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n;    r Provérbios 5z2l-23ís 

   

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A pessoa é
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e pelas escolhas s
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que faz ao longo
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homem planeja o
seu     mas

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os passos. ”

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  (Provérbios 16:9)
~  nova fase da vida
 adulta / 

 

3. Relacionamentos e afetivi

A educação dos 
sentimentos e 
desenvolvidos nas  u A
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Pense! 

 
     
     

O homem deve
ser bom e puro
apesar de toda
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N?  lg? !
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3, Do   a si próprio

 
   
     
   
      



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Conclusão

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Conclusão

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Hora  Revisão

1, O que se pode afirmar 
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sujeito?  i u ,  _
2. Quais sentimentos 1 es* ....
Hora  Revisão
3. Qual a pior 
consequência dos a l
sentimentos desnutivos  u
de Saul?  í

4. Como são construídos os

 

k...
Referências

/ euvoupraebdblogspoteombr/ 
htlzpz/ /portalebdorgbr/ 

   

http: l/atitudedeaprend¡z. blogspot. eom. br/ 
h...
Ípiofsmlm!   , Í

   

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Lição 09- O que pode prejudicar os relacionamentos

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Lições Bíblicas Jovens 4º trimestre de 2015.
Tema: Estabelecendo Relacionamentos Saudáveis- Vivendo e Aprendendo a Viver
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Lição 09- O que pode prejudicar os relacionamentos

