Escola Superior de Educação Almeida Garrett Mestrado em Ciências da Educação na Especialidade de Educação Especial no Domí...
 
Plano da Sessão   <ul><li>Vídeo Introdutório </li></ul><ul><ul><li>I. Comunicação </li></ul></ul><ul><ul><li>II Barreiras ...
..que significa… Deriva do latim  comunicare… “ pôr em comum, entrar em relação com…” O homem gerou um complexo sistemas d...
No qual partilhamos Processo de Interação  Podendo influenciar o comportamento das pessoas… … que reagirão… <ul><li>crença...
Sala de aula <ul><li>Linguagem verbal (palavras). </li></ul><ul><li>Linguagem não – verbal (silêncio, gestos, sons articul...
E  R  discurso Modelo Aristotélico
Reação E  R  mensagem Intenção
E  Habilidades de comunicação (motoras) Intenções Conhecimento Posição sociocultural
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1.º ao 2.º mês <ul><li>Emissão de sons, sorriso facial; </li></ul><ul><li>Choro com intenção comunicativa; </li></ul><ul><...
11.º ao 12.º mês <ul><li>Conhece algumas palavras; </li></ul><ul><li>Compreende frases usadas no seu meio ambiente..  </li...
4 anos <ul><li>Joga com as palavras; </li></ul><ul><li>Surge o monólogo individual e coletivo; </li></ul><ul><li>Faz conju...
<ul><li>A comunicação humana não está resumida apenas à linguagem verbal, mas também a uma série de gestos e expressões fa...
Obra publicada em 1872 The expression of the emotions in man and animals <ul><li>estudou os princípios gerais da expressão...
paralinguística cinésica proxémica <ul><li>exprimem e comunicam ideias, sentimentos e emoções, acompanham, reforçam e cheg...
Segundo Mehrabian citado por (Cuadrado, 1991: 30) <ul><li>se enterdermos a comunicação numa perspectiva global, podemos af...
Partes do corpo que estabelecem esta linguagem: Comunicação não-verbal
Contexto Mensagem Meio Código Emissor e Recetor II. Barreiras à comunicação
Emissor Recetor <ul><li>QUADROS DE REFERÊNCIA </li></ul><ul><li>CAPACIDADES DE EXPRESSÃO </li></ul><ul><li>CAPACIDADES FÍS...
O conceito de necessidades educativas especiais (NEE), hoje generalizado a todas as escolas portuguesas, reflecte o postul...
Problemática associada a NEE (Correia, L.M. 1999) Necessidades Educativas Especiais NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS NEE ...
Implica da parte do sistema educativo e do professor Inclusão na escola regular Estratégias diversificadas e inovadoras
Currículo escolar dos alunos com NEE Adaptações educativas especiais  Ajudas pedagógicas extraordinárias tendo em consider...
Sucesso da Inclusão Estratégias do professor Recursos utilizados Processo de ensino
<ul><li>Estabelecimento de  formas de comunicação </li></ul><ul><li>Aumento de  funções comunicativas  </li></ul><ul><li>A...
<ul><li>Criar atividades diversificadas que proporcionem informação e originem a necessidade de comunicar coisas sobre ela...
<ul><li>Dar tempo para que o aluno tome iniciativas e para que responda a iniciativas nossas. </li></ul><ul><li>Criar nece...
Esta comunicação destina-se a pessoas sem fala ou sem escrita funcional ou em desfasamento entre sua necessidade comunicat...
<ul><li>Um dos sistemas simbólicos mais utilizados em todo o mundo é o PCS - Picture Communication Symbols, criado em 1980...
Cartões de comunicação Símbolos gráficos representativos de mensagens.
Prancha de comunicação com símbolos fotos ou figuras Cada página representa uma prancha de comunicação temática. Prancha d...
Prancha de comunicação  com dezoito símbolos gráficos  PCS  cujas mensagens servirão para escolher alimentos e bebidas. Os...
Software Boardmaker Board  significa &quot;prancha&quot; e  maker  significa &quot;produtor&quot;. Vocalizadores Recurso e...
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V. Conclusões <ul><li>O emissor deve ser… </li></ul><ul><li>Seguro; objetivo, claro e com uma mensagem adequada às caracte...
Berlo, D. (2003).  O processo da comunicação: Introdução à Teoria e à Prática.  São Paulo: Martins Fontes. Correia, L. M. ...
Bibliografia sugerida (cont.) <ul><li>Ministério da Educação: Departamento de Educação Básica (1999)  Alunos com Multidefi...
<ul><li>Sites   recomendados </li></ul><ul><li>http://linguagemcorporal.net.br/blog/comunicacao-nao-verbal/comunicao/ </li...
<ul><li>“ A comunicação é  a chave da aprendizagem” </li></ul><ul><li>(Dowing, 1999) </li></ul>
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O que é comunicação?

