1) Compara os traços do casamento e da união de facto, destacando a maior estabilidade e vínculo do casamento e suas consequências patrimoniais mais densas.
2) Discutem-se as alterações à Concordata e a constitucionalidade do Código Civil à luz dos trabalhos preparatórios.
3) Questiona-se o sentido da personalidade jurídica da família à luz do institucionalismo, família linhagem e ensino português.