  1. 1. a ê . às. n: L ÇÊÉ " “se s? 433 e x Aqm o ee. ,- &a; a s. : »7 'e '-3 e , _ t, x _ g , ki Seâggszãiüeieâêje? s * E ViVehdoÍé' Áñrendendg a vivi? " - r ' r . e o . x. ~ * - ~: _ i r "k *l : v. À Lp›
  2. 2. Reoapitulando. .. rí'5:§i“re›» O que é < , t õ ~ Religião? v . “ <.7 . g1 Qual o sentido secular de religião?
  3. 3. Reeapitulando. .. Qual o sentido É ~ biblieo de religião? v . “ <.7 . g1 Todas as religiões são iguais?
  4. 4. Reeapitulando. .. e cms e superior às t u i " ouüas V ( religiões? “ <.7 . g1 O deus dos muçulmanos é O mesmo Deus dos jerístãosl “aos,
  5. 5. Lição O9- O _cluepod ¡pejuicar os relacionamentos uma iii, TEXTO 'DO 'DIA “Ro g0 -VQS, porém, irmãos, pelo nome de nosso 'i SenhorJesusCnsto; que ' . ~› "Ú ' I. d1ga1s todos uma~mesma çogsa e que _, . oavÀ _, y g nahajg; entre VOS dissensoes; antes, sejais unidos, emeum mesrridêentido e › same# ; Jgfrf n em um-mesmoparecer. (1 Go 1.10) A gi R' ~ Â. . A Q r A
  6. 6. X. I íNrEsÉ. § ' ristãos O relacionamento entre os _c 'ÍWFI_Í deve refletir o mesmo amor e ímidad trprñcãã' 'I os. por (Eristo e a11grej. I v ; , u ' Ó ~_ é r . v. i . › v' . i¡ 0 "
  7. 7. *kh . LiTi/ Íiiiitífk dim s: r lan xi ria', .oiiáàiéfiír iiêtii li › fl . n el), ,A_-. i k _x ¡ _ _u_ . _/› _ 1_ _ J ~ 14 ) 'H L_-, r› _ r , ,e t. L j v' c¡ _› . ¡ _iifiljjítllÍ7s _i Lliilfli Lu v* fi ~ ivliiffii Literal). Liftriiii o mu, »iii n line! fiel iflifttic la: : seu : Lil/ tw iii r r . r a' x i x 'V I¡ ' l-u": l 'kh' 'iu KLJHLL( plñulllll* “l tlfirlrl l' _l «l l l' 1 I lñnlrllllilínll) K' 'Dt/ i 6;: : i-*iiit re: ;:_r_5_i«; i i ' lj. ^_i-' D , l ' 'i , .,_ il~ _- few_ r. ,-"l_, ,ç _-r¡ -W _i ›-›A. _ _ (ç (1- ; wxuy g» E i-iílñ? ijllllítílãl vo, Linka «Kirnreiztisieznoi : - T~-^›: ~ '* 7.- f_ s N: w, i, Lil; '* ; 'Í, ~_ ' -i - l N* jr); r" c ~(. _J; .(_, LF_iEÊÉZÍ-O'¡ÉÉ, Ç(_*) girar_ 2,, rotnâuirtinelt liviláiri ai:
  8. 8. llÉ ? ríÍTL i li '› L iÍíiÍi “ri sÊ”, j? 1 @agp Lã Mt«; i›: %% ii it“fttillio› iELVHNÍÍLÉiJ VfVítPÍiV 'I ; ii *e l' Í j¡ sã: 1'. A! i à _ ; . . ñ l' . Lg, iiítugaâisítêíieiih, iÍ¡iÍ“PQ§5Ilv“-ti, i anula: já, 'I i : far Ê* tmíl. í_üif_l; içgoir i “ftiiiilfíbiilífàiiili i iii e error vir? ! fui : Ml/ lÍLliÉHLi iigii ! ii iigifii iirãlfi ijiiiííti t" D** i' 'l mui'- L--: r -e- : r ral : :lui-eu lo niiiiwra: “LLLV” oil «me v e figrãij*írir*fi_i_i1, fim. ijÍlt» «iiiíjtr iiiirfàilliiiillál, ll'57YJ7”»i_i_li li = Viginêíléíitri o _ivirut: :›í~: , ; o v? :eíríiiii LÉLI"Í| iijiíiuiire
  9. 9. 1 Atos 15.3641 BÍBLICO . -2. 1:_ X . Atx; 'Não , í' i I . i u 40 E Paulo, tcnidgósscolhido a Si1 aÍs; p ii aos a , do-pelos de p? us. partiu, encomenda 1 99 i. E. i. "il 4 1o E passou pela*iii Síria e Ci1ícia. ,,, ' conñrmando as as. '
  10. 10. No episódio de hoje. .. . _ ° H Y I Relacionamentos tia_a saudaveis e . . afetividade c; , Ile Relacionamentos doentio e o ser i it” as: IIl- Bons p, relacionamentos sãoi' , ,occonsniuídos i i
  11. 11. INTRODUÇÃO , X , . t Não existem I A u V relacionamentos ~ perfeitos! * < 7 . g1
  12. 12. INTRODUÇÃO “Os ouvidos que . atendem à U y repreensão vida ~ farão a sua morada < e F . g1 no meio dos sábios. ” (Provérbios 15:31),
