CONFLITO ENTRE ISRAEL E PALESTINA
ORIENTE MÉDIO
IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DO ORIENTE MÉDIO IMPORTÂNCIA GEOGRÁFICA  – localizado no sudoeste asiático, estrategicamente entre três continentes: Europa, Ásia e África. Pontos importantes : Canal de Suez  – ligação artificial entre o mar Mediterrâneo e o mar Vermelho Estreito de Ormuz  – liga o Golfo Pérsico ao oceano Índico (rota obrigatória dos petroleiros dos países árabes) Estreito de Bósforo  – liga o mar Mediterrâneo e o mar Negro (passagem da Europa para países asiáticos)
ECONOMIA Constituído por 17 países, mais o Estado Palestino (ainda não reconhecido) Presença de importantes jazidas de petróleo na Península Arábica
HISTÓRIA E DIVERSIDADE ÉTNICA E RELIGIOSA Área de ocupação antiga, a região recebeu influências de diversas civilizações (egípcios, civilizações da Mesopotâmia – sumérios, assírios e caldeus, hebraica, fenícia e pérsa. Expansionismo árabe (séc. VII a XV) e presença de do Império Otomano (séc. VII a XX). Após a I Guerra Mundial, as áreas que então pertenciam ao Império Otomano foram repartidas entre França e Reino Unido Berço das 3 maiores religiões monoteístas – judaísmo, cristianismo e islamismo.
CONFLITOS TERRITORIAIS Ocasionados pelas diversidades étnicas e religiosas e pela disputa de território. A região é a maior consumidora do mercado mundial de armas. Dentre as disputas, a questão da Palestina é a mais sangrenta
A QUESTÃO DA PALESTINA Pequena faixa de terra localizada ao longo do mar Mediterrâneo, entre o Líbano e o Egito Há 60 anos tem sido alvo de violenta disputa entre árabes e judeus
JUDEUS Descendentes dos hebreus (antigos habitantes da Palestina que haviam sido expulsos pelos romanos no início da era Cristã Dispersos pelo mundo ( diáspora ), passaram a ser chamados de judeus (hoje – israelenses) Alegam direitos históricos sobre a Palestina (longa ocupação da região)
ÁRABES Ocuparam a região durante sua expansão (entre os séc. VII e XV). Permaneceram na região durante o domínio do Império Otomano e do protetorado britânico. Também denominados de  palestinos .
INÍCIO DO CONFLITO Movimento sionista  – surgiu na Europa no final do séc. XIX, quando os judeus elegeram a Palestina como a terra prometida para a construção de seu respectivo Estado A Inglaterra (responsável pela região na época) permitiu a entrada de colonos judeus na Palestina O choque com os habitantes locais (árabes) foram inevitáveis e cada vez mais intensos
AGRAVAMENTO DO CONFLITO APÓS A II GUERRA MUNDIAL Durante a  II Guerra Mundial , o fluxo migratório dos judeus para o Oriente Médio aumentou, devido a perseguição a qual estes foram submetidos pelos nazistas Com o final da II Guerra e a independência dos protetorados ingleses, a situação entre árabes e judeus ficou insustentável
A PARTILHA DA PALESTINA Intervenção da ONU 1947 Divisão da região em dois Estados: um Estado árabe um Estado judaico
PRIMEIRA GUERRA Inconformados com a decisão da ONU, os palestinos declararam guerra aos israelenses, com a intenção de expulsá-los da região A guerra (1948/49) terminou com a vitória de Israel e o fim da territorialidade árabe no Estado que lhes fora designado pela ONU
RIVALIDADE Apesar de perder o território, os árabes preservaram a vontade de manter a soberania em suas terras, agora ocupadas por Israel Com a derrota, cerca de 750 mil palestinos foram expulsos de sua pátria (estes passaram a viver em países vizinhos, onde eram tratados como cidadãos de segunda classe) O mesmo aconteceu com os palestinos que permaneceram no Estado de Israel
REAÇÃO PALESTINA -  A OLP 1959 – o líder palestino  Yasser Arafat  cria o organização terrorista  Al-Fatah , que passou a lutar pela recuperação dos territórios palestinos Em 1964, a Al-Fatah transformou-se na  OLP (Organização para a Libertação da Palestina) Instalada na Jordânia, a OLP passou a atacar Israel e também a receber ataques israelenses (apoiados pelos EUA) Em 1970, a OLP foi expulsa da Jordânia e migrou para Beirute, atacando Israel a partir do sul do Líbano
