Teste D2
Atenção
Concentrada
Aplicação
Tempo
20 segundos
para cada
linha.
Correção
RB: Com a utilização da régua. Depois
soma-se as 14 linhas e obterá o RB.
E1: Com a utilização do crivo 1.
E2: Com a utilização do crivo 2.
TE: Somando-se E1 + E2.
Porcentagem de erros (E%): Formula:
E%=TE/RB x 100.
Distribuição dos erros:
Calcula-se:
* A soma de erros cometidos pelo sujeito
nas primeiras quatro linhas;
* O número de erros nas seis linhas
seguintes, e;
* O número de erro nas ultimas quatro
linhas.
RL: RL = RB – TE
Calculo da Amplitude de Oscilação
do Desempenho
Para determinar a Amplitude de
Oscilação, deve-se inicialmente
identificar a linha em que o examinando
conseguiu marcar o maior numero de
sinais e aquela onde marcou o menor
numero, subtrai-se o valor menor do
maior. A diferença entre o resultado de
ambas as linhas é a Amplitude de
Oscilação.
Resultados
Percentis Resultados
0 - 9 BAIXO
10 - 24 MÉDIO BAIXO
25 - 49 MÉDIO
50 - 74 MÉDIO ALTO
75 - 90 ALTO MÉDIO
91 - 100 ALTO SUPERIOR
Teste D2
Construto que avalia
O Teste d2 Atenção Concentrada mede
especificamente a atenção do individuo. Ele
caracteriza as pessoas com personalidade
propensa a acidentes, ou seja, a provocar
acidentes tanto no transito como em indústrias
no geral, sendo que a maioria das pessoas
“propensos a acidentes” mostram
características de personalidade idêntica.
É um teste de atenção concentrada visual e –
em sentido mais amplo mede a capacidade de
concentração.
A finalidade do instrumento
O teste é aplicável individual ou coletivamente, em
pessoas na faixa de etária de 9 a 52 anos. O teste d2 foi
aplicado até agora, principalmente para avaliar a aptidão
para dirigir veículos. Entre outras, o teste foi aplicado,
em motoristas profissionais, condutores de bondes,
guardas de transito e candidatos a instrutores de auto-
escola, para reprovados nessas funções, para
operadores de guindastes, mineiros, trabalhadores
industriais, deficientes físicos e visuais, para surdos,
pessoas que tinham sofrido lesões cerebrais, psicóticos
e criminosos. O teste também foi aferido em provas
realizadas em uma amostra casual de escolares de
ambos os sexos, na faixa etária de 9 a 19 anos, a fim de
dar aos psicólogos de escolas e orientadores
educacionais, possibilidades de comparação quanto aos
dados de desempenho colhidos entre crianças e
adolescentes.
Processo de validação e
precisão
A padronização brasileira do Teste d2 baseou-
se em uma amostra de 3576 sujeitos divididos
em 3 grupos: estudantes (E) com 1081 alunos
de 1º e 2º graus provenientes de 14 escolas (12
estaduais e 2 particulares de São Paulo) com
idade entre 10 e 22 anos; profissionais (P) com
2336 sujeitos, com idade entre 20 e 50 anos,
com funcionários ou candidatos submetidos a
processos seletivos em diferentes empresas,
com diferentes profissões em que a atenção é
uma característica importante; e motoristas (M)
com 335 motoristas profissionais, com idade
entre 20 e 50 anos.
Precisão
 Na padronização brasileira a precisão foi
estudada pelo método das metades
(consistência interna) e pelo reateste
(estabilidade).
 A precisão pelo método das metades foi
determinada pela correlação entre os
resultados brutos das linhas pares e linhas
impares, corrigida pela formula de
Spearman-Brown.
 A precisão pelo reateste foi obtida a partir da
reaplicação do teste a 69 sujeitos,
estudantes universitários, depois de 45 dias.
