Daniel é um exemplo de 
perseverança na fidelidade a DEUS e 
de integridade moral, estimulando-nos 
a confiar no projeto divino.
INTRODUÇÃO 
Indiscutivelmente, Daniel é um profeta bíblico que 
não ficou restrito ao passado. Ele é contemporâneo! 
O seu nome, sua vida, sua obra são exemplos de 
perseverança em Deus. Embora vivendo em 
circunstâncias adversas e numa cultura pagã, Daniel 
não perdeu a fé no Deus Altíssimo e no vínculo com 
seu povo
Autor 
Tema 
Data 
Propósito 
Personagens 
Acontecimentos 
Profecias 
LIVRO DE DANIEL 
Daniel 
A soberania de Deus na história da humanidade 
Cerca de 536 – 530 a.C. 
1° Dar ao povo da Aliança, esperança quanto à disciplina de Deus; 
2° Legar a este povo profecias da soberania de Deus sobre as nações. 
Daniel e Nabulcodosor. 
A interpretação do sonho do rei (Dn 2); A fornalha de fogo (Dn 3;) A 
loucura de Nabulcodosor (Dn 4); Daniel na cova dos leões (Dn 6). 
As visões dos anos vindouros (Dn 7 – 8); A revelação dos setenta semanas 
(Dn 9); Imagens da história do fim (Dn 11 – 12).
1.1 A formação histórica de Israel. 
Nesta primeira parte o autor repassa a história 
de Israel a partir de Abraão e Sara Gn.12:1-3. 
Abraão, Isaque, Jacó e os 12 patriarcas de 
Israel, o cativeiro egípcio de 400 anos e o retorno à 
terra de Israel (Heretz Yisrael). O regime era 
patriarcal sob um governo teocrático, ou seja, a 
orientação de vida do povo e as grandes decisões 
nacionais vinham de diretamente de Deus.
1.2 O governo teocrático. 
Moisés passou a liderança para Josué por 
determinação de Deus, (Dt. 31:14) que deu 
continuidade a incursão e domínio de toda a terra 
prometida. 
A teocracia sobreviveu até os tempos de Samuel 
que intermediou a vontade do povo em rejeição ao 
governo divino. 
As causas da rejeição à teocracia são vistas no 
livro de Josué e Juízes que retratam a decadência moral 
do povo por conta da mistura com povos estranhos.
1.3 O governo monárquico. 
Foi um período de longa duração e de divisão 
do reino, de governos bons e outros, ímpios. A 
decadência da monarquia teve como principal causa, 
a impiedade e ganância de alguns governantes que 
promoveram cultos pagãos e a idolatria, sendo o 
mais significativo deles, o reinado de Acabe que se 
casou com Jezabel filha de Etbaal rei dos Sidonios. 
•931 a.C. morre Salomão e o reino é dividido. 
•722 a.C. Assíria destrói o reino do Norte (Israel). 
•606 a 587 a.C. Acontece o cativeiro babilônico.
2.1 O contexto político do reino de Judá. 
Uma pergunta que nunca falta em uma hora 
dessas: Por que Deus permitiu que isto viesse 
acontecer? 
a) Deus é zeloso, e não tolera pecados graves e 
rotineiros. 
b) Deus pode usar incrédulos perversos para 
castigar seu povo. Por quê? Porque Ele é Deus. 
c) Muitas vezes, não compreendemos a disciplina 
divina, mas a fé não questiona; ela descansa na 
fidelidade de Deus. 
Que sirva de lição para todos nós.
2.2 Israel no exílio babilônico. 
Quando uma liderança fracassa em sua 
vigilância quanto à santidade pessoal e a santidade 
no meio do povo; quando líderes afrouxa as rédeas 
da séria doutrina, o povo se corrompe, e a corrupção 
atrai o juízo divino. Foi que houve com Israel. Basta 
um cochilo, e toda uma geração se perde. 
A disciplina divina é dolorosa mas é eficaz. O 
exílio babilônico trouxe temor pela idolatria. 
Como estão as coisas e nossos dias?
3.1 O homem Daniel. 
Deus ensina aos homens de muitas formas. Uma delas é 
através da maneira de quem vive uma vida de acordo com a 
Sua vontade. 
O maior de todos os exemplos é o de Jesus, a expressa 
imagem da pessoa de Deus (Hb l.3), que viveu entre nós uma 
vida modelo, cujo modelo devemos seguir. Ele mesmo disse: 
“Porque eu vos dei o exemplo, para que como eu vos fiz, 
façais vós também” (Jo 13.15). Ver, ainda, l Pedro 2.21; l 
João 2.6. 