DIÁLOGO ENTRE A OLP E ISRAEL Em 1982, devido aos intensos ataques de Israel ao Líbano, a OLP deixou o país, instalando-se na Tunísia Em 1988, a OLP mudou seu discurso e Arafat renunciou ao terrorismo, aceitando dialogar com os representantes israelenses Início dos anos 90 – pequena esperança de paz na região (líderes moderados assumiram o poder em Israel)
ACORDO DE OSLO 1993 – assinatura de histórico  acordo de paz  (em Oslo) entre Arafat e Israel (representado por Yitzhak Rabin e Shimon Peres) 1994/95 – novos acordos são assinados, estabelecendo a gradual devolução dos territórios ocupados por Israel (Faixa de Gaza e Cisjordânia) para a criação do futuro Estado palestino
MORTE DE RABIN 1995 – assassinato de Rabin por extremista israelense (que não aceitava que “terras públicas” israelenses fossem cedidas aos palestinos) Acordo de Oslo (94) – o Estado palestino deveria ter sido instalado na Faixa de Gaza e na Cisjordânia (cujos limites definitivos não foram estabelecidos até hoje) até 1999 (o que não ocorreu)
ISRAEL FAIXA DE GAZA – área de 363 Km², onde vivem 1 milhão de palestinos e 5 mil israelenses CISJORDÂNIA – com 5.400 Km² abriga 1,5 milhão de palestinos e 100 mil colonos judeus, situada à 40 Km de Gaza
AUTORIDADE NACIONAL PALESTINA (ANP) Depois de 27 anos de exílio, Arafat voltou à Palestina para formar um governo autônomo ( Autoridade Palestina ), da qual seria eleito presidente em 1996 A Autoridade Palestina não foi reconhecida pela ONU (o seu reconhecimento seria o primeiro passo para a criação de um Estado palestino)
ACORDO DE CAMP DAVID Após a morte de Rabin e o fim do governo de Perez, o processo de paz sofreu retrocesso 1998/2000 – novos acordos foram assinados, porém os ataques terroristas e choques entre palestinos e colonos judeus se intensificaram 2000 –  Acordo de Camp David  – por não abordar a partilha de Jerusalém e a nova demarcação dos territórios palestinos foi considerado um fracasso
ARIEL SHARON NO PODER 2001 – Ariel Sharon assumiu o poder em Israel, declarando guerra ao terrorismo palestino e acusando Arafat de ser conivente com tais práticas Sharon não reconheceu os antigos acordos, destruiu escritórios da Autoridade Palestina e ordenou a invasão de cidades palestinas  Os palestinos responderam com atentados suicidas e invasões de colônias israelenses
SEGUEM OS ATENTADOS TERRORISTAS 2003 – Acordo de Genebra – sem sucesso 2004 - morte de Arafat 2005 –  Abu Mazen  foi eleito comandante da Autoridade Palestina Novas negociações de paz entre Sharon e Mazen foram estabelecidas, porém atentados terroristas continuaram ocorrendo
2005 –  Mahmoud Abbas  vence as eleições e se torna o novo presidente da Autoridade Palestina Um ano depois, devido a divergências com seu partido (Fatah) acusado de corrupção, colabora para a vitória do movimento rival, o  Hamas  nas eleições parlamentares palestinas, com  Ismail Haniyeh  chegando ao posto de premiê A vitória do Hamas levou a comunidade internacional a impor um boicote à Autoridade Palestina, gerando crise interna e violência
PLANO DE RETIRADA 2005 – Israel inicia o  “Plano de Retirada”  de assentamentos judaicos e forças militares dos territórios palestinos Facções opostas se negaram a acatar a decisão 2006 – afastamento de Sharon, após sofrer derrame cerebral,  Olmert  assume o posto de premiê israelense 2007 – Os partidos palestinos rivais (Fatah e Hamas) firmam colisão, numa negociação marcada pela violência
OPERAÇÃO “CHUMBO FUNDIDO” 2008 – Israel inicia em 27/12 a operação  “Chumbo Fundido”  na Faixa de Gaza Oficialmente, essa operação tem como objetivo responder aos ataques (lançamento de foguetes) do Hamas no sul de Israel Deve-se considerar também, a necessidade de Israel buscar restabelecer seu poder de dissuasão, a proximidade da posse do novo presidente dos EUA (Barack Obama) e o tenso relacionamento com o Hamas (considerado pelo governo israelense um grupo terrorista)
SITUAÇÃO HUMANITÁRIA EM GAZA Dos aproximadamente 1,5 milhão de habitantes, metade vive abaixo da linha da pobreza e 45% da população ativa está desempregada Mais da metade da população constitui-se de refugiados das guerras contra Israel A população sofre com a escassez de alimentos, remédios e outros suprimentos básicos Denúncias de violação aos direitos humanos Comunidade internacional pede o fim do conflito
