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  1. 1. LÍNGUA PORTUGUESAO estudo da língua portuguesa pode ser dividido em três partes: Fonologia, Morfologia e Sintaxe.FONOLOGIA – classificação e o estudo de fonemas, acentuação, grafia e pronúncia adequada das palavras. Fonemas – sons produzidos pela voz. Letra – sinal gráfico para representar o sistema sonoro. O número de fonemas nem sempre coincide com o número de letras. ENCONTRO CONSONANTAL – quando se juntam duas consoantes pronunciadas, em uma mesma sílaba ounão. DÍGRAFO – quando duas letras representam apenas um som. HIATO – quando duas vogais se encontram, mas na separação silábica pertencem a sílabas diferentes. DITONGO - quando existe uma vogal e uma semivogal na mesma sílaba. Ditongo crescente – semivogal + vogal; Ditongo decrescente – vogal + semivogal; Ditongo oral – o som sai apenas pela boca; Ditongo nasal – há obstrução no nariz. Tritongo – junção de semivogal, vogal, semivogal.Ortografia– trata da grafia correta das palavras. Usa-se “G” e não “J” – nas terminações ágio, égio, ígio, ógio, úgio e nas terminações agem, igem, ugem, egee oge. Usa-se “Z” e não “S”- nos substantivos abstratos derivados de adjetivos e nos sufixos izar e ização.Acentuação Oxítonos – a, e, o, em, ens. Paroxítonos – r, i, n, l, x, ditongos oral, ã, ão, um uns,us, on, ons e ps. Proparaxítonas– TodasMORFOLOGIA As palavras na língua portuguesa são formadas por um radical mais desinências ou prefixos e sufixos.Existem dois processos de formação de palavras: Composição – união de dois ou mais radicaiso Justaposição – une-se palavras sem qualquer alteração fonéticao Aglutinação – une-se palavras com alteração fonéticao Hibridismo – une-se palavras cujos radicais provém de línguas diferentes. Derivação – Processo de formação de palavras através da união de um radical mais prefixos e/ou sufixos.o Prefixal – apenas com auxilio de prefixo.o Sufixal – apenas com auxilio de sufixo.o Parassíntese – emprego simultâneo de prefixos e sufixos.o Regressiva – redução da palavra gera outrao Imprópria – consiste na mudança da classe gramatical da palavrao Prefixal e Sufixal – é feita com acréscimo de prefixo e sufixo podendo ser feita alternadamente, semprejuízo ao significado da palavra. Outros processos de formação de palavras:o Onomatopeia – é a palavra que procura reproduzir aproximadamente sons e ruídos.
  2. 2. o Abreviação – consiste no emprego de uma parte da palavra pelo todo.o Sigla – letra inicial de uma palavra ou conjunto de letras iniciais de diversas palavras. Classes de palavras:o Variáveis – substantivo, artigo, pronome, numeral, adjetivo e verbo.o Invariáveis – adverbio, preposição, conjunção e interjeição. Substantivo – designa os seres em geral.Concreto – designa seres de existência real ou não.Abstrato – designa ações, noções, estados e qualidades.Primitivo – quando não provém de outra palavra.Derivado – provém de outra palavra.Composto – possui dois ou mais radicais.Próprio – designa especificamente um determinado ser.Comum – designa genericamente qualquer elemento da espécie.Coletivo – conjunto de seres de uma mesma espécie.o Flexão de substantivo: Flexão de gênero – masculino ou feminino.Flexão biforme – possui uma forma para masculino e outrapara feminino.Flexão uniforme – mesma forma para masculino e feminino.o Epicenos -deve-se usar macho ou fêmea.o Comum de dois gêneros – o gênero é determinadopelo artigo o outro determinante qualquer.o Sobrecomuns – um só gênero fixo. Flexão de número – No substantivo simples forma-se o plural emfunção do final da palavra.Plural dos substantivos