  13. 13. INTRODUÇÃO “A sabedoria já edificou a sua casa, já lavrou as suas sete colunas. ” N? .cr
  14. 14. INTRODUÇÃO “Todo prudente . procede com u F co ecimento, mas ~ o insensato espraia < e F . g1 a sua loucura. ”
  15. 15. INTRODUÇÃO irtflâiiira, É preciso educar as emoções para u A conviver com as . diferenças e não responder o amava o * ° ti com ouno.
  16. 16. INTRODUÇÃO “A resposta , " desvia o furor, mas r” o_ a palavra dura suscita a ira. ” A o . e,
  17. 17. INTRODUÇÃO “O homem iracundo suscita u y contendas, mas o ~ longânimo < e F . g1 apaziguará a lu . .”
  18. 18. INTRODUÇÃO “O homem se . alega em u W responder bem, e e quão boa é a palavra dita a seu A O S: tempo! ” (Provérbios 15 223),
  19. 19. L ll: : . L. .:| "f, |;_l 3). ? ' lí i. --: ¡.. _ii. bi›. " u' i _ Ayír¡ fr_ : N ». “r ~~~* “ cl *.22 i4* »r * t» i í n" ““*r: ~› LAB' Liv) [int ; FIL ( l lã) () (ala ul_ l -l *, :". TA1 i , E ' ~ ~ tell# “J iírlrrrrrtitiifo ereit-nrxfã» ' l : ii lr( ) x y RA¡ xwñL-TA V _ü é g IYQTT-Tça x D: .. fr i * t »i i l is ; ter r , i i ll llil: _il), ídi~. 'i›ôr rH- 'pé/ Tc' - i r LITÍJ** q? i" *o* e gw›7., (./ _ i 'êi' é: ¡kqryvu r- . i› . E** Le xfta l~ ÊJCF" ' “i 'afim l llrlli h ' 'L l iii: “FN . ãviilliglçjl iii( ' J_ -LJÓV v** i iii ri Vs 'm rw, , t”¡; '¡'›, =k: ,r__a, f _ . , ° V' , .__I. __l+'7n xl “Ir Lijpixlpl si. , rrijlvi' ii J l " t i j: ?ocfvlrllã ¡É! *l e i' J; :x11 Q. n H3 J ' l . .T "T n; ^ ' “ 'lui M iii* “*'i. lá. ;.i. i,= i›*: §i ill) r_ ái-iriitàl.
  20. 20. A Parábola do Porco-espinho Foi então que uma grande manada de porcos-respinhos, proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-ese mais e mais. Assim Cadaiiy tentativa de se A podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidosii' as . _ asalhavamese mutuamente, Í aqueciam-ese, enñientando por mais ¡Iul Í¡ I r , _ , ftempo aquele inverno tenebrosof . í
  21. 21. A Parábela do Porca-espinho Parem, vida ingata; os espinhos de cada um começaram a ferir os eíros mais próxitnos, justamente aqueles que A lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida eu morte. E g, : 3 afastaram-ese, feridos, mageados, soñidesç' e-Dispersaramwse por não mais “' _tempees enuosdtos seus semelhantes. _ w ' -°¡_~ -r _. _ H . uDe1ammu1toç. . - "¡. '¡'T'*N'"'!
  22. 22. ,--_. 'L A i *A* “J : Pri E711, te: ;Í , tati ; tir/ t ííLttÍ , , _ rígãíôljftfél» Ve» Lfnnif I jnA 'tp › giga. HV; H k . _'f›y. tÉVÍ/ I Hriá: : ; ,'-› . i 'fa' J; '_l J; r 17H ocsílí” ; JM wlnl( 1T: l , (“ U D¡ . F5 f . - L i , , r 1 Z›«, II': Ê1ÊI"ÍJ'Í , í E? ? *- " PÃEFLkVZJÉLI He “grão a m_ u VJ ve: *. ›í$í; ;1 ; CeLríJL; , «ceará , JL A* ea: : _à z ' - ' _o a "Í""*'°, ' . .J . <_*. ›«t›_r'= -7*»/ ;f, &/ f~1_r em n_: él. ›L-,7<. KL_C, , *terna &IÊ5Í. ʧ“ELI ; CES E' : t m *intro «v : :ea , smsnrc ta; çzwrzigmíkeffuísít, > : w train, L r _a L _f .1 , v - r'°~: ;~: :_: ~: , www u o Li )t_L_›j. .Ç”I term : :jair LLfL_ 3a hr* ~ : r “ÊHJÊEJJJ
  23. 23. SAUDA ISrE . 1 ; Ã "HTAÊT , lí í r E.
  24. 24. (J D “Um novo a g ento Vos dou: Que vos ameis uns aos g a b” . , ouüos; como eu Vos i u ç amei a vós, que Vós uns aos ouuros vos ameis. ” N? lg? ! , X (João 13:34)
  25. 25. ;É j_ A construção do sujeto, Salmos 139.13-1s~i¡_, “ , . . “13¡Po1s possuís ecos meus rins; , as . .U s, . ___s É . cobriste-me no, ven i eigde 'í _ í a : te louvarei? porque de modo assombroso, tegtãoismÉravilhoso fllina_ N m feito; maravilhosas são as tuas obrasgfg H: a minha alma o sabe muitobemf” | Í
  26. 26. a] s_ . ' '. y , - 1. A construção do sujeito z sfuaããñíêiâñs m? 15 @sgleus ossos›não taforam encobergs; quando T oculto fui¡ feito, (9 entretecido nas . profundezas da terra. 'Í í* . ~ e . 16 Osteus olhos Viram o›meu= ”corpo amda . e na¡ wcííe mforme; e no teu livro todas _estas coisas 4,1 , , _ _ foram escritgs, as, quais em contmuação foram-formadashquango nem ainda~uma F a JW. . Ídelasrhavia.
  27. 27. 1. gnstrã ujto i §a1mos139.13-18 1-7 E” uão preciosos me são, ó-Deus, @E 1 an' ~ w «N» teus pensamentos! Quao grandes sao as * somas deles! - 18 Se as contasse, seriam em maior , .:. :"'--~ ç . ur numero"do que a areia; quando acodo ain'da estou'contigo. . e E"? n
  28. 28. 1, A construção do sujeito O homem, seja , ~ . como indivíduo, i u s seja como e espécie, é um ser < ~ * A 7 -SZ
  29. 29. 1, A construção do sujeito O homem cria e i 1 u recria a si mesmo! “ <.7 . g3
  30. 30. 1, A construção do sujeito Por isso e ç V impo t6 ã í - a l . . ~ u , participação dos . cristãos na educação do t” as: indivíduo e da sociedade.
  31. 31. E, Construçã . t' Tudo tem “ há-. te_mpo para-todo o debaixo do céu. , . . _s . K6 v w O S611 V * '~ . H , oderelacionamentos : #5 p , . - _, saudavels Eclesiaste53zl-7 o @Cí O › o. -tempo determinado, e ' propósito ln¡ *mk ' C t/ ~ 2 Há~empo de nascer, e tempo de a** morrer; h J têmpode plantar, etempo de arrancano que se p lntou;
  32. 32. .; <,, , , ;¡a: , 2:ÂConstrução de relac¡onamegtÊs i 11 r saudáveis F p Eclesiastes_ 3: 1a7 i 3 Tempo de mataprfpeçjxfstímpo de curarg; r¡ tempo 'de de ediñcai; ,4,. ~Tem_po de chorar,1“ii, ei_ t; ei; ripo de rir; tempo , de prmteo? ;, tmpo : de dançar; r: ' 7 5 Tempo de espalnalpefdras, e tempopdep, ajuntar pedras; tempo* de abraçar, e tempgo ii de afastarrse de abraçar; i
  33. 33. .: <,, , , ;,, ;p 2i Construção de relacionamegtâsãll r saudáveis u, t¡ jp. Eclesiastes 3:14 6 T empo de buscaiitpe , tempo de perdeiçi tempo de eamr; *, 9 mpo de lança a fora; ll í . íqtm , -7 Tempo de rasãganfçetempo de coser; tempo de esta? calado, e tempo del* falar;
  34. 34. 2. Consnução de relacionamentos saudáveis A construção do , a . sujeito não é n i u s processo e retilineo, mas repleto de TO t” serpenteamentos
  35. 35. 2. Consnução de relacionamentos saudáveis is; É** 24-' #ão Ele cresce no i u s cultivo vida social e deve * < 7 . g1 ser sábio.
  36. 36. 2. Consnução de relacionamentos saudáveis “O que anda com í a os sábios ficará i l u sábio, mas o Í comp a dos tolos será n t” desumdo. ” ›§ (Provérbios 13:20)
  37. 37. 2. Consnução de relacionamentos saudáveis “Os simples , a ão a É 1 u estultícia, mas os Í prudentes serão e < ? .cri cercados de conhecimento. ” (Provérbios 14: 1 § x
  38. 38. 2. Consnução de relacionamentos saudáveis , s , W , @r E no enconno dos p ~ vánios afluentes da vida social, espiritual e afetiva que a vida e e , , a identidade do sujeito n são consuuídas,
