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ZUMBI
As palavras estão como cercas em nossos braços Precisamos delas.
Não de ouro, mas da Noite do silêncio no grito
em mãos feito lança na voz feito barco no barco feito nós
no nós feito eu no feto Sim,
20 de novembro é uma canção guerreira. Abelardo Rodrigues
SER E NÃO SER
O racismo que existe o racismo que não existe O sim que é não o não que é sim
É assim o Brasil ou não? Oliveira Silveira
EM MAIO
Já não há mais razão de chamar as lembranças e mostrá-las ao povo em maio. Em maio sopram ventos desatados por mãos de man...
Em maio uma tal senhora liberdade se alvoroça, e desce às praças das bocas entreabertas e começa; Outrora, nas senzalas, o...
é uma senhora esquálida, seca, desvalida e nada sabe de nossa vida. A liberdade que sei é uma menina sem jeito, vem montad...
Na praça estão os fracos, os velhos, os decadentes e seu grito: Ó bendita Liberdade! E ela sorri e se orgulha, de verdade,...
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ApresentaçãO2

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ApresentaçãO2

  1. 1. ZUMBI
  2. 2. As palavras estão como cercas em nossos braços Precisamos delas.
  3. 3. Não de ouro, mas da Noite do silêncio no grito
  4. 4. em mãos feito lança na voz feito barco no barco feito nós
  5. 5. no nós feito eu no feto Sim,
  6. 6. 20 de novembro é uma canção guerreira. Abelardo Rodrigues
  7. 7. SER E NÃO SER
  8. 8. O racismo que existe o racismo que não existe O sim que é não o não que é sim
  9. 9. É assim o Brasil ou não? Oliveira Silveira
  10. 10. EM MAIO
  11. 11. Já não há mais razão de chamar as lembranças e mostrá-las ao povo em maio. Em maio sopram ventos desatados por mãos de mando, turvam o sentido de que sonhamos
  12. 12. Em maio uma tal senhora liberdade se alvoroça, e desce às praças das bocas entreabertas e começa; Outrora, nas senzalas, os senhores... Mas liberdade que desce à praça nos meados de maio pedindo rumores,
  13. 13. é uma senhora esquálida, seca, desvalida e nada sabe de nossa vida. A liberdade que sei é uma menina sem jeito, vem montada no ombro dos moleques e se sacode no peito, em fogo, dos que jamais irão à praça.
  14. 14. Na praça estão os fracos, os velhos, os decadentes e seu grito: Ó bendita Liberdade! E ela sorri e se orgulha, de verdade, do muito que tem feito! Oswaldo de Camargo

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