O PAPEL DA EDUCAÇÃO E DAS
ENTIDADES DE APOIO DIANTE DO
ATUAL CENÁRIO POLÍTICO-
ECONÔMICO
Participação Industrial no PIB
» As restrições econômicas
impõem obstáculos ainda
mais difíceis à Indústria
» Retração da produção
industrial
» Participação do PIB
industrial decrescente
» Apesar das dificuldades, o
investimento P,D&I e
qualificação são o
caminho para reverter
essa tendência
Produção Industrial
( Índice com ajuste sazonal - média de 2012 =100)
Fonte: IBGE
85
90
95
100
105
110
115
Indústrias
extrativas
Indústria geral
Indústrias de
transformação
23.4%
12.7%
0%
5%
10%
15%
20%
25%
30%
35%
40%
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014
Indústria Total Indústria de Transformação
CENÁRIO ECONÔMICO DESAFIADOR
57º Brasil
BRASIL VEM PERDENDO
COMPETITIVIDADE...
1º Suíça
2º Singapura
4º Finlândia
5º Alemanha
3º Estados Unidos
dentre 144 países
Brasil ficou em 57º
colocação dentre 144
países, perdeu uma
posição em relação a
2013/2014 (56º)
28º China
53º Rússia
56º África do Sul
71º Índia
Fonte:GlobalCompetitivenessIndex2014/2015,WorldEconomicForum,2014.
ÍNDICE DE COMPETITIVIDADE IMD
2015
1º EUA
2º Hong Kong
3º Singapura
4º Suíça
5º Canadá
1º COLOCADOS
22º China
45º Rússia
53º África do Sul
56º Brasil
44º Índia
BRICS Brasil teve queda de
duas posições em
2015, aproximando-
se das últimas
posições (61 países)
Pior desempenho:
• economia
doméstica
• eficiência do
negócio
Fonte: International Institute for Management Development (IMD) World Competitiveness
Center (WCC).
CENÁRIO ECONÔMICO DESAFIADOR
Há questões
estruturais que
podem ser barreira
para a recuperação
Uma delas é a
Educação
O PAPEL DA EDUCAÇÃO
Educação
de
qualidade
Desenvolvimento
socioeconômico
Maior
produtividade
no trabalho
Inovação e
avanço
tecnológico
Geração de
riquezas
Melhoria da
distribuição de
renda
Exercício da
cidadania
ESCOLARIDADE DA POPULAÇÃO COM
25 ANOS OU MAIS
O nosso atraso educacional é de um século.
Fontes:
*IBGE/PNAD, 2013
**How was life: Global well-being since 1820, OCDE, 2014
País Escolaridade
Ano em que o país conquistou
essa escolaridade
Brasil* 7,7 anos 2013
EUA** 7,5 anos 1910
Canadá** 7,1 anos 1900
ATRASO
Investimento em Educação
Fonte: INEP
Elaboração UNIEPRO
Part. (%) do Investimento Público Total em Educação em Relação ao PIB
O investimento em educação no Brasil cresceu
significativamente na última década saltando de 4,7%
do PIB em 2000 para 6,6% em 2013, aproximando-se da
média dos países da OCDE que é de 6,1%.
Todos os
níveis de
ensino
Educação
Básica
Educação
Infantil
Ensino
Fundamental
Anos Inicias
Ensino
Fundamental
Anos Finais
Ensino
Médio
Educação
Superior
2000 4,7% 3,7% 0,4% 1,5% 1,2% 0,6% 0,9%
2013 6,6% 5,4% 0,7% 1,8% 1,7% 1,2% 1,2%
Investimento em Educação
Todos os
níveis de
ensino
Educação
Básica
Educação
Infantil
Ensino
Fundamental
Anos Inicias
Ensino
Fundamental
Anos Finais
Ensino
Médio
Educação
Superior
2000 2.197 1.829 2.307 1.753 1.837 1.765 20.056
2013 6.203 5.495 5.434 5.519 5.459 5.546 21.383
Investimento Público direto em Educação por aluno
O Brasil investe 4 vezes mais por aluno no educação superior
do que na educação básica.
Em 2000, o investimento do País na educação superior era 11
vezes maior do que o gasto com o ensino básico.
Fonte: INEP
Elaboração UNIEPRO
Investimento em Educação
Investimento público
anual por aluno em todos
os níveis de ensino (2011,
em US$)
Apesar do aumento do
investimento em educação em
relação ao PIB, quando calculado
por aluno, o Brasil é o penúltimo
do ranking, superando apenas a
Indonésia.
O valor gasto por aluno é um
terço da média dos 34 países
integrantes da OCDE, que é de
US$9.487.
15,345
10,905
10,904
10,646
10,454
10,412
9,487
9,454
8,790
8,382
5,522
5,328
3,286
3,066
625
Estados Unidos
Finlândia
Alemanha
Japão
França
Reino Unido
Média OCDE
Espanha
Itália
Coreia
Chile
Rússia
México
Brasil
Indonésia
Fonte: OCDE - Education at a Glance 2014 Elaboração UNIEPRO
RANKING MUNDIAL DE EDUCAÇÃO
OCDE 2015
Fonte: Universal Basic Skills: What
countries stand to gain. OCDE, 2015
A OCDE avaliou 76 países, 1/3 dos países do mundo, por meio do
desempenho de alunos de 15 anos em testes de ciências e
matemática.
O Brasil está entre os últimos colocados, próximo das
nações africanas.
1º Cingapura
2º Hong Kong
3º Coreia
4º Japão
5º Taiwan
6º Finlândia
10º Canadá
11º Polônia
12º Vietnam
25º EUA
34º Rússia
48º Chile
53º Costa Rica
54º México
55º Uruguai
60º Brasil
62º Argentina
69º Indonésia
75ºÁfrica do Sul
76º Gana
Os países asiáticos estão no topo do ranking.
BAIXA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO
RESULTADOS DO PISA 2012
Fonte: PISA 2012/OCDE
O GASTO EM EDUCAÇÃO NÃO ESTÁ
PRODUZINDO OS RESULTADOS
ESPERADOS
» Avaliações nacionais e internacionais
revelam que os estudantes brasileiros
apresentam um patamar muito baixo de
aprendizagem.
» O Plano Nacional de Educação prevê a
ampliação de recursos para a educação,
mas o cenário atual sinaliza cortes no
orçamento.
» A questão é como manter o foco nas
prioridades e gerir melhor os recursos
disponíveis de forma a alcançar melhores
resultados.
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
dos estudantes do
ensino secundário,
na União Europeia,
optam pela
49,9%
Educação
Profissional
Fonte: Cedefop 2013
8,4%*
Brasil
51,5%
Alemanha
69,7%
Finlândia
44,6%
Espanha
32,1%
ReinoUnido
38,8%
Portugal
76,8%
Áustria
44,3%
França
*Educação Profissional integrada e concomitante
Fonte: Censo da Educação Básica, 2014 / CEDEFOP, 2013
Elaboração UNIEPRO
das empresas enfrentam
problemas com a falta de
trabalhador qualificado
65%
Fonte: The Conference Board Total Economy Database.
0%
4%
20%
27%
43%
47%
77%
86%
Itália
Brasil
Alemanhã
França
Reino Unido
Japão
Estados Unidos
Coreia do Sul
Produtividade da Indústria de
transformação entre 2001 e 2011
Brasil (2011)
=
da Coréia do Sul em 1983
=
1/4 da Alemanha
1/5 dos EUA
1/3 da Coréia do Sul
A má qualidade da educação
básica prejudica a qualificação dos
trabalhadores
Ao investir em qualificação,
a empresa perde o trabalhador
49%
42%
43%
32%
41%
28%
11%
Existe pouco interesse
dos trabalhadores
Não existem cursos adequados às
necessidades da empresa
Existe alta rotatividade
dos trabalhadores
Os cursos que a empresa necessita
possuem custos elevados
Não é possível liberar o
trabalhador para fazer cursos
Má qualidade
da educação
básica é o maior
obstáculo para
a qualificação
do trabalhador
Percentual sobre o
total de empresas
que têm problema
Fonte: CNI
QUALIFICAÇÃO E DESAFIOS PARA
OS AVANÇOS DA COMPETITIVIDADE
MAIS DE 4 MILHÕES DE JOVENS FORA
DA ESCOLA E DO MERCADO DE
TRABALHO - NEM NEM
Fonte: PNAD 2013
» 4,1 milhões dos jovens com idade entre 18 e 24 anos, não trabalham
nem estudam (15% da população).
» O custo social e econômico dessa marginalização é altamente
elevado, pois 1 a cada 5 jovens do país não está avançando na sua
qualificação.
Fonte: PNAD 2013
Elaboração UNIEPRO
É preciso atrair e motivar esses jovens
para a escola e para o trabalho de
forma a qualificá-los para um futuro em
que o país não terá mais a janela de
oportunidade gerada pelo bônus
demográfico.
ANALFABETISMO FUNCIONAL
SÉRIE HISTÓRICA 2001 A 2011
Fonte: IBOPE / Instituto Paulo Montenegro
Elaboração UNIEPRO
Evolução do Indicador de Analfabetismo Funcional
População de 15 a 64 anos
2001–2002 2002–2003 2003–2004 2004–2005 2007 2009 2011
39% 39% 38% 37% 34% 27% 27%
A taxa de analfabetismo no Brasil caiu de 12,4% para 8,5%
no período entre 2001 e 2013, mas o analfabetismo
funcional ainda atinge 27% da população: um em cada 4
brasileiros ainda não domina plenamente as habilidades de
leitura, escrita e matemática.
A escola precisa
despertar nos alunos o
interesse pela pesquisa e
o gosto pela ciência,
fundamentais para o
desenvolvimento de
novas tecnologias e
inovações.
Precisamos aproximar
a escola do mundo do
trabalho.
O maior desafio do sistema
educacional brasileiro é
preparar jovens e adultos para
um mercado em profunda
mutação tecnológica e
organizacional.
A competitividade da indústria
está condicionada à
capacidade criativa das
pessoas e à agregação de
valor aos produtos e serviços.
(Fonte: Arbache, 2014)
Melhorar as condições para que as
escolas possam entregar melhores
resultados
É PRECISO…
Reduzir a
disparidade da
educação
É PRECISO…
É PRECISO…
Capacitar as crianças
e jovens para
participarem da era
do conhecimento
Educar melhor, em larga escala e a
baixo custo
É PRECISO…
Adaptar o sistema educacional à
mudança demográfica
Figura 5: População em idade ativa (% da população total)
Fonte: UN Population Division
50,9 51,9 53,7
55,7 56,7 57,9
60,2
62,3 63,6 64,4 65,3 65,9 65,2 64,1 62,8
60,8
58,2
56
0
10
20
30
40
50
60
70
1965
1970
1975
1980
1985
1990
1995
2000
2005
2010
2015
2020
2025
2030
2035
2040
2045
2050
É PRECISO…
Aumentar a atratividade
dos cursos de formação
profissional para os
jovens
É PRECISO…
Desenvolver políticas de
recursos humanos para
atualizar seus funcionários,
motivá-los e aumentar a
produtividade da empresa.
É PRECISO…
COMO SESI, SENAI
E IEL PODEM
AJUDAR?
SESI em 2014
54% dos alunos do ensino
médio cursam EBEP
511 unidades de educação
199 unidades de vida saudável
638 unidades móveis
43.391 funcionários
+ de 2 milhões
de trabalhadores da indústria
atendidos com educação
continuada
Educação e Qualidade de
Vida para o Trabalhador.
Produtividade e
Competitividade para a
Indústria
Diferencial para a indústria e
referência educacional nas
áreas de:
•Ciências aplicadas
•Matemática
•Tecnologia
Atendimento às demandas
da indústria
Foco na Gestão
Capacitação de Gestores e
Docentes
Educação
Básica
Educação
do
Trabalhador
Gestão
Educação
Básica
Educação
do
Trabalhador
Gestão
 Foco no Ensino Médio articulado
com a Educação Profissional
 Adequação dos currículos com
foco no mundo do trabalho
 Educação Continuada com Foco
no Mundo do Trabalho
 Educação de Jovens e Adultos
(EJA)
 Modernização e padronização dos
sistemas de gestão educacional
 Capacitação de docentes,
gestores e técnicos em práticas
modernas de gestão e conteúdos
curriculares
Trabalhadores da indústria
atendidos com educação
continuada
SENAI em 2014
+ de 3,6 milhões
de estudantes novos por ano
Entre os egressos,
80% empregados
518 unidades operacionais fixas
2.700 municípios atendidos
504 unidades móveis
Reconhecido pela OIT
como modelo de
educação profissional
na América Latina
Democratização do ensino,
melhoria da qualidade dos
nossos profissionais e incentivo
ao emprego e ao crescimento
econômico
 1, 3 milhões de matrículas em Cursos de Formação
Inicial e Continuada -FIC e Cursos Técnicos, em todos
os estados da federação.
 O resultado do SENAI corresponde a cerca de 40%
do resultado geral do Programa
IEL em 2014
+ de 124 mil
executivos e gestores e
empresas capacitados
+ de 16 mil empresas
atendidas em serviços de
consultoria em gestão
92 unidades móveis
Educação Executiva
Educação Empresarial
Educação Corporativa
Carreiras para Inovação
Estágio
Mais de 100 mil
executivos e gestores de
empresas capacitados
Marcio Guerra
mamorim@cni.org.br
(61) 3317.9802
Paulo Freitas
mamorim@cni.org.br
(61) 3317.9754

2015 - O CAPITAL HUMANO NO DESAFIO DA COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA - ABRH CNI SSA

  • 1.
    O PAPEL DAEDUCAÇÃO E DAS ENTIDADES DE APOIO DIANTE DO ATUAL CENÁRIO POLÍTICO- ECONÔMICO
  • 2.
    Participação Industrial noPIB » As restrições econômicas impõem obstáculos ainda mais difíceis à Indústria » Retração da produção industrial » Participação do PIB industrial decrescente » Apesar das dificuldades, o investimento P,D&I e qualificação são o caminho para reverter essa tendência Produção Industrial ( Índice com ajuste sazonal - média de 2012 =100) Fonte: IBGE 85 90 95 100 105 110 115 Indústrias extrativas Indústria geral Indústrias de transformação 23.4% 12.7% 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 Indústria Total Indústria de Transformação CENÁRIO ECONÔMICO DESAFIADOR
  • 3.
    57º Brasil BRASIL VEMPERDENDO COMPETITIVIDADE... 1º Suíça 2º Singapura 4º Finlândia 5º Alemanha 3º Estados Unidos dentre 144 países Brasil ficou em 57º colocação dentre 144 países, perdeu uma posição em relação a 2013/2014 (56º) 28º China 53º Rússia 56º África do Sul 71º Índia Fonte:GlobalCompetitivenessIndex2014/2015,WorldEconomicForum,2014.
  • 4.
    ÍNDICE DE COMPETITIVIDADEIMD 2015 1º EUA 2º Hong Kong 3º Singapura 4º Suíça 5º Canadá 1º COLOCADOS 22º China 45º Rússia 53º África do Sul 56º Brasil 44º Índia BRICS Brasil teve queda de duas posições em 2015, aproximando- se das últimas posições (61 países) Pior desempenho: • economia doméstica • eficiência do negócio Fonte: International Institute for Management Development (IMD) World Competitiveness Center (WCC).
  • 5.
    CENÁRIO ECONÔMICO DESAFIADOR Háquestões estruturais que podem ser barreira para a recuperação Uma delas é a Educação
  • 6.
    O PAPEL DAEDUCAÇÃO Educação de qualidade Desenvolvimento socioeconômico Maior produtividade no trabalho Inovação e avanço tecnológico Geração de riquezas Melhoria da distribuição de renda Exercício da cidadania
  • 7.
    ESCOLARIDADE DA POPULAÇÃOCOM 25 ANOS OU MAIS O nosso atraso educacional é de um século. Fontes: *IBGE/PNAD, 2013 **How was life: Global well-being since 1820, OCDE, 2014 País Escolaridade Ano em que o país conquistou essa escolaridade Brasil* 7,7 anos 2013 EUA** 7,5 anos 1910 Canadá** 7,1 anos 1900 ATRASO
  • 8.
    Investimento em Educação Fonte:INEP Elaboração UNIEPRO Part. (%) do Investimento Público Total em Educação em Relação ao PIB O investimento em educação no Brasil cresceu significativamente na última década saltando de 4,7% do PIB em 2000 para 6,6% em 2013, aproximando-se da média dos países da OCDE que é de 6,1%. Todos os níveis de ensino Educação Básica Educação Infantil Ensino Fundamental Anos Inicias Ensino Fundamental Anos Finais Ensino Médio Educação Superior 2000 4,7% 3,7% 0,4% 1,5% 1,2% 0,6% 0,9% 2013 6,6% 5,4% 0,7% 1,8% 1,7% 1,2% 1,2%
  • 9.
    Investimento em Educação Todosos níveis de ensino Educação Básica Educação Infantil Ensino Fundamental Anos Inicias Ensino Fundamental Anos Finais Ensino Médio Educação Superior 2000 2.197 1.829 2.307 1.753 1.837 1.765 20.056 2013 6.203 5.495 5.434 5.519 5.459 5.546 21.383 Investimento Público direto em Educação por aluno O Brasil investe 4 vezes mais por aluno no educação superior do que na educação básica. Em 2000, o investimento do País na educação superior era 11 vezes maior do que o gasto com o ensino básico. Fonte: INEP Elaboração UNIEPRO
  • 10.
    Investimento em Educação Investimentopúblico anual por aluno em todos os níveis de ensino (2011, em US$) Apesar do aumento do investimento em educação em relação ao PIB, quando calculado por aluno, o Brasil é o penúltimo do ranking, superando apenas a Indonésia. O valor gasto por aluno é um terço da média dos 34 países integrantes da OCDE, que é de US$9.487. 15,345 10,905 10,904 10,646 10,454 10,412 9,487 9,454 8,790 8,382 5,522 5,328 3,286 3,066 625 Estados Unidos Finlândia Alemanha Japão França Reino Unido Média OCDE Espanha Itália Coreia Chile Rússia México Brasil Indonésia Fonte: OCDE - Education at a Glance 2014 Elaboração UNIEPRO
  • 11.
    RANKING MUNDIAL DEEDUCAÇÃO OCDE 2015 Fonte: Universal Basic Skills: What countries stand to gain. OCDE, 2015 A OCDE avaliou 76 países, 1/3 dos países do mundo, por meio do desempenho de alunos de 15 anos em testes de ciências e matemática. O Brasil está entre os últimos colocados, próximo das nações africanas. 1º Cingapura 2º Hong Kong 3º Coreia 4º Japão 5º Taiwan 6º Finlândia 10º Canadá 11º Polônia 12º Vietnam 25º EUA 34º Rússia 48º Chile 53º Costa Rica 54º México 55º Uruguai 60º Brasil 62º Argentina 69º Indonésia 75ºÁfrica do Sul 76º Gana Os países asiáticos estão no topo do ranking.
  • 12.
    BAIXA QUALIDADE DAEDUCAÇÃO RESULTADOS DO PISA 2012 Fonte: PISA 2012/OCDE
  • 13.
    O GASTO EMEDUCAÇÃO NÃO ESTÁ PRODUZINDO OS RESULTADOS ESPERADOS » Avaliações nacionais e internacionais revelam que os estudantes brasileiros apresentam um patamar muito baixo de aprendizagem. » O Plano Nacional de Educação prevê a ampliação de recursos para a educação, mas o cenário atual sinaliza cortes no orçamento. » A questão é como manter o foco nas prioridades e gerir melhor os recursos disponíveis de forma a alcançar melhores resultados.
  • 14.
    EDUCAÇÃO PROFISSIONAL dos estudantesdo ensino secundário, na União Europeia, optam pela 49,9% Educação Profissional Fonte: Cedefop 2013 8,4%* Brasil 51,5% Alemanha 69,7% Finlândia 44,6% Espanha 32,1% ReinoUnido 38,8% Portugal 76,8% Áustria 44,3% França *Educação Profissional integrada e concomitante Fonte: Censo da Educação Básica, 2014 / CEDEFOP, 2013 Elaboração UNIEPRO
  • 15.
    das empresas enfrentam problemascom a falta de trabalhador qualificado 65% Fonte: The Conference Board Total Economy Database. 0% 4% 20% 27% 43% 47% 77% 86% Itália Brasil Alemanhã França Reino Unido Japão Estados Unidos Coreia do Sul Produtividade da Indústria de transformação entre 2001 e 2011 Brasil (2011) = da Coréia do Sul em 1983 = 1/4 da Alemanha 1/5 dos EUA 1/3 da Coréia do Sul
  • 16.
    A má qualidadeda educação básica prejudica a qualificação dos trabalhadores Ao investir em qualificação, a empresa perde o trabalhador 49% 42% 43% 32% 41% 28% 11% Existe pouco interesse dos trabalhadores Não existem cursos adequados às necessidades da empresa Existe alta rotatividade dos trabalhadores Os cursos que a empresa necessita possuem custos elevados Não é possível liberar o trabalhador para fazer cursos Má qualidade da educação básica é o maior obstáculo para a qualificação do trabalhador Percentual sobre o total de empresas que têm problema Fonte: CNI QUALIFICAÇÃO E DESAFIOS PARA OS AVANÇOS DA COMPETITIVIDADE
  • 17.
    MAIS DE 4MILHÕES DE JOVENS FORA DA ESCOLA E DO MERCADO DE TRABALHO - NEM NEM Fonte: PNAD 2013 » 4,1 milhões dos jovens com idade entre 18 e 24 anos, não trabalham nem estudam (15% da população). » O custo social e econômico dessa marginalização é altamente elevado, pois 1 a cada 5 jovens do país não está avançando na sua qualificação. Fonte: PNAD 2013 Elaboração UNIEPRO É preciso atrair e motivar esses jovens para a escola e para o trabalho de forma a qualificá-los para um futuro em que o país não terá mais a janela de oportunidade gerada pelo bônus demográfico.
  • 18.
    ANALFABETISMO FUNCIONAL SÉRIE HISTÓRICA2001 A 2011 Fonte: IBOPE / Instituto Paulo Montenegro Elaboração UNIEPRO Evolução do Indicador de Analfabetismo Funcional População de 15 a 64 anos 2001–2002 2002–2003 2003–2004 2004–2005 2007 2009 2011 39% 39% 38% 37% 34% 27% 27% A taxa de analfabetismo no Brasil caiu de 12,4% para 8,5% no período entre 2001 e 2013, mas o analfabetismo funcional ainda atinge 27% da população: um em cada 4 brasileiros ainda não domina plenamente as habilidades de leitura, escrita e matemática.
  • 19.
    A escola precisa despertarnos alunos o interesse pela pesquisa e o gosto pela ciência, fundamentais para o desenvolvimento de novas tecnologias e inovações. Precisamos aproximar a escola do mundo do trabalho.
  • 20.
    O maior desafiodo sistema educacional brasileiro é preparar jovens e adultos para um mercado em profunda mutação tecnológica e organizacional. A competitividade da indústria está condicionada à capacidade criativa das pessoas e à agregação de valor aos produtos e serviços. (Fonte: Arbache, 2014)
  • 21.
    Melhorar as condiçõespara que as escolas possam entregar melhores resultados É PRECISO…
  • 22.
  • 23.
    É PRECISO… Capacitar ascrianças e jovens para participarem da era do conhecimento
  • 24.
    Educar melhor, emlarga escala e a baixo custo É PRECISO…
  • 25.
    Adaptar o sistemaeducacional à mudança demográfica Figura 5: População em idade ativa (% da população total) Fonte: UN Population Division 50,9 51,9 53,7 55,7 56,7 57,9 60,2 62,3 63,6 64,4 65,3 65,9 65,2 64,1 62,8 60,8 58,2 56 0 10 20 30 40 50 60 70 1965 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 2025 2030 2035 2040 2045 2050 É PRECISO…
  • 26.
    Aumentar a atratividade doscursos de formação profissional para os jovens É PRECISO…
  • 27.
    Desenvolver políticas de recursoshumanos para atualizar seus funcionários, motivá-los e aumentar a produtividade da empresa. É PRECISO…
  • 28.
    COMO SESI, SENAI EIEL PODEM AJUDAR?
  • 29.
    SESI em 2014 54%dos alunos do ensino médio cursam EBEP 511 unidades de educação 199 unidades de vida saudável 638 unidades móveis 43.391 funcionários + de 2 milhões de trabalhadores da indústria atendidos com educação continuada Educação e Qualidade de Vida para o Trabalhador. Produtividade e Competitividade para a Indústria
  • 30.
    Diferencial para aindústria e referência educacional nas áreas de: •Ciências aplicadas •Matemática •Tecnologia Atendimento às demandas da indústria Foco na Gestão Capacitação de Gestores e Docentes Educação Básica Educação do Trabalhador Gestão
  • 31.
    Educação Básica Educação do Trabalhador Gestão  Foco noEnsino Médio articulado com a Educação Profissional  Adequação dos currículos com foco no mundo do trabalho  Educação Continuada com Foco no Mundo do Trabalho  Educação de Jovens e Adultos (EJA)  Modernização e padronização dos sistemas de gestão educacional  Capacitação de docentes, gestores e técnicos em práticas modernas de gestão e conteúdos curriculares
  • 32.
    Trabalhadores da indústria atendidoscom educação continuada
  • 33.
    SENAI em 2014 +de 3,6 milhões de estudantes novos por ano Entre os egressos, 80% empregados 518 unidades operacionais fixas 2.700 municípios atendidos 504 unidades móveis Reconhecido pela OIT como modelo de educação profissional na América Latina
  • 34.
    Democratização do ensino, melhoriada qualidade dos nossos profissionais e incentivo ao emprego e ao crescimento econômico  1, 3 milhões de matrículas em Cursos de Formação Inicial e Continuada -FIC e Cursos Técnicos, em todos os estados da federação.  O resultado do SENAI corresponde a cerca de 40% do resultado geral do Programa
  • 36.
    IEL em 2014 +de 124 mil executivos e gestores e empresas capacitados + de 16 mil empresas atendidas em serviços de consultoria em gestão 92 unidades móveis Educação Executiva Educação Empresarial Educação Corporativa Carreiras para Inovação Estágio
  • 37.
    Mais de 100mil executivos e gestores de empresas capacitados
  • 38.
    Marcio Guerra mamorim@cni.org.br (61) 3317.9802 PauloFreitas mamorim@cni.org.br (61) 3317.9754