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2014 união da ponte

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2014 união da ponte

  1. 1. 1 Av. Maria Tereza, 10 - Campo Grande - Rio de Janeiro - RJ CEP: 23050-160 Fundação: 23/02/1975 CNPJ: 04620797/0001-80 "CLUBE DO TERROR" A HISTÓRIA DOS SUSTOS NA SÉTIMA ARTE POR ISIDRO CASSILHAS Carnaval 2014 SINÓPSE DE ENREDO INTRODUÇÃO Quem é que nunca demorou em dormir a noite depois de ter assistido um horrível filme de terror? Aposto que a maioria das pessoas, por mais corajosas que se considere, já passou por esse medinho depois de uma sessão de terror. Esses filmes são marcados por personagens que aterrorizam a imaginação das pessoas. As histórias de terror sempre fizeram parte do imaginário do ser humano; o prazer em sentir medo e a arte de infringi-lo obviamente não tardaram a conseguir seu espaço, a partir do final do século XIX, naquela que seria a manifestação artística mais influente nos anos que se seguiram: o cinema. Entre as quatro paredes da sala escura, assistir a um filme de terror tornou- se uma atividade totalmente dissociada de qualquer outro gênero cinematográfico; quem estava lá sabia bem que sensações encontrariam. E é justamente essa previsibilidade dos filmes de terror e suspense que os tornam tão fascinantes; um bom filme do gênero é aquele que consegue expressar, de maneira convincente, a contraposição entre o tradicional e a originalidade, ou seja, o velho susto dado de uma nova maneira. O fascínio causado por tais obras encontra sua principal explicação por lidar com questões que culturalmente nos inspiram alguma apreensão, tais como pesadelos ou o medo da morte. Os filmes de terror possuem uma estética peculiar, em que aspectos técnicos como iluminação e trilha incidental têm uma maior importância na composição do suspense, contribuindo para que o espectador seja induzido à apreensão, tendo as mais diversas reações, desde um aperto no braço do acompanhante (para os mais medrosos) até a ingestão compulsiva de pipocas (para os mais sádicos). A evolução dos filmes de suspense e terror está intimamente ligada aos eventos-chave da história da Sétima Arte; desde os primeiros filmes mudos, passando pelas novas experiências sonoras e colorizadas até os psicopatas com machadinhas de hoje, muito foi produzido para que sempre nos sintamos mais desconfortáveis possíveis. E o irônico disso tudo é que quanto mais incomodados ficarmos, melhor será o nosso julgamento sobre aquele filme.
  2. 2. 2 HISTÓRICO Como tudo começou: Os filmes de terror e suspense estão sempre entre os favoritos das pessoas. Há aqueles que só gostam desse gênero, o que representa um grande vicio. Alguns são de dar arrepios com suas histórias sobrenaturais; alguns instigam nosso lado investigador, nos deixando tensos para descobrir quem é assassino; alguns são tão bem tramados e engenhosos que desafiam nossa inteligência; alguns são clássicos, tão arrepiantes que nos tiram o sono; alguns são eletrizantes, misturando ação e suspense; e, alguns são mais nojentos do que qualquer outra coisa. Seja um suspense com uma boa trama, ou um terror de arrepiar, a verdade é que é difícil encontrar alguém que não goste de pelo menos um dos gêneros. Existem tipos básicos de filmes de terror, como se fossem “escolas” de cinema. Neles existem elementos definidos que sempre estão presentes, caracterizando a obra como de um ou outro estilo. O terror trash, geralmente, conta a história de zumbis que por algum motivo saem comendo meio mundo. Este tipo raramente é exibido no cinema, e é também conhecido como “terrir” - um que de tão ruim, faz a pessoa rir mais do que ter medo. Animais sobrenaturais ou mutantes (ai vai uma longa lista de jacarés, cobras e outros bichos alterados geneticamente ou devido à produtos químicos) também estão presentes. O sobrenatural é um tema frequentemente abordado nos filmes. Fatos como vida após a morte, espíritos do mal e interação entre homens e seres do além são reproduzidos em filmes que levam o publico a grandes sustos em frente a tela do cinema. Clássicos como O Corcunda de Notre Dame (1923), O Fantasma da Ópera (1925) e O Médico e o Monstro (1920). A partir da década de 30, os filmes de terror passaram a ser produzidos tomando por base histórias e lendas europeias sobre vampiros, cientistas loucos