compostos – é definido de acordocom as palavras variáveis e invariáveis que compõem osubstantivo. Flexão de grau – Apresentar o substantivo em grau aumentativo oudiminutivo.Forma analítica – acrescenta-se um adjetivo que indicaaumente ou diminuição.Forma sintética – acrescenta-se sufixo que detone aumentoou diminuição. Adjetivo – caracteriza o substantivo.Flexão de adjetivo:o Flexão de número – regra geral acrescenta-se s*o Flexão de gênero – regra geral acrescenta-se a ou o*o Flexão de grau – Comparativo: superioridade, igualdade e inferioridade. Superlativo: absoluto sintético, absoluto analítico, relativo desuperioridade e relativo de inferioridade.Pronome – acompanha ou substitui o substantivo. São eles: Pessoais, demonstrativos, relativos, indefinidos,interrogativos, possessivos e de tratamento. Pronomes Pessoais – designam as três pessoas do discurso.Caso reto -funciona como sujeito na oração.o Eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas
  3. 3. Caso oblíquo – funciona como complemento ou adjunto. Atenção, os pronomesoblíquos são classificados como tónicos por serem precedidos de preposição nasfrases; os pronomes oblíquos átonos não podem ser precedidos de preposição.o Oblíquos átonos – me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, se, os, as, lhes.o Oblíquos tónicos – mim, comigo, ti, contigo, si, ele, ela, consigo, nós,conosco, vós, convosco, si, eles, elas. Pronomes Demonstrativos – indicam a posição dos seres com relação às três pessoas dodiscurso, situando-as no tempo ou no espaço.o Este, esta, isto – Espaço: próximo de quem fala; Tempo: presente; Discurso:refere-se ao que vai ser dito, numa enumeração, refere-se ao que foi ditopor último.o Esse, essa, isso – Espaço: próximo de com quem se fala; Tempo: passado oufuturo próximos; Discurso: refere-se ao que já foi dito.o Aquele, aquela, aquilo – Espaço: Afastado das duas pessoas; Tempo:passado vago; Discurso: Numa enumeração, refere-se ao que foi ditoprimeiro. Pronomes Relativos – referem-se a um substantivo ou a um pronome substantivomencionado anteriormente.o Que, o qual – substitui pessoas, coisas.o Quem – substitui exclusivamente pessoas.o Quanto – substitui pronomes indefinidos.o Cujo – substitui função adjetiva (posse) por isso vem entre dois substantivos.o Onde – substitui lugar. Pronomes Indefinidos – determinam a 3ª pessoa gramatical de modo vago e impreciso.Ex:tudo, algum, nenhum... Pronomes Possessivos – indica na frase o possuidor: meu, minha, teu, tua, seu, sua, nosso,nossa, vosso, vossa, seus, suas. Pronomes Interrogativos – que, quem, qual e quanto. Pronomes de Tratamento – pertencem a forma de reverência normativa que consiste nosreferirmos às pessoas pelas suas qualificações ou cargos.o Vossa Excelência – Presidente da República, políticos em geral, militares(oficiais, generais e coronéis) e embaixadores.o Vossa Magnificência – Reitoro Vossa Senhoria – Diretores de autarquias federais, estaduais e municipais.o Vossa Excelência – Desembargador, curador, promotor.o Meritíssimo – Juiz.o Vossa Senhoria – outras patentes militares. Colocação dos pronomes oblíquos átonos:o Indicativo de próclise: Palavra negativa; Adverbio; Pronomes indefinidos e relativos; Conjunções subordinativas; Gerúndio com preposição em; Orações interrogativas, exclamativas ou optativas. Infinitivo preposicionado.o Indicativo de ênclise: Inicio de frase; Imperativo afirmativo;
  4. 4.  Adverbio virgulado; Gerúndio sem preposição; Optativas com sujeito posposto.o Indicativo de mesóclise: Verbos no futuro do presente ou futuro do pretérito; Numeral: sua função é quantificar ou enumerar o termo a que se refere.o Números árabes: 1, 2, 3...o Números romanos: I, II, III...o Números cardinais: um, dois, três...o Números ordinais: primeiro, segundo, terceiro...o Números multiplicativos: dobro, triplo, quadruplo...o Números fracionários: meio, terço, quarto...o Números coletivos: duo, trio, quarteto... Advérbio: tem como função modificar um verbo, um adjetivo ou um advérbio, atribuindo-lhe uma circunstância.o Advérbio de tempo: hoje, logo, primeiro, ontem, tarde, outrora, amanhã,cedo;o Advérbio de lugar: aqui, antes, dentro, ali, adiante, fora, acolá, atrás, além,lá;o Advérbio de modo: bem, mal, melhor, pior, assim, aliás;o Advérbio de quantidade ou intensidade: muito, pouco, mais, menos,demasiado, quanto, quão, tanto, tão, assaz;o Advérbio de afirmação: sim, certamente, realmente, decerto, efetivamente,etc...o Advérbio de negação: não, nem, nunca, jamais, etc...o Advérbio de dúvida: acaso, porventura, possivelmente, provavelmente,quiçá, talvez.o Advérbio de exclusão: apenas, exclusivamente, salvo, senão, somente,simplesmente, só, unicamente.o Advérbio de inclusão: ainda, até, mesmo, inclusivamente, também.- Locuções adverbiais: são compostas de preposição + adjetivo ou substantivoque exerça a mesma função que o advérbio.o Locução adverbial de tempo: à noite, à tarde, às vezes, de dia, de manhã, dequando em quando.o Locução adverbial de lugar: à direita, à esquerda, à distância, ao lado, aolargo, de cima, de dentro, de fora.o Locução adverbial de modo: à custo; à pressa, à toa, à vontade, às avessas,às claras, às direitas, às escuras.o Locução adverbial de quantidade ou intensidade: de muito, de pouco, detodo.o Locução adverbial de afirmação: com certeza, com efeito, de fato, naverdade, sem dúvida.o Locução adverbial de negação: de forma alguma, de maneira nenhuma.- Além das circunstâncias descritas, as locuções adverbiais podem ainda inserircircunstâncias de:
  5. 5. o Companhia: Ele saiu do escritório com o advogado.o Meio: Costumava vir ao curso de carro.o Instrumento: Preferiu escrever os convites à mão.o Finalidade: Estudava para aprovação.o Pausa: O povo na Geórgia morria de fome. Preposição: são palavras invariáveis que unem dois termos:o a, ante, após, até, com, conforme, contra, consoante, de, desde, durante,em, entre, mediante, para, perante, por, salvo, sem, segundo, sob, sobre,trás.- Ocorre uma contração de preposição quando a preposição se junta a outrapalavra havendo perda fonética. Ex: em + a = na.- Ocorre uma combinação de preposição quando a junção da preposição + outrotermo não gera perda fonética. Ex: a + o = ao.- Locução preposição: são compostos que fazem a mesma função de preposição,conectar palavras: Ex: abaixo de; acerca de; de acordo com; junto a; ao redor de,ao lado de; debaixo de; defronte de, etc... Conjunções: são elementos de coesão, portanto tem como função unir verbos de umperíodo. Ao estabelecer essa conexão, cria uma relação de coordenação ou subordinação.o Conjunções coordenativas: quando se separa a oração e ambas as partesmantém seu significado intacto. Principais conjunções coordenativas: Aditivas: e, nem, não só, mas também, etc... Adversativas: mas, porém, todavia, entretanto, contudo, etc... Explicativas: pois (entre os verbos da oração), porque, etc... Conclusivas: logo, portanto, pois (proposto aos dois verbos queune). Alternativas: ou, ora, nem.o Conjunções subordinativas: quando se separa a oração e ambas as partesperdem seu significado. Principais conjunções subordinativas: Integrantes: que, se, quando, etc... Concessivas: embora, ainda que, posto que, apesar de que, se bemque. Causais: que, porque, como (quando equivale a porque), visto que,já que, uma vez que. Comparativa: como, tanto quanto, tal qual. Condicionais: se, caso, sem que, uma vez que, desde que, contantoque. Conformativas: como, conforme, segundo, consoante, consecutivas,tanto que, que. Finais: para que, a fim de que, porque (equivalendo a para que). Proporcionais: a medida que, a proporção que, ao passo que,quanto mais, quanto menos. Temporais: quando, enquanto, assim que, logo que, mal. Verbo: são palavras variáveis que podem denotar uma ação, um fenômeno da natureza ouum estado:
  6. 6. Classificação quanto à flexãoo Regulares – seguem padrão de flexão.o Irregulares – quando algumas flexões fogem aos paradigmas verbais.o Defectivos – não admitem uma ou mais flexões previstas para o modelo.o Abundantes – apresentam variantes de flexões em geral na forma doparticípio. Ex: infinitivo aceitar – particípio regular = aceitado; particípioirregular = aceito.Tempos verbais e modos verbaiso Pelo valor semântico estabelecido pela enunciação nodal, podem se dividiros verbos em: Indicativo – certeza de enunciação. Subjuntivo – hipótese. Imperativo – ordem ou pedido.SintaxeÉ a parte da gramatica que analisa a estrutura da oração decompondo suas partes em elementos constituintes.Frase é um enunciado que transmite comunicação não necessitando de organizar-se a partir de verbos.Oração é uma unidade que se organiza em torno de um verbo independente da transmissão de significado.Período é um enunciado organizado a partir de verbo que inicia na letra maiúscula e termina no ponto final.Elementos integrantes da oração:- Sujeito é o termo sobre o qual se declara alguma coisa, ou sobre o qual o verbo (predicado) se organiza.-- Classificação do sujeito:--- Sujeito simples: aquele que possui um núcleo apenas. Fique atento pois hoje já não é mais comum usar aclassificação de sujeito oculto em concursos públicos, agora a classificação deste tipo de sujeito também ficacondensada no termo simples, por exemplo “Fugimos de propostas ruins”. O núcleo do sujeito é a forma nós.--- Sujeito composto: possui dois ou mais núcleos.--- Sujeito indeterminado: não se consegue definir o núcleo com exatidão. Há duas formas de indeterminar o sujeito.A primeira ocorre quando com o verbo se encontra na terceira pessoa do plural sem fazer referencia a um sujeitoexpresso no contexto: “Anunciaram e garantiram que o mundo ia se acabar”. A segunda ocorre quando o verbo estána terceira pessoa do singular, seguido do [índice de indeterminação do sujeito se: “Precisa-se de digitadoras”.--- Sujeito inexistente: ocorre quando os verbos são impessoais. Geralmente são verbos que indicam fenômenos danatureza. São impessoais os verbos “ser”, “estar”, “fazer” e “haver” quando trazem noção de tempo. Com exceçãodo verbo “ser” os verbos impessoais não fazem plural.- Predicado é a declaração feita ou organizada em torno de um verbo.-- Classificação do predicado:--- Predicado verbal: aquele em que o verbo classifica-se como significativo e não há presença de predicativos. Ex: Apopulação quer paz. O verbo significativo é “quer”.
  7. 7. --- Predicado nominal: organizado a partir de verbos de ligação. Verbos de ligação são aqueles que estado oumudança de estado e, portanto, não indicam ações.--- Predicado verbo-nominal: sua estrutura precisa de um verbo significativo e predicativo do sujeito ou objeto. Ex: Odeputado elegeu a secretária assistente. “Elegeu” é o verbo significativo e “assistente” é o predicativo do objeto.

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