  39. 39. “s, 2. Consnução de relacionamentos saudáveis “Quando eu era X , tíiltÊsiÍên menino, falava como t menino, sentia como r n u . menino, discorria como i menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino? ” Klãlcorínüos 13:1 1)/ N? lg? !
  40. 40. 2. Conshução de relacionamentos saudáveis O homem deve , s a b” ser bom e puro n u , apesar de to * lama que o cerca o s (Pv 4.20.27; E 16.2; 21,21).
  41. 41. .a glsilacíonamentos e afet¡ji¡_¡ dadnÊ ÍíI s¡ , n; r Provérbios 5z2l-23ís 21 “Eisjgque os caminhmdo homem estagi 'a peranteopsfolhos do SÉnhÊÉQ-e ele pesatõdassígçlii TT 7V VC n: - .22 Quanto ao ' suasiniquidades o ; j um. ; í. gipiínderão, e comiseu pecado será T i d6t1d0gti lí' 23 Ele morrerá, 'porque desavisadamengji andou, e pelo excesso da sua loucura sela _ perderá. i
  42. 42. A pessoa é responsável por u , aquilo que cultiva o e pelas escolhas s * . 7 . g1 que faz ao longo do
  43. 43. “O coração do homem planeja o seu mas o Senhor lhe dirige os passos. ” N? lg? ! (Provérbios 16:9)
  44. 44. ~ nova fase da vida adulta / 3. Relacionamentos e afetivi A educação dos sentimentos e desenvolvidos nas u A interações sociais na Í infância e adolescência são muito a s” i9": significativas para a
  45. 45. Pense! O homem deve ser bom e puro apesar de toda que o coa N? lg? !
  46. 46. _if Se -KRUdyard Kipling) 9 ' . xfgrv capaz de. enue a p1ebe; * snão ; , te , i: s ¡s ul içs corronsiperes, e, ennereis, não plteli"sdpln6sf31 ll: n' í. naturalidápde, e deapilgssops; sss, quer bons; 'quegijiílsç maus, te »defenderemÉjaÍtodos podes ser , igdàes, alguma utilidad icseigççés capaz de dar, dia_ às, ,e g. e_ r : ll , Êgçssgtlndo por ssessgundoljígao minuto fatal e iv i iii? ” n' a . i . todo valor e bnlh9;ss ~, tñt1_as, e, a terra com-tudoi o que existe no mundo, e - o que aindàlâi lilás muito mais a és um Homem, ngu filhol
  47. 47. O m', ': ,. pi I À (A: Ii À-; BELACIÓN DOENT í S: ¡:1¡1 jí IJ _ogç_ E; SER
  48. 48. 't . a, 4_. .:_. ,+ a v ltíRÍelacionamentos doentioseajetgj í todo e ser (j * 1 Samuel 18:7 ,8 *veeêgp í x 7 E as mulheres dançando e tando safar' a2"? wpímñw; respondiãm umas* àsfoutras, dizendõ? Sãíilhe : FÉ feriu o§ seus rnàílharegpgrém, Davi os” -" seusádez múhares. _ ff ' 7 e 8jEí1tão Saul se Ligignoumuito, e aquela -w- ¡ v. _r ¡ 13315513 pareeeuma1_*ãgs & seus o1hos;4;§He&n dlsse: Dez nnlharesíderam a Dam, 13733” m1m somente mulheres; na verdade, qugjeh lhe falta, senão só o TCÍHÍJÊ
  49. 49. 4,3%¡ 1. Relacionamentos doentios afetam llfffiífáâtñàgmü f O desenvolvimente e integal de homem não u A deve ser &agmentade na imatura linguagem e teelogíea da dicotomia e 9° ou meetomia (Le 2.52; kl Ts 5623; Hb 4512)
  50. 50. 1. Relacionamentos doentios afetam Nem mesmo nas ' a u A expressões í psicologia * < 7 . g1 (motor, afetivo, cognitivo, social)
  51. 51. 1. Relacionamentos doentios afetam O ser humano se desenvolve totalidade e cada uma das a ensões que o compõe é afetada como bém influencia N? lg? !
  52. 52. 1. Relacionamentos doentios afetam “O que se indigna ba . à toa fará doidiees, u , e o homem de * maus intentos será pq 7 c _p odiado. ”
