Sumário
No final da déc. de 1970 intensas mudanças
socioeconômicas relacionadas ao processo de
internacionalização da economia imp...
(iii) A degradação ambiental e os riscos
de contaminação decorrentes do
descarte inadequado de resíduos
sólidos (ABRELPE, ...
Gerir e gerenciar
os REEs por elas gerados.
O 1º Capítulo
Analisou e comprovou:
(i) A interação entre as diretrizes da A3P e da
PNRS, e
(ii) As suas contribuições par...
A escolha pelo tema REEs justifica-se
em razão:
(i) dos problemas decorrentes da
produção/consumo exacerbado
de TICs, e
(i...
Os REEs foram problematizados
na perspectiva de se analisar
em que medida a UFRN tem
desenvolvido ações que considerem a
g...
¹ . Unid. q/ mais recolheram REEs de 2011 a 2013,
. Setores estratégicos,
. Unidades escolhidas aleatoriamente.
(1)
(2)
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(4)
(5)
de trabalho.
(2) Processo de Coleta nas Unidades Amostrais
As unidades que utilizavam apenas trabalho braçal o faziam por não
possuir c...
(3) Política de incentivo aos 3Rs - A3P/PNRS -
Ordem de prioridade
“Na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, deve se...
3.1
A separação dos principais materiais recicláveis,
como, metais, vidros e plásticos, contribui para que
os sucateiros promo...
Além de representar riscos de acidentes de trabalho.
(5) Exigência pela CPL / Controle pela DMP da apresentação pelos
participantes do certame licitatório da “Certificação de ...
Diante do cenário exposto, percebe-se que:
 A eficácia das ações pontuais de recuperação
dos REEs pelos técnicos dos STIs...
(i) Ajustes no processo
de logística reversa/
captação dos REEs
(ii) Implantação de programas continuados
de EA, congregando-se teoria e prática.
A EA por si só não reverte o processo de...
(v) Por meio de parcerias com instituições
externas, a exemplo do case de sucesso do
CEDIR (Centro de Descarte e Reuso de ...
ABRAMOVAY, Ricardo. Muito além de uma economia verde. São Paulo: Abril, 2012. 248p.
ABRELPE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMP...
Gestão e Gerenciamento de Resíduos de Equipamentos Eletrônicos: o Campus Central da UFRN em análise.
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Gestão e Gerenciamento de Resíduos de Equipamentos Eletrônicos: o Campus Central da UFRN em análise.
Slide Referente a Defesa de Mestrado do Programa Desenvolvimento e Meio Ambiente da UFRN - PRODEMA/UFRN. Apresentado em 18.05.2015 às 9h no Anfiteatro da Aves - Centro de Biociências da UFRN.

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  • Apresentação 40min. – 18.maio.2015 – 9h – Anfiteatro das Aves (CB) – DEUS é a minha FORÇA e o meu CERÉBRO.
  • Apresentação 40m – 26fev.2015 – 8h30m
  • Gestão e Gerenciamento de Resíduos de Equipamentos Eletrônicos: o Campus Central da UFRN em análise.

    1. 1. Sumário
    2. 2. No final da déc. de 1970 intensas mudanças socioeconômicas relacionadas ao processo de internacionalização da economia impulsionaram:
    3. 3. (iii) A degradação ambiental e os riscos de contaminação decorrentes do descarte inadequado de resíduos sólidos (ABRELPE, 2013).
    4. 4. Gerir e gerenciar os REEs por elas gerados.
    5. 5. O 1º Capítulo Analisou e comprovou: (i) A interação entre as diretrizes da A3P e da PNRS, e (ii) As suas contribuições para boas práticas nas Instituições Públicas. (MMA, 2009, 2013; PNRS, 2010). Dentre essas boas práticas encontram-se: (i) As ações norteadoras para a gestão e o gerenciamento sustentável dos resíduos sólidos, e (ii) O incentivo a introdução da EA de modo permanente no processo de formação de uma consciência crítica e sustentável. (MARCON, ANDRADE e VENERAL, 2014).
    6. 6. A escolha pelo tema REEs justifica-se em razão: (i) dos problemas decorrentes da produção/consumo exacerbado de TICs, e (ii) de lacunas na política de gestão/gerenciamento de REEs.
    7. 7. Os REEs foram problematizados na perspectiva de se analisar em que medida a UFRN tem desenvolvido ações que considerem a gestão e o gerenciamento sustentável dos REEs.
    8. 8. ¹ . Unid. q/ mais recolheram REEs de 2011 a 2013, . Setores estratégicos, . Unidades escolhidas aleatoriamente.
    9. 9. (1) (2) (3) (4) (5)
    10. 10. de trabalho.
    11. 11. (2) Processo de Coleta nas Unidades Amostrais As unidades que utilizavam apenas trabalho braçal o faziam por não possuir carrinho para o manejo dos REEs. Limitação que torna a tarefa árdua e arriscada. Principalmente quando há necessidade de vários deslocamentos até o veículo.
    12. 12. (3) Política de incentivo aos 3Rs - A3P/PNRS - Ordem de prioridade “Na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, deve ser observada a seguinte ordem de prioridade: ; ; ; ; dos resíduos e ambientalmente adequada dos rejeitos” (BRASIL, 2010a).
    13. 13. 3.1
    14. 14. A separação dos principais materiais recicláveis, como, metais, vidros e plásticos, contribui para que os sucateiros promovam a destinação correta aos rejeitos gerados (FRANÇA, MORALES e SALES, 2010).
    15. 15. Além de representar riscos de acidentes de trabalho.
    16. 16. (5) Exigência pela CPL / Controle pela DMP da apresentação pelos participantes do certame licitatório da “Certificação de Destinação Final Ambientalmente Sustentável dos REEs” Constatou-se: i. a inexistência de sua solicitação pela CPL, no texto da Carta Convite, ii. a não exigência pela DMP de sua apresentação pelo licitante adjudicado, no momento da captação dos resíduos. Conduta q/ segue na contramão da responsabilidade compartilhada pela destinação final dos resíduos/rejeitos, conforme determina a PNRS, e não isenta a Instituição de responder juridicamente pelos danos ambientais decorrentes do gerenciamento e destinação inadequados desses resíduos. (L. 12.305/10, Art. 27, §1º)
    17. 17. Diante do cenário exposto, percebe-se que:  A eficácia das ações pontuais de recuperação dos REEs pelos técnicos dos STIs,  O sucesso dos projetos de extensão que igualmente visem a recuperação desses resíduos pelos docentes e discentes ou (telecentros comunitários, escolas públicas, organizações sociais ...). Encontram-se condicionados as seguintes ações...
    18. 18. (i) Ajustes no processo de logística reversa/ captação dos REEs
    19. 19. (ii) Implantação de programas continuados de EA, congregando-se teoria e prática. A EA por si só não reverte o processo de degradação ambiental, mas certamente contribui para fomentar uma consciência coletiva capaz de promover a preservação do meio ambiente (GADOTTI, 2008).
    20. 20. (v) Por meio de parcerias com instituições externas, a exemplo do case de sucesso do CEDIR (Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática da USP). Cujo processo de gestão e gerenciamento dos REEs pode ser adaptado para os padrões da UFRN.
    21. 21. ABRAMOVAY, Ricardo. Muito além de uma economia verde. São Paulo: Abril, 2012. 248p. ABRELPE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE LIMPEZA PÚBLICA E RESÍDUOS ESPECIAIS. Panorama dos resíduos sólidos no Brasil 2012 - edição especial de 10 anos. 116p. ISSN: 2179-8303. Disponível em: <http://www.abrelpe.org.br/Panorama/panorama2012.pdf>. Acesso em: 07 jun. 2013. ALUIZIO NETO, Ferreira da Rocha. O papel da SINFO para a redução dos resíduos eletrônicos no âmbito da UFRN. Entrevista “In Loco”. SINFO/UFRN. Natal-RN, 08 abr. 2014. Entrevista concedida a D. C. Carvalho. BRASIL. Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Brasília: DOU, 3 ago. 2010. 2010a. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm>. Acesso em: 29 abr. 2014. FRANÇA, F. C. C.; MORALES, G.; SALES, M. V. S. Revisão do tratamento sustentável do lixo eletrônico em IES: Estudo de Caso. Agenda Social. v.4 , n.2, mai-ago / 2010, p. 44-58. Disponível em: <http://www.uenf.br/Uenf/Downloads/Agenda_Social_8052_1288185351.pdf>. Acesso em: GADOTTI, M. Educar para a sustentabilidade: uma contribuição à educação para o desenvolvimento sustentável, São Paulo: Editora e Livraria Instituto Paulo Freire, 2008. (Série Unifreira; 2). GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 5. ed., 1999. 206p. MARCON, G. T. G.; ANDRADE, M. C. K.; VENERAL, D. C. Os desafios da educação ambiental frente à política nacional de resíduos sólidos. Revista Meio Ambiente e Sustentabilidade vol.5 n.3. jan/jun 2014. Disponível em: <http://www.grupouninter.com.br/web/revistameioambiente/index.php/meioAmbiente/article/view/270/125>. Acesso em: MEC – MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO. UFRN inicia ano letivo com coleta seletiva. 23 fev. 2011. Disponível em: <http://reuni.mec.gov.br/noticias/36-outras-noticias/892-ufrn-inicia-ano-letivo-com-coleta-seletiva>. Acesso em: 09 mai. 2013. MMA – MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Responsabilidade Socioambiental: Adesão a A3P. Portal do MMA [On Line]. 2013a. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/responsabilidade-socioambiental/a3p/ades%C3%A3o-%C3%A0-a3p>. Acesso em: 16 set. 2013. MMA – MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Agenda Ambiental na Administração pública. Brasília: MMA/Comissão Gestora da A3P, 5. ed. 2009. 100p. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/images/arquivo/80063/cartilha%20completa%20A3P_.pdf>. Acesso em: 19 set. 2014. SOUZA, M. O. Cursos Ofertados na UFRN: Entrevista “In Loco”. PROPLAN/UFRN. Natal-RN, 24 nov 2014. Entrevista concedida a D. C. Carvalho. XAVIER, L. H.; CARVALHO, T. C. Gestão de resíduos eletroeletrônicos: uma abordagem prática para a sustentabilidade. 1. Ed. – Rio de Janeiro : Elsevier, 2014. 240p. REFERENCIAS

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