10º Ano Geologia SituaçãO Problema (Parte 2)

2.164 visualizações

Publicada em

Publicada em: Negócios
0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.164
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
15
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

10º Ano Geologia SituaçãO Problema (Parte 2)

  1. 1. 10º ANO - GEOLOGIA Situação-Problema – Parte 2
  2. 2. Hipóteses e Teorias Teoria consistente Observações Hipótese Previsões não consistente Altera-se a Hipótese Testes Nuno Correia - 08/09
  3. 3. História de uma Extinção Hipótese : Impacto, Vulcanismo, estrelas da morte (Némesis) Nuno Correia - 08/09
  4. 4. Impacto meteorítico Nuno Correia - 08/09
  5. 5. História de uma extinção Walter Alvarez, em 1980, descobriu uma anomalia no teor de irídio numa sequência sedimentar marinha com idade situada na fronteira K-T (Cretácico- Terciário), na cidade de Gubbio, em Itália. Este metal nobre, muito comum nos meteoritos, tem ali uma concentração cerca de trinta vezes superior à das rochas da superfície terrestre. Nuno Correia - 08/09
  6. 6. Foi encontrado quartzo de choque nas rochas portadoras da anomalia de irídio, nas escavações da fronteira K-T, tanto na Europa como na América. Esta forma de quartzo parece resultar da transformação da variedade comum deste mineral, por acção de pressões gigantescas, só atribuíveis, em condições naturais, a grandes impactos cósmicos. Nuno Correia - 08/09
  7. 7. Presença de tectites As tectites são pequenas esferas vítreas, provavelmente resultantes de fusão, seguida de solidificação, e tendem a ser associadas a impactos meteoríticos. Nuno Correia - 08/09
  8. 8. O irídio é um elemento pouco abundante na crusta terrestre, mas relativa-mente abundante no espaço exterior, podendo ter chegado à Terra através de um impacto com um asteróide ou um cometa. Nuno Correia - 08/09
  9. 9. Desta forma, foi formulada a hipótese de que um corpo de grandes dimensões, oriundo do espaço, tenha colidido com a Terra nesta altura. Nuno Correia - 08/09
  10. 10. Cratera de Impacto No México foi encontrada uma estrutura circular, datada do Terciário, com 200 a 300 quilómetros de diâmetro, e que foi identificada como uma cratera de impacto meteorítico - a cratera de Chicxulub. Nuno Correia - 08/09
  11. 11. Cratera de Chicxulub (México) Nuno Correia - 08/09
  12. 12. Este impacto teria levantado uma nuvem de poeira e de outras pequenas partículas, de tal modo intensa, que fez com que a luz solar não fosse capaz de a atravessar e chegar até ao solo. Nuno Correia - 08/09
  13. 13. Esta é a causa correntemente atribuída à extinção dos dinossáurios, como defendeu Alvarez. Nuno Correia - 08/09
  14. 14. Vulcanismo Nuno Correia - 08/09
  15. 15. O irídio é um elemento do grupo da platina, muito raro na crosta terrestre, mas não tão raro no manto. Através do vulcanismo podem chegar à superfície grandes quantidades de irídio. Nuno Correia - 08/09
  16. 16.  Foram feitas sondagens na estrutura de Chicxulub, supostamente corres-pondente a uma cratera de impacto meteorítico, e verificou-se que as ro-chas sedimentares abaixo dela se apresentam pouco deformadas.  Estruturas semelhantes a tectites foram encontradas em rochas vulcâni-cas da Gronelândia, formadas no início do Terciário. Nuno Correia - 08/09
  17. 17. As escoadas dos Traps do Decão representam milhões de quilómetros cúbicos de basalto, com idade situada no limite K-T. Nuno Correia - 08/09
  18. 18. A análise da composição do ar contido em fragmentos de âmbar, com idades compreendidas entre 68 e 62 milhões de anos, revelou, para esse período de tempo, variações no teor de oxigénio da ordem dos seis a oito por cento, provavelmente em consequência de transformações na atmos-fera, induzidas por erupções vulcânicas. Nuno Correia - 08/09
  19. 19. Actividade 2 – pg 16 A ciclicidade nas extinções Nuno Correia - 08/09
  20. 20. Némesis é um de entre vários nomes dados à pequena estrela companheira do nosso Sol. Esta pequena estrela está agora a cerca de dois anos-luz de nós, em afastamento, mas daqui a poucos milhões de anos dará a volta e encaminhar-se-á, de novo, em direcção à Terra. Nuno Correia - 08/09
  21. 21. Sepkoski e Raup No início da década de 80 do século XX, dois paleontólogos da Universidade de Chicago, John Sepkoski (1948- 1999) e David Raup (n. 1933), resolveram compilar todos os elementos existentes sobre todos os organismos marinhos extintos nos últimos 600 milhões de anos. Nuno Correia - 08/09
  22. 22. Nuno Correia - 08/09
  23. 23. As extinções em massa provocadas por choque de corpos celestes com a Terra não é aceite por toda a comunidade científica. Alguns paleontólogos defendem que a extinção dos dinossáurios foi lenta e gradual, ao contrário do que a teoria do impacto faz supor. Muitos geólogos argumentam que o teor em irídio, presente na camada de argila, poderia ser o resultado de actividade vulcânica muito intensa capaz de o trazer do interior da Terra, onde se pensa que seja muito mais abundante do que na crusta. Nuno Correia - 08/09
  24. 24. Com os conhecimentos actuais, será muito difícil excluir definitivamente qualquer uma das prováveis hipóteses da extinção em massa. Provavelmente, nem será necessário. Com efeito, vários modelos têm sido apresentados em que os dois fenómenos poderão estar associados. Nuno Correia - 08/09

×