PRINCIPAIS CONFLITOS GUERRA DOS SEIS DIAS (1967) Palestinos (apoiados pelo Egito, Síria e Jordânia) Com a vitória, Israel aumentou  seu território com terras da Síria (colinas de Golan), do Egito (Faixa de Gaza e Sinai) e Jordânia (Cisjordânia)
 
OUTRAS GUERRAS Guerra do  Yom Kippur  (1967) – realizada no Dia do Perdão (comemorado pelos judeus), os países árabes fizeram uso político do petróleo, restringindo a produção e diminuindo o fornecimento  (“choques do petróleo”) Intifada  – revolta das pedras, a primeira Intifada teve início nos anos 1980, a segunda iniciou-se em 2000
JERUSALÉM – POMO DE DISCÓRDIA PALESTINOS – presença das mesquitas do Domo da Rocha e de Al-Aqsa (sagradas) na porção oriental, onde o profeta Maomé subiu aos céus, conforme a crença muçulmana ISRAELENSES – única capital e centro da vida judaica quando esse povo habitava a Palestina, onde vivia o rei Davi e onde está o Muro das Lamentações  Vista de Jerusalém  Torre de Davi
EXTREMISMOS Grupos radicais de ambos os lados não aceitam os acordos estabelecidos por seus respectivos líderes, não admitindo a convivência de um Estado palestino com um Estado judeu Árabes –  Hezbollah  (Partido de Deus),  Hamas  e  Jihad  não aceitam a representação da OLP e os acordos de paz Israel –  Kach, Yesha e Eyal Fanatismo religioso Atentados terroristas – homens-bomba Jihad  – guerra santa
O MURO DE ISRAEL Em 2002, os israelenses começaram a construir um muro entre Israel e Cisjordânia, visando proteger seu território contra ataques terroristas palestinos A construção gerou tensões políticas internas e muitas críticas palestinas e da comunidade internacional
IMAGENS DA GUERRA
IMAGENS DA GUERRA
IMAGENS DA GUERRA
CRÉDITO Profº Mateus Silva

A CiêNcia GeográFica

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    IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DOORIENTE MÉDIO IMPORTÂNCIA GEOGRÁFICA – localizado no sudoeste asiático, estrategicamente entre três continentes: Europa, Ásia e África. Pontos importantes : Canal de Suez – ligação artificial entre o mar Mediterrâneo e o mar Vermelho Estreito de Ormuz – liga o Golfo Pérsico ao oceano Índico (rota obrigatória dos petroleiros dos países árabes) Estreito de Bósforo – liga o mar Mediterrâneo e o mar Negro (passagem da Europa para países asiáticos)
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    ECONOMIA Constituído por17 países, mais o Estado Palestino (ainda não reconhecido) Presença de importantes jazidas de petróleo na Península Arábica
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    HISTÓRIA E DIVERSIDADEÉTNICA E RELIGIOSA Área de ocupação antiga, a região recebeu influências de diversas civilizações (egípcios, civilizações da Mesopotâmia – sumérios, assírios e caldeus, hebraica, fenícia e pérsa. Expansionismo árabe (séc. VII a XV) e presença de do Império Otomano (séc. VII a XX). Após a I Guerra Mundial, as áreas que então pertenciam ao Império Otomano foram repartidas entre França e Reino Unido Berço das 3 maiores religiões monoteístas – judaísmo, cristianismo e islamismo.
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    CONFLITOS TERRITORIAIS Ocasionadospelas diversidades étnicas e religiosas e pela disputa de território. A região é a maior consumidora do mercado mundial de armas. Dentre as disputas, a questão da Palestina é a mais sangrenta
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    A QUESTÃO DAPALESTINA Pequena faixa de terra localizada ao longo do mar Mediterrâneo, entre o Líbano e o Egito Há 60 anos tem sido alvo de violenta disputa entre árabes e judeus
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    JUDEUS Descendentes doshebreus (antigos habitantes da Palestina que haviam sido expulsos pelos romanos no início da era Cristã Dispersos pelo mundo ( diáspora ), passaram a ser chamados de judeus (hoje – israelenses) Alegam direitos históricos sobre a Palestina (longa ocupação da região)
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    ÁRABES Ocuparam aregião durante sua expansão (entre os séc. VII e XV). Permaneceram na região durante o domínio do Império Otomano e do protetorado britânico. Também denominados de palestinos .
