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  1. 1. PADYPAPER<br />Conteúdo<br />Igreja de Santo Ildefonso<br />Teatro Nacional São João<br />Jardim de São Lázaro<br />Igreja da Nossa Senhora da Esperança<br />Biblioteca Pública Municipal do Porto<br />Estação Ferroviária de Porto - São Bento<br />No âmbito da visita de estudo realizada a monumentos históricos do porto, apresenta-mos um trabalho com diverso conteúdo fotográfico e informativo sobre alguns monumentos.<br />
  2. 2. Igreja de Santo Ildefonso<br />A Igreja de Santo Ildefonso, em honra de Santo Ildefonsoestá localizada na freguesia de Santo Ildefonso , no centro da cidade do Porto , em Portugal .<br />A igreja foi reconstruída a partir de 1730, por se encontrar em ruínas a primeira igreja e ficou concluída em 1739.<br />A fachada é composta por duas torres sineiras com dentilhões nas cornijas, rematadas em cada face por esferas e frontões de fantasia.<br />Por cima do entablamento ergue-se o nicho do padroeiro. Guarnecem as paredes azulejosde Jorge Colaço(1932), com cenas da vida de Santo Ildefonso e alegorias da Eucaristia.<br />A nave é de tipo poligonal em estilo porto-barroco, com tecto em madeira e estuques ornamentais repetidos nas paredes.<br />Os altares laterais são obras neo-clássicase os colaterais são de talha rococó<br />O retábulo em talha barroca é rococó da segunda metade do século XVIII.<br />
  3. 3. Teatro Nacional São João<br />O Teatro Nacional São João (TNSJ) está localizado na Praça da Batalha, cidade do Porto, Portugal.<br />Denominado originalmente Real Teatro de São João, o edifício primitivo foi mandado construir por Francisco deAlmada e Mendonça em 1794 e projectado pelo arquitecto italiano Vicente Mazzoneschi(que tinha sido cenógrafo do Teatro de São Carlos. Foi inaugurado com a comédia &quot;A Vivandeira&quot; a 13 de Maio de 1798, com o intuito de assinalar o aniversário do príncipe D. João (futuro D. João VI), motivo este que, nos primeiros tempos, ainda lhe deram o nome de Teatro do Príncipe.<br />A estrutura interior do original Real Teatro de São João era semelhante à do Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa e a sua composição próxima dos teatros de tipo italiano que, na época, se tinham estabelecido como regra de sucesso.<br />Em 11 de Abril de 1908 um violento incêndio destruiu completamente o teatro.<br />Não se conformando com a perda, logo uma comissão se constituiu para a sua reconstrução, que teve início em 1911, com projecto de Marques da Silva.<br />O novo edifício, de aspecto robusto mas sem estilo definido, é composto por uma imponente frontaria guarnecida por quatro colunas jónicas, entre as quais se abrem três janelas de arco pleno e outras tantas portas. A decoração da sala de espectáculos e principais salões ficou a cargo dos pintores Acácio Lino e José de Brito e dos escultores Henrique Moreira, Diogo de Macedo e Sousa Caldas, sendo estes dois últimos responsáveis pelas quatro figuras alegóricas colocadas no friso do entablamento e que representam a Bondade, a Dor, o Ódio e o Amor.<br />Foi inaugurado a 7 de Março de 1920 e, em 1992, foi adquirido pelo Estado português.<br />
  4. 4. Jardim de São Lázaro<br />O Jardim de São Lázaro é o mais antigo jardim municipal da cidade do Porto, em Portugal <br />Inaugurado em 1834, o jardim, fresco e frondoso, é de concepção romântica, podendo destacar-se as imponentes tílias, o coreto e os grupos escultóricos a que não será alheia a proximidade da Escola Superior de Belas Artes do Porto. Integrada no gradeamento que o delimita a norte, encontra-se uma fonte retirada do antigo convento de São Domingos.<br />A nascente do jardim está a Biblioteca Pública Municipal do Porto e, a sul, a magnífica fachada barroca do antigo convento de São Lázaro, atribuído a Nicolau Nasoni.<br />
  5. 5. Biblioteca Pública Municipal do Porto<br />A Biblioteca Pública Municipal do Porto é uma biblioteca localizada na cidade do Porto, em Portugal.<br />Foi instituída no dia 9 de Julho de 1833, assinado nos paços reais de Porto por D. Pedro, duque de Bragança e referendado por Cândido José Xavier, ministro secretário de Estado por negócios do Reino. A criação da biblioteca teve por objectivo expressamente declarado solenizar o aniversário da cidade. O nome dado foi Real Biblioteca Públicada cidade do Porto.<br />A Biblioteca está instalada na casa que servia de Hospício dos Religiosos de Santo António de Val-da-Piedade - Convento de Santo António da Cidade -, situada na praça da Cordoaria. Os cargos seriam de nomeação da câmara, excepto o cargo de bibliotecário, cuja nomeação teria de ser feita pelo governo. Sendo que o primeiro bibliotecário foi nomeado pelo ministro Inspector, e o segundo pelo tríplice enviada pela câmara. O primeiro fundo bibliográfico do novo estabelecimento cultural foi constituído principalmente pelas livrarias dos conventos abandonados e pela do prelado da diocese, D. João de Magalhães e Avelar. É uma Biblioteca considerada, por nacionais e estrangeiros, com a mais numerosa e rica livraria particular que existia em Portugal.<br />Segundo Alexandre Herculano, ela constava de 36.000 volumes, além de 300 códices manuscritos. Devido a uma questão de herdeiros do prelado que perdurou por vários anos, o governo teve ainda que pagar uma quantia que na época era de 24.000$000reais. Os primeiros catálogos que a biblioteca possuía foram de dezasseis volumes manuscritos que naquela época prestavam excelentes serviços.<br />
  6. 6. Estação Ferroviária de Porto - São BentoA Estação de São Bento é uma estação ferroviária localizada na Praça de Almeida Garrett, na cidade do Porto, Portugal.<br />Apesar do primeiro comboio ter chegado àquele local no dia 7 de Novembro de 1896, a Estação de São Bento só foi inaugurada em 1916. O edifício - um dos mais notáveis empreendimentos artísticos que marcou o início do século XX - é do arquitecto Marques da Silva e o seu átrio está revestido com vinte mil azulejos historiados do pintor Jorge Colaço.<br />Sede da CP Urbanos do Porto, unidade de negócios da empresa Caminhos de Ferro Portugueses, responsável pela prestação do serviço urbano de transporte de passageiros na região. Actualmente faz interface com a estação de São Bento da linha D do Metro do Porto.<br />A estação ferroviária foi edificada no princípio do século XX no preciso local onde existiu o Convento de São Bento de Ave-maria que datava do século XVI. Daí o nome com que a estação foi baptizada.<br />Com a extinção das ordens religiosas, o mosteiro ficou completamente devoluto em 1892, tendo-se decidido construir no local a estação ferroviária central do Porto. A demolição dos claustros iniciou-se em 1894 e a da igreja em 1900.<br />O edifício foi construído de acordo com o projecto do arquitecto Marques da Silva e a gare foi solenemente inaugurada a 1 de Maio de 1915.<br />Os Azulejos<br />No sentido de amenizar a impressão da severa nobreza do granito utilizado na fachada majestosa do edifício, recorreu-se à tradição da azulejaria portuguesa para decorar a &quot;sala de visitas&quot; da cidade. Das diversas propostas apresentadas, foi aprovada por portaria de 24 de Novembro de 1905 a apresentada por Jorge Colaço (1868/1942), um pintor, ceramista, ilustrador e caricaturista com provas dadas no Hotel do Buçaco e na Escola Médica de Lisboa. O valor da obra estipulado em contrato foi de 20 contos de réis.<br />A recepção definitiva ocorreu a 29 de Maio de 1916. Da execução foi incumbida a Fábrica Cerâmica Lusitana em Lisboa e os trabalhos foram fixados a cal e saibro, materiais que se têm revelado pouco eficazes e que obrigam a que hoje os painéis se encontrem protegidos por telas de tecido transparente de modo a evitar a sua queda, mesmo após a conclusão das obras de construção da estação do metro.<br />Estão representadas várias cenas da história de Portugal:<br /><ul><li>.</li>

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