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O que é comunicação?

  1. 1. Escola Superior de Educação Almeida Garrett Mestrado em Ciências da Educação na Especialidade de Educação Especial no Domínio Cognitivo Motor Comunicação Interpessoal Docente: Dra. Ana Saldanha Discentes: Ana Patrícia Nunes; Andreia Pisco; Carla Nicolau; Elsa Viana; Isabel Praça; Olívia Ferreira e Selma Oliveira. Lisboa, 26 de Outubro de 2011
  2. 3. Plano da Sessão <ul><li>Vídeo Introdutório </li></ul><ul><ul><li>I. Comunicação </li></ul></ul><ul><ul><li>II Barreiras à Comunicação </li></ul></ul><ul><ul><li>III Comunicação Interpessoal em sala de aula com alunos com N.E.E. </li></ul></ul><ul><li>Dinâmica de grupo </li></ul>
  3. 4. ..que significa… Deriva do latim comunicare… “ pôr em comum, entrar em relação com…” O homem gerou um complexo sistemas de símbolos que encerram e revelam noções da sua essência e dos seus construtos culturais. Aí se fundem e articulam Sinais verbais Sinais não verbais Indicadores culturais como a indumentária, adornos, penteados, etc. I. Comunicação I.1 Etimologia
  4. 5. No qual partilhamos Processo de Interação Podendo influenciar o comportamento das pessoas… … que reagirão… <ul><li>crenças; </li></ul><ul><li>valores; </li></ul><ul><li>histórias de vida; </li></ul><ul><li>cultura. </li></ul>I.2 Conceito Mensagens, ideias, sentimentos e emoções.
  5. 6. Sala de aula <ul><li>Linguagem verbal (palavras). </li></ul><ul><li>Linguagem não – verbal (silêncio, gestos, sons articulados ou não). </li></ul>Orientam a relação…
  6. 7. E R discurso Modelo Aristotélico
  7. 8. Reação E R mensagem Intenção
  8. 9. E Habilidades de comunicação (motoras) Intenções Conhecimento Posição sociocultural
  9. 10. mensagem E Habilidades de comunicação (motoras) Intenções Conhecimento Posição sociocultural
  10. 11. mensagem Canal E Habilidades de comunicação (motoras) Intenções Conhecimento Posição sociocultural
  11. 12. R mensagem Habilidades de comunicação (sensoriais) Reações Conhecimento Posição sociocultural Canal E Modelo de Berlo Habilidades de comunicação (motoras) Intenções Conhecimento Posição sociocultural
  12. 13. 1.º ao 2.º mês <ul><li>Emissão de sons, sorriso facial; </li></ul><ul><li>Choro com intenção comunicativa; </li></ul><ul><li>Vocalizações. </li></ul>3.º ao 4.º mês <ul><li>Emissão de palreios, idade de balbuciar. </li></ul>5.º ao 6.º mês <ul><li>Escuta e brinca com os seus próprios sons; </li></ul><ul><li>Tenta imitar sons emitidos por outros. </li></ul>7.º ao 8.º mês <ul><li>Idade dos monossílabos. </li></ul>9.º ao 10.º mês <ul><li>Primeiras sílabas (papá, mamã, titi); </li></ul><ul><li>Compreende a entoação das frases. </li></ul>I.5 Comunicação Verbal
  13. 14. 11.º ao 12.º mês <ul><li>Conhece algumas palavras; </li></ul><ul><li>Compreende frases usadas no seu meio ambiente.. </li></ul>12.º ao 18.º mês <ul><li>Possui um vocabulário de 5 a 20 palavras; </li></ul><ul><li>Utiliza holofase. </li></ul>2 anos <ul><li>Uso frequento do não; </li></ul><ul><li>Surgem as primeiras frases; </li></ul><ul><li>Tem um vocabulário de 12 a algumas centenas de palavras. </li></ul>3 anos <ul><li>Idade dos porquês; </li></ul><ul><li>Diferencia tempos verbais, começa a utilizar o plural e o singular; </li></ul><ul><li>Apresenta uma linguagem compreensível para os outros. </li></ul>
  14. 15. 4 anos <ul><li>Joga com as palavras; </li></ul><ul><li>Surge o monólogo individual e coletivo; </li></ul><ul><li>Faz conjugação verbal. </li></ul>5 anos <ul><li>Compreende os contrários; </li></ul><ul><li>Estabelece semelhanças e diferenças, tem noções espaciais; </li></ul><ul><li>Construção gramatical correta; </li></ul><ul><li>Usa a linguagem socialmente. </li></ul>6 anos <ul><li>Articula todos os fonemas nas palavras, utiliza a conjugação verbal, construção de frases complexas; </li></ul><ul><li>Consolidação da noção corporal, espacial e temporal, que vai permitir a leitura/escrita. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>A comunicação humana não está resumida apenas à linguagem verbal, mas também a uma série de gestos e expressões faciais e corporais que completam a comunicação e a tornam mais eficaz; </li></ul><ul><li>A postura do corpo, as expressões faciais e os gestos esclarecem muito mais do que meras palavras. </li></ul>I.6. Comunicação não - verbal
  16. 17. Obra publicada em 1872 The expression of the emotions in man and animals <ul><li>estudou os princípios gerais da expressão de emoções nos animais e no homem com o propósito de estudar “se as mesmas expressões e gestos têm igual significado”; </li></ul>
  17. 18. paralinguística cinésica proxémica <ul><li>exprimem e comunicam ideias, sentimentos e emoções, acompanham, reforçam e chegam a substituir a comunicação verbal; </li></ul>Comunicação não - verbal
  18. 19. Segundo Mehrabian citado por (Cuadrado, 1991: 30) <ul><li>se enterdermos a comunicação numa perspectiva global, podemos afirmar que o impacto de uma mensagem é composto: </li></ul>
  19. 20. Partes do corpo que estabelecem esta linguagem: Comunicação não-verbal
  20. 21. Contexto Mensagem Meio Código Emissor e Recetor II. Barreiras à comunicação
  21. 22. Emissor Recetor <ul><li>QUADROS DE REFERÊNCIA </li></ul><ul><li>CAPACIDADES DE EXPRESSÃO </li></ul><ul><li>CAPACIDADES FÍSICAS </li></ul><ul><li>CAPACIDADES PSICOLÓGICAS </li></ul><ul><li>INTERESSE/ATENÇÃO/MOTIVAÇÃO </li></ul><ul><li>CARGA EMOCIONAL </li></ul><ul><li>TIPOS DE CONTEXTO </li></ul><ul><li>INCOERÊNCIA DE ELEMENTOS </li></ul><ul><li>COMPLEXIDADE DA MENSAGEM </li></ul>In Dias, J. (1991). Comunicação Pedagógica. ( p. 13 ) Lisboa: Instituto de Emprego e Formação Profissional.
  22. 23. O conceito de necessidades educativas especiais (NEE), hoje generalizado a todas as escolas portuguesas, reflecte o postulado da filosofia da inclusão englobando alunos que “por exibirem determinadas condições específicas podem necessitar de apoio de serviços de educação especial durante todo ou parte do seu percurso escolar, de forma a facilitar o seu desenvolvimento académico, social e emocional”(Correia, 2003). III. Comunicação Interpessoal em sala de aula com alunos com N.E.E
  23. 24. Problemática associada a NEE (Correia, L.M. 1999) Necessidades Educativas Especiais NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS NEE SENSORIAIS INTELECTUAIS DIFICULDADES DE APREDIZAGEM EMOCIONAIS F Í SICAS
  24. 25. Implica da parte do sistema educativo e do professor Inclusão na escola regular Estratégias diversificadas e inovadoras
  25. 26. Currículo escolar dos alunos com NEE Adaptações educativas especiais Ajudas pedagógicas extraordinárias tendo em consideração a especificidade de cada perturbação
  26. 27. Sucesso da Inclusão Estratégias do professor Recursos utilizados Processo de ensino
  27. 28. <ul><li>Estabelecimento de formas de comunicação </li></ul><ul><li>Aumento de funções comunicativas </li></ul><ul><li>Alargamento de contextos de comunicação </li></ul>Crianças com NEE <ul><li>Com quem comunicam? </li></ul><ul><li>Qual o assunto? </li></ul><ul><li>Razão para comunicar? </li></ul>Comunicação – Crianças com N.E.E. CRIANÇAS COM N.E.E. ESTRATÉGIAS DO PROFESSOR
  28. 29. <ul><li>Criar atividades diversificadas que proporcionem informação e originem a necessidade de comunicar coisas sobre elas. </li></ul><ul><li>Estruturar as ações no tempo de forma sistemática a fim de possibilitar a antecipação de acontecimentos (rotinas de funcionalidade). </li></ul><ul><li>Ter formas de comunicação variadas, de acordo com as capacidades do aluno, para serem entendidas por diferentes pessoas. </li></ul><ul><li>Ter cuidado com a quantidade e a forma de apresentação da informação. </li></ul>Sugestões Práticas
  29. 30. <ul><li>Dar tempo para que o aluno tome iniciativas e para que responda a iniciativas nossas. </li></ul><ul><li>Criar necessidades de comunicação não fornecendo todo o material necessário para uma atividade, de modo a que o aluno tenha necessidade de o pedir. </li></ul><ul><li>Responder positivamente a qualquer comportamento que possa ser interpretado como comunicativo. </li></ul>
  30. 31. Esta comunicação destina-se a pessoas sem fala ou sem escrita funcional ou em desfasamento entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever. Ampliação de habilidades de comunicação Comunicação aumentativa e alternativa
  31. 32. <ul><li>Um dos sistemas simbólicos mais utilizados em todo o mundo é o PCS - Picture Communication Symbols, criado em 1980 por Roxanna Mayer Johnson. </li></ul><ul><li>Caraterísticas: </li></ul><ul><li>Desenhos simples </li></ul><ul><li>Fácil reconhecimento </li></ul><ul><li>Adequados a qualquer idade </li></ul><ul><li>Combináveis com outras figuras e fotos </li></ul>PCS (Símbolos de comunicação pictórica)
  32. 33. Cartões de comunicação Símbolos gráficos representativos de mensagens.
  33. 34. Prancha de comunicação com símbolos fotos ou figuras Cada página representa uma prancha de comunicação temática. Prancha de comunicação alfabética Prancha que contém as letras do alfabeto e os números Pranchas de comunicação
  34. 35. Prancha de comunicação com dezoito símbolos gráficos PCS cujas mensagens servirão para escolher alimentos e bebidas. Os símbolos PCS estão organizados por cores e segundo categorias
  35. 36. Software Boardmaker Board significa &quot;prancha&quot; e maker significa &quot;produtor&quot;. Vocalizadores Recurso eletrónico de gravação/reprodução que ajuda a comunicação das pessoas em seu dia-a-dia.
  36. 37. Acionadores É a forma mais simples de se interagir com um computador, daí a sua importância como interface para a comunicação alternativa.
  37. 38. V. Conclusões <ul><li>O emissor deve ser… </li></ul><ul><li>Seguro; objetivo, claro e com uma mensagem adequada às características do grupo (faixa etária; etnias, …); </li></ul><ul><li>Conhecedor do público-alvo (crenças, valores,…); </li></ul><ul><li>Capaz de prover oportunidades de comunicação para os recetores (alunos)sem causar constrangimentos, isto é, adaptar a comunicação segundo as necessidades individuais dos recetores; </li></ul><ul><li>Ser capaz de utilizar estratégias e instrumentos diversificados; </li></ul><ul><li>- Consciente da sua expressão verbal e não-verbal. A linguagem corporal deve estar adequada com a verbal; </li></ul><ul><li>- Bom ouvinte; </li></ul><ul><li>- Bom observador; </li></ul><ul><li>- Capaz de dar Feedback. </li></ul>
  38. 39. Berlo, D. (2003). O processo da comunicação: Introdução à Teoria e à Prática. São Paulo: Martins Fontes. Correia, L. M. (2003). Inclusão e necessidades educativas especiais – Um guia para educadores e professores. Porto: Porto Editora. Correia, L. M. (1999). Os Alunos com NEE nas Classes Regulares. Porto: Porto Editora Dias, J. (1991). Comunicação Pedagógica. Lisboa: Instituto de Emprego e Formação Profissional Dias, F. (2001)  Sistema de Comunicação, de Cultura e de Conhecimento, um Olhar Sociológico . Lisboa: Instituto Piaget.   Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular: Direcção de Serviços da Educação Especial e do Apoio Sócio-Educativo (2008). Educação Especial: Manual de Apoio Prática . Lisboa: Ministério da Educação. VI. Bibliografia sugerida
  39. 40. Bibliografia sugerida (cont.) <ul><li>Ministério da Educação: Departamento de Educação Básica (1999) Alunos com Multideficiência nas Escolas de Ensino Regular . Lisboa: Ministério da Educação. </li></ul><ul><li>Powell, R.; Powell, D. (2010) Classroom Communication and diversity: Enhancing Instructional Practice (2nd ed.). NY: Routledge. </li></ul>
  40. 41. <ul><li>Sites recomendados </li></ul><ul><li>http://linguagemcorporal.net.br/blog/comunicacao-nao-verbal/comunicao/ </li></ul><ul><li>http://www.profala.com/arttf64.htm </li></ul><ul><li>http://br.monografias.com/trabalhos/linguagem/linguagem.shtml </li></ul><ul><li>https://ecom.amenworld.com/WebRoot/ce_pt/Shops/291128/MediaGallery/Sessao_4.pdf </li></ul><ul><li>www.scielo.br </li></ul><ul><li>http://revistas.ulusofona.pt/index.php/rleducacao </li></ul><ul><li>http://www.assistiva.com.br/ca.html </li></ul><ul><li>http://bocouttmujervirtuosa.blogspot.com/2009/04/modelos-clasicos-de-la-comunicacion.html </li></ul><ul><li>http://ideiasparacomunicar.blogspot.com/ </li></ul><ul><li>http://www.businessballs.com/mehrabiancommunications.htm </li></ul>
  41. 42. <ul><li>“ A comunicação é a chave da aprendizagem” </li></ul><ul><li>(Dowing, 1999) </li></ul>

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