Também Daniel viveu uma vida exemplar, digna de ser 
imitada.
3.2 A importância do livro. 
O livro de Daniel possui dois conteúdos: o 
histórico e o profético. Do capítulo 1 ao 6 o conteúdo é 
histórico, e do 7 ao 12, profético. 
O conteúdo histórico narra as experiências vividas 
por Daniel e seus companheiros, seus desafios e a 
soberania e o cuidado de Deus para com seus servos. 
Já o conteúdo profético compreende várias 
predições, incluindo muitas escatológicas. Várias 
cumpridas cabalmente, e outras ainda aguardando seu 
devido cumprimento.
3.3 Identificação com Daniel. 
Daniel nos mostra como viver para Deus em temos de 
falta de integridade moral e espiritual, principalmente na 
juventude. O testemunho de Daniel inspira os crentes a 
viverem em santidade, ainda que a maioria relativize Sua 
palavra. Daniel estava diante de uma geração que estava 
colhendo os frutos que os seus pais haviam semeado (Dn. 1.2). 
O homem de Deus não podia se deixar dominar pelo domínio 
cultural dos babilônicos, aprendeu a tirar proveito do que era 
necessário, mas sem relativizar seus valores judaicos. O mundo 
pode tentar modificar os nossos nomes, mas não pode mudar 
nossos corações, como Daniel não podemos esquecer-nos de 
quem somos, e o propósito para o qual fomos criados.
Mesmo quando obteve honra em sua vida profissional, 
Daniel não se esqueceu de Deus. Após a conclusão da sua 
graduação, passou a servir no palácio de Nabucodonosor, 
mas sempre se manteve fiel aos seus princípios. Aqueles que 
fazem a vontade de Deus seguirão seu curso, mesmo depois 
da queda dos impérios, assim ocorreu com Daniel, que serviu 
até o primeiro ano de Ciro, rei persa, depois da queda da 
Babilônia. Deus está no comando das situações da vida 
daqueles que decidem viver para Ele, mesmo nos tempos de 
crise a mão do Senhor estarão sobre eles. O futuro está no 
controle de Deus, ao Seu tempo fará o que Lhe apraz, 
conforme Seus desígnios.

1° lição Daniel nosso "contemporâneo"

  • 3.
    Daniel é umexemplo de perseverança na fidelidade a DEUS e de integridade moral, estimulando-nos a confiar no projeto divino.
  • 4.
    INTRODUÇÃO Indiscutivelmente, Danielé um profeta bíblico que não ficou restrito ao passado. Ele é contemporâneo! O seu nome, sua vida, sua obra são exemplos de perseverança em Deus. Embora vivendo em circunstâncias adversas e numa cultura pagã, Daniel não perdeu a fé no Deus Altíssimo e no vínculo com seu povo
  • 6.
    Autor Tema Data Propósito Personagens Acontecimentos Profecias LIVRO DE DANIEL Daniel A soberania de Deus na história da humanidade Cerca de 536 – 530 a.C. 1° Dar ao povo da Aliança, esperança quanto à disciplina de Deus; 2° Legar a este povo profecias da soberania de Deus sobre as nações. Daniel e Nabulcodosor. A interpretação do sonho do rei (Dn 2); A fornalha de fogo (Dn 3;) A loucura de Nabulcodosor (Dn 4); Daniel na cova dos leões (Dn 6). As visões dos anos vindouros (Dn 7 – 8); A revelação dos setenta semanas (Dn 9); Imagens da história do fim (Dn 11 – 12).
  • 7.
    1.1 A formaçãohistórica de Israel. Nesta primeira parte o autor repassa a história de Israel a partir de Abraão e Sara Gn.12:1-3. Abraão, Isaque, Jacó e os 12 patriarcas de Israel, o cativeiro egípcio de 400 anos e o retorno à terra de Israel (Heretz Yisrael). O regime era patriarcal sob um governo teocrático, ou seja, a orientação de vida do povo e as grandes decisões nacionais vinham de diretamente de Deus.
  • 8.
    1.2 O governoteocrático. Moisés passou a liderança para Josué por determinação de Deus, (Dt. 31:14) que deu continuidade a incursão e domínio de toda a terra prometida. A teocracia sobreviveu até os tempos de Samuel que intermediou a vontade do povo em rejeição ao governo divino. As causas da rejeição à teocracia são vistas no livro de Josué e Juízes que retratam a decadência moral do povo por conta da mistura com povos estranhos.
  • 9.
    1.3 O governomonárquico. Foi um período de longa duração e de divisão do reino, de governos bons e outros, ímpios. A decadência da monarquia teve como principal causa, a impiedade e ganância de alguns governantes que promoveram cultos pagãos e a idolatria, sendo o mais significativo deles, o reinado de Acabe que se casou com Jezabel filha de Etbaal rei dos Sidonios. •931 a.C. morre Salomão e o reino é dividido. •722 a.C. Assíria destrói o reino do Norte (Israel). •606 a 587 a.C. Acontece o cativeiro babilônico.
  • 10.
    2.1 O contextopolítico do reino de Judá. Uma pergunta que nunca falta em uma hora dessas: Por que Deus permitiu que isto viesse acontecer? a) Deus é zeloso, e não tolera pecados graves e rotineiros. b) Deus pode usar incrédulos perversos para castigar seu povo. Por quê? Porque Ele é Deus. c) Muitas vezes, não compreendemos a disciplina divina, mas a fé não questiona; ela descansa na fidelidade de Deus. Que sirva de lição para todos nós.
  • 11.
    2.2 Israel noexílio babilônico. Quando uma liderança fracassa em sua vigilância quanto à santidade pessoal e a santidade no meio do povo; quando líderes afrouxa as rédeas da séria doutrina, o povo se corrompe, e a corrupção atrai o juízo divino. Foi que houve com Israel. Basta um cochilo, e toda uma geração se perde. A disciplina divina é dolorosa mas é eficaz. O exílio babilônico trouxe temor pela idolatria. Como estão as coisas e nossos dias?
  • 12.
    3.1 O homemDaniel. Deus ensina aos homens de muitas formas. Uma delas é através da maneira de quem vive uma vida de acordo com a Sua vontade. O maior de todos os exemplos é o de Jesus, a expressa imagem da pessoa de Deus (Hb l.3), que viveu entre nós uma vida modelo, cujo modelo devemos seguir. Ele mesmo disse: “Porque eu vos dei o exemplo, para que como eu vos fiz, façais vós também” (Jo 13.15). Ver, ainda, l Pedro 2.21; l João 2.6. Também Daniel viveu uma vida exemplar, digna de ser imitada.
  • 13.
    3.2 A importânciado livro. O livro de Daniel possui dois conteúdos: o histórico e o profético. Do capítulo 1 ao 6 o conteúdo é histórico, e do 7 ao 12, profético. O conteúdo histórico narra as experiências vividas por Daniel e seus companheiros, seus desafios e a soberania e o cuidado de Deus para com seus servos. Já o conteúdo profético compreende várias predições, incluindo muitas escatológicas. Várias cumpridas cabalmente, e outras ainda aguardando seu devido cumprimento.
  • 14.
    3.3 Identificação comDaniel. Daniel nos mostra como viver para Deus em temos de falta de integridade moral e espiritual, principalmente na juventude. O testemunho de Daniel inspira os crentes a viverem em santidade, ainda que a maioria relativize Sua palavra. Daniel estava diante de uma geração que estava colhendo os frutos que os seus pais haviam semeado (Dn. 1.2). O homem de Deus não podia se deixar dominar pelo domínio cultural dos babilônicos, aprendeu a tirar proveito do que era necessário, mas sem relativizar seus valores judaicos. O mundo pode tentar modificar os nossos nomes, mas não pode mudar nossos corações, como Daniel não podemos esquecer-nos de quem somos, e o propósito para o qual fomos criados.
  • 15.
    Mesmo quando obtevehonra em sua vida profissional, Daniel não se esqueceu de Deus. Após a conclusão da sua graduação, passou a servir no palácio de Nabucodonosor, mas sempre se manteve fiel aos seus princípios. Aqueles que fazem a vontade de Deus seguirão seu curso, mesmo depois da queda dos impérios, assim ocorreu com Daniel, que serviu até o primeiro ano de Ciro, rei persa, depois da queda da Babilônia. Deus está no comando das situações da vida daqueles que decidem viver para Ele, mesmo nos tempos de crise a mão do Senhor estarão sobre eles. O futuro está no controle de Deus, ao Seu tempo fará o que Lhe apraz, conforme Seus desígnios.