Gestão do Estresse e
Prevenção do Adoecimento
Encontro 3 - Líderes
CAPACITAÇÕES DE SAÚDE MENTAL
[Inserir Nome do(a)
Facilitador(a)]
[Inserir categoria profissional]
[Inserir experiências profissionais]
TÓPICOS
Abordar o estresse no
formato da psicoeducação,
relacionando-o com
adoecimento mental e
incentivando práticas de
manejo emocional.
O que é o Estresse? E quais as suas
reações biopsicossociais?
Qual a relação do Estresse crônico e
adoecimento mental?
Dicas para gestão do estresse
individual e nas equipes
I. O que falamos aqui, permanece aqui
Tópicos sensíveis e que precisam ser dialogados;
II. Não só falar para vocês, e sim, falar com vocês
Tragam experiências, ideias, desafios, percepções;
III. Respeito ao Próximo
Base da boa convivência;
CONTRATO DE
SEGURANÇA PSICOLÓGICA
espaço seguro onde as pessoas podem falar, assumir
riscos e cometer erros sem medo de consequências
negativas.
Rodada de
Apresentação
Vamos nos conhecer!
Nome
Como você percebe que
está estressado(a)?
1 ação que te ajuda a
manejar o estresse
O QUE É O ESTRESSE? E
QUAIS AS SUAS REAÇÕES
BIOPSICOSSOCIAIS?
NATURALIZANDO O ESTRESSE
ESTRESSE
Reação natural do organismo que ocorre quando
vivenciamos situações novas e de perigoameaça,
nos colocando em estado de alerta ou alarme
através de alterações físicas e psicológicas.
Reação
psicofisiológica
necessária para a
adaptação
Hormônio Cortisol:
respostas de luta, fuga
ou congelamento
Agentes estressores: situações
reais ou imaginárias que
desestabilizam o equilíbrio do
organismo, demandando por
novas respostas
A depender do seu nível:
baixo, ideal ou alto
A função do cortisol (em níveis adequados) é ajudar o organismo a:
• Responder à situações estressantes – com mobilização fisiológica e
psicológica;
• Regular o humor, motivação, atenção, esforço;
• Reduzir inflamações;
• Contribuir para o funcionamento do sistema imune, cardiovascular e
endócrino;
• Manter os níveis de açúcar no sangue constantes e a pressão arterial.
Sintomas físicos naturais deste estado de alerta:
 Mãos e/ou pés frios;
 Boca seca;
 Dor no estômago;
 Suor; tensão e dor muscular;
 Batimentos cardíacos acelerados;
 Respiração ofegante;
 Aumento súbito e passageiro da pressão sanguínea;
 Agitação;
Cortisol: Hormônio do estresse
QUAL A RELAÇÃO DO
ESTRESSE CRÔNICO E
ADOECIMENTO MENTAL?
ADAPTAÇÃO X ADOECIMENTO
Alerta Resistência Exaustão
Organismo entra em contato
com o agente estressor e inicia
resposta adaptativa de
enfrentamento
Organismo tenta resistir ao
estresse, acumulando sintomas
físicos e diminuindo reserva de
energia adaptativa
Organismo exaure reservas de
energia adaptativa e sem repertórios
de manejo, surgem doenças que
comprometem sua saúde
Homeostase
Equilíbrio do organismo
com o meio
Objetivo
adaptativo
Cronicidade dos
sintomas
Adoecimento
Fases do desenvolvimento do Estresse
Quando em desequilíbrio crônico (níveis
baixos e altos), provoca reações como:
Dificuldade de atenção, concentração e problemas
com memória;
Cansaço e fadiga intensa;
Tensão muscular, dores de cabeça;
Irritabilidade e nervosismo;
Insônia, pesadelos;
Problemas intestinais, cardíacos e de imunidade;
Aumento da pressão arterial;
Acúmulo do açúcar sanguíneo e gordura abdominal;
A cronicidade do estresse é um fator de risco
para desenvolvimento de transtornos mentais,
como Ansiedade e Depressão.
Estresse: Sintomas e Níveis
Os sintomas do estresse de forma crônica se integram com padrões de
pensamento-sentimento-emoções e percepções de si mesmo (autoimagem
e autoestima), resultando em repertórios psicológicos e comportamentais que
podem ser disfuncionais à integridade e funcionalidade da pessoa.
• Insegurança ao lidar com situações novas e estressantes;
• Impacto nos hábitos e qualidade de vida (rotina de sono,
qualidade do descanso, capacidade para relaxar);
• Provocar estresse em si mesmo (reforçando emoções de
culpa, vergonha, ressentimento);
• Manejo inadequado do estresse com práticas que trazem
alívio à curto prazo, porém prejudiciais (uso de
substâncias, relação de compulsão com comida/compras,
hiper estimulação em redes sociais, etc);
Estresse crônico e Adoecimento Mental
Impactos do Eustresse X Distresse no ambiente
de trabalho
• Sobrecarga/pressão constante e intensa;
• Monotonia: tarefas com pouca variedade;
• Relacionamentos conflituosos;
• Impossibilidade de opinar no trabalho;
• Conflito de papéis e responsabilidades;
• Desequilíbrio entre a vida pessoal e profissional;
• Falta de clareza ou pouca orientação para o trabalho;
• Falta de apoio de colegas;
• Falta de poio da liderança;
• Problemas de comunicação;
• Ausência de reconhecimento;
• Assédio moral ou psicológico.
Qualidade de Vida
Desenvolvimento x Desadaptação
Produtividade
Desafio x Adoecimento
Relações Interpessoais
Conflito x Confronto
Fatores Psicossociais
Proteção x Risco
Fatores de Riscos Psicossociais
Relacionados ao Trabalho que podem
intensificar o nível de estresse:
ESTRESSE OCUPACIONAL
DICAS PARA A GESTÃO DO
ESTRESSE INDIVIDUAL E
NAS EQUIPES
NA PRÁTICA
Alerta
Organismo entra em contato
com o agente estressor e inicia
resposta adaptativa de
enfrentamento
Homeostase
Equilíbrio do organismo
com o meio
Agente
estressor
Fases do desenvolvimento do Estresse
Reações
Psicofisiológicas
Resposta
Adaptativa Autoconsciência
Flexibilidade
psicológica e
social
Gestão do
Estresse
Abordagem consciente que
adota práticas e técnicas que
visam controlar as reações
físicas, emocionais e mentais,
encorajando respostas
adaptativas
Práticas e
Técnicas de
relaxamento
Capacidade de identificar e manejar os estados
mentais e emocionais, resultando em maior
consciência de respostas comportamentais;
Percepção resiliente das adversidades da vida,
gerando aprendizagem e ajuste criativo em
repertórios comportamentais;
Percepção humanizada de si mesmo,
reconhecendo suas conquistas e erros, fortalecendo
a autoestima e autoconfiança;
Autoconhecimento
Autocuidado
Processo de se autoconhecer (padrões de
pensamentos, comportamentos, emoções,
crenças, objetivos, códigos morais), conectando
experiências de sua história de vida com a
construção ativa de quem está se transformando.
Processo de promover o bem-estar próprio em
várias dimensões, com a responsabilidade pela
própria saúde e corresponsabilidade pelos
contextos que está inserido.
Autoconsciência
Autoimagem
Autorresponsabilidade
Resiliência com base em aprendizados para
adaptação aos diversos contextos biopsicossociais.
Flexibilidade psicológica e social
Pilares da Saúde Mental: Autoconhecimento e
Autocuidado
A qualidade da relação
com nós mesmos:
Esteja atento aos sinais do seu corpo, geralmente o
reconhecimento de reações físicas é mais facilmente
percebido. Em níveis altos, é importante entrar com
recursos de relaxamento o quanto antes.
Gestão do Estresse individual
A capacidade que o gestor tem de gerir
seu próprio estresse tem influência na
saúde emocional de sua equipe.
 Identifique seu nível de estresse e evite
ações que podem potencializá-lo
 Reconheça o(s) agente(s) estressor(es)
• O que está desencadeando ou aumentando a
carga de estresse?
• Há algo que possa ser feito para evitar a
cronicidade deste agente e estresse?
Realize atividades que o façam focar no momento presente,
aliviando a sobrecarga mental de preocupações e cenários
do passado/futuro.
• Prática de Respiração diafragmática;
• Contato com a natureza;
• Pausas entre atividades;
• Mindfulness (Atenção Plena);
• Meditação;
• Atividades de Lazer / Hobbies;
• Escrita terapêutica, auto-fala consigo mesmo;
Gestão do Estresse individual
A capacidade que o gestor tem de gerir
seu próprio estresse tem influência na
saúde emocional de sua equipe.
 Experimente atividades e técnicas de
relaxamento
Gestão do Estresse individual
A capacidade que o gestor tem de gerir
seu próprio estresse tem influência na
saúde emocional de sua equipe.
 Pratique atividades físicas regularmente
Movimentar o corpo reduz a carga de tensão muscular,
promove a regulação emocional, melhora a
disposição e o funcionamento de funções psíquicas.
• Atividades na natureza para sensação de conexão;
• Corrida para sensação de liberdade;
• Dança para sensação de expressão;
• Artes marciais para sensação de equilíbrio;
• Natação para a sensação de serenidade;
• Alongamento e Yoga para sensação de harmonia;
Gestão do Estresse individual
A capacidade que o gestor tem de gerir
seu próprio estresse tem influência na
saúde emocional de sua equipe.
 Estabeleça rituais de fim de dia
Siga uma rotina constante que permita momentos
para “desacelerar” e se recuperar do estresse
diário. Horários regulares ajudam a regular o
relógio biológico.
• Rotina de sono;
• Horas offline e redução no uso das telas;
• Momentos com a família;
• Rotina de autocuidado;
• Atividades que te desacelerem (ex. leitura, ouvir
músicas tranquilas);
Procure por
orientações
especializadas
O apoio e
acompanhamento
especializado potencializa
o desenvolvimento de
estratégias em gestão do
estresse
Psicoterapia: Processo terapêutico realizado
por profissional da Psicologia. Pode ajudar em:
• Desenvolver e acompanhar recursos de
enfrentamento em gestão do estresse –
com base no autoconhecimento e
autocuidado;
• Manejar dificuldades e impactos
negativos do estresse: insônia, reações
emocionais desproporcionais, dificuldade
de concentração, conflitos interpessoais,
falta de autocontrole...;
• Identificar padrões de pensamento e
comportamento que contribuem para o
estresse, promovendo mudanças;
Gestão do Estresse individual
Se atente à comportamentos
observáveis:
 Relatos de sobrecarga, estresse, pressão,
ansiedade, tensão, desânimo;
 Reações e estados emocionais desproporcionais
e diferentes ao padrão de cada pessoa;
 Estado físico com aspecto de cansaço, falta de
energia, fadiga;
 Diminuição no nível de produtividade e
dificuldade com as entregas;
 Aumento de confrontos e desentendimentos na
equipe;
 Isolamento constante do grupo;
Estresse na Equipe
1. Observe;
2. Escute e Acolha;
3. Oriente e Encaminhe;
Aliado às ações de Gestão
Humanizada:
Reflita sobre questões do trabalho e possíveis ações que
possam prevenir a piora no nível de estresse ocupacional.
>> Ex. Estratégia e fluxos diferenciados para períodos de
sobrecarga de demandas; Organização de atividades e
distribuição de demandas entre a equipe; Reuniões de
acompanhamento e apoio;
• Estabeleça limites claros
• Organize, priorize e distribua tarefas
• Estimule as pausas estratégicas
• Fomente um ambiente positivo
• Aplicação de técnicas em resolução de
conflitos
LÍDERES ATENTOS À PRÓPRIA
SAÚDE MENTAL E GESTÃO DO
ESTRESSE, FORTALECEM O BEM-
ESTAR E PRODUTIVIDADE DA
EQUIPE.
FAÇA PARTE DESTE MOVIMENTO, NOS
CONTE SUA EXPERIÊNCIA DESTE ENCONTRO
MATERIAIS COMPLEMENTARES
Estresse Práticas de Gestão do Estresse
Sesi indica
OBRIGADO

3.Gestão do Estresse e Prevenção do Adoecimento.pptx

  • 1.
    Gestão do Estressee Prevenção do Adoecimento Encontro 3 - Líderes CAPACITAÇÕES DE SAÚDE MENTAL
  • 2.
    [Inserir Nome do(a) Facilitador(a)] [Inserircategoria profissional] [Inserir experiências profissionais]
  • 3.
    TÓPICOS Abordar o estresseno formato da psicoeducação, relacionando-o com adoecimento mental e incentivando práticas de manejo emocional. O que é o Estresse? E quais as suas reações biopsicossociais? Qual a relação do Estresse crônico e adoecimento mental? Dicas para gestão do estresse individual e nas equipes
  • 4.
    I. O quefalamos aqui, permanece aqui Tópicos sensíveis e que precisam ser dialogados; II. Não só falar para vocês, e sim, falar com vocês Tragam experiências, ideias, desafios, percepções; III. Respeito ao Próximo Base da boa convivência; CONTRATO DE SEGURANÇA PSICOLÓGICA espaço seguro onde as pessoas podem falar, assumir riscos e cometer erros sem medo de consequências negativas.
  • 5.
    Rodada de Apresentação Vamos nosconhecer! Nome Como você percebe que está estressado(a)? 1 ação que te ajuda a manejar o estresse
  • 6.
    O QUE ÉO ESTRESSE? E QUAIS AS SUAS REAÇÕES BIOPSICOSSOCIAIS? NATURALIZANDO O ESTRESSE
  • 7.
    ESTRESSE Reação natural doorganismo que ocorre quando vivenciamos situações novas e de perigoameaça, nos colocando em estado de alerta ou alarme através de alterações físicas e psicológicas. Reação psicofisiológica necessária para a adaptação Hormônio Cortisol: respostas de luta, fuga ou congelamento Agentes estressores: situações reais ou imaginárias que desestabilizam o equilíbrio do organismo, demandando por novas respostas A depender do seu nível: baixo, ideal ou alto
  • 8.
    A função docortisol (em níveis adequados) é ajudar o organismo a: • Responder à situações estressantes – com mobilização fisiológica e psicológica; • Regular o humor, motivação, atenção, esforço; • Reduzir inflamações; • Contribuir para o funcionamento do sistema imune, cardiovascular e endócrino; • Manter os níveis de açúcar no sangue constantes e a pressão arterial. Sintomas físicos naturais deste estado de alerta:  Mãos e/ou pés frios;  Boca seca;  Dor no estômago;  Suor; tensão e dor muscular;  Batimentos cardíacos acelerados;  Respiração ofegante;  Aumento súbito e passageiro da pressão sanguínea;  Agitação; Cortisol: Hormônio do estresse
  • 9.
