TÓPICOS
Abordar o estresseno
formato da psicoeducação,
relacionando-o com
adoecimento mental e
incentivando práticas de
manejo emocional.
O que é o Estresse? E quais as suas
reações biopsicossociais?
Qual a relação do Estresse crônico e
adoecimento mental?
Dicas para gestão do estresse
individual e nas equipes
4.
I. O quefalamos aqui, permanece aqui
Tópicos sensíveis e que precisam ser dialogados;
II. Não só falar para vocês, e sim, falar com vocês
Tragam experiências, ideias, desafios, percepções;
III. Respeito ao Próximo
Base da boa convivência;
CONTRATO DE
SEGURANÇA PSICOLÓGICA
espaço seguro onde as pessoas podem falar, assumir
riscos e cometer erros sem medo de consequências
negativas.
5.
Rodada de
Apresentação
Vamos nosconhecer!
Nome
Como você percebe que
está estressado(a)?
1 ação que te ajuda a
manejar o estresse
6.
O QUE ÉO ESTRESSE? E
QUAIS AS SUAS REAÇÕES
BIOPSICOSSOCIAIS?
NATURALIZANDO O ESTRESSE
7.
ESTRESSE
Reação natural doorganismo que ocorre quando
vivenciamos situações novas e de perigoameaça,
nos colocando em estado de alerta ou alarme
através de alterações físicas e psicológicas.
Reação
psicofisiológica
necessária para a
adaptação
Hormônio Cortisol:
respostas de luta, fuga
ou congelamento
Agentes estressores: situações
reais ou imaginárias que
desestabilizam o equilíbrio do
organismo, demandando por
novas respostas
A depender do seu nível:
baixo, ideal ou alto
8.
A função docortisol (em níveis adequados) é ajudar o organismo a:
• Responder à situações estressantes – com mobilização fisiológica e
psicológica;
• Regular o humor, motivação, atenção, esforço;
• Reduzir inflamações;
• Contribuir para o funcionamento do sistema imune, cardiovascular e
endócrino;
• Manter os níveis de açúcar no sangue constantes e a pressão arterial.
Sintomas físicos naturais deste estado de alerta:
Mãos e/ou pés frios;
Boca seca;
Dor no estômago;
Suor; tensão e dor muscular;
Batimentos cardíacos acelerados;
Respiração ofegante;
Aumento súbito e passageiro da pressão sanguínea;
Agitação;
Cortisol: Hormônio do estresse
9.
QUAL A RELAÇÃODO
ESTRESSE CRÔNICO E
ADOECIMENTO MENTAL?
ADAPTAÇÃO X ADOECIMENTO
10.
Alerta Resistência Exaustão
Organismoentra em contato
com o agente estressor e inicia
resposta adaptativa de
enfrentamento
Organismo tenta resistir ao
estresse, acumulando sintomas
físicos e diminuindo reserva de
energia adaptativa
Organismo exaure reservas de
energia adaptativa e sem repertórios
de manejo, surgem doenças que
comprometem sua saúde
Homeostase
Equilíbrio do organismo
com o meio
Objetivo
adaptativo
Cronicidade dos
sintomas
Adoecimento
Fases do desenvolvimento do Estresse
11.
Quando em desequilíbriocrônico (níveis
baixos e altos), provoca reações como:
Dificuldade de atenção, concentração e problemas
com memória;
Cansaço e fadiga intensa;
Tensão muscular, dores de cabeça;
Irritabilidade e nervosismo;
Insônia, pesadelos;
Problemas intestinais, cardíacos e de imunidade;
Aumento da pressão arterial;
Acúmulo do açúcar sanguíneo e gordura abdominal;
A cronicidade do estresse é um fator de risco
para desenvolvimento de transtornos mentais,
como Ansiedade e Depressão.
Estresse: Sintomas e Níveis
12.
Os sintomas doestresse de forma crônica se integram com padrões de
pensamento-sentimento-emoções e percepções de si mesmo (autoimagem
e autoestima), resultando em repertórios psicológicos e comportamentais que
podem ser disfuncionais à integridade e funcionalidade da pessoa.
