE:  Recife, Salvador, Fortaleza e Natal Oportunidades: Melhoria de Infraestrutura, Hotéis, Comércio e Serviços
Ferrovia Transnordestina Principais características da Ferrovia Valor total: R$ 5,42 bilhões Extensão: 1.728 km Municípios envolvidos: 81 Estados: Pernambuco, Piaui e Ceará Atualmente gera 6.000 empregos diretos no sertão do NE. Destaque para município de Salgueiro - PE
Revitalização e Integração de Bacias do São Francisco
Revitalização e Integração de Bacias do São Francisco Fonte: Ministério do Meio Ambiente (2009) R$  9.792.129,00  Total R$  1.428.000,00  Projeto SOS São Francisco R$  340.000,00  Censo da Pesca R$  550.000,00  Turismo Sustentável R$  2.000.600,00  Planos Regionais de Resíduos Sólidos R$  337.000,00  Conservação da onça pintada R$  230.000,00  Unidades de Conservação R$  1.524.000,00  Centros de Referência em Recuperação de Áreas Degradadas R$  1.082.133,00  Revitalização de micro-bacias R$  390.396,00  Educação  Ambiental R$  530.000,00  Monitoramento da Cobertura Vegetal R$  550.000,00  Acompanhamento de cheias R$  830.000,00  Zoneamento Ecológico Econômico Revitalização e Integração de Bacias do São Francisco
Transnordestina + Revitalização do S.F.
Alguns Destaques Estaduais e Setoriais
BAHIA Ampliação da Refinaria  Landulpho; Construção do Complexo  Logístico Integrado Ferrovia  Leste-Oeste; Construção Aeroporto  Internacional de Ilhéus; Produção de Grãos no Cerrado; Implantação de Redes Varejistas e Atacadistas (Bahia e Região) Pólo Petroquímico de Camaçari; Estaleiros
PERNAMBUCO Complexo Industrial Portuário de Suape (116 empresas) – Refinaria, Estaleiro, Energia Eólica (componentes) Indústria de Alimentos – Sadia, Perdigão e Kraft Pólo Farmacoquímico; Vale do São Francisco – Fruticultura e vitivinicultura; Porto Digital – Tecnologia da Informação;
Operações em Suape Outros: R$ 1.010,1 Milhões desembolsados nos principais municípios do Território Estratégico de Suape – Jan/2010 até Ago/2010. 49% R$ 707,7 milhões M & G Participação BNDES Valor Total Projeto 80% R$ 120,1 milhões Wind Power 60% R$ 4,6 bilhões Petroquímica Suape 46% R$ 2,8 bilhões EAS – Navios 71% R$ 1,4 bilhão EAS – Implantação 49% R$ 25,0 bilhões Refinaria Abreu e Lima
CEARÁ Complexo Portuário do Pecém Refinaria Premium Petrobrás Siderúrgica Vale Usina Termelétrica Projetos de Energia Eólica
MARANHÃO Refinaria Premium Usina Termelétrica UHE de Estreito
Aspectos Favoráveis
Políticas Nacionais com impactos regionais Programas de transferência de renda Valorização do Salário Mínimo Aposentadoria Rural Retomada dos Investimentos com destaque para grandes projetos regionais Crescimento do PIB-NE acima das taxas nacionais Alguns Estados da Região devem crescer mais de 9% em 2010
Possíveis mudanças culturais na busca por financiamento taxas e prazos mais atrativos redução no uso de capital próprio nos investimentos (capacidade de endividamento) quase ausência do modelo de financiamento SUDENE ampliação da divulgação das linhas do BNDES na região
Atuação Regional dos Bancos de Desenvolvimento expressivo aumento do financiamento na Região  possível complementariedade entre as fontes BNB e BNDES demanda por crédito a médio prazo acarretará necessidade de novas fontes de financiamento desafio da concentração intra-regional
Desafios e Propostas
Contribuir para a irradiação e enraizamento do desenvolvimento nos  entornos dos grandes projetos; Projetos de  desenvolvimento  integrado de longo prazo  que envolvam o apoio a APLs, infraestrutura, logística, urbanização, saneamento, gestão pública, meio ambiente e outros. Estratégias Selecionadas
I – planejamento e ordenamento territorial e ambiental; II – infra-estrutura regional e desenvolvimento urbano, social, ambiental e cultural; III  – fortalecimento e modernização de gestão; IV –  educação e formação dos recursos humanos, capacitação e qualificação da mão-de-obra local e mobilização dos sistemas de conhecimentos locais e regionais; e  V – desenvolvimento econômico – cadeia produtiva, aglomeração, arranjos produtivos e inovativos e ampliação do efeito trabalho e renda. Trabalhados de forma complementar e integrada gerando uma agenda específica para o território em questão. Visão Integrada organizada em 5 eixos
Obrigado! Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES Departamento Regional Nordeste www.bndes.gov.br

A evolução das aplicações no ne

  • 1.
    O Desenvolvimento Regionale Atuação do BNDES ASSEMP-Associação das Empresas de Planejamento e Consultoria Empresarial do Nordeste 19/04/2011 Paulo Guimarães Chefe do Departamento Regional Nordeste
  • 2.
    Quem somos Fundadoem 20 de Junho de 1952 Empresa pública de propriedade integral da União Instrumento chave para implementação da Política Industrial, de Infra-estrutura e de Comércio Exterior Foco no financiamento do investimento Principal fonte de crédito de longo prazo Captação de recursos de longo prazo Apoio a micro, pequenas e médias empresas
  • 3.
    Escritório Montevideo BNDESLimited Rio de Janeiro 2.723 empregados (Março de 2011) Subsidiária Escritórios Brasília Recife São Paulo
  • 4.
    Quem pode tomarfinanciamentos Federal Estadual Municipal Micro-empreendedor Transportador autônomo de carga Produtor rural ONGs, OSCIPs ou Fundações Cooperativas ou associações Empresas de agropecuária, indústria, comércio ou serviços Pessoas Físicas Administração Pública Pessoas Jurídicas
  • 5.
    Classificação de porteMICRO até R$ 2,4 milhões PEQUENA até R$ 16 milhões MÉDIA até R$ 90 milhões MÉDIA-GRANDE até R$ 300 milhões Receita Operacional Bruta Anual M P M E GRANDE acima de R$ 300 milhões
  • 6.
    Como apoiamos OperaçõesDiretas Contratadas diretamente com o BNDES EMPRESÁRIO Instituição Financeira Credenciada EMPRESÁRIO Operações Indiretas Instituições financeiras credenciadas pelo BNDES Informação e Relacionameto
  • 7.
    O Brasil ingressaem um novo ciclo de desenvolvimento A economia brasileira pode crescer acima de 5% a.a. nos próximos cinco anos; O mercado interno viabilizará a expansão da demanda: consumo básico das famílias, habitação e duráveis; O investimento será dinamizado por cinco grandes vetores: petróleo e gás, energia elétrica, logística, construção habitacional e agronegócios; Grandes desafios: i) aumentar a taxa agregada de investimento / PIB, e ii) viabilizar o avanço competitivo da indústria manufatureira.
  • 8.
    Fonte: IBGE Índicedo volume do PIB das grandes regiões – Base 2002=100 As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentam crescimento maior que as demais regiões...
  • 9.
    ....inclusive na geraçãode emprego formal que cresce acima da média Taxa anual de crescimento do emprego formal (% a.a) 2002-2010
  • 10.
    Evolução dos desembolsos609 mil operações 390 mil operações 204 mil operações
  • 11.
  • 12.
    Fonte: BNDES ExcluídosR$ 9,89 Bilhões da Refinaria Abreu e Lima BNDES – Desempenho Regional Nordeste: Valores desembolsados do BNDES (R$ milhões)
  • 13.
    Fonte: BNDES Númerode Operações do BNDES no Nordeste
  • 14.
    2008 2011* *acumuladoem 12 meses até fevereiro O BNDES vem contribuindo para democratizar o acesso ao crédito...
  • 15.
    ... inclusive paraas MPME Cartão BNDES – Evolução da cobertura (2005/2011*) 2005 2007 2011* 357 mil cartões emitidos até fev/11 *acumulado em 12 meses até fevereiro Nº Municípios 4297 % Cobertura 77,00%
  • 16.
    Fonte: BNDES BNDES– Desempenho Estadual – 2008-2009 Nordeste: Participação dos Estados nos desembolsos do BNDES (R$ milhões) Excluídos R$ 9,89 bilhões da Refinaria Abreu e Lima
  • 17.
    Fonte: BNDES BNDES– Desempenho Estadual – 2008-2009 Nordeste: Participação dos Estados nos desembolsos do BNDES (R$ milhões)
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    Fonte: BNDES BNDES– Desempenho Estadual – 2009-2010 Nordeste: Participação dos Estados nos desembolsos do BNDES (R$ milhões)
  • 19.
  • 20.
    Investimentos Copa 2014Arenas Copa 2014 - NE: Recife, Salvador, Fortaleza e Natal Oportunidades: Melhoria de Infraestrutura, Hotéis, Comércio e Serviços
  • 21.
    Ferrovia Transnordestina Principaiscaracterísticas da Ferrovia Valor total: R$ 5,42 bilhões Extensão: 1.728 km Municípios envolvidos: 81 Estados: Pernambuco, Piaui e Ceará Atualmente gera 6.000 empregos diretos no sertão do NE. Destaque para município de Salgueiro - PE
  • 22.
    Revitalização e Integraçãode Bacias do São Francisco
  • 23.
    Revitalização e Integraçãode Bacias do São Francisco Fonte: Ministério do Meio Ambiente (2009) R$ 9.792.129,00 Total R$ 1.428.000,00 Projeto SOS São Francisco R$ 340.000,00 Censo da Pesca R$ 550.000,00 Turismo Sustentável R$ 2.000.600,00 Planos Regionais de Resíduos Sólidos R$ 337.000,00 Conservação da onça pintada R$ 230.000,00 Unidades de Conservação R$ 1.524.000,00 Centros de Referência em Recuperação de Áreas Degradadas R$ 1.082.133,00 Revitalização de micro-bacias R$ 390.396,00 Educação Ambiental R$ 530.000,00 Monitoramento da Cobertura Vegetal R$ 550.000,00 Acompanhamento de cheias R$ 830.000,00 Zoneamento Ecológico Econômico Revitalização e Integração de Bacias do São Francisco
  • 24.
  • 25.
  • 26.
    BAHIA Ampliação daRefinaria Landulpho; Construção do Complexo Logístico Integrado Ferrovia Leste-Oeste; Construção Aeroporto Internacional de Ilhéus; Produção de Grãos no Cerrado; Implantação de Redes Varejistas e Atacadistas (Bahia e Região) Pólo Petroquímico de Camaçari; Estaleiros
  • 27.
    PERNAMBUCO Complexo IndustrialPortuário de Suape (116 empresas) – Refinaria, Estaleiro, Energia Eólica (componentes) Indústria de Alimentos – Sadia, Perdigão e Kraft Pólo Farmacoquímico; Vale do São Francisco – Fruticultura e vitivinicultura; Porto Digital – Tecnologia da Informação;
  • 28.
    Operações em SuapeOutros: R$ 1.010,1 Milhões desembolsados nos principais municípios do Território Estratégico de Suape – Jan/2010 até Ago/2010. 49% R$ 707,7 milhões M & G Participação BNDES Valor Total Projeto 80% R$ 120,1 milhões Wind Power 60% R$ 4,6 bilhões Petroquímica Suape 46% R$ 2,8 bilhões EAS – Navios 71% R$ 1,4 bilhão EAS – Implantação 49% R$ 25,0 bilhões Refinaria Abreu e Lima
  • 29.
    CEARÁ Complexo Portuáriodo Pecém Refinaria Premium Petrobrás Siderúrgica Vale Usina Termelétrica Projetos de Energia Eólica
  • 30.
    MARANHÃO Refinaria PremiumUsina Termelétrica UHE de Estreito
  • 31.
  • 32.
    Políticas Nacionais comimpactos regionais Programas de transferência de renda Valorização do Salário Mínimo Aposentadoria Rural Retomada dos Investimentos com destaque para grandes projetos regionais Crescimento do PIB-NE acima das taxas nacionais Alguns Estados da Região devem crescer mais de 9% em 2010
  • 33.
    Possíveis mudanças culturaisna busca por financiamento taxas e prazos mais atrativos redução no uso de capital próprio nos investimentos (capacidade de endividamento) quase ausência do modelo de financiamento SUDENE ampliação da divulgação das linhas do BNDES na região
  • 34.
