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Revista Job! nº 6 – Junho de 2005 - baixa resolução

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Revista Job! nº 6 – Junho de 2005 - baixa resolução

  1. 1. EÉPECIAL: l5 anos do curso _Cornúrricaçíão Social da FURB l -f Revisão , , N ; À o I _ * istribuição Gratuita s. - «O0 x f; *A M19:: entrevistar o K a v V . É e Q É , Éhàiçlll Amyr Klink í I Ética: Subliminar »Malu Mensagem porque o mercado é dinâmico. : e Ano3-N°6-. lunho : aos › A Cavalera . % Sempre há oportunidades,
  2. 2. JARAGUÁ DO SUL A BÍUMENAU ITAJAÍ *ai* BALNEÁRIÇ CAMBORlU “°“°'““““ i , z 'C ? mlndallhou p ENSEAIM DE »om-o paga» sem PamdoPonoBdo V , mamas z Ponladasaonmas PORTO BELO Amo DO SUL um Baum BRUSQUE ¡ Fontauosômchos , . ' ! macas éàoaoaoaonaa , z wmzsmassvu WOVERMEUÚ 6° PARQUE Est/ mw. Ena¡ no TABULEIRO - - - US$ 2.3 mil consumo per capita/ ano L5 mdhao de habltantes 31% das empresas de SC 1I3 do potencial de consumo de SC 28% “as” AB 1I3 do ICMS de sc
  3. 3. 9 Lider de circulação na região o 65 municípios cobertos v: Auditado pelo lVC. Em qualquer lugar do mundo, quando se fala em Santa Catarina. o que vem a mente é: 1) Belas Praias (clarol) e 2) Festas de Gutubro (como não? ). Mas, para quem não pensa só em diversão, Santa Cata- rina é conhecida também por sua Qualidade de Vida e pela força da sua Economia. E tudo isso, nesta ou em outras ordens de preferência, está concentrado na região de maior potencial de consumo do Estado: o Vale do Itajaí. Quando pensar em investimentos de mídia em Santa Catarina. não esqueça do Vale. E não esqueça do SANTA, o jornal de maior circulação nesta região. Contatos comerciais: Blumenau: 47 221 1400 Itajai: 47 348 0122 Brusque: 47 351 4069 Jaraguá do Sul: 47 275 3436 Florianópolis: 48 316 3710 Rio do Sul: 47 521 0967 wvvw. santa. rbs. com. br 92% entre os leitores habituais de jornal 63% da Classe AB numas. : - illçzlíçlÍzãirlulllàll mais; m¡«ps2gvmuzrisãlsr», a iziq; «; i;¡¡¡: v3.i: [¡l: lq'r. _lizlelrixwíiij ^ 'using; rjuzqialàlnxa: :nrmuguni
  4. 4. EDITORIAL Desafios É realmente um desafio escrever este editorial, principalmente com a responabilidade de retomar as atividades de coordenação da Job! depois de um ano com exemplares de excelentes resultados. Desañantc, também, é cscrcvêelo solitário, sem buscar referências em outros editoriais, o que, de certa forma, vai no sentido contrário das atitudes tantas vezes cobrada dos acadêmicos do sétimo semestre em diversas etapas da produção da revista. As equipes de redação e criação bem sabem a exigência e a cobrança pela busca de referências de inspiração; c todos os académicos sabem da importância do trabalho em grupo, sem o qual certamente não teriam chegado a este exemplar. Faço questão de enfatizar estes dois pontos: o trabalho em grupo e as referências. Afinal, são eles, entre outros, que me orientam e me tranquilizam, pois a solidão desaparece ao lembrar da orientação das atividades das equipes, e a falta de referências a outros editoriais foi superada graças ao suporte no conteúdo da Job! 6, enquanto atividade educacional e meio de comunicação. Prof. Hans Peder Behling O debut da Comunicação Max Gehringer Pipocando na sua tela Dica de livro Outdoors debochados: vista o seu Merchandising televisivo nos Estados Unidos O processo de avaliação do Plano de Comunicação Integrada de Marketing Eloy Simões Eu, testemunha EXPEDIENTE A edição número 6 da Revista Job! é uma publicação criada pelos alunos da 