• Insegurança ao lidar com situações novas e estressantes;
• Impacto nos hábitos e qualidade de vida (rotina de sono,
qualidade do descanso, capacidade para relaxar);
• Provocar estresse em si mesmo (reforçando emoções de
culpa, vergonha, ressentimento);
• Manejo inadequado do estresse com práticas que trazem
alívio à curto prazo, porém prejudiciais (uso de
substâncias, relação de compulsão com comida/compras,
hiper estimulação em redes sociais, etc);
Estresse crônico e Adoecimento Mental
13.
Impactos do EustresseX Distresse no ambiente
de trabalho
• Sobrecarga/pressão constante e intensa;
• Monotonia: tarefas com pouca variedade;
• Relacionamentos conflituosos;
• Impossibilidade de opinar no trabalho;
• Conflito de papéis e responsabilidades;
• Desequilíbrio entre a vida pessoal e profissional;
• Falta de clareza ou pouca orientação para o trabalho;
• Falta de apoio de colegas;
• Falta de poio da liderança;
• Problemas de comunicação;
• Ausência de reconhecimento;
• Assédio moral ou psicológico.
Qualidade de Vida
Desenvolvimento x Desadaptação
Produtividade
Desafio x Adoecimento
Relações Interpessoais
Conflito x Confronto
Fatores Psicossociais
Proteção x Risco
Fatores de Riscos Psicossociais
Relacionados ao Trabalho que podem
intensificar o nível de estresse:
ESTRESSE OCUPACIONAL
14.
DICAS PARA AGESTÃO DO
ESTRESSE INDIVIDUAL E
NAS EQUIPES
NA PRÁTICA
15.
Alerta
Organismo entra emcontato
com o agente estressor e inicia
resposta adaptativa de
enfrentamento
Homeostase
Equilíbrio do organismo
com o meio
Agente
estressor
Fases do desenvolvimento do Estresse
Reações
Psicofisiológicas
Resposta
Adaptativa Autoconsciência
Flexibilidade
psicológica e
social
Gestão do
Estresse
Abordagem consciente que
adota práticas e técnicas que
visam controlar as reações
físicas, emocionais e mentais,
encorajando respostas
adaptativas
Práticas e
Técnicas de
relaxamento
16.
Capacidade de identificare manejar os estados
mentais e emocionais, resultando em maior
consciência de respostas comportamentais;
Percepção resiliente das adversidades da vida,
gerando aprendizagem e ajuste criativo em
repertórios comportamentais;
Percepção humanizada de si mesmo,
reconhecendo suas conquistas e erros, fortalecendo
a autoestima e autoconfiança;
Autoconhecimento
Autocuidado
Processo de se autoconhecer (padrões de
pensamentos, comportamentos, emoções,
crenças, objetivos, códigos morais), conectando
experiências de sua história de vida com a
construção ativa de quem está se transformando.
Processo de promover o bem-estar próprio em
várias dimensões, com a responsabilidade pela
própria saúde e corresponsabilidade pelos
contextos que está inserido.
Autoconsciência
Autoimagem
Autorresponsabilidade
Resiliência com base em aprendizados para
adaptação aos diversos contextos biopsicossociais.
Flexibilidade psicológica e social
Pilares da Saúde Mental: Autoconhecimento e
Autocuidado
A qualidade da relação
com nós mesmos:
17.
Esteja atento aossinais do seu corpo, geralmente o
reconhecimento de reações físicas é mais facilmente
percebido. Em níveis altos, é importante entrar com
recursos de relaxamento o quanto antes.
Gestão do Estresse individual
A capacidade que o gestor tem de gerir
seu próprio estresse tem influência na
saúde emocional de sua equipe.
Identifique seu nível de estresse e evite
ações que podem potencializá-lo
Reconheça o(s) agente(s) estressor(es)
• O que está desencadeando ou aumentando a
carga de estresse?
• Há algo que possa ser feito para evitar a
cronicidade deste agente e estresse?
18.