Validade
Estudo de grupo contrastante: O bom resultado dos testes de
atenção concentrada na avaliação da aptidão para dirigir
veículos foi testado através da comparação entre grupos. A
amostra consistia de 172 pessoas, que foram testadas em certo
período no Instituto de Segurança. O grupo A tinha 35 pessoas
sem carta de habilitação e que tinham sido reprovadas varias
vezes nesse exame. Pela experiência cerca de 85% dos
reprovados varias vezes no exame não estão aptos para dirigir
por motivos médicos ou psicológicos. O grupo B consistia de
121 portadores de carta de habilitação (motoristas) e o grupo C
era composto de 16 policiais de transito, que foram
selecionados pela chefia por sua habilidade particular para
dirigir os carros de policia. Para eliminar as eventuais diferenças
relativas a idade, foram comparados os resultados padrão dos
grupos A com B e B com C. A comparação indicou que o grupo A
teve os mais baixos rendimentos qualitativos, depois o grupo B
teve resultados intermediários e o grupo C, obteve o melhor
desempenho no Teste d2
Validade de construto: Em relação a um
construto teórico determinado, foi verificada a
concordância entre avaliações de professores
e desempenho no Teste d2, em 280 estudantes
da quarta a nona serie escolar, em ambos os
sexos. A metade dos sujeitos foi classificada
em graus, por seus professores, em relação a
sua atividade, em situação de desempenho
escolar. A outra metade foi avaliada pelos
professores, quanto à característica “Força de
vontade e persistência”. Foi constatado que o
grupo de examinados com maior força de
vontade e persistência cometeu menos erros,
teve uma menor porcentagem de erros e,
consequentemente um desempenho total mais
alto.
Questões éticas no uso desse
instrumento
O profissional que vai aplicar o teste deve ter o
preparo adequado, escolher o este de acordo com
os examinandos e de acordo com o construto que
queira medir. O aplicador deve explicar como fazer
o teste e tirar possíveis duvidas, pedir silencio
durante a aplicação, deve preparar o ambiente
estando atendo a iluminação, ruídos, temperatura
do ambiente, durante a aplicação não deve deixar
outras pessoas entrarem no ambiente, pois isso
pode causar desatenção de algumas pessoas, tudo
que foi citado acima pode influenciar no resultado
do teste. O resultado do teste é sigiloso, não pode
ser feito plagio dos materiais do teste, esse
material é de acesso restrito aos psicólogos, assim
como a aplicação do teste, que também é restrita
aos psicólogos.
Referências Bibliográficas
BRICKENKAMP, Rolf. Teste d2: atenção
concentrada: manual: instruções, avaliação,
interpretação / Rolf Brickenkamp;
coordenação Mara Silvia Bolonhezi
Bittencourt; tratamento estatístico José
Luciano M. Duarte (colaborador); [tradução
Giselle Muller Roger Welter] – São Paulo:
Centro Editor de Testes e Pesquisas em
Psicologia, 2000.
OBRIGADA!!
!

268905768-Teste-D2.pptx

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    RB: Com autilização da régua. Depois soma-se as 14 linhas e obterá o RB. E1: Com a utilização do crivo 1. E2: Com a utilização do crivo 2. TE: Somando-se E1 + E2. Porcentagem de erros (E%): Formula: E%=TE/RB x 100.
  • 6.
    Distribuição dos erros: Calcula-se: *A soma de erros cometidos pelo sujeito nas primeiras quatro linhas; * O número de erros nas seis linhas seguintes, e; * O número de erro nas ultimas quatro linhas. RL: RL = RB – TE
  • 7.
    Calculo da Amplitudede Oscilação do Desempenho Para determinar a Amplitude de Oscilação, deve-se inicialmente identificar a linha em que o examinando conseguiu marcar o maior numero de sinais e aquela onde marcou o menor numero, subtrai-se o valor menor do maior. A diferença entre o resultado de ambas as linhas é a Amplitude de Oscilação.
  • 9.
    Resultados Percentis Resultados 0 -9 BAIXO 10 - 24 MÉDIO BAIXO 25 - 49 MÉDIO 50 - 74 MÉDIO ALTO 75 - 90 ALTO MÉDIO 91 - 100 ALTO SUPERIOR
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    Construto que avalia OTeste d2 Atenção Concentrada mede especificamente a atenção do individuo. Ele caracteriza as pessoas com personalidade propensa a acidentes, ou seja, a provocar acidentes tanto no transito como em indústrias no geral, sendo que a maioria das pessoas “propensos a acidentes” mostram características de personalidade idêntica. É um teste de atenção concentrada visual e – em sentido mais amplo mede a capacidade de concentração.
  • 12.