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    INÍCIO DO CONFLITOMovimento sionista – surgiu na Europa no final do séc. XIX, quando os judeus elegeram a Palestina como a terra prometida para a construção de seu respectivo Estado A Inglaterra (responsável pela região na época) permitiu a entrada de colonos judeus na Palestina O choque com os habitantes locais (árabes) foram inevitáveis e cada vez mais intensos
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    AGRAVAMENTO DO CONFLITOAPÓS A II GUERRA MUNDIAL Durante a II Guerra Mundial , o fluxo migratório dos judeus para o Oriente Médio aumentou, devido a perseguição a qual estes foram submetidos pelos nazistas Com o final da II Guerra e a independência dos protetorados ingleses, a situação entre árabes e judeus ficou insustentável
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    A PARTILHA DAPALESTINA Intervenção da ONU 1947 Divisão da região em dois Estados: um Estado árabe um Estado judaico
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    PRIMEIRA GUERRA Inconformadoscom a decisão da ONU, os palestinos declararam guerra aos israelenses, com a intenção de expulsá-los da região A guerra (1948/49) terminou com a vitória de Israel e o fim da territorialidade árabe no Estado que lhes fora designado pela ONU
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    RIVALIDADE Apesar deperder o território, os árabes preservaram a vontade de manter a soberania em suas terras, agora ocupadas por Israel Com a derrota, cerca de 750 mil palestinos foram expulsos de sua pátria (estes passaram a viver em países vizinhos, onde eram tratados como cidadãos de segunda classe) O mesmo aconteceu com os palestinos que permaneceram no Estado de Israel
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    REAÇÃO PALESTINA - A OLP 1959 – o líder palestino Yasser Arafat cria o organização terrorista Al-Fatah , que passou a lutar pela recuperação dos territórios palestinos Em 1964, a Al-Fatah transformou-se na OLP (Organização para a Libertação da Palestina) Instalada na Jordânia, a OLP passou a atacar Israel e também a receber ataques israelenses (apoiados pelos EUA) Em 1970, a OLP foi expulsa da Jordânia e migrou para Beirute, atacando Israel a partir do sul do Líbano
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    DIÁLOGO ENTRE AOLP E ISRAEL Em 1982, devido aos intensos ataques de Israel ao Líbano, a OLP deixou o país, instalando-se na Tunísia Em 1988, a OLP mudou seu discurso e Arafat renunciou ao terrorismo, aceitando dialogar com os representantes israelenses Início dos anos 90 – pequena esperança de paz na região (líderes moderados assumiram o poder em Israel)
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    ACORDO DE OSLO1993 – assinatura de histórico acordo de paz (em Oslo) entre Arafat e Israel (representado por Yitzhak Rabin e Shimon Peres) 1994/95 – novos acordos são assinados, estabelecendo a gradual devolução dos territórios ocupados por Israel (Faixa de Gaza e Cisjordânia) para a criação do futuro Estado palestino
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    MORTE DE RABIN1995 – assassinato de Rabin por extremista israelense (que não aceitava que “terras públicas” israelenses fossem cedidas aos palestinos) Acordo de Oslo (94) – o Estado palestino deveria ter sido instalado na Faixa de Gaza e na Cisjordânia (cujos limites definitivos não foram estabelecidos até hoje) até 1999 (o que não ocorreu)
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    ISRAEL FAIXA DEGAZA – área de 363 Km², onde vivem 1 milhão de palestinos e 5 mil israelenses CISJORDÂNIA – com 5.400 Km² abriga 1,5 milhão de palestinos e 100 mil colonos judeus, situada à 40 Km de Gaza
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    AUTORIDADE NACIONAL PALESTINA(ANP) Depois de 27 anos de exílio, Arafat voltou à Palestina para formar um governo autônomo ( Autoridade Palestina ), da qual seria eleito presidente em 1996 A Autoridade Palestina não foi reconhecida pela ONU (o seu reconhecimento seria o primeiro passo para a criação de um Estado palestino)
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    ACORDO DE CAMPDAVID Após a morte de Rabin e o fim do governo de Perez, o processo de paz sofreu retrocesso 1998/2000 – novos acordos foram assinados, porém os ataques terroristas e choques entre palestinos e colonos judeus se intensificaram 2000 – Acordo de Camp David – por não abordar a partilha de Jerusalém e a nova demarcação dos territórios palestinos foi considerado um fracasso
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    ARIEL SHARON NOPODER 2001 – Ariel Sharon assumiu o poder em Israel, declarando guerra ao terrorismo palestino e acusando Arafat de ser conivente com tais práticas Sharon não reconheceu os antigos acordos, destruiu escritórios da Autoridade Palestina e ordenou a invasão de cidades palestinas Os palestinos responderam com atentados suicidas e invasões de colônias israelenses
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    SEGUEM OS ATENTADOSTERRORISTAS 2003 – Acordo de Genebra – sem sucesso 2004 - morte de Arafat 2005 – Abu Mazen foi eleito comandante da Autoridade Palestina Novas negociações de paz entre Sharon e Mazen foram estabelecidas, porém atentados terroristas continuaram ocorrendo
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    2005 – Mahmoud Abbas vence as eleições e se torna o novo presidente da Autoridade Palestina Um ano depois, devido a divergências com seu partido (Fatah) acusado de corrupção, colabora para a vitória do movimento rival, o Hamas nas eleições parlamentares palestinas, com Ismail Haniyeh chegando ao posto de premiê A vitória do Hamas levou a comunidade internacional a impor um boicote à Autoridade Palestina, gerando crise interna e violência
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    PLANO DE RETIRADA2005 – Israel inicia o “Plano de Retirada” de assentamentos judaicos e forças militares dos territórios palestinos Facções opostas se negaram a acatar a decisão 2006 – afastamento de Sharon, após sofrer derrame cerebral, Olmert assume o posto de premiê israelense 2007 – Os partidos palestinos rivais (Fatah e Hamas) firmam colisão, numa negociação marcada pela violência
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    OPERAÇÃO “CHUMBO FUNDIDO”2008 – Israel inicia em 27/12 a operação “Chumbo Fundido” na Faixa de Gaza Oficialmente, essa operação tem como objetivo responder aos ataques (lançamento de foguetes) do Hamas no sul de Israel Deve-se considerar também, a necessidade de Israel buscar restabelecer seu poder de dissuasão, a proximidade da posse do novo presidente dos EUA (Barack Obama) e o tenso relacionamento com o Hamas (considerado pelo governo israelense um grupo terrorista)
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    SITUAÇÃO HUMANITÁRIA EMGAZA Dos aproximadamente 1,5 milhão de habitantes, metade vive abaixo da linha da pobreza e 45% da população ativa está desempregada Mais da metade da população constitui-se de refugiados das guerras contra Israel A população sofre com a escassez de alimentos, remédios e outros suprimentos básicos Denúncias de violação aos direitos humanos Comunidade internacional pede o fim do conflito
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    PRINCIPAIS CONFLITOS GUERRADOS SEIS DIAS (1967) Palestinos (apoiados pelo Egito, Síria e Jordânia) Com a vitória, Israel aumentou seu território com terras da Síria (colinas de Golan), do Egito (Faixa de Gaza e Sinai) e Jordânia (Cisjordânia)
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    OUTRAS GUERRAS Guerrado Yom Kippur (1967) – realizada no Dia do Perdão (comemorado pelos judeus), os países árabes fizeram uso político do petróleo, restringindo a produção e diminuindo o fornecimento (“choques do petróleo”) Intifada – revolta das pedras, a primeira Intifada teve início nos anos 1980, a segunda iniciou-se em 2000
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    JERUSALÉM – POMODE DISCÓRDIA PALESTINOS – presença das mesquitas do Domo da Rocha e de Al-Aqsa (sagradas) na porção oriental, onde o profeta Maomé subiu aos céus, conforme a crença muçulmana ISRAELENSES – única capital e centro da vida judaica quando esse povo habitava a Palestina, onde vivia o rei Davi e onde está o Muro das Lamentações Vista de Jerusalém Torre de Davi
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    EXTREMISMOS Grupos radicaisde ambos os lados não aceitam os acordos estabelecidos por seus respectivos líderes, não admitindo a convivência de um Estado palestino com um Estado judeu Árabes – Hezbollah (Partido de Deus), Hamas e Jihad não aceitam a representação da OLP e os acordos de paz Israel – Kach, Yesha e Eyal Fanatismo religioso Atentados terroristas – homens-bomba Jihad – guerra santa
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    O MURO DEISRAEL Em 2002, os israelenses começaram a construir um muro entre Israel e Cisjordânia, visando proteger seu território contra ataques terroristas palestinos A construção gerou tensões políticas internas e muitas críticas palestinas e da comunidade internacional
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