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EVOLUÇÃO DOS PADRÕES DE DESLOCAMENTO
NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO:
A NECESSIDADE DE UMA ANÁLISE DE GÊNERO
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ANÁLISE DE
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EVOLUÇÃO DOS PADRÕES DE DESLOCAMENTO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO: A NECESSIDADE DE UMA ANÁLISE DE GÊNERO

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Apresentação da Dissertação de Mestrado realizada em 06/05/2016 na Poli-USP

Publicada em: Engenharia
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EVOLUÇÃO DOS PADRÕES DE DESLOCAMENTO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO: A NECESSIDADE DE UMA ANÁLISE DE GÊNERO

  1. 1. EVOLUÇÃO DOS PADRÕES DE DESLOCAMENTO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO: A NECESSIDADE DE UMA ANÁLISE DE GÊNERO HAYDÉE SVAB ORIENTADOR: ORLANDO STRAMBI
  2. 2. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA CAMPO TEMÁTICO: PLANEJAMENTO DE TRANSPORTES FOCO: COMPORTAMENTO DE DEMANDA HIPÓTESE: EXISTEM DIFERENÇAS NOS PADRÕES DE DESLOCAMENTOS SEGUNDO O GÊNERO DA PESSOA.
  3. 3. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CAMINHO DA INVESTIGAÇÃO: 1 2 3 4 5 6 CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS 7 8 9
  4. 4. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA GÊNERO MOBILIDADE • Mulheres tinham dificuldade de encontrar trabalho no final dos anos 1980. 1995, EUA, Hanson • Mulheres casadas trabalham em localidades mais próximas das residências e têm menos poder de escolha geográfico do que seus maridos no que tange às oportunidades de trabalho. 2000, Noruega, Hjorthol • Mulheres sequer são consideradas para certos postos de trabalho porque não se supõe que possam estar fora de casa após o escurecer. 2003, Indonésia, Silvey e Elmhirst • Mulheres que têm mais liberdade para fazer viagens têm maior renda. 2004, Benin, Mandel REVISÃO DE LITERATURA ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS AGRADECIMENTOS
  5. 5. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA • Restrições socioeconômicas podem levar a viagens mais longas. • Diferenças de raça, gênero e classe têm consequências sobre a distribuição espacial (desigual). 1991, 1992, EUA, McLafferty e Preston • Tempos de viagens vêm convergindo quando consideradas as várias raças/etnias do mesmo gênero. 2007, EUA, Crane • Cerca de 50% das viagens feitas por mulheres por motivos não trabalho eram, na realidade, para a família. 1997, EUA, Root e Schintler • Mulheres realizam mais viagens do que os homens quando o motivo não é trabalho. • A relação de dependência do carro para este tipo de viagem é menor - elas utilizam mais outros modos. 2007, Alemanha, Vance e Iovanna GÊNERO MOBILIDADE REVISÃO DE LITERATURA ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS AGRADECIMENTOS
  6. 6. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA • O número médio de viagens cai conforme cresce o tamanho da família. 1998, Brasil, Strambi e Bilt • Mães usam menos frequentemente o carro do que mulheres sem filhos. • Pais usam mais o carro do que homens sem filhos. 2005, Alemanha, Best e Lanzendorf • A presença de criança na família tem grande impacto na quantidade de tempo/distância que a mulher dirige automóvel, mas tal efeito não se observa no comportamento masculino. 2006, EUA, Goddard et al. • Número de crianças na família e facilidade de acesso ao transporte público tiveram influência significativa nas viagens feitas por carro (que não para o trabalho), tanto para homens como para mulheres. 2007, Alemanha, Vance e Iovanna GÊNERO MOBILIDADE REVISÃO DE LITERATURA ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS AGRADECIMENTOS
  7. 7. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA • Mulheres nos Estados Unidos usavam menos o automóvel e mais o transporte público. 1983, EUA, Fox • Em famílias que dispunham de um carro, o marido detinha a prioridade do uso. 2000, Noruega, Hjorthol • Homens usam mais o carro, acumulam mais quilômetros percorridos por ano e fazem mais viagens como ocupantes únicos. 2003, Suécia, Polk • Embora ter à disposição um carro para uso privado seja o fator que mais influencia o seu uso em viagens motivo “manutenção do lar”, isso ainda não é suficiente para que as mulheres usem mais o carro do que os homens no geral. 2005, Alemanha, Best e Lanzendorf GÊNERO MOBILIDADE REVISÃO DE LITERATURA ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS AGRADECIMENTOS
  8. 8. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA PESQUISA ORIGEM-DESTINO (OD) → Fonte dos dados: Pesquisas OD do Metrô de São Paulo 1 → Recorte espacial: Região Metropolitana de São Paulo → Recorte temporal: de 1977 até 2007 1 METRÔ-SP. Pesquisa Origem Destino 1977, 1987, 1997 e 2007. São Paulo REVISÃO DE LITERATURA ANO MUNICÍPIOS DA RMSP QTDE. DE ZONAS QTDE. DE DOMICÍLIOS QTDE. DE FAMÍLIAS QTDE. DE PESSOAS DO SEXO FEM. QTDE. DE PESSOAS DO SEXO MASC. 1977 27 243 26.132 26.157 55.866 52.162 1987 38 254 26.070 28.217 57.637 53.176 1997 39 389 23.841 26.845 51.454 47.326 2007 39 460 29.957 30.855 49.116 42.289 ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS AGRADECIMENTOS
  9. 9. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA FAMÍLIA – FAIXA DE RENDA FAMILIAR → Desconsiderando famílias de renda declarada nula. → Rendas em R$ de outubro/2007. → Correção de 1977 para 1987 feita pelo IGP-DI. → Correção de 1987 e 1997 para 2007 feita pelo INPC. ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA
  10. 10. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA FAMÍLIA – POSSE DE AUTOMÓVEL → Famílias segmentadas segundo o sexo da pessoa responsável → Dummy para posse de 1 e de 2 ou mais automóveis → Seria o segundo automóvel mais importante para as mulheres? ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA
  11. 11. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA FAMÍLIA – PRESENÇA DE DEPENDENTE → Redução do tamanho médio das famílias → Queda da presença de crianças na família → Crescimento da presença de idosos na família ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA
  12. 12. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA PESSOA – SEXO → Maior percentual feminino na amostra → Resultados expandidos são consistentes com a população levantada pelas pesquisas dos Censos ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANO QTDE. DE PESSOAS DO SEXO FEMININO % DE PESSOAS DO SEXO FEMININO QTDE. DE PESSOAS DO SEXO MASCULINO % DE PESSOAS DO SEXO MASCULINO 1977 55.866 51,7 52.162 48,3 1987 57.637 52,0 53.176 48,0 1997 51.454 52,1 47.326 47,9 2007 49.116 53,7 42.289 46,3 ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA
  13. 13. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA PESSOA – SITUAÇÃO FAMILIAR → Homens: principais papeis familiares pouco se alteram no tempo → Mulheres: principais papeis familiares se alteram significativamente no tempo ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA
  14. 14. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA PESSOA – GRAU DE INSTRUÇÃO → Percentual de analfabetismo diminui ao longo do tempo, para ambos sexos → Percentual de pessoas com formação superior aumenta ao longo do tempo ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA
  15. 15. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISES PRELIMINARES NÚMERO DE VIAGENS MODOS DE VIAGENS MOTIVOS DE VIAGENS DURAÇÃO DAS VIAGENS DISTÂNCIAS DAS VIAGENS ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS
  16. 16. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISES PRELIMINARES NÚMERO DE VIAGENS GRUPO SEXO FEMININO SEXO MASCULINO ANO 1977 1987 1997 2007 1977 1987 1997 2007 Média do nº de viagens (com expansão) 1,67 1,79 1,73 1,85 2,50 2,36 2,03 2,07 Média do nº de viagens (sem expansão) 1,40 1,43 1,53 1,75 2,10 1,89 1,79 1,98 Média do nº de viagens só de quem fez viagem (sem expansão) 2,67 2,61 2,63 2,65 2,93 2,62 2,59 2,62 ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS
  17. 17. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISES PRELIMINARES MODOS DE VIAGENS → Primeiro Modo → A pé: % do sexo feminino sempre superior ao masculino → Ônibus: % do sexo feminino é quase sempre superior ao masculino → Metrô: % do sexo feminino supera o masculino a partir de 1997 ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS
  18. 18. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISES PRELIMINARES MODOS DE VIAGENS → Sexo feminino: mais viagens a pé e menos uso do transporte individual do que o sexo masculino → Sexo masculino só supera o feminino no uso do transporte coletivo em 1987 ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS
  19. 19. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISES PRELIMINARES MOTIVOS DE VIAGENS ANO RESIDÊNCIA TRABALHO EDUCAÇÃO LAZER / OUTROS MANUTENÇÃO / COMPRAS SERVIR PASSAGEIRO 1977 44,6% 24,4% 13,2% 12,9% 3,9% 1,0% 1987 45,7% 22,6% 16,9% 10,3% 4,5% - 1997 44,9% 22,3% 14,0% 8,6% 3,8% 6,4% 2007 45,0% 23,7% 14,0% 6,7% 3,6% 7,0% ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS
  20. 20. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISES PRELIMINARES → Motivos no destino → Trabalho: motivo mais frequente entre os homens do que entre mulheres → Servir Passageiro e Manutenção / Compras: motivos mais frequentes entre mulheres do que entre homens MOTIVOS DE VIAGENS ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS
  21. 21. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISES PRELIMINARES DURAÇÃO DAS VIAGENS → Tempos de viagens a pé: semelhança entre mulheres e homens → Tempos de viagens no transporte individual e no transporte coletivo: mulheres com tempos menores que homens ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS
  22. 22. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISES PRELIMINARES DURAÇÃO DAS VIAGENS → Ao segmentar por motivo, as durações de viagens de homens e mulheres diferem pouco ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS
  23. 23. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISES PRELIMINARES DISTÂNCIAS DAS VIAGENS → Distâncias de viagens a pé: semelhança entre mulheres e homens → Distâncias de viagens no transporte individual e no transporte coletivo: mulheres com distâncias menores que homens ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS
  24. 24. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISES PRELIMINARES DISTÂNCIAS DAS VIAGENS → Ao segmentar por motivo, as distâncias de viagens de homens e mulheres diferem mais que as durações, principalmente em relação aos motivos trabalho e servir passageiro ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS
  25. 25. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISE DE CONGLOMERADOS OU DE CLUSTERS2 → OBJETIVO: formar grupos homogêneos internamente, heterogêneos entre si e mutuamente exclusivos3, a partir de dois conjuntos de atributos de viagens → 1ª iteração: Análise de Conglomerados/clusters da base completa → 2ª iteração: Análise de Conglomerados/clusters dos grupos formados na 1ª iteração ANÁLISE DE CLUSTERS 3 FÁVERO, L. P. et al. Análise de Dados: modelagem multivariada para tomada de decisões.. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. p. 196 2 Foi utilizado a função hclust do pacote fastcluster - linguagem R A. SELEÇÃO DE VARIÁVEIS B. PREPARAÇÃO DE VARIÁVEIS C. SELEÇÃO DE MEDIDA DE SIMILARIDADE D. SELEÇÃO DE MÉTODO DE AGRUPAMENTO E. ESCOLHA DA QUANTIDADE DE AGRUPAMENTOS F. FORMAÇÃO DE AGRUPAMENTOS G. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  26. 26. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA A. SELEÇÃO DE VARIÁVEIS ANÁLISE DE CLUSTERS → Conjunto I Atributos de viagens da família - Distância de viagem (total e média) - Duração de viagem (total e média) - nº de viagens → Conjunto II Atributos de viagens da pessoa - Distância de viagem (total e média) - Duração de viagem (total e média) - nº de viagens - modo (nº de vezes de utilização de cada modo e nº de modos diferentes) - motivo (nº de viagens por cada motivo de destino e nº de motivos diferentes) - período (nº de viagens por cada período e nº de períodos diferentes) REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  27. 27. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ETAPA B – PREPARAÇÃO DE VARIÁVEIS ANÁLISE DE CLUSTERS → Utilização do método z-scores ETAPA C – MEDIDA DE SIMILARIDADE ETAPA D – MÉTODO DE AGRUPAMENTO → Distância euclidiana → Ward → Centroide REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  28. 28. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ETAPA E – QUANTIDADE DE GRUPOS ANÁLISE DE CLUSTERS → Best Cut – observação do dendrograma → Índice R2 ajustado → Índice RMSSTD - root mean square standard deviation Conjunto I de variáveis (atributos de viagens de famílias) Conjunto II de variáveis (atributos de viagens de pessoas) Conjunto I de variáveis (atributos de viagens de famílias) Conjunto II de variáveis (atributos de viagens de pessoas) REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  29. 29. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA BEST CUT – CONJUNTO I DE VARIÁVEIS ANÁLISE DE CLUSTERS → Ward → Centroide REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  30. 30. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA BEST CUT – CONJUNTO II DE VARIÁVEIS ANÁLISE DE CLUSTERS → Ward → Centroide REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  31. 31. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ÍNDICES R2 AJUSTADO E RMSSTD – CONJUNTO I DE VARIÁVEIS ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  32. 32. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ÍNDICES R2 AJUSTADO E RMSSTD – CONJUNTO II DE VARIÁVEIS ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  33. 33. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ETAPA F – FORMAÇÃO DOS AGRUPAMENTOS ANÁLISE DE CLUSTERS → Para o conjunto de variáveis I (atributos de viagens da família), método Ward e para o conjunto de variáveis II (atributos de viagens de pessoa), métodos Ward, para o conjunto de variáveis II (atributos de viagens de pessoa), método centroide: GRUPO % DE FAMÍLIAS DE 1977 % DE FAMÍLIAS DE 1987 % DE FAMÍLIAS DE 1997 % DE FAMÍLIAS DE 2007 1 100 0 0 0 2 0 100 0 0 3 0 0 100 0 4 0 0 0 100 REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  34. 34. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ETAPA F – FORMAÇÃO DOS AGRUPAMENTOS ANÁLISE DE CLUSTERS → Para o conjunto de variáveis I (atributos de viagens da família), método centroide: Grupo % de famílias de 1977 % de famílias de 1987 % de famílias de 1997 % de famílias de 2007 1 100 0 0 0 2 0 100 0 0 3 0 100 0 0 4 0 0 51,94 48,06 Do total de famílias de 1987, 55,6% pertencem ao grupo 2 e 44,4% pertencem ao grupo 3. REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  35. 35. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ETAPA G – INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS ANÁLISE DE CLUSTERS → O tempo (em si ou como proxy de outras variáveis) é uma categoria de análise relevante: → Pode ter havido alterações no método de pesquisa (conceitos, definições, categorias de variáveis, etc.) e o agrupamento temporal esteja captando este efeito; → Deve haver semelhanças entre 2007 e 1997 mais fortes que entre 1977 e 1987; → Houve alteração de hábitos e comportamentos ao longo do tempo. → Calculadas as diferenças percentuais entre os valores máximo e mínimo. REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  36. 36. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ETAPA G – INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS ANÁLISE DE CLUSTERS → Calculadas as diferenças percentuais entre os valores máximo e mínimo Exemplo: ORDENAMENTO DAS VARIÁVEIS PELAS MAIORES DIFERENÇAS PERCENTUAIS MÉTODO WARD ORDENAMENTO DAS VARIÁVEIS PELAS MAIORES DIFERENÇAS PERCENTUAIS MÉTODO CENTROIDE REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  37. 37. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISE DE CLUSTERS ETAPA G – INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS → Ordenamento das variáveis pelas maiores diferenças percentuais - Método Ward REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  38. 38. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISE DE CLUSTERS ETAPA G – INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS → Ordenamento das variáveis pelas maiores diferenças percentuais - Método Centroide REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  39. 39. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISE DE CLUSTERS ETAPA G – INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS → Encontradas mais convergências que divergências entre dos dois métodos de agrupamento → Variáveis relevantes: Grau de Instrução (GRAU_INSTR) Situação Familiar (SIT_FAM) Renda Familiar (REN_FAM) Presença de criança até 9 anos (PRESENCA_FILH_ATE4, PRESENCA_FILH_5a9) Características das pessoas Características das famílias REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  40. 40. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISE DE CLUSTERS ETAPA A – SELEÇÃO DE VARIÁVEIS → Conjunto de variáveis I, para cada ano/cluster ETAPA C – MEDIDA DE SIMILARIDADE ETAPA D – MÉTODO DE AGRUPAMENTO → Distância euclidiana → Centroide ETAPA B – PREPARAÇÃO DE VARIÁVEIS → Utilização do método z-scores REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  41. 41. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISE DE CLUSTERS ETAPA F – FORMAÇÃO DOS AGRUPAMENTOS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  42. 42. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISE DE CLUSTERS ETAPA G – INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS 1977 1987 1997 2007 Estudantes jovens Estudantes jovens Estudantes jovens Classe C Estudantes mais velhos Trabalhadores(as) Classe C Estudantes mais velhos CF02 Estudantes jovens Classe C CF05 CF12 CF16 CF04 CF06 CF10 CF14 Mulheres mais velhas Trabalhadores(as) Outros Outros Trabalhadores(as) CF08 CF09 CF13 Maior renda Maior motorização Mulheres mais velhas Classes A, B e C Maior renda Mulheres mais velhas Maior motorização Maior renda Mulheres mais velhas Maior motorização CF01 CF07 CF11 CF15 CF03 REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  43. 43. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA ANÁLISE DE CLUSTERS ETAPA G – INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS → Calculadas as diferenças percentuais entre os valores máximo e mínimo → Variáveis relevantes: Grau de Instrução (GRAU_INSTR) Situação Familiar (SIT_FAM) Renda Individual (REN_IND) Renda Familiar (REN_FAM) Faixa de Renda Familiar (FAIXA_REN_FAM) Presença de 2 ou mais automóveis na família (PRESENCA_AUTO2); Presença de criança até 14 anos (PRESENCA_FILH_ATE4, PRESENCA_FILH_5a9, PRESENCA_FILH_10a14) Características das pessoas Características das famílias REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES
  44. 44. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA REGRESSÃO LOGÍSTICA MULTINOMIAL → OBJETIVO: Qual é o peso de cada variável na formação dos grupos? → VARIÁVEL DEPENDENTE: ANO categoria de referência foi 2007 (ANO = 4) → VARIÁVEIS EXPLICATIVAS: Conjunto de variáveis I – referente a atributos de viagem da família Conjunto de variáveis II – referente a atributos de viagem da pessoa Padronização pelo método z-score REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS
  45. 45. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÃO LOGÍSTICA MULTINOMIAL - RESULTADOS → Conjunto de variáveis I – referente a atributos de viagem da família R2 de McFadden = 0,01 FAM_TOT_VIAG: variável cujos coeficientes foram de maior contribuição em todos anos, sempre positivo → Conjunto de variáveis II – referente a atributos de viagem da pessoa TOT_VIAG incialmente saiu da análise por problema de multicolinearidade R2 de McFadden = 0,01 TOT_VIAG: variável cujos coeficientes foram de maior contribuição em todos anos, sempre positivo REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS
  46. 46. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA REGRESSÕES LOGÍSTICAS CONJUNTO DE VARIÁVEIS I – REFERENTE A ATRIBUTOS DE VIAGEM DA FAMÍLIA REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS
  47. 47. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA REGRESSÕES LOGÍSTICAS CONJUNTO DE VARIÁVEIS II – REFERENTE A ATRIBUTOS DE VIAGEM DA PESSOA REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS
  48. 48. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA REGRESSÕES LOGÍSTICAS CONJUNTO DE VARIÁVEIS II – REFERENTE A ATRIBUTOS DE VIAGEM DA PESSOA REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS
  49. 49. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÃO LOGÍSTICA MULTINOMIAL - RESULTADOS → Potencial conjunto de variáveis de atributos de viagens de maior peso na formação dos clusters: FAM_TOT_VIAG - total de viagens da família TOT_VIAG - total de viagens da pessoa PESS_DIST_TOT - distância total percorrida pela pessoa PESS_NO_MOTIVOS - número de motivos PESS_MODO_DIRIG - quantidade de vezes que a pessoa utiliza o automóvel como motorista REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS
  50. 50. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA REGRESSÕES QUASI-POISSON Retomando a hipótese de pesquisa... CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS → Existem diferenças nos padrões de deslocamentos segundo o gênero da pessoa? → Variável SEXO: pouco destaque nas análises → Teoria: sexo não é gênero → Como buscar construir gênero como categoria de análise a partir dos dados disponíveis? → Articulação das variáveis SEXO e SIT_FAM
  51. 51. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA REGRESSÕES QUASI-POISSON GRUPOS PARA ANÁLISE GRUPO DESCRIÇÃO QUANTIDADE DE INDIVÍDUOS FPR PESSOAS DO SEXO FEMININO, COM MAIS DE 14 ANOS, CUJA SITUAÇÃO FAMILIAR É ‘PESSOA RESPONSÁVEL’ 25.076 MPR PESSOAS DO SEXO MASCULINO, COM MAIS DE 14 ANOS, CUJA SITUAÇÃO FAMILIAR É ‘PESSOA RESPONSÁVEL’ 86.496 FCJ PESSOAS DO SEXO FEMININO, COM MAIS DE 14 ANOS, CUJA SITUAÇÃO FAMILIAR É ‘CÔNJUGE’ 75.812 MCJ PESSOAS DO SEXO MASCULINO, COM MAIS DE 14 ANOS, CUJA SITUAÇÃO FAMILIAR É ‘CÔNJUGE’ 3.101 FFL PESSOAS DO SEXO FEMININO, COM MAIS DE 14 ANOS, CUJA SITUAÇÃO FAMILIAR É ‘FILHA/ENTEADA’ 35.409 MFL PESSOAS DO SEXO MASCULINO, COM MAIS DE 14 ANOS, CUJA SITUAÇÃO FAMILIAR É ‘FILHO/ENTEADO’ 37.516 CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS
  52. 52. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA REGRESSÕES QUASI-POISSON → OBJETIVO: analisar desagregadamente características de deslocamentos de indivíduos, à procura de um cercamento teórico da categoria de gênero → VARIÁVEL DEPENDENTE: TOT_VIAG (número de viagens) variável de contagem, discreta, não aderente à normalidade, com superdispersão → VARIÁVEIS EXPLICATIVAS: Presença de crianças até 14 anos (PRESENCA_FILH_ATE4, PRESENCA_FILH_5a9, PRESENCA_FILH_10a14); Presença de 2 ou mais automóveis na família (PRESENCA_AUTO2); Faixa de renda familiar (FAIXA_REN_FAM); Renda individual (REN_IND); Grau de instrução da pessoa (GRAU_INSTR). regressão logística análise de cluster CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS
  53. 53. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA REGRESSÕES QUASI-POISSON → Para a mesma situação familiar incrementam mais o nº de viagens das mulheres, as variáveis: grau de instrução (GRAU_INSTR); presença de crianças entre 5 e 9 anos (PRESENCA_FILH_5a9). → Para a mesma situação familiar incrementam mais o nº de viagens dos homens, as variáveis: faixa de renda familiar (FAIXA_REN_FAM – classes A, B, C e D); grau de instrução (GRAU_INSTR); presença de crianças entre 0 e 4 anos (PRESENCA_FILH_ate4); presença de crianças entre 10 e 14 anos (PRESENCA_FILH_10a14). RESULTADOS CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS
  54. 54. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA REGRESSÕES QUASI-POISSON RESULTADOS → Presença de 2 ou mais automóveis na família Destaque: Arranjo familiar com mulher cônjuge e homem pessoa responsável Homem tem prioridade no uso do automóvel Mulher fica com o segundo carro → Pertinência à classe E Coeficientes negativos .: Renda muito baixa é um fator de imobilidade → Intercepto Único valor negativo é da mulher cônjuge Maiores valores positivos são para filhos(as)/enteados(as)CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS
  55. 55. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA REGRESSÕES QUASI-POISSON RESULTADOS → Presença de criança até 4 anos redutor do número de viagens para mulheres cônjuges redutor do número de viagens para filhos(as)/enteados(as) acima de 14 anos, efeito maior para mulheres amplificador de viagens para pessoa responsável acima de 14 anos, efeito maior para homens CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS
  56. 56. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA REGRESSÕES QUASI-POISSON RESULTADOS GRUPO 1ª VARIÁVEL DE MAIOR IMPACTO 2ª VARIÁVEL DE MAIOR IMPACTO FPR GRAU DE INSTRUÇÃO (MAIS INSTRUÍDO, MAIOR O NÚMERO DE VIAGENS) PRESENÇA DE CRIANÇA ENTRE 5 E 9 ANOS (AUMENTA O Nº DE VIAGENS) MPR FAIXA DE RENDA FAMILIAR (CLASSES A, B, C e D) GRAU DE INSTRUÇÃO (MAIS INSTRUÍDO, MAIOR O NÚMERO DE VIAGENS) FCJ GRAU DE INSTRUÇÃO (MAIS INSTRUÍDO, MAIOR O NÚMERO DE VIAGENS) PRESENÇA DE CRIANÇA ENTRE 5 E 9 ANOS (AUMENTA O Nº DE VIAGENS) MCJ FAIXA DE RENDA FAMILIAR (CLASSES A, B e C) GRAU DE INSTRUÇÃO (MAIS INSTRUÍDO, MAIOR O NÚMERO DE VIAGENS) FFL FAIXA DE RENDA FAMILIAR (CLASSES A e B, MAIOR A RENDA, MAIOR O Nº DE VIAGENS) GRAU DE INSTRUÇÃO (MAIS INSTRUÍDO, MENOR O EFEITO) MFL FAIXA DE RENDA FAMILIAR (CLASSES A, B e C, MAIOR A RENDA, MAIOR O Nº DE VIAGENS) GRAU DE INSTRUÇÃO (MAIS INSTRUÍDO, MENOR O EFEITO) CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS
  57. 57. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON LIMITAÇÕES → Dados secundários → Quantidade grande de dados e consequente limitação computacional → Algumas inconsistências nas bases de dados → Conceito de família adotado na Pesquisa Origem Destino → Sub-representação das viagens a pé → Alterações ocorridas na metodologia ao longo do tempo
  58. 58. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON → Mulheres utilizam mais o transporte coletivo do que homens. → Mulheres caminham mais do que homens. → Um dos principais indicadores de mobilidade, o total de viagens que uma pessoa realiza num dia é influenciado pelas variáveis: grau de instrução do indivíduo; renda individual; faixa de renda familiar; presença de crianças até 14 anos na família; presença dois ou mais automóveis na família. RESULTADOS
  59. 59. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON → Influências dessas variáveis incidem diferentemente sobre diferentes grupos sociais, como foi possível observar a partir das regressões quasi-poisson ao articular as variáveis sexo e situação familiar. → Existem diferenças nos padrões de deslocamentos segundo o gênero da pessoa. Mulheres e homens ainda desempenham diferentes papeis sociais Mulheres são mais frequentemente vistas como responsáveis por tarefas ligadas ao cuidado com a casa e com a família Homens são mais frequentemente associados ao mundo do trabalho, e atividades dele decorrentes RESULTADOS
  60. 60. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA CONCLUSÕES REFERÊNCIAS AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON → Explorar outras combinações de variáveis quantitativas (deste banco de dados ou cruzando com outros bancos de dados) para melhorar a consideração do gênero como categoria de análise. → Elaborar pesquisas de caráter qualitativo buscando compreender decisões de compra e uso do carro, decisões de localização da residência, deslocamentos relativos às atividades de cuidado (da casa de da família), e/ou efeitos sobrepostos de raça/etnia aos de gênero. → Desenvolver estudos mais profundos sobre viagens a pé, com ênfase na subjetividade e nas preocupações com o contexto urbano. → Desenvolver estudos longitudinais, avaliando impactos de efeitos fixos e aleatórios, e explorando desdobramentos espaciais. RECOMENDAÇÕES PARA TRABALHOS FUTUROS
  61. 61. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA → BEST, H.; LANZENDORF, M. Division of labour and gender differences in metropolitan car use: An empirical study in Cologne, Germany. Journal of Transport Geography, v. 13, n. 2, p. 109–121, jun 2005. → CRANE, R. Is There a Quiet Revolution in Women’s Travel? Revisiting the Gender Gap in Commuting. Journal of the American Planning Association, v. 73, n. 3, p. 298–316, sep 2007. → FÁVERO, L. P. et al. Análise de Dados: modelagem multivariada para tomada de decisões.Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 650 p. → FOX, M. B. Working Women and Travel: The Access of Women to Work and Community Facilities. Journal of the American Planning Association, v. 49, n. 2, p. 156–170, 1983. → GODDARD, T. B. et al. Voyage of the SS Minivan: Women’s Travel Behavior in Traditional and Suburban Neighborhoods. Journal of the Transportation Research Board, n. 1956, p. 141–148, 2006. → HANSON, S. Getting There: Urban Transportation in Context. In: The Geography of Urban Transportation. 2 a . ed. Nova Iorque: The Guilford Press, 1995. p. 478. → HJORTHOL, R. J. Same city, different options: An analysis of the work trips of married couples in the metropolitan area of Oslo. Journal of Transport Geography, v. 8, p. 213–220, 2000. → MANDEL, J. Mobility matters: Women’s livelihood strategies in Porto Novo, Benin. Gender, Place & Culture, v. 11, n. 2, p. 257–87, 2004. → MCLAFFERTY, S.; PRESTON, V. Gender, race and commuting among service sector workers. The Professional Geographer1, v. 43, p. 1–14, 1991. → MCLAFFERTY, S.; PRESTON, V. Spatial Mismatch and Labor Market Segmentation for African-American and Latina Women. Economic Geography, v. 68, n. 4, p. 406–431, 1992. → METRÔ-SP. Pesquisa Origem Destino 1977, 1987, 1997, 2007. São Paulo → POLK, M. Are women potentially more accommodating than men to a sustainable transportation system in Sweden? Transportation Research Part D: Transport and Environment, v. 8, p. 75–95, 2003. → ROOT, A.; SCHINTLER, L. Women, motorization and the environment. Transportation Research Part D: Transport and Environment, v. 4, n. 5, p. 353–355, sep 1999. → SILVEY, R.; ELMHIRST, R. Engendering Social Capital: Women Workers and Rural–Urban Networks in Indonesia’s Crisis. World Development, v. 31, n. 5, p. 865–879, may 2003. → STRAMBI, O.; BILT, K.-A. van de. Trip Generation Modeling Using CHAID, a Criterion-Based Segmentation Modeling Tool. Transportation Research Record, v. 1645, n. 98, p. 24–31, 1998. → VANCE, C.; IOVANNA, R. Gender and the Automobile: Analysis of Nonwork Service Trips. Transportation Research Record: Journal of the Transportation Research Board, v. 2013, p. 54–61, dec 2007. AGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS
  62. 62. PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE COMPORTAMENTO DE DEMANDA AGRADECIMENTOS → Lisbete Giuntini → Diego Rabatone Oliveira → Glaucia Pereira → Dionísio M. M. Gutierres → Fábio C. Lofrano → Daniela Rozados → Felipe Dias → Bianca Alves → Patricia Cornils → Giuliano Olguin → Guilherme C. Ungar → Orlando Strambi → Andreina Nigriello → Luiz Paulo Fávero → Heloisa Buarque de Almeida → Patricia Santana → Angela Buscema → Enaège Sant´ana → Liedi Bernucci → Maria Eugênia Boscov → Cintia B. Margi → Silvia P. C. Casa Nova → Emilia M. Hiroi → Maria Cecilia M. A. Oliveira → Maria Cecilia M. Laíza → Nelson Lucio Nunes → Luiz Claudio Sposito → José de França Bueno → Mayara S. Silva → Michelle N. Mikaro → Michel H. C. do Vale → Leonardo Lisboa → LAI – Lei de Acesso à Informação Pública → PoliGen – Grupo de Estudos de Gênero da Poli-USP → Metrô-SP → CAPESAGRADECIMENTOS REVISÃO DE LITERATURA ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS ANÁLISES PRELIMINARES ANÁLISE DE CLUSTERS REGRESSÕES LOGÍSTICAS REGRESSÕES QUASI-POISSON CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

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