Realize atividades queo façam focar no momento presente,
aliviando a sobrecarga mental de preocupações e cenários
do passado/futuro.
• Prática de Respiração diafragmática;
• Contato com a natureza;
• Pausas entre atividades;
• Mindfulness (Atenção Plena);
• Meditação;
• Atividades de Lazer / Hobbies;
• Escrita terapêutica, auto-fala consigo mesmo;
Gestão do Estresse individual
A capacidade que o gestor tem de gerir
seu próprio estresse tem influência na
saúde emocional de sua equipe.
Experimente atividades e técnicas de
relaxamento
19.
Gestão do Estresseindividual
A capacidade que o gestor tem de gerir
seu próprio estresse tem influência na
saúde emocional de sua equipe.
Pratique atividades físicas regularmente
Movimentar o corpo reduz a carga de tensão muscular,
promove a regulação emocional, melhora a
disposição e o funcionamento de funções psíquicas.
• Atividades na natureza para sensação de conexão;
• Corrida para sensação de liberdade;
• Dança para sensação de expressão;
• Artes marciais para sensação de equilíbrio;
• Natação para a sensação de serenidade;
• Alongamento e Yoga para sensação de harmonia;
20.
Gestão do Estresseindividual
A capacidade que o gestor tem de gerir
seu próprio estresse tem influência na
saúde emocional de sua equipe.
Estabeleça rituais de fim de dia
Siga uma rotina constante que permita momentos
para “desacelerar” e se recuperar do estresse
diário. Horários regulares ajudam a regular o
relógio biológico.
• Rotina de sono;
• Horas offline e redução no uso das telas;
• Momentos com a família;
• Rotina de autocuidado;
• Atividades que te desacelerem (ex. leitura, ouvir
músicas tranquilas);
21.
Procure por
orientações
especializadas
O apoioe
acompanhamento
especializado potencializa
o desenvolvimento de
estratégias em gestão do
estresse
Psicoterapia: Processo terapêutico realizado
por profissional da Psicologia. Pode ajudar em:
• Desenvolver e acompanhar recursos de
enfrentamento em gestão do estresse –
com base no autoconhecimento e
autocuidado;
• Manejar dificuldades e impactos
negativos do estresse: insônia, reações
emocionais desproporcionais, dificuldade
de concentração, conflitos interpessoais,
falta de autocontrole...;
• Identificar padrões de pensamento e
comportamento que contribuem para o
estresse, promovendo mudanças;
Gestão do Estresse individual
22.
Se atente àcomportamentos
observáveis:
Relatos de sobrecarga, estresse, pressão,
ansiedade, tensão, desânimo;
Reações e estados emocionais desproporcionais
e diferentes ao padrão de cada pessoa;
Estado físico com aspecto de cansaço, falta de
energia, fadiga;
Diminuição no nível de produtividade e
dificuldade com as entregas;
Aumento de confrontos e desentendimentos na
equipe;
Isolamento constante do grupo;
Estresse na Equipe
1. Observe;
2. Escute e Acolha;
3. Oriente e Encaminhe;
Aliado às ações de Gestão
Humanizada:
Reflita sobre questões do trabalho e possíveis ações que
possam prevenir a piora no nível de estresse ocupacional.
>> Ex. Estratégia e fluxos diferenciados para períodos de
sobrecarga de demandas; Organização de atividades e
distribuição de demandas entre a equipe; Reuniões de
acompanhamento e apoio;
• Estabeleça limites claros
• Organize, priorize e distribua tarefas
• Estimule as pausas estratégicas
• Fomente um ambiente positivo
• Aplicação de técnicas em resolução de
conflitos
23.
LÍDERES ATENTOS ÀPRÓPRIA
SAÚDE MENTAL E GESTÃO DO
ESTRESSE, FORTALECEM O BEM-
ESTAR E PRODUTIVIDADE DA
EQUIPE.
