Conhecendo o Giganotossauro Marli Marques
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Conhecendo o giganotossauro

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Atividade matemática envolvendo conhecimento sobre o giganotossauro

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Conhecendo o giganotossauro

  1. 1. Conhecendo o Giganotossauro Marli Marques
  2. 2. Grandão, comia 1 tonelada de carne por dia <ul><li>Quase tudo o que sabemos dos dinossauros veio de fósseis do hemisfério norte. Isso quer dizer que só conhecemos metade da história. A outra metade, que se desenrolou no hemisfério sul, ainda é uma incógnita. Está apenas começando a ser pesquisada. Mas o início é, no mínimo, espetacular. A prova mais recente disso foi a descoberta no ano passado na Argentina de um predador monumental. Possivelmente o maior comedor de carne de toda a história dos bichos, capaz de engolir perto de 1 tonelada entre almoço e jantar. “A nova espécie é uma das mais importantes já encontradas”, diz Rodolfo Coria, paleontólogo do Museu Carmén Funes, em Neuquén, Argentina. Em setembro, ele anunciou a novidade na revista inglesa Nature. </li></ul><ul><li>O que já está disponível revela a extrema semelhança do giganotossauro com o tiranossauro , a despeito da imensa diferença de tempo e de espaço que os separava. O primeiro andou há 100 milhões de anos pela Patagônia e o segundo, trinta milhões de anos mais tarde, em várias regiões do hemisfério norte, nenhuma delas ligada à América do Sul. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>A área em que o giganotossauro ficou petrificado por 100 milhões de anos, no noroeste da Patagônia, está se transformando rapidamente numa das capitais mundiais dos dinossaurólogos. O esqueleto do novo carnívoro é apenas a última das maravilhas guardadas por lá. A partir de 1973, as rochas antiquíssimas da região revelaram a existência dos herrerassauros, os quais, como logo se percebeu, eram mais primitivos do que qualquer outro grupo de dinossauros. Bem antes de 200 milhões de anos, eram minúsculos em comparação com os gigantes que viriam depois. Mediam uns poucos metros e devem ter sido dominados pelos ancestrais dos jacarés e crocodilos. </li></ul><ul><li>O primeiro a descrever um herrerassauro, no início da década de 70, foi o argentino Juan Luis Benetto, mas no início desta década o americano Paul Sereno, da Universidade de Chicago, ampliou consideravelmente a coleção. Em 1991 Sereno estabeleceu um recorde: desenterrou o dinossauro mais antigo que se conhece, com 225 milhões de anos. O eoraptor, como foi chamado, com apenas 1 metro, comprova a tese do aumento persistente de tamanho dos dinossauros ao longo do tempo. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Em resumo, a partir de 100 milhões de anos atrás, houve uma mudança geral no modelo dos animais sulistas. E esse modelo, caracterizado especialmente pela anatomia do giganotossauro, teria sido “copiado” pela evolução na parte norte do planeta. Claro que isso é hipótese. Mas é justamente pela carência de dados que o novo fóssil causou impacto. Ele deve nos ensinar muita coisa sobre os grandes predadores. “Eles são naturalmente raros e quanto mais crescem, mais escassos ficam”, explica Coria. “Bem conhecido, só temos mesmo o tiranossauro , do qual já se desenterraram doze esqueletos mais ou menos completos”. Mas o fóssil bem preservado do giganotossauro já ampliou um pouco o material que a Paleontologia tem para analisar. E agora que se sabe que ele existe, certamente vai crescer a busca de outros gigantes na terra do tango. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Classificação </li></ul><ul><li>Os ossos mostram que, como o tiranossauro , ele era um terópode, um dos dez grandes grupos em que se dividiam os dinossauros. Entre os terópodes pertencia ao subgrupo dos tetanúrios. </li></ul><ul><li>Onde morava </li></ul><ul><li>A cidade de Neuquén fica a cerca de 1 000 quilômetros de Buenos Aires, não muito longe da Cordilheira dos Andes e dos balneários de Bariloche, um pouco mais ao sul. A formação geológica em que se desenterraram os restos margeia o Rio Limay, a 15 quilômetros de Neuquén. </li></ul><ul><li>Reserva de caça </li></ul><ul><li>Ele pegava as presas numa paisagem que lembrava a atual savana africana ou o cerrado brasileiro. Era uma planície pontilhada de lagoas e vegetação rasteira. Também tinha coníferas (como os pinheiros do Paraná), das quais se acharam pedaços petrificados junto aos ossos do caçador. </li></ul><ul><li>Fera em números   </li></ul><ul><li>Altura: 4 metros </li></ul><ul><li>Comprimento: 12,5 metros </li></ul><ul><li>Peso: 6 a 8 toneladas </li></ul><ul><li>Crânio: 1,52 metros </li></ul><ul><li>Dentes: 21 centímetros </li></ul>
  6. 6. Atividade: <ul><li>Qual a razão entre o comprimento de um dente e a altura do giganotossauro? </li></ul><ul><li>O fêmur do giganotossauro tinha 1,43 metro de comprimento. Qual a razão entre o comprimento do fêmur desse réptil e o seu comprimento total? </li></ul><ul><li>Aproximadamente, quantas vezes o comprimento total do giganotossauro era maior que o tamanho do seu crânio? </li></ul>

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