    A finalidade doinstrumento O teste é aplicável individual ou coletivamente, em pessoas na faixa de etária de 9 a 52 anos. O teste d2 foi aplicado até agora, principalmente para avaliar a aptidão para dirigir veículos. Entre outras, o teste foi aplicado, em motoristas profissionais, condutores de bondes, guardas de transito e candidatos a instrutores de auto- escola, para reprovados nessas funções, para operadores de guindastes, mineiros, trabalhadores industriais, deficientes físicos e visuais, para surdos, pessoas que tinham sofrido lesões cerebrais, psicóticos e criminosos. O teste também foi aferido em provas realizadas em uma amostra casual de escolares de ambos os sexos, na faixa etária de 9 a 19 anos, a fim de dar aos psicólogos de escolas e orientadores educacionais, possibilidades de comparação quanto aos dados de desempenho colhidos entre crianças e adolescentes.
  • 13.
    Processo de validaçãoe precisão A padronização brasileira do Teste d2 baseou- se em uma amostra de 3576 sujeitos divididos em 3 grupos: estudantes (E) com 1081 alunos de 1º e 2º graus provenientes de 14 escolas (12 estaduais e 2 particulares de São Paulo) com idade entre 10 e 22 anos; profissionais (P) com 2336 sujeitos, com idade entre 20 e 50 anos, com funcionários ou candidatos submetidos a processos seletivos em diferentes empresas, com diferentes profissões em que a atenção é uma característica importante; e motoristas (M) com 335 motoristas profissionais, com idade entre 20 e 50 anos.
  • 14.
    Precisão  Na padronizaçãobrasileira a precisão foi estudada pelo método das metades (consistência interna) e pelo reateste (estabilidade).  A precisão pelo método das metades foi determinada pela correlação entre os resultados brutos das linhas pares e linhas impares, corrigida pela formula de Spearman-Brown.  A precisão pelo reateste foi obtida a partir da reaplicação do teste a 69 sujeitos, estudantes universitários, depois de 45 dias.
  • 15.
    Validade Estudo de grupocontrastante: O bom resultado dos testes de atenção concentrada na avaliação da aptidão para dirigir veículos foi testado através da comparação entre grupos. A amostra consistia de 172 pessoas, que foram testadas em certo período no Instituto de Segurança. O grupo A tinha 35 pessoas sem carta de habilitação e que tinham sido reprovadas varias vezes nesse exame. Pela experiência cerca de 85% dos reprovados varias vezes no exame não estão aptos para dirigir por motivos médicos ou psicológicos. O grupo B consistia de 121 portadores de carta de habilitação (motoristas) e o grupo C era composto de 16 policiais de transito, que foram selecionados pela chefia por sua habilidade particular para dirigir os carros de policia. Para eliminar as eventuais diferenças relativas a idade, foram comparados os resultados padrão dos grupos A com B e B com C. A comparação indicou que o grupo A teve os mais baixos rendimentos qualitativos, depois o grupo B teve resultados intermediários e o grupo C, obteve o melhor desempenho no Teste d2
  • 16.
    Validade de construto:Em relação a um construto teórico determinado, foi verificada a concordância entre avaliações de professores e desempenho no Teste d2, em 280 estudantes da quarta a nona serie escolar, em ambos os sexos. A metade dos sujeitos foi classificada em graus, por seus professores, em relação a sua atividade, em situação de desempenho escolar. A outra metade foi avaliada pelos professores, quanto à característica “Força de vontade e persistência”. Foi constatado que o grupo de examinados com maior força de vontade e persistência cometeu menos erros, teve uma menor porcentagem de erros e, consequentemente um desempenho total mais alto.
  • 17.
    Questões éticas nouso desse instrumento O profissional que vai aplicar o teste deve ter o preparo adequado, escolher o este de acordo com os examinandos e de acordo com o construto que queira medir. O aplicador deve explicar como fazer o teste e tirar possíveis duvidas, pedir silencio durante a aplicação, deve preparar o ambiente estando atendo a iluminação, ruídos, temperatura do ambiente, durante a aplicação não deve deixar outras pessoas entrarem no ambiente, pois isso pode causar desatenção de algumas pessoas, tudo que foi citado acima pode influenciar no resultado do teste. O resultado do teste é sigiloso, não pode ser feito plagio dos materiais do teste, esse material é de acesso restrito aos psicólogos, assim como a aplicação do teste, que também é restrita aos psicólogos.
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    Referências Bibliográficas BRICKENKAMP, Rolf.Teste d2: atenção concentrada: manual: instruções, avaliação, interpretação / Rolf Brickenkamp; coordenação Mara Silvia Bolonhezi Bittencourt; tratamento estatístico José Luciano M. Duarte (colaborador); [tradução Giselle Muller Roger Welter] – São Paulo: Centro Editor de Testes e Pesquisas em Psicologia, 2000.
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