    Atuação Regional dosBancos de Desenvolvimento expressivo aumento do financiamento na Região possível complementariedade entre as fontes BNB e BNDES demanda por crédito a médio prazo acarretará necessidade de novas fontes de financiamento desafio da concentração intra-regional
  • 35.
  • 36.
    Contribuir para airradiação e enraizamento do desenvolvimento nos entornos dos grandes projetos; Projetos de desenvolvimento integrado de longo prazo que envolvam o apoio a APLs, infraestrutura, logística, urbanização, saneamento, gestão pública, meio ambiente e outros. Estratégias Selecionadas
  • 37.
    I – planejamentoe ordenamento territorial e ambiental; II – infra-estrutura regional e desenvolvimento urbano, social, ambiental e cultural; III – fortalecimento e modernização de gestão; IV – educação e formação dos recursos humanos, capacitação e qualificação da mão-de-obra local e mobilização dos sistemas de conhecimentos locais e regionais; e V – desenvolvimento econômico – cadeia produtiva, aglomeração, arranjos produtivos e inovativos e ampliação do efeito trabalho e renda. Trabalhados de forma complementar e integrada gerando uma agenda específica para o território em questão. Visão Integrada organizada em 5 eixos
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    Obrigado! Banco Nacionalde Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES Departamento Regional Nordeste www.bndes.gov.br

Notas do Editor

  • #3 O BNDES, por sua condição de empresa integralmente controlada pelo União Federal, não está sujeito à decretação de falência, cabendo à União a responsabilidade subsidiária pelas obrigações contraídas pelo BNDES. No Brasil, normalmente os bancos comerciais trabalham com financiamento de curto prazo. Pela nossa longa história inflacionária, o mercado de crédito privado ainda possui um viés de curto prazo (estimulado por títulos públicos de liquidez diária e elevada rentabilidade). Em 2006, enquanto o prazo médio dos bancos comerciais girava em torno de 7 meses, o do BNDES foi de 74 meses. No BNDES, projetos de inovação podem ter prazo de amortização de até 12 anos e projetos de geração de energia elétrica de até 20 anos. Na linha FINAME, financiamento para aquisição de locomotivas e vagões ferroviários de carga e equipamentos para indústria de transformação podem ter prazo de pagamento de até 10 anos. Segundo relatório do Banco Central, de 24.02.2010, o prazo médio para operações de crédito com Pessoa Jurídica, para aquisição de bens, aumentou de 341 dias, em 12.2006, para 374 dias em 12.2007, 373 dias em 12.2008 e 381 dias em 01.2010. Nas operações de financiamento de capital de giro os prazos são ainda menores (228 dias em 12.2006, 282 dias em 12.2007, 281 dias em 12.2008 e 293 dias em 01.2010). Fonte: www.bcb.gov.br/?TXCREDMES O BNDES, tradicionalmente, tem sido a principal fonte de financiamento de operações de longo prazo das empresas brasileiras. O forte crescimento do mercado de capitais nos últimos anos, porém, tem aberto novas oportunidades de captação para as empresas em processo de investimentos. Além do mercado de debêntures, as emissões de ações registraram recorde de lançamentos em 2006 e 2007, o que reduziu, no período, a importância do banco no financiamento das empresas. Em 2008 e 2009, devido à crise financeira internacional, o volume de emissões primárias e ofertas públicas de ações caiu fortemente, enquanto que, no mesmo período, o volume de desembolsos do BNDES aumentou cerca de 50% - de R$ 92 bilhões em 2008 para R$ 137 bilhões em 2009.
  • #4 O apoio às exportações brasileiras e a internacionalização de nossas companhias tem sido uma das grandes prioridades do BNDES e do governo brasileiro. Nesse contexto, o Banco inaugurou em 27 de agosto de 2009 o seu escritório em Montevidéu, no Uruguai, cidade considerada "capital" do Mercosul. Trata-se de uma demonstração efetiva de nosso compromisso com o crescimento da indústria brasileira e com a integração latino-americana. A partir do escritório do BNDES em Montevidéu, serão identificadas oportunidades para aumentar o acesso de empresas brasileiras ao mercado regional e ampliar sua competitividade. As companhias brasileiras já atuam de maneira intensa como fornecedoras de bens e serviços em projetos de infraestrutura financiados pelo Banco em toda a América Latina, e nossa presença no país vizinho ensejará o surgimento de novas associações saudáveis com outras empresas do continente, com benefícios mútuos. O empenho que viabilizou a abertura do escritório no Uruguai continua, agora para permitir que comece a funcionar em 2009 a subsidiária de Londres, em mais uma etapa do processo de internacionalização do BNDES.