    QUAL A RELAÇÃODO ESTRESSE CRÔNICO E ADOECIMENTO MENTAL? ADAPTAÇÃO X ADOECIMENTO
  • 10.
    Alerta Resistência Exaustão Organismoentra em contato com o agente estressor e inicia resposta adaptativa de enfrentamento Organismo tenta resistir ao estresse, acumulando sintomas físicos e diminuindo reserva de energia adaptativa Organismo exaure reservas de energia adaptativa e sem repertórios de manejo, surgem doenças que comprometem sua saúde Homeostase Equilíbrio do organismo com o meio Objetivo adaptativo Cronicidade dos sintomas Adoecimento Fases do desenvolvimento do Estresse
  • 11.
    Quando em desequilíbriocrônico (níveis baixos e altos), provoca reações como: Dificuldade de atenção, concentração e problemas com memória; Cansaço e fadiga intensa; Tensão muscular, dores de cabeça; Irritabilidade e nervosismo; Insônia, pesadelos; Problemas intestinais, cardíacos e de imunidade; Aumento da pressão arterial; Acúmulo do açúcar sanguíneo e gordura abdominal; A cronicidade do estresse é um fator de risco para desenvolvimento de transtornos mentais, como Ansiedade e Depressão. Estresse: Sintomas e Níveis
  • 12.
    Os sintomas doestresse de forma crônica se integram com padrões de pensamento-sentimento-emoções e percepções de si mesmo (autoimagem e autoestima), resultando em repertórios psicológicos e comportamentais que podem ser disfuncionais à integridade e funcionalidade da pessoa. • Insegurança ao lidar com situações novas e estressantes; • Impacto nos hábitos e qualidade de vida (rotina de sono, qualidade do descanso, capacidade para relaxar); • Provocar estresse em si mesmo (reforçando emoções de culpa, vergonha, ressentimento); • Manejo inadequado do estresse com práticas que trazem alívio à curto prazo, porém prejudiciais (uso de substâncias, relação de compulsão com comida/compras, hiper estimulação em redes sociais, etc); Estresse crônico e Adoecimento Mental
  • 13.
    Impactos do EustresseX Distresse no ambiente de trabalho • Sobrecarga/pressão constante e intensa; • Monotonia: tarefas com pouca variedade; • Relacionamentos conflituosos; • Impossibilidade de opinar no trabalho; • Conflito de papéis e responsabilidades; • Desequilíbrio entre a vida pessoal e profissional; • Falta de clareza ou pouca orientação para o trabalho; • Falta de apoio de colegas; • Falta de poio da liderança; • Problemas de comunicação; • Ausência de reconhecimento; • Assédio moral ou psicológico. Qualidade de Vida Desenvolvimento x Desadaptação Produtividade Desafio x Adoecimento Relações Interpessoais Conflito x Confronto Fatores Psicossociais Proteção x Risco Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho que podem intensificar o nível de estresse: ESTRESSE OCUPACIONAL
  • 14.
    DICAS PARA AGESTÃO DO ESTRESSE INDIVIDUAL E NAS EQUIPES NA PRÁTICA
  • 15.
    Alerta Organismo entra emcontato com o agente estressor e inicia resposta adaptativa de enfrentamento Homeostase Equilíbrio do organismo com o meio Agente estressor Fases do desenvolvimento do Estresse Reações Psicofisiológicas Resposta Adaptativa Autoconsciência Flexibilidade psicológica e social Gestão do Estresse Abordagem consciente que adota práticas e técnicas que visam controlar as reações físicas, emocionais e mentais, encorajando respostas adaptativas Práticas e Técnicas de relaxamento
  • 16.
    Capacidade de identificare manejar os estados mentais e emocionais, resultando em maior consciência de respostas comportamentais; Percepção resiliente das adversidades da vida, gerando aprendizagem e ajuste criativo em repertórios comportamentais; Percepção humanizada de si mesmo, reconhecendo suas conquistas e erros, fortalecendo a autoestima e autoconfiança; Autoconhecimento Autocuidado Processo de se autoconhecer (padrões de pensamentos, comportamentos, emoções, crenças, objetivos, códigos morais), conectando experiências de sua história de vida com a construção ativa de quem está se transformando. Processo de promover o bem-estar próprio em várias dimensões, com a responsabilidade pela própria saúde e corresponsabilidade pelos contextos que está inserido. Autoconsciência Autoimagem Autorresponsabilidade Resiliência com base em aprendizados para adaptação aos diversos contextos biopsicossociais. Flexibilidade psicológica e social Pilares da Saúde Mental: Autoconhecimento e Autocuidado A qualidade da relação com nós mesmos:
  • 17.
    Esteja atento aossinais do seu corpo, geralmente o reconhecimento de reações físicas é mais facilmente percebido. Em níveis altos, é importante entrar com recursos de relaxamento o quanto antes. Gestão do Estresse individual A capacidade que o gestor tem de gerir seu próprio estresse tem influência na saúde emocional de sua equipe.  Identifique seu nível de estresse e evite ações que podem potencializá-lo  Reconheça o(s) agente(s) estressor(es) • O que está desencadeando ou aumentando a carga de estresse? • Há algo que possa ser feito para evitar a cronicidade deste agente e estresse?
  • 18.
    Realize atividades queo façam focar no momento presente, aliviando a sobrecarga mental de preocupações e cenários do passado/futuro. • Prática de Respiração diafragmática; • Contato com a natureza; • Pausas entre atividades; • Mindfulness (Atenção Plena); • Meditação; • Atividades de Lazer / Hobbies; • Escrita terapêutica, auto-fala consigo mesmo; Gestão do Estresse individual A capacidade que o gestor tem de gerir seu próprio estresse tem influência na saúde emocional de sua equipe.  Experimente atividades e técnicas de relaxamento
  • 19.
    Gestão do Estresseindividual A capacidade que o gestor tem de gerir seu próprio estresse tem influência na saúde emocional de sua equipe.  Pratique atividades físicas regularmente Movimentar o corpo reduz a carga de tensão muscular, promove a regulação emocional, melhora a disposição e o funcionamento de funções psíquicas. • Atividades na natureza para sensação de conexão; • Corrida para sensação de liberdade; • Dança para sensação de expressão; • Artes marciais para sensação de equilíbrio; • Natação para a sensação de serenidade; • Alongamento e Yoga para sensação de harmonia;
  • 20.
    Gestão do Estresseindividual A capacidade que o gestor tem de gerir seu próprio estresse tem influência na saúde emocional de sua equipe.  Estabeleça rituais de fim de dia Siga uma rotina constante que permita momentos para “desacelerar” e se recuperar do estresse diário. Horários regulares ajudam a regular o relógio biológico. • Rotina de sono; • Horas offline e redução no uso das telas; • Momentos com a família; • Rotina de autocuidado; • Atividades que te desacelerem (ex. leitura, ouvir músicas tranquilas);
  • 21.
    Procure por orientações especializadas O apoioe acompanhamento especializado potencializa o desenvolvimento de estratégias em gestão do estresse Psicoterapia: Processo terapêutico realizado por profissional da Psicologia. Pode ajudar em: • Desenvolver e acompanhar recursos de enfrentamento em gestão do estresse – com base no autoconhecimento e autocuidado; • Manejar dificuldades e impactos negativos do estresse: insônia, reações emocionais desproporcionais, dificuldade de concentração, conflitos interpessoais, falta de autocontrole...; • Identificar padrões de pensamento e comportamento que contribuem para o estresse, promovendo mudanças; Gestão do Estresse individual
  • 22.
    Se atente àcomportamentos observáveis:  Relatos de sobrecarga, estresse, pressão, ansiedade, tensão, desânimo;  Reações e estados emocionais desproporcionais e diferentes ao padrão de cada pessoa;  Estado físico com aspecto de cansaço, falta de energia, fadiga;  Diminuição no nível de produtividade e dificuldade com as entregas;  Aumento de confrontos e desentendimentos na equipe;  Isolamento constante do grupo; Estresse na Equipe 1. Observe; 2. Escute e Acolha; 3. Oriente e Encaminhe; Aliado às ações de Gestão Humanizada: Reflita sobre questões do trabalho e possíveis ações que possam prevenir a piora no nível de estresse ocupacional. >> Ex. Estratégia e fluxos diferenciados para períodos de sobrecarga de demandas; Organização de atividades e distribuição de demandas entre a equipe; Reuniões de acompanhamento e apoio; • Estabeleça limites claros • Organize, priorize e distribua tarefas • Estimule as pausas estratégicas • Fomente um ambiente positivo • Aplicação de técnicas em resolução de conflitos
  • 23.
    LÍDERES ATENTOS ÀPRÓPRIA SAÚDE MENTAL E GESTÃO DO ESTRESSE, FORTALECEM O BEM- ESTAR E PRODUTIVIDADE DA EQUIPE. FAÇA PARTE DESTE MOVIMENTO, NOS CONTE SUA EXPERIÊNCIA DESTE ENCONTRO
  • 24.
    MATERIAIS COMPLEMENTARES Estresse Práticasde Gestão do Estresse Sesi indica
  • 25.

Notas do Editor

  • #1 CAPACITAÇÃO DE LÍDERES EM SAÚDE MENTAL Encontro 1 Líderes – Ambiente de Trabalho e Fatores Psicossociais; Encontro 2 Líderes – Liderança e Saúde Mental; Encontro 3 Líderes – Gestão do Estresse e Prevenção do Adoecimento; Objetivo: Abordar o estresse no formato da psicoeducação, relacionando-o com fenômenos no ambiente de trabalho e incentivando práticas de manejo emocional.  Encontro 4 Líderes – Prevenção do Assédio e Violência do Trabalho;
  • #2 Objetivo: Realizar a apresentação profissional do(a) facilitador(a), estabelecendo vínculo com os participantes. >> Incluir textos breves, apenas como apoio para a apresentação profissional. Ex: Bruna M. Isume Psicóloga | CRP: 08/22127 Formada em Psicologia pela PUCPR em 2015, com especialização em Gestão, Planejamento e Avaliação em Saúde Mental. Atuação com serviços de Saúde Mental para as Indústrias em Promoção da Saúde e Saúde Ocupacional. Experiência no campo da Psicologia do Trabalho, Organizacional, Social e Clínica.