e aristocratas insanos, tendo como principais figuras os mitológicos Drácula e Frankenstein. Os estúdios da Universal tornaram-se célebres pela produção de dezenas de filmes com múmias, homens invisíveis e lobisomens. Outras obras representativas do cinema de horror dos anos 30 e 40 são o clássico King Kong e O Homem Invisível. A década de 50 marcou a retomada do medo no cinema, principalmente devido à contribuição da produtora britânica Hammer Studios passaram a ter também uma temática científica/sobrenatural; criaturas que emergiam de pântanos a partir de experiências atômicas, bolhas assassinas, tarântulas gigantes e homens com cabeça de mosca faziam com que os cinemas deixassem a Disneylândia no chinelo. E foi nesse cenário que, na virada dos anos 50/60, surgiu um dos maiores nomes da história dos filmes de terror, o clássico A Pequena Loja dos Horrores (1960), e o maravilhoso O Corvo (1963). Os anos 60 foram uma época extremamente fértil para as produções do gênero, com destaque para as criações do mestre do suspense Alfred Hitchcock em clássicos como Psicose (1960) e Os Pássaros (1963). Outro grande nome é A noite dos Mortos Vivos. No Brasil, tivemos o surgimento do nome que se tornaria um marco da cinematografia nacional: José Mojica Marins, mais conhecido pelo nome do seu principal personagem, Zé do Caixão. Em filmes como À Meia-noite Levarei sua Alma (1964), Está Noite Encarnarei no Teu Cadáver (1966). Nos anos 70 começam a despontar alguns nomes que viriam a se tornar grandes referencias nos filmes de horror que revelaram para o mundo a figura de Steven Spielberg, que mais tarde alcançaria notoriedade com o traumático Tubarão (1975), que deixou os cinemas lotados e as praias vazias por muito tempo. Outro filmaço do período é o independente O Massacre da Serra Elétrica (1974), juntamente com o também independente Halloween (1978). Com Allien, o Oitavo Passageiro (1979), Ridley Scott literalmente mandou os filmes de terror para o espaço.
  3. 3. 3 Os filmes de possessão tiveram seu auge também nos anos 70, em obras como O Exorcista (1973), A Profecia (1976) e Terror em Amityville (1979). O maravilhoso Carrie, a Estranha (1976), de Brian de Palma, inaugurou a febre de adaptações de obras do escritor Stephen King, que inspirou também o cultuado O Iluminado (1980). A década de 80 marcou a ascensão dos “slashers” ou “splatters”, filmes geralmente de baixo custo, onde a onda era ter um maníaco correndo atrás de jovens seminuas. A principal referencia destes filmes é a famosa Sexta-Feira 13, com o não menos popular assassino Jason Vorhees triturando jovens pecadores que davam mole transando nos arredores de Crystal Lake. Seu comparsa mais conhecido, o bonitão Freddy Krueger, deu as caras pela primeira vez em A Hora do Pesadelo (1984). Outros filmes legais da década de 80 são: Dia dos Namorados Macabro (1981) e Quando Chega a Escuridão (1987). Chuck é outro personagem que leva muito medo as pessoas, principalmente as crianças. Ele é o boneco que protagoniza o filme “Brinquedo Assassino”. Com os anos 90, os filmes de terror ficaram mais rarefeitos e mal feitos, muito sendo lançados diretamente em vídeo. O único filme que conseguiu quebrar esse marasmo foi o hiperestimado A Bruxa de Blair (1999). O diabo estava de folga nos cinemas, mas nem por isso Hollywood deixou de fazer suas criações para assustar o publico. O “Ghost Face” da trilogia Pânico fez esse papel muito bem. Jigsaw - Jogos Mortais, o assassino por trás do bizarro bonequinho que anda numa bicicletinha, ou vice-versa, não é um vilão comum. “Prepare seu coração, verifique se a porta está trancada, espie pela janela, cheque se não tem nada embaixo da cama ou dentro do armário. Na hora de dormir, certifique-se que a cama não está se mexendo sozinha. Na pior das hipóteses alguém pode te pegar, até mesmo nos seus sonhos, pois o G.R.B.C UNIÃO DA PONTE vai te aterrorizar com a SÉTIMA ARTE DO CINEMA, a fim de te fazer “arrepiar”, sentir “calafrios” e de resto, vale chegar na locadora ou cinema mais próximo, alguns dos títulos acima, apagar as luzes e deixar-se arrepiar!” ________________________________________ SALVADOR DOS SANIOS FILHO PRESIDENTE ________________________________________ ISIDRO CASSILHAS CARNAVALESCO Rio de Janeiro, 08 de agosto 2013.

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