  • #6 O Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e o BNDES têm definições diferentes para classificar as micro e pequenas empresas. O SEBRAE segue o Estatuto da Micro e Pequena Empresa e o BNDES utiliza o critério de classificação de empresas do Mercosul. No critério definido no âmbito do Mercosul, microempresa é aquela que tem receita bruta anual até US$ 400 mil e pequena empresa a que tem receita bruta anual acima de US$ 400 mil e inferior a US$ 3.500 mil (adotado o câmbio de R$ 3 por US$).
  • #7 Nas operações diretas, o risco da operação é do BNDES. A análise do projeto é realizada pelo seu próprio corpo técnico.
  • #10 No primeiro trimestre de 2010, o BNDES liberou R$ 25,5 bilhões em financiamentos, resultado sem precedentes para o período, com incremento de 37% na comparação com janeiro/março de 2009. No primeiro trimestre, a Indústria respondeu por 30% dos desembolsos totais do BNDES, com R$ 7,7 bilhões e destaque para alimentos e bebidas (R$ 2,6 bilhões desembolsados no trimestre). À Infraestrutura foram liberados R$ 9,9 bilhões, com 40% do total, sendo R$ 5,5 bilhões para transporte rodoviário e R$ 2,3 bilhões para energia elétrica. Comércio e Serviços, com R$ 5,2 bilhões, teve participação de 20% no montante global desembolsado pelo  BNDES.
  • #11 No primeiro trimestre de 2010, o BNDES liberou R$ 25,5 bilhões em financiamentos, resultado sem precedentes para o período, com incremento de 37% na comparação com janeiro/março de 2009. No primeiro trimestre, a Indústria respondeu por 30% dos desembolsos totais do BNDES, com R$ 7,7 bilhões e destaque para alimentos e bebidas (R$ 2,6 bilhões desembolsados no trimestre). À Infraestrutura foram liberados R$ 9,9 bilhões, com 40% do total, sendo R$ 5,5 bilhões para transporte rodoviário e R$ 2,3 bilhões para energia elétrica. Comércio e Serviços, com R$ 5,2 bilhões, teve participação de 20% no montante global desembolsado pelo  BNDES.
  • #12 Em 2007, as aprovações, que servem de termômetro para o volume de futuros desembolsos, atingiram 98,8 bilhões, superando os desembolsos em quase R$ 34 bilhões. O diferencial entre as aprovações e os desembolsos do BNDES acumulados em 12 meses, em valores superiores a R$ 30 bilhões, representam os valores mais elevados que se tem registro. E representam cerca de 50% dos desembolsos totais realizados pelo Banco em 2007. Isso indica que há uma ampla pressão de demanda efetiva pelos recursos do BNDES. Essa situação reflete a forte expansão dos investimentos em curso na economia brasileira, sinalizando que esse movimento é sustentável. Nos oito primeiros meses de 2008, houve expressiva concentração de desembolsos e aprovações, revelando crescimento da demanda em relação ao último semestre de 2007. Boa parte do desempenho pode ser atribuído ao aumento do consumo das famílias, gerado pelo crescimento do emprego, da renda e do crédito, e que resultou em novos investimentos por parte das empresas com produção voltada para a demanda doméstica. Apesar dos desembolsos crescentes, a expectativa é que o Banco encerre 2010 com liberações inferiores às registradas no ano anterior, de R$ 137,4 bilhões. Isso porque o crescimento excepcional do BNDES em 2009 foi, em grande medida, consequência das medidas anticrise implementadas pelo governo federal, das quais o BNDES é um dos principais instrumentos.
  • #22 Destaque para maior impacto caso seja feito a conexão com a Ferrovia Norte-Sul
  • #30 Refinaria Premium Petrobrás: US$ 11,1 bilhões; Siderúrgica Vale: US$ 6 bilhões;
  • #31 Usina Siderúrgica: R$ 1bi Refinaria Premium:R$ 35 bi (aprox.) Usina Termelétrica: R$ 1,8 bi UHE de Estreito: R$ 3,6 bi