7" fase (2005/ l) do Curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda da Furb, e faz parte da disciplina Planejamento Gráfico. COORDENADOR DO CURSO Clóvis Reis PROFESSOR DE PLANEJAMENTO GRÁFICO COORDENADOR DA REVISTA JOB! Hans Peder Behling COMERCIAL * Ana Luiza Amorim * Andresa Leal * * Célio Martins Jr * Denner Garcia * * Gracila Lopes * Juliana Bonolotti * * Michaela Brandt * Regina Vargas * * Soiane Rodrigues * CRIAÇÃO * Alex Dolzan * Andre' Gonçalves * * Daniel Romão * Emanuele Regalin * * Femanda Engel * Flávia Vanelli * Gabrielle Marchetti * * Joyce Affmann * Ligia Rodrigues * Marlon Tomio * FOTOGRAFIA * Jonatas de Faveri * PLANEJAMENTO * Alexandre Amorim * Dermer Garcia * Gracila Lopes * * Michaela Brandt * Naianede Marchi * Paola de Borba * * Paula Godoy '* Regina Vargas * REDAÇÃO * Alexandre Amorim * Célio Martins Jr. ?Lidia F alchetti * * Paulo Ilha * Tereza dc Moura * Tharcyla Garcia * * Willian Rodrigues * DIAGRAMAÇÃO *Fernanda Engel* IMPRESSÃO Impressora Mayer Ltda. TIRAGEM 2.000 exemplares DISTRIBUIÇÃO Santa Catarina (mailing nacional l área da comunicação) CRÍTICAS / SUGESTÕES / ANÚNCIOS revistajob@furb. br wwwfurbbr/ revistajob V 'l-«cI/ Ã_ , i FURB J
  5. 5. Personagens que se ! destacam lLUSTRAÇÃO l AN! _exçÀo wvviN. bellistudilo. c'om. br (47) 3:29 9255 Rua Frei Estanislau Schaette, 526 3° andar - Asilo --” Blumenau - SC - CEP 89037-000 - atendimentorQbeIIistuditLcoh-r: b: _. :.. -- - . ..›. a.. ... .'›~-
  6. 6. ESPECIAL › J s d ú v í d a s eram muitas, e as expectativas em relação ao curso também. As pesquisas feitas junto à comunidade e pré-vestibulandos indicavam jornalismo como primeira opção, porém, por estar sendo implantado em Itajai, a Furb acabou optando pela segunda opção das pesquisas. b_ Não só por ser o primeiro curso de Comunicação Social do Estado de Santa Catarina, mas por se tratar de um ramo no . . “qual os profissionais eram restritos, o l 'receio dos idealizadores Anamaria Kovács, Yolanda Tridapalli e José Geraldo "üPfau era de que não houvessem ' professores com habilitação e qualidade “para ministrar as matérias e dar a formação necessária para os acadêmicos iniciantes. As expectativas eram boas e importantes para queyJ as idéias saíssem do papel, porque, ,se dependesse do receio de diversos profissionais do mercado, não sairia curso¡ algum de Publicidade e Propaganda, pois alguns alegavam que não teriaáêlugar no mercado para esses ñituros formandos atuarem na área. Mas tudo mudou, graças à ousadia e insistência de¡ professores e profissionais * , que viam a necessidade do curso. Assim, "daí as expectativas foram se revertendo * " em 1991, inicia o curso de Comunicação *~-L~§ocial habilitação em Publicidade e Propaganda, o primeiro do Estado. A partir para positivas, com um grande respaldo dos mestres, mestrandos, doutores e todo o corpo docente do curso, que começou a passar uma imagem positiva para os que olhavam para a universidade e o nosso mercado publicitário. Dali sairiam profissionais que, com certeza, teriam possibilidades de atuar neste mercado. A elaboração da grade curricular foi feita com base na grade de outros 11 cursos de todo país, além das disciplinas básicas exigidas pelo MEC, passando por várias mudanças que acompanharam a evolução do mercado e das novas tecnologias. As dificuldades não foram apenas essas. Logicamente haveria maiores desconfortos, além das dúvidas. A falta de profissionais qualificados para ministrar as disciplinas acabou tornando-se uