Comunicar não é assim tão fácil… <ul><li>Apesar dos grandes avanços tecnológicos, a palavra continua a ser um dos meios de...
Comunicar não é assim tão fácil… (Cont.) <ul><li>É importante o que se diz numa comunicação, mas mais relevante é a  forma...
Condicionantes da Comunicação <ul><li>1.  Ao nível do  Emissor e Recetor </li></ul><ul><li>2. Ao nível do Contexto </li></...
Ao nível do  Emissor e Recetor Construção da ideia a nível conceptual Questões de âmbito psicológico e mental Capacidade d...
Ao nível do Contexto <ul><li>Temperatura </li></ul><ul><li>Ruído </li></ul><ul><li>Iluminação </li></ul><ul><li>Meio-ambie...
Ao nível do Meio <ul><li>A forma de transmitir a mensagem pode não ser a mais adequada. </li></ul><ul><li>É necessário hav...
Ao nível do Código <ul><li>Para que a mensagem possa codificada e descodificada os interlocutores têm que partilhar o mesm...
Barreiras semânticas Ex. linguagem médica; quando um aluno de outra cultura tenta explicar uma tradição e não consegue aca...
Ao nível da Mensagem Auto-suficiência Dificuldade em fazer inputs em pessoas que acham saber tudo sobre um assunto. É  qua...
Em suma…
Emissor Recetor <ul><li>QUADROS DE REFERÊNCIA </li></ul><ul><li>CAPACIDADES DE EXPRESSÃO </li></ul><ul><li>CAPACIDADES FÍS...
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Barreiras elsa[1]

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Barreiras elsa[1]