  • #3 Objetivo: Ambientar os participantes no que será abordado e na linha de raciocínio para construção de sentido. O que é o Estresse? E quais as suas reações biopsicossociais?: Conceito de Estresse; Sintomatologia e níveis; Estágios e evolução; Estresse crônico e Transtornos Mentais; Qual a relação do Estresse crônico e adoecimento mental?: Impactos do estresse (qualidade de vida, relações interpessoais, produtividade); Dicas para gestão do estresse individual e nas equipes: Práticas de relaxamento e autocuidado.
  • #4 Objetivo: Realizar acordos coletivos baseados na segurança psicológica e boa-convivência/interação entre todos. “Acordo de Sigilo”, no sentido de, o que for comentado no encontro, permaneça apenas naquele momento, havendo o comprometimento de todos para não expor ninguém e prejudicar a confiança construída. Isto é importante na temática de Saúde Mental, visto que o compartilhamento de vivências e experiências pessoais/profissionais pode gerar incômodo e desconfiança por conta de estigmas ainda presentes. Propiciando um espaço de segurança psicológica na prática; “Acordo de fala e escuta”, combinando respeito ao se expressar e ouvir, podendo incluir determinados gestos/palavras/códigos para momentos de dispersão da turma, para se posicionar ou propor algo, etc; ---------------------------------------------- 4 pilares da Segurança Psicológica para incentivar durante o encontro: Expressão: Segurança em trazer ideias e questionar o status quo. Onde as opiniões são respeitadas e contém liberdade para propor mudanças;   Interação: Segurança para pedir ajuda, dar e receber feedback, falar sobre assuntos “difíceis”;   Aprendizado: Segurança para tomar riscos, experimentar, inovar e aprender com os erros;   Pertencimento: Sentimento de apoio, valorização e aceitação.   --------------------------------------------- Habilidades socioemocionais para aplicar durante o encontro com os participantes: >> Comunicação Efetiva Praticar escuta ativa para compreender melhor os relatos;  Estar aberto a opiniões, sugestões e comentários;  Valorizar e elogiar a participação de cada um, independentemente do grau de entrega;  Comunicação acessível, podendo se utilizar de termos que surgirem nos encontros para um entendimento único da turma. >> Adaptabilidade Perceber os movimentos do grupo e conduzi-lo adequadamente;  Tecer as participações em relação à temática;  Manter o grupo unido e focado no propósito;  Mapeamento de expectativas e flexibilização;  Estar atento às atualidades (notícias, pesquisas, atualizações técnicas, novos materiais). >> Inteligência Emocional e Gestão de Conflitos Construir um ambiente com segurança psicológica;  Mediar comentários, diálogos e possíveis divergências de opiniões;  Equilibrar o comportamento pessoal e profissional para dar bons exemplos;  Ser tolerante e paciente diante de reações diversas e adversas;  Destinar a todos um tratamento igualitário.  >> Gestão do Tempo Promover o equilíbrio entre absorção de conhecimento e participação;  Remanejo das temáticas de acordo com o maior interesse do grupo: permitir estender um tema para além de um encontro, desde que todos estejam de acordo que o próximo demandará menos tempo para explorar.
  • #5 Objetivo: Promover a participação, construir sentimento coletivo de pertencimento do grupo, reflexão do tema nos relacionamentos interpessoais de trabalho e interação uns com os outros. Estabeleça um tempo para cada pessoa – a depender do número de participantes; Realize interações com os relatos, “costurando” experiências e utilizando “termos” trazidos por integrantes do grupo;
  • #6 Slide de Breve Interação Objetivo: Incentivar a participação breve das pessoas e utilizar as respostas como oportunidade para construir um diálogo personalizado com este determinado grupo, por meio de: termos, exemplos, opiniões, questionamentos, etc; Em casos que há baixa adesão, uma possibilidade, é reformular a pergunta de formas diferentes; É recomendado reforçar positivamente a participação; Após as participações, é importante se atentar ao retorno para o tema (“costurando” as falas e gerando algo coletivo), para que o grupo não se disperse;
  • #7 Conceito Estresse Objetivo: Alinhar a conceitualização do Estresse para promover a reflexão sobre o fenômeno, sintomatologias e formas de manejo. O fenômeno do estresse acarreta reações fisiológicas e psicológicas, que irão impactar em padrões comportamentais e inclusive crenças sobre si e o mundo. Desta forma, quando temos mais consciência destes impactos, conseguimos identifica-los e escolher respostas não-reativas; Além disso, auxilia em nossa percepção perante outras pessoas, o que pode influenciar em nosso posicionamento diante os relacionamentos interpessoais;
  • #8 Função e sintomas do hormônio Cortisol Objetivo: Apresentar a função do hormônio cortisol (ativa o estado de estresse) em nosso organismo, assim como, a sintomatologia física. É importante enfatizar que o hormônio cortisol possui funções adaptativas evolutivas, inclusive auxiliando a regular o humor, motivação, atenção e esforço. Desta forma, é possível compreender a importância de seu papel e inclusive falar sobre os níveis de estresse, enfatizando o Eustresse; Os sintomas físicos naturais deste estado provocam desconforto, visto que se diferencia do estado natural e equilibrado do organismo, porém, a depender da situação/contexto (ameaça, perigo) podem estar alinhados com a adaptabilidade à determinada circunstância.
  • #9 Slide de Breve Interação Objetivo: Incentivar a participação breve das pessoas e utilizar as respostas como oportunidade para construir um diálogo personalizado com este determinado grupo, por meio de: termos, exemplos, opiniões, questionamentos, etc; Em casos que há baixa adesão, uma possibilidade, é reformular a pergunta de formas diferentes; É recomendado reforçar positivamente a participação; Após as participações, é importante se atentar ao retorno para o tema (“costurando” as falas e gerando algo coletivo), para que o grupo não se disperse;
  • #10 Processo de evolução e fases do Estresse Objetivo: Demonstrar o processo evolutivo do fenômeno do estresse, percorrendo desde a homeostase, fase de alerta, até a resistência e exaustão. Facilitando na compreensão da importância da gestão do estresse para a saúde mental e no incentivo de práticas. Para atingir o objetivo de adaptação do estresse frente a um cenário de ameaça, o organismo passa pela primeira fase, conhecida como fase do Alerta, sentindo a sintomatologia psicofisiológica, e encontrando uma resposta de enfrentamento que o faz retornar para a homeostase; Caso essa resposta de enfrentamento não seja efetiva, há o acúmulo dos sintomas e consequentemente sua cronicidade, impactando suas reservas de energia; Permanecendo a cronicidade deste estado, o organismo sentirá a exaustão, onde surgem os quadros de adoecimento, sem reservas de energia adaptativa e repertórios adequados;
  • #11 Sintomas e Níveis do Estresse Objetivo: Diferenciar os níveis de estresse, demonstrando como podem impactar em funções psíquicas. O nível de cortisol desequilibrado (tanto baixo, quanto alto) de forma crônica é um fator de risco para desenvolver alguns transtornos mentais, visto que impactam funções psíquicas e repertórios comportamentais; O Eustresse (considerado o nível ideal) equivale às respostas adaptativas para cenários e situações de fato estressantes, promovendo resistência e motivação;
  • #12 Relação entre o estresse crônico e desenvolvimento de transtornos mentais Objetivo: Relacionar o estado de estresse crônico com o desenvolvimento de transtornos mentais O organismo impactado de forma constante pelos sintomas psicofisiológicos do estresse, integra a experiência com os contextos externos e internos (como pensamentos, crenças, sentimentos, emoções, percepções de si), construindo a complexidade de repertórios psicológicos e comportamentais;
  • #13 Impactos do Estresse (em seus níveis de Eustresse e Distresse) no ambiente de trabalho Objetivo: Explorar a diferença de impacto do eustresse (nível adequado de estresse) e o distresse (nível alto) nos âmbitos de qualidade de vida, produtividade e relações interpessoais. O Eustresse é capaz de mobilizar o indivíduo à adaptabilidade, de forma que o faz sair de seu estado de equilíbrio, para responder de maneira mais energética à situações estressantes, porém, não traz consequências negativas como o distresse; Na qualidade de vida, o eustresse pode mobilizar um desenvolvimento – como por exemplo, na mudanças de hábitos que o indivíduo perceba necessidade, enquanto que o distresse irá promover a desaptação e sobrecarga; Em relação à produtividade, o eustresse possui um impacto positivo por desencadear o sentimento de enfrentar desafios, enquanto que o distresse irá atrapalhar as suas funções físicas, psíquicas e sociais; Estresse Ocupacional O termo é muito utilizado atrelado aos fatores psicossociais internos ao trabalho, levantando como aspectos do trabalho em si, do ambiente de trabalho e relações de trabalho, podem promover o estresse (em seus diferentes níveis – baixo, ideal e alto); Desta forma, o estresse em si relacionado ao trabalho, não necessariamente será algo negativo, visto que o eustresse pode mobilizar o desenvolvimento e crescimento pessoal e profissional; Desta forma, é importante ressaltar que a cronicidade em níveis baixos e altos, é que podem potencializar o desenvolvimento do adoecimento mental;
  • #14 Slide de Breve Interação Objetivo: Incentivar a participação breve das pessoas e utilizar as respostas como oportunidade para construir um diálogo personalizado com este determinado grupo, por meio de: termos, exemplos, opiniões, questionamentos, etc; Em casos que há baixa adesão, uma possibilidade, é reformular a pergunta de formas diferentes; É recomendado reforçar positivamente a participação; Após as participações, é importante se atentar ao retorno para o tema (“costurando” as falas e gerando algo coletivo), para que o grupo não se disperse;
  • #15 Papel da Gestão do Estresse (objetivo adaptativo) Objetivo: Demonstrar a função que a gestão estresse possui para prevenir o adoecimento mental (cronicidade de sintomas e exaustão de recursos). Para atingir o objetivo de adaptação do estresse frente a um cenário de ameaça, o organismo passa pela primeira fase, conhecida como fase do Alerta, sentindo a sintomatologia psicofisiológica, e encontrando uma resposta de enfrentamento que o faz retornar para a homeostase; Caso essa resposta de enfrentamento não seja efetiva, há o acúmulo dos sintomas e consequentemente sua cronicidade, impactando suas reservas de energia; Permanecendo a cronicidade deste estado, o organismo sentirá a exaustão, onde surgem os quadros de adoecimento, sem reservas de energia adaptativa e repertórios adequados; Importante relacionar com um exemplo de gestão de estresse bem sucedido;
  • #16 Conceitos e essência das práticas em Saúde Mental Objetivo: Explorar conceitos essenciais para embasar práticas de cuidado em Saúde Mental. Estes termos são muito utilizados nas terapêuticas que promovem o cuidado em saúde mental, principalmente porque incentivam o indivíduo a olhar para si e desenvolver uma relação saudável consigo mesmo. Desta forma, é importante que ao se explorar a seguir as boas-práticas, consigam perceber o desenvolvimento destes aspectos em paralelo; Ou seja, por mais que se possa incentivar a realização de uma boa-prática em saúde mental, é necessário que haja um movimento de olhar para si nestes pontos; Por isto, que se enfatiza tanto o “olhar para o processo, ao invés do resultado em si”;
  • #17 Dica: Identificar o nível de estresse e Reconhecer os agentes estressores Objetivo: Incentivar nas lideranças, hábitos e boas-práticas em saúde mental a nível individual – visto a influência de seus estados mentais/emocionais em sua função de liderança e equipes; Inclua exemplos relacionados com conhecimentos da psicoeducação e práticas de gestão do estresse;
  • #18 Dica: Experimentar atividades e técnicas de relaxamento Objetivo: Incentivar nas lideranças, hábitos e boas-práticas em saúde mental a nível individual – visto a influência de seus estados mentais/emocionais em sua função de liderança e equipes; Inclua exemplos relacionados com conhecimentos da psicoeducação e práticas de gestão do estresse;
  • #19 Dica: Praticar atividades físicas regularmente Objetivo: Incentivar nas lideranças, hábitos e boas-práticas em saúde mental a nível individual – visto a influência de seus estados mentais/emocionais em sua função de liderança e equipes; Inclua exemplos relacionados com conhecimentos da psicoeducação e práticas de gestão do estresse;
  • #20 Dica: Estabelecer rituais de fim de dia Objetivo: Incentivar nas lideranças, hábitos e boas-práticas em saúde mental a nível individual – visto a influência de seus estados mentais/emocionais em sua função de liderança e equipes; Inclua exemplos relacionados com conhecimentos da psicoeducação e práticas de gestão do estresse;
  • #21 Dica: Procurar por orientações especializadas Objetivo: Incentivar nas lideranças, hábitos e boas-práticas em saúde mental a nível individual – visto a influência de seus estados mentais/emocionais em sua função de liderança e equipes; Inclua exemplos relacionados com conhecimentos da psicoeducação e práticas de gestão do estresse;
  • #22 Dica: Se atentar à comportamentos observáveis (da equipe) relacionados com Estresse Objetivo: Relacionar os impactos do eustresse e distresse com comportamentos observáveis no outro, oferecendo aos líderes um check-list para se atentarem com suas equipes. Nossos comportamentos, atitudes e posicionamentos refletem o estresse experienciado. Porém, na correria do dia a dia, e muitas vezes pela falta de conhecimentos e habilidades, estes sinais podem passar despercebidos – e oportunidades de gestão humanizada também podem ser perdidas; É importante conectar as dicas de atenção aos comportamentos da equipe com as ações trabalhadas no encontro anterior sobre Liderança Humanizada;
  • #23 Fechamento e Conclusão Objetivo: Promover o fechamento da capacitação, “costurando” as ideias/termos/exemplos dialogados. >>Duplique o Formulário da Pesquisa de Satisfação, edite com o nome da empresa e gere o QRcode para incluir neste slide.
  • #24 Slide de Materiais Complementares Holocausto Brasileiro (livro) – Daniela Arbex Nise, O coração da loucura (filme brasileiro) - 2016 Líderes se servem por último (livro) – Simon Sinek A coragem para liderar (livro) – Brené Brown A organização sem medo (livro) – Amy Edmondson Livre para falar (livro) – Instituto Internacional em Segurança Psicológica >> Caso queira alterar as indicações de materiais, consulte o treinamento no módulo com o “Alinhamento conceitual” para verificar a coerência com a trilha de aprendizagem.
  • #25 Produção técnica de conteúdo Bruna M. Isume – Psicóloga | CRP: 08/22127 Gerência de Segurança e Saúde para Indústria bruna.isume@sistemafiep.org.br (41) 3271-9832 | (41) 99285-2049