O documento discute a relação entre estética, ética e saúde. A autora argumenta que a estética não é nem ética nem antiética, e que os tratamentos estéticos podem ser éticos se conduzidos corretamente e se atenderem às necessidades do paciente. Ela também defende que a beleza está ligada à saúde mental e ao bem-estar, e não deve ser vista como inconsequente.