  1. 1. Comunicar não é assim tão fácil… <ul><li>Apesar dos grandes avanços tecnológicos, a palavra continua a ser um dos meios de comunicação mais eficazes que existem. </li></ul><ul><li>Saber comunicar é uma arte , devemos então, aprecia-la, mas não só, também devemos potenciá-la, porque está será sem dúvida, uma boa condição para o sucesso. </li></ul>
  2. 2. Comunicar não é assim tão fácil… (Cont.) <ul><li>É importante o que se diz numa comunicação, mas mais relevante é a forma como se diz, por isso é tão essencial a letra como a música e é na conjugação destas duas que surge um bom comunicador. </li></ul>
  3. 3. Condicionantes da Comunicação <ul><li>1. Ao nível do Emissor e Recetor </li></ul><ul><li>2. Ao nível do Contexto </li></ul><ul><li>3 . Ao nível do Meio </li></ul><ul><li>4. Ao nível do Código </li></ul><ul><li>5. Ao nível do Mensagem </li></ul>
  4. 4. Ao nível do Emissor e Recetor Construção da ideia a nível conceptual Questões de âmbito psicológico e mental Capacidade de abstração Raciocínio Quadros de referência Codificação (emissor) Código: Língua e capacidade verbal Descodificação (recetor) Conhecimento do código utilizado Vocábulos e construções sintáticas que permitam ao emissor passar da mensagem às ideias. Expressão Comunicação verbal, oral Foro fisiológico (dificuldades de pronuncia; deficiente implantação dental ou formas labiais ou palatais). Foro psíquico (afasias, gaguez, dislexia). Audição Recetor Foro fisiológico (surdez) Outras: cansaço, preocupação forte,… Interpretação Recetor Confronta com o seu quadro referencial (opiniões, valores, crenças, para dar um sentido ao que lhe foi transmitido)
  5. 5. Ao nível do Contexto <ul><li>Temperatura </li></ul><ul><li>Ruído </li></ul><ul><li>Iluminação </li></ul><ul><li>Meio-ambiente </li></ul>
  6. 6. Ao nível do Meio <ul><li>A forma de transmitir a mensagem pode não ser a mais adequada. </li></ul><ul><li>É necessário haver um fio condutor entre o tipo de mensagem e o que se pretende com essa mensagem. </li></ul>Instrumentos Ex. dar uma aula escrevendo cartas aos alunos, …
  7. 7. Ao nível do Código <ul><li>Para que a mensagem possa codificada e descodificada os interlocutores têm que partilhar o mesmo código, para que a mensagem seja entendida. </li></ul>
  8. 8. Barreiras semânticas Ex. linguagem médica; quando um aluno de outra cultura tenta explicar uma tradição e não consegue acabando por desistir. A comunicação falha. Decorrem do uso inadequado de uma linguagem não comum ao recetor ou a grupos visados. Isto é, os códigos e signos empregados não fazem parte do repertório do conhecimento em determinado ambiente comunicacional. Uso constante de palavras abstratas por parte de determinados comunicadores é motivo frequente de desorientação e de equívoco de compreensão entre os indivíduos. Desencontro dos sentidos Ex: que cada um cria – Amor, democracia, racismo Que cada um dos interlocutores atribui às palavras dos outros ou às suas próprias mensagens. Indiscriminação Quando os sujeito em interação não conseguem separar as coisas entre si ou aspetos da realidade que só aparentemente são iguais Polarizações O uso sistemático de expressões extremas(ex: cala-te preto) no discurso dos indivíduos pode levar a desacreditações do emissor de tal discurso. Falsa identidade das palavras Ex: Ser amigo Nesta situação o indivíduo está crente de que resume numa palavra ou expressões as suas crenças, atitude, ou avaliações. Este tipo de interação pode provocar reações adversas e contraria aos seus subjetivos comunicacionais. Polissemia O uso sistemático de vocábulos com dimensões polissémicas diversas induz nas audiências uma fonte de ruído, às vezes difícil de ultrapassar, uma vez que contribui para o desencontro de sentidos. O significado das palavras é pessoal e depende das referências que cada pessoa tem.
  9. 9. Ao nível da Mensagem Auto-suficiência Dificuldade em fazer inputs em pessoas que acham saber tudo sobre um assunto. É quando uma pessoa tem fórmulas perfeitas para resolver os problemas e é capaz de emitir opiniões sobre tudo o que existe no mundo Avaliações congeladas Pensar que a mesma palavra tem o mesmo significado para todos e que todos estão dentro do mesmo contexto.   Confusão entre o objetivo e subjetivo Pensar que a mesma palavra tem o mesmo significado para todos e que todos estão dentro do mesmo contexto. Dificuldade em distinguir a realidade de opinião, provocando paralisações no processo de entendimento entre os vários atores ou mesmo conflitos Ex.: o menino caiu da bicicleta (fato), ele caiu, porque não estava acostumado, porque não sabia andar, porque viu um carro e ficou com medo (opinião). Geografite A ação das expectativas/preconceitos/inferências (mapas) sobre uma realidade/objeto/pessoa (território)-poder da sugestão. Tendência à complicação Alguns atores têm por “natureza” o dom de complicar tudo o dizem ou tudo que é lhe transmitido.
  10. 10. Em suma…
  11. 11. Emissor Recetor <ul><li>QUADROS DE REFERÊNCIA </li></ul><ul><li>CAPACIDADES DE EXPRESSÃO </li></ul><ul><li>CAPACIDADES FÍSICAS </li></ul><ul><li>CAPACIDADES PSICOLÓGICAS </li></ul><ul><li>INTERESSE/ATENÇÃO/MOTIVAÇÃO </li></ul><ul><li>CARGA EMOCIONAL </li></ul><ul><li>TIPOS DE CONTEXTO </li></ul><ul><li>INCOERÊNCIA DE ELEMENTOS </li></ul><ul><li>COMPLEXIDADE DA MENSAGEM </li></ul>In Dias, J. (1991). Comunicação Pedagógica. ( p. 13 ) Lisboa: Instituto de Emprego e Formação Profissional.

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