O documento discute a natureza e a personalidade do Espírito Santo, apresentando argumentos teológicos, bíblicos e linguísticos. Ele destaca que o Espírito Santo possui intelecto, emoções e vontade, características que o identificam como um ser pessoal, não uma força impessoal. Além disso, aborda interpretações errôneas de grupos como as Testemunhas de Jeová, que vêem o Espírito Santo apenas como uma força ativa de Deus.