Francos
A construção de um grande Império
Integrantes:
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João Renato Pedro Henrique
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FRANCOS
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Merovíngios
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Merovíngios
Depois da morte de Clovis, seus quatro filhos dividiram o reino franco,
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Carolíngios
Pepino, o Breve, obteve o reconhecimento do papa Zacarias para o
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A Igreja católica aliou-se a Carlos Magno, pois desejava a proteção de
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A Administração do
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O império Franco não tinha capital fixa. Sua sede dependia do lugar
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Condes, Marqueses e Missi-
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Carlos Magno criou subdivisões administrativas, encarregando os
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O Beneficium e os Vassalos do
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Causas da decadência:
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Depois de um período sem invasões, a Europa cristianizada sofreu uma
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Trabalho de historia

  1. 1. Francos A construção de um grande Império Integrantes: Túlio Arantes Alexandre João Renato Pedro Henrique Gabriel Faria Pedro Vidal
  2. 2.  FRANCOS Na formação e expansão do Reino Franco, atuaram soberanos de Duas dinastias:  A merovíngia: Que governou do século V ao século VII;  A carolíngia: Que governou entre os séculos VII e IX
  3. 3.  Merovíngios Meroveu foi líder dos francos na primeira metade do século V, chefiando seu povo na luta contra os hunos (Batalha dos Campos Catalúnicos). Por descender de Meroveu, a primeira dinastia dos reis francos é dominado merovíngia. Em termos efetivos, o primeiro rei merovíngio foi Clovis (neto de Meroveu), que governou durante vinte nove anos (482-511). Clovis conseguiu promover a unificação dos francos, expandiu seus domínios territoriais e converteu-se ao cristianismo católico.
  4. 4.  Merovíngios Depois da morte de Clovis, seus quatro filhos dividiram o reino franco, enfraquecendo-o politicamente. Somente com o rei Dagoberto (629-639) houve uma nova reunificação dos francos. Entretanto, após sua morte surgiram novas lutas internas que aceleraram o desmoronamento do poder dos reis merovíngios. Em 732, na famosa Batalha de Poitiers, Carlos Martel venceu o emir árabe Abderramã, contando com os esforços da infantaria dos francos. Interrompendo o avanço dos muçulmanos em direção à Europa, Carlos Martel ficou conhecido como o salvador da cristandade ocidental. Ao morrer, Carlos Martel repartiu seus domínios entre seus dois filhos: Carlomano entrou para a vida monástica, deixando para Pepino todos os poderes políticos deixados pelo pai. Em 751, Pepino destronou o último e enfraquecido rei merovíngio, Childerico III, e fundou a dinastia carolíngia.
  5. 5.  Carolíngios Pepino, o Breve, obteve o reconhecimento do papa Zacarias para o destronamento do último rei merovíngio, que se recolheu a um mosteiro. Eleito rei de todos os francos, Pepino foi abençoado solenemente pelo arcebispo Bonifácio, representante do papa. Antes de morrer, 768, Pepino dividiu reino entre seus dois filhos: Carlos Magno e Carlomano. Porém, três anos após receber sua parte no reino (771), Carlomano morreu e Carlos Magno tornou-se soberano absoluto do reino franco. Através de diversas guerras, Carlos Magno ampliou os domínios dos francos, apoderando-se de regiões como a Soxônia, Baviera, Lombardia e quase toda a Itália. Suas conquistas trouxeram-lhe prestígio e poder.
  6. 6.  Império Carolíngio A Igreja católica aliou-se a Carlos Magno, pois desejava a proteção de um soberano poderoso e cristão que possibilitasse a expansão do cristianismo. Assim, no dia 25 de dezembro de 800, Carlos Magno recebeu do papa Leão III o título de imperador do Sacro Império Romano Foi uma cerimônia pomposa e solene, que pretendia reviver, através do novo imperador, a autoridade do Império Romano do Ocidente, desaparecido em 476 com as invasões germânicas. Desse modo, Carlos Magno foi coroado como legítimo sucessor dos grande imperadores romanos.
  7. 7.  A Administração do Império O império Franco não tinha capital fixa. Sua sede dependia do lugar onde se encontrava o imperador e sua corte. De modo geral, Carlos Magno permanecia por maior tempo na cidade de Aquisgrã. Procurando dar uma organização mais adequada aos usos e costumes vigentes no império, Carlos Magno baixou normas escritas conhecidas como capitulares.
  8. 8.  Condes, Marqueses e Missi- Dominici Carlos Magno criou subdivisões administrativas, encarregando os condes, os marqueses e os missi-dominici de controlá-las. Cabia aos condes, responsáveis pelos territórios do interior, fazer cumprir as capitulares e cobrar os impostos. Aos marqueses, cabia defender e administrar os territórios situados nas fronteiras do império, isto é, as marcas. Os missi-dominici, inspetores reais, viajavam por todo o império e tinham plenos poderes para controlar a ação dos administradores locais.
  9. 9.  O Beneficium e os Vassalos do Rei Durante o governo de Carlos Magno, muitas terras do império foram concedidas em beneficium a diversos nobres locais. Esses nobres tornavam-se, então, vassalos do rei, tendo para com ele dever de fidelidade. Por estarem na condição de vassalos diretos do rei, muitos desses nobres se recusavam a obedecer às instruções de autoridade administrativas. Essa atitude dos nobres foi um importante elemento para a formação da sociedade Feudal, com fragmentação do poder nas mãos de diversos nobres senhores de terra, unidos apenas pelos laços de vassalagem.
  10. 10.  A Divisão e a Decadência do Império Ao morrer, Carlos Magno deixou o poder imperial para seu filho Luís I, o Piedoso, No reinado de Luís I, o Império Carolíngio. Após sua morte, em 840, o império foi disputado por seus filhos, numa desgastante guerra civil. Os filhos de Luís I firmaram a paz, estabelecendo a seguinte divisão do Império Franco: •Carlos II, ficou com a parte ocidental, Região da Franca atual; •Luís, ficou com a parte oriental, Região da Alemanha atual; •Lotário ficou com a parte central, Regiões que estendiam da Itália até o mar do Norte.
  11. 11.  Causas da decadência: crise e invasões Depois de um período sem invasões, a Europa cristianizada sofreu uma série denovas invasões, nos século IX e X, em três grande frentes: leste, norte e sul. •Do leste vieram os húngaros (magiares) •Do norte ocorreu a invasão do vikings (escandinavos) •Pelo sul chegaram os árabes, de religião muçulmanos. Manifestou-se, então, um empobrecimento geral. O numerário de ouro, herdado dos romanos, desapareceu, sendo substituido pela moeda de prata dos carolíngios. Essa é uma prova evidente do rompimento com a economia antiga caracteristicamente mediterrânea".
  12. 12.  A Formação das Sociedades Feudais O clima de insegurança e de intranqüilidade espalhado pela onde de invasões conduziu os cristãos europeus a construir vilas fortificadas e castelos cercados com grandes estacas. Todo esse sistema defensivo criado pela iniciativa particular dos nobres de cada região demonstrava a falta de poder dos reis para organizar a defesa da sociedade como um todo. Cada um defendia-se como podia, associando-se a senhores mais poderosos, em busca de proteção. Nesse sentido, as "invasões" assinalaram uma data essencial na formação das sociedade feudais do ocidente.

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