  53. 53. 1. Relacionamentos doentios afetam O sentimento . sadio é vida para o u , corpo, mas a inveja " é podridão para os p o CN ossos. ”
  54. 54. 1. Relacionamentos doentios afetam O desgaste p t ba . emocional de Saul u , teria sido evitado t se ele demimasse a o c_ si próprio @v 30.33; 25.28; Gl 5.22).
  55. 55. i Í ¡Hitiiíiu ? w lim] titlehííiiilji<jsrjz idii-li-_iitiiiiiiii [ei Ei iêlelíliãi í ia Mit/ sw l Ytngitial : :i 4 Escala. : e 'ítii u igargr-izzu aiii ? êtfmtísãí _AÀÍÊÇJLIVIÊÍ "o títrrel ífã: .Exú f êctJSIÊ/ «ês fabiana tííígLLx ezlfll, ? Citrix De _ix (111%: _LTLE; EÍ”Ê1, Midi¡ “Tí/ V” , LÍiJÍÍLLiJ @ÊÍÍÍÍ 3 ti ul<”3:ii'í“: '['t1 lt iíiêiáiié', i5' H l (5 fÊiivLiíífÉi77ígfi¡ i i I ? à à; < : gm “H < . Q5411 u. - J 7-77: j. .Í o - r “ Ç - l - »e “z *n* * . i': ~›: v:~« 1: , - t . r : f" i 2 Aut u iglfstlgi, wwm it' ? na t* e? ?M1416 : write _aÊi-ÍL_ 4 a j»- - _i f. . , 4 ; lagtü , V_ pk_ _ _ a Á T __ l_ v___ ___ ao ' fd _UNI/ Víiíl, matter/ tati xínl "TL : J the? LinÍÊ-lglifiñii êííictljn' fi and oaçiitiq *e 41:1( : :ram m m : lãs
  56. 56. 2. Sentimentos doentios a alegria de viver É? ?? A falta de j* dade afetiva u , de Saul ievouro a e se ocupar em < 7 c '- desüuir a Davi (1 Sm 18,7- 15; 19.141).
  57. 57. 2. Sentimentos doentios de viver »í tft-_itiit Saul estabeleceu . para si objetivo u , vil que afetou e * prejudicou toda < . * « 7 -SAZ sua vida emocional, social e Spiritual. ímâk** 77m
  58. 58. 2. Sentimentos doentios de viver [ Ê-ÊÉ-¡Lttçet Cultivar a ira, a vingança, a mágoa, u F enne ouuas ~ emoções e sentimentos ruins i q ° t” prejudica a totalidade da vida i humana.
  59. 59. 2. Sentimentos doentios de viver Para vencer tais emoções e sentimentos desuutivos o ' l salmista aconselha: “não te indignes para fazer o ma ", “não tenhas inveja dos que a iniquidade”, *tfdeixa a ira”, “abandona o "ifs. -i1~a1~'r , (s137.1,7.s). _g7
  60. 60. 2. Sentimentos doentios de viver “Confia no or", “faze o bem”, “deleita-te no Senhor”, “descansa no or e espera xeNWÊÊICQ, (vv, 3-7). S? .cr
  61. 61. 3, Do a si próprio “Como a cidade ba ~ derrubada, sem v . muro, assim é o homem que não e , , _c_ pode conter o seu Ó K espírito. ” (Provérbios 25:28)
  62. 62. 3, Do a si próprio t r iwhqã x/ , ; tê-n 24-' #iii Sentir raiva, inveja, enue outros sentimentos que afe a vida psicossocial do homem I S? .cr
  63. 63. irkdestruíram suas vidas/ 3, Do a si próprio f X Caim (Gn 48-45), , a Saul (l Sm 18,745) e i i u Sansão Jz 14-16) são i t exemplos de pessoas que se deixar levar por sentimentos que S? .x15
  64. 64. *n xü 3, Do a si próprio t r eva. ? Eita “Se nem fizeres, não; j i certo que serás aceito? e " E se não ñzeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu A , o desejo, mas sobre ele deves dominar. ” «itens 4"” /
  65. 65. Pense! A verdadeira deza do homem é medida peia força dos sentimentos que ele do a, e não pelos sentimentos %_ O S? .cr
  66. 66. “ : ins: @próprio é uma conquista em i u y que as pequenas vitórias de hoje preparam as vitórias maiores de l i i 7 j” ammhãf” 14111110 Schwantes). j
  67. 67. III -visoNs RELACIÕN sÃo CONSTRUÍDOS É_ ' " T lí"
  68. 68. 1. Bons relacionamentos e sociedade cc fil** f E sucedeu que, i acabando ele de falar l com Saul, a alma de Jônatas se ligou com a alma de Davi; e a s? .a. Jônatas o amou, como N à sua própria alma. ” Q-»(1%§amue1 18:1) /
  69. 69. 1. Bons relacionamentos e sociedade f . ~ , As rnteraçoes sociais j i são consmiidas com ¡ " base nos valores advindos da experiência de vida e a a <_› . a. formação da X personalidade e Qcaráter das pessoasj x/ ,
  70. 70. 1. Bons relacionamentos e sociedade 7 “Não retires a disciplina da criança; i U V pois se a stigares com a vara, nem por isso morrem. ” t i O 5°' (Provérbios 23: 13
  71. 71. 1. Bons relacionamentos e sociedade f Da mesma forma como se aprende bons t hábitos pode-asse u , também com esforço abandonar os maus cos @S e sentimentos que prejudicam as Qntélações huma/ SJ “ e o t" S? .cr "Ne
  72. 72. Bons rclacionamentos são consumidos ao longo do prosesso de aprendizado de vida do N? .cr
  73. 73. 2. Bons relacionamentos são Cons ' f Eles não surgem de mede inesperado e mágico, mas desenvolvemwse à que os interesses e afinidades "N. ñ. ouüo. correspondem ao do _g7
  74. 74. W Na família e na igeja, os valores, os objetivos " $ u V e as crenças são ' possivelmente mais * <.7 s; años do que noutros e grupos &Nxx
  75. 75. duradouros. A a bd igej a, a comunidade da fé, é o lugar ideal " i u V para que o jovem “ cristão estabeleça relacionamentos e i i 7 d” t; . à “M
  76. 76. 3. Bons relacionamentos são raros V , 4V Infelizmente, os i i u V bons a relacionamentos * < 7 . g1 estão vez mais raro!
  77. 77. 3. Bons relacionamentos são raros / O vulgar é ter muitas @S99 6° das” e i6 ag nas redes sociais, mas raros são os amgos para estabelecer relacionamentos verdadeiros e §“~, .% V V__. V . dnradouros. / í 1 v: . _g7 e; “wi- x/ V
  78. 78. 3. Bons relacionamentos são raros i Cultivo bons relacionamentos! _g V t p ~ x/ Invista nas pessoas com V O Vc_ as quais existe certa i" añnidade “XxX
  79. 79. r kítterações humana? Pense! W o Assim como se aprendem bons hábitos também é possível abandonar aqueles que a i i” t” prejudicam as inn” 4h. .. .
  80. 80. relacionamentos V ¡ estão raros, se os tens, eonserveros! eo es¡
  81. 81. @interações humanas. Conclusão F N Personagens como Caim, , Saul e Sansão ilus am i u V como a falta de dominio ' pessoal sobre os sentimentos e desejos podem prejudicar as N? .çÚAâl
  82. 82. Conclusão f kiíaíln se você ~ b” , p tem dificuldade em i u V do a si próprio ore a Deus pedindo O nato do Espírito l i k (Gl 5-22).
  83. 83. Hora Revisão 1, O que se pode afirmar acerca da consnucao do ; e e b I sujeito? i u , _ 2. Quais sentimentos 1 es* . sz desgastar a Vida emocional de Saul?
  84. 84. Hora Revisão 3. Qual a pior consequência dos a l sentimentos desnutivos u de Saul? í 4. Como são construídos os ku e relacionamentos? *x 5. O que é mais raro e ngsl* ,
  85. 85. Referências / euvoupraebdblogspoteombr/ htlzpz/ /portalebdorgbr/ http: l/atitudedeaprend¡z. blogspot. eom. br/ http: //ebdweb. eom. br/
  86. 86. Ípiofsmlm! , Í . .u e u. . q** óre

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