FAÇA PARTE DESTE MOVIMENTO, NOS
CONTE SUA EXPERIÊNCIA DESTE ENCONTRO
#1 CAPACITAÇÃO DE LÍDERES EM SAÚDE MENTAL
Encontro 1 Líderes – Ambiente de Trabalho e Fatores Psicossociais;
Encontro 2 Líderes – Liderança e Saúde Mental;
Encontro 3 Líderes – Gestão do Estresse e Prevenção do Adoecimento;
Objetivo: Abordar o estresse no formato da psicoeducação, relacionando-o com fenômenos no ambiente de trabalho e incentivando práticas de manejo emocional.
Encontro 4 Líderes – Prevenção do Assédio e Violência do Trabalho;
#2 Objetivo: Realizar a apresentação profissional do(a) facilitador(a), estabelecendo vínculo com os participantes.
>> Incluir textos breves, apenas como apoio para a apresentação profissional.
Ex:
Bruna M. Isume
Psicóloga | CRP: 08/22127
Formada em Psicologia pela PUCPR em 2015, com especialização em Gestão, Planejamento e Avaliação em Saúde Mental.
Atuação com serviços de Saúde Mental para as Indústrias em Promoção da Saúde e Saúde Ocupacional.
Experiência no campo da Psicologia do Trabalho, Organizacional, Social e Clínica.
#3 Objetivo: Ambientar os participantes no que será abordado e na linha de raciocínio para construção de sentido.
O que é o Estresse? E quais as suas reações biopsicossociais?: Conceito de Estresse; Sintomatologia e níveis; Estágios e evolução; Estresse crônico e Transtornos Mentais;
Qual a relação do Estresse crônico e adoecimento mental?: Impactos do estresse (qualidade de vida, relações interpessoais, produtividade);
Dicas para gestão do estresse individual e nas equipes: Práticas de relaxamento e autocuidado.
#4 Objetivo: Realizar acordos coletivos baseados na segurança psicológica e boa-convivência/interação entre todos.
“Acordo de Sigilo”, no sentido de, o que for comentado no encontro, permaneça apenas naquele momento, havendo o comprometimento de todos para não expor ninguém e prejudicar a confiança construída. Isto é importante na temática de Saúde Mental, visto que o compartilhamento de vivências e experiências pessoais/profissionais pode gerar incômodo e desconfiança por conta de estigmas ainda presentes. Propiciando um espaço de segurança psicológica na prática;
“Acordo de fala e escuta”, combinando respeito ao se expressar e ouvir, podendo incluir determinados gestos/palavras/códigos para momentos de dispersão da turma, para se posicionar ou propor algo, etc;
----------------------------------------------
4 pilares da Segurança Psicológica para incentivar durante o encontro:
Expressão: Segurança em trazer ideias e questionar o status quo. Onde as opiniões são respeitadas e contém liberdade para propor mudanças;
Interação: Segurança para pedir ajuda, dar e receber feedback, falar sobre assuntos “difíceis”;
Aprendizado: Segurança para tomar riscos, experimentar, inovar e aprender com os erros;
Pertencimento: Sentimento de apoio, valorização e aceitação.
---------------------------------------------
Habilidades socioemocionais para aplicar durante o encontro com os participantes:
>> Comunicação Efetiva
Praticar escuta ativa para compreender melhor os relatos;
Estar aberto a opiniões, sugestões e comentários;
Valorizar e elogiar a participação de cada um, independentemente do grau de entrega;
Comunicação acessível, podendo se utilizar de termos que surgirem nos encontros para um entendimento único da turma.
>> Adaptabilidade
Perceber os movimentos do grupo e conduzi-lo adequadamente;
Tecer as participações em relação à temática;
Manter o grupo unido e focado no propósito;
Mapeamento de expectativas e flexibilização;
Estar atento às atualidades (notícias, pesquisas, atualizações técnicas, novos materiais).
>> Inteligência Emocional e Gestão de Conflitos
Construir um ambiente com segurança psicológica;
Mediar comentários, diálogos e possíveis divergências de opiniões;
Equilibrar o comportamento pessoal e profissional para dar bons exemplos;
Ser tolerante e paciente diante de reações diversas e adversas;
Destinar a todos um tratamento igualitário.
>> Gestão do Tempo
Promover o equilíbrio entre absorção de conhecimento e participação;
Remanejo das temáticas de acordo com o maior interesse do grupo: permitir estender um tema para além de um encontro, desde que todos estejam de acordo que o próximo demandará menos tempo para explorar.
#5 Objetivo: Promover a participação, construir sentimento coletivo de pertencimento do grupo, reflexão do tema nos relacionamentos interpessoais de trabalho e interação uns com os outros.
Estabeleça um tempo para cada pessoa – a depender do número de participantes;
Realize interações com os relatos, “costurando” experiências e utilizando “termos” trazidos por integrantes do grupo;
#6 Slide de Breve Interação
Objetivo: Incentivar a participação breve das pessoas e utilizar as respostas como oportunidade para construir um diálogo personalizado com este determinado grupo, por meio de: termos, exemplos, opiniões, questionamentos, etc;
Em casos que há baixa adesão, uma possibilidade, é reformular a pergunta de formas diferentes;
É recomendado reforçar positivamente a participação;
Após as participações, é importante se atentar ao retorno para o tema (“costurando” as falas e gerando algo coletivo), para que o grupo não se disperse;
#7 Conceito Estresse
Objetivo: Alinhar a conceitualização do Estresse para promover a reflexão sobre o fenômeno, sintomatologias e formas de manejo.
O fenômeno do estresse acarreta reações fisiológicas e psicológicas, que irão impactar em padrões comportamentais e inclusive crenças sobre si e o mundo. Desta forma, quando temos mais consciência destes impactos, conseguimos identifica-los e escolher respostas não-reativas;
Além disso, auxilia em nossa percepção perante outras pessoas, o que pode influenciar em nosso posicionamento diante os relacionamentos interpessoais;
#8 Função e sintomas do hormônio Cortisol
Objetivo: Apresentar a função do hormônio cortisol (ativa o estado de estresse) em nosso organismo, assim como, a sintomatologia física.
É importante enfatizar que o hormônio cortisol possui funções adaptativas evolutivas, inclusive auxiliando a regular o humor, motivação, atenção e esforço. Desta forma, é possível compreender a importância de seu papel e inclusive falar sobre os níveis de estresse, enfatizando o Eustresse;
Os sintomas físicos naturais deste estado provocam desconforto, visto que se diferencia do estado natural e equilibrado do organismo, porém, a depender da situação/contexto (ameaça, perigo) podem estar alinhados com a adaptabilidade à determinada circunstância.
#9 Slide de Breve Interação
Objetivo: Incentivar a participação breve das pessoas e utilizar as respostas como oportunidade para construir um diálogo personalizado com este determinado grupo, por meio de: termos, exemplos, opiniões, questionamentos, etc;
Em casos que há baixa adesão, uma possibilidade, é reformular a pergunta de formas diferentes;
É recomendado reforçar positivamente a participação;
Após as participações, é importante se atentar ao retorno para o tema (“costurando” as falas e gerando algo coletivo), para que o grupo não se disperse;
#10 Processo de evolução e fases do Estresse
Objetivo: Demonstrar o processo evolutivo do fenômeno do estresse, percorrendo desde a homeostase, fase de alerta, até a resistência e exaustão. Facilitando na compreensão da importância da gestão do estresse para a saúde mental e no incentivo de práticas.
Para atingir o objetivo de adaptação do estresse frente a um cenário de ameaça, o organismo passa pela primeira fase, conhecida como fase do Alerta, sentindo a sintomatologia psicofisiológica, e encontrando uma resposta de enfrentamento que o faz retornar para a homeostase;
Caso essa resposta de enfrentamento não seja efetiva, há o acúmulo dos sintomas e consequentemente sua cronicidade, impactando suas reservas de energia;
Permanecendo a cronicidade deste estado, o organismo sentirá a exaustão, onde surgem os quadros de adoecimento, sem reservas de energia adaptativa e repertórios adequados;
#11 Sintomas e Níveis do Estresse
Objetivo: Diferenciar os níveis de estresse, demonstrando como podem impactar em funções psíquicas.
O nível de cortisol desequilibrado (tanto baixo, quanto alto) de forma crônica é um fator de risco para desenvolver alguns transtornos mentais, visto que impactam funções psíquicas e repertórios comportamentais;
O Eustresse (considerado o nível ideal) equivale às respostas adaptativas para cenários e situações de fato estressantes, promovendo resistência e motivação;
#12 Relação entre o estresse crônico e desenvolvimento de transtornos mentais
Objetivo: Relacionar o estado de estresse crônico com o desenvolvimento de transtornos mentais
O organismo impactado de forma constante pelos sintomas psicofisiológicos do estresse, integra a experiência com os contextos externos e internos (como pensamentos, crenças, sentimentos, emoções, percepções de si), construindo a complexidade de repertórios psicológicos e comportamentais;
#13 Impactos do Estresse (em seus níveis de Eustresse e Distresse) no ambiente de trabalho
Objetivo: Explorar a diferença de impacto do eustresse (nível adequado de estresse) e o distresse (nível alto) nos âmbitos de qualidade de vida, produtividade e relações interpessoais.
O Eustresse é capaz de mobilizar o indivíduo à adaptabilidade, de forma que o faz sair de seu estado de equilíbrio, para responder de maneira mais energética à situações estressantes, porém, não traz consequências negativas como o distresse;
Na qualidade de vida, o eustresse pode mobilizar um desenvolvimento – como por exemplo, na mudanças de hábitos que o indivíduo perceba necessidade, enquanto que o distresse irá promover a desaptação e sobrecarga;
Em relação à produtividade, o eustresse possui um impacto positivo por desencadear o sentimento de enfrentar desafios, enquanto que o distresse irá atrapalhar as suas funções físicas, psíquicas e sociais;
Estresse Ocupacional
O termo é muito utilizado atrelado aos fatores psicossociais internos ao trabalho, levantando como aspectos do trabalho em si, do ambiente de trabalho e relações de trabalho, podem promover o estresse (em seus diferentes níveis – baixo, ideal e alto);
Desta forma, o estresse em si relacionado ao trabalho, não necessariamente será algo negativo, visto que o eustresse pode mobilizar o desenvolvimento e crescimento pessoal e profissional;
Desta forma, é importante ressaltar que a cronicidade em níveis baixos e altos, é que podem potencializar o desenvolvimento do adoecimento mental;
#14 Slide de Breve Interação
Objetivo: Incentivar a participação breve das pessoas e utilizar as respostas como oportunidade para construir um diálogo personalizado com este determinado grupo, por meio de: termos, exemplos, opiniões, questionamentos, etc;
Em casos que há baixa adesão, uma possibilidade, é reformular a pergunta de formas diferentes;
É recomendado reforçar positivamente a participação;
Após as participações, é importante se atentar ao retorno para o tema (“costurando” as falas e gerando algo coletivo), para que o grupo não se disperse;
#15 Papel da Gestão do Estresse (objetivo adaptativo)
Objetivo: Demonstrar a função que a gestão estresse possui para prevenir o adoecimento mental (cronicidade de sintomas e exaustão de recursos).
Para atingir o objetivo de adaptação do estresse frente a um cenário de ameaça, o organismo passa pela primeira fase, conhecida como fase do Alerta, sentindo a sintomatologia psicofisiológica, e encontrando uma resposta de enfrentamento que o faz retornar para a homeostase;
Caso essa resposta de enfrentamento não seja efetiva, há o acúmulo dos sintomas e consequentemente sua cronicidade, impactando suas reservas de energia;
Permanecendo a cronicidade deste estado, o organismo sentirá a exaustão, onde surgem os quadros de adoecimento, sem reservas de energia adaptativa e repertórios adequados;
Importante relacionar com um exemplo de gestão de estresse bem sucedido;
#16 Conceitos e essência das práticas em Saúde Mental
Objetivo: Explorar conceitos essenciais para embasar práticas de cuidado em Saúde Mental.
Estes termos são muito utilizados nas terapêuticas que promovem o cuidado em saúde mental, principalmente porque incentivam o indivíduo a olhar para si e desenvolver uma relação saudável consigo mesmo. Desta forma, é importante que ao se explorar a seguir as boas-práticas, consigam perceber o desenvolvimento destes aspectos em paralelo;
Ou seja, por mais que se possa incentivar a realização de uma boa-prática em saúde mental, é necessário que haja um movimento de olhar para si nestes pontos;
Por isto, que se enfatiza tanto o “olhar para o processo, ao invés do resultado em si”;
#17 Dica: Identificar o nível de estresse e Reconhecer os agentes estressores
Objetivo: Incentivar nas lideranças, hábitos e boas-práticas em saúde mental a nível individual – visto a influência de seus estados mentais/emocionais em sua função de liderança e equipes;
Inclua exemplos relacionados com conhecimentos da psicoeducação e práticas de gestão do estresse;
#18 Dica: Experimentar atividades e técnicas de relaxamento
Objetivo: Incentivar nas lideranças, hábitos e boas-práticas em saúde mental a nível individual – visto a influência de seus estados mentais/emocionais em sua função de liderança e equipes;
Inclua exemplos relacionados com conhecimentos da psicoeducação e práticas de gestão do estresse;
#19 Dica: Praticar atividades físicas regularmente
Objetivo: Incentivar nas lideranças, hábitos e boas-práticas em saúde mental a nível individual – visto a influência de seus estados mentais/emocionais em sua função de liderança e equipes;
Inclua exemplos relacionados com conhecimentos da psicoeducação e práticas de gestão do estresse;
#20 Dica: Estabelecer rituais de fim de dia
Objetivo: Incentivar nas lideranças, hábitos e boas-práticas em saúde mental a nível individual – visto a influência de seus estados mentais/emocionais em sua função de liderança e equipes;
Inclua exemplos relacionados com conhecimentos da psicoeducação e práticas de gestão do estresse;
#21 Dica: Procurar por orientações especializadas
Objetivo: Incentivar nas lideranças, hábitos e boas-práticas em saúde mental a nível individual – visto a influência de seus estados mentais/emocionais em sua função de liderança e equipes;
Inclua exemplos relacionados com conhecimentos da psicoeducação e práticas de gestão do estresse;
#22 Dica: Se atentar à comportamentos observáveis (da equipe) relacionados com Estresse
Objetivo: Relacionar os impactos do eustresse e distresse com comportamentos observáveis no outro, oferecendo aos líderes um check-list para se atentarem com suas equipes.
Nossos comportamentos, atitudes e posicionamentos refletem o estresse experienciado. Porém, na correria do dia a dia, e muitas vezes pela falta de conhecimentos e habilidades, estes sinais podem passar despercebidos – e oportunidades de gestão humanizada também podem ser perdidas;
É importante conectar as dicas de atenção aos comportamentos da equipe com as ações trabalhadas no encontro anterior sobre Liderança Humanizada;
#23 Fechamento e Conclusão
Objetivo: Promover o fechamento da capacitação, “costurando” as ideias/termos/exemplos dialogados.
>>Duplique o Formulário da Pesquisa de Satisfação, edite com o nome da empresa e gere o QRcode para incluir neste slide.
#24 Slide de Materiais Complementares
Holocausto Brasileiro (livro) – Daniela Arbex
Nise, O coração da loucura (filme brasileiro) - 2016
Líderes se servem por último (livro) – Simon Sinek
A coragem para liderar (livro) – Brené Brown
A organização sem medo (livro) – Amy Edmondson
Livre para falar (livro) – Instituto Internacional em Segurança Psicológica
>> Caso queira alterar as indicações de materiais, consulte o treinamento no módulo com o “Alinhamento conceitual” para verificar a coerência com a trilha de aprendizagem.
#25 Produção técnica de conteúdo
Bruna M. Isume – Psicóloga | CRP: 08/22127
Gerência de Segurança e Saúde para Indústria
bruna.isume@sistemafiep.org.br
(41) 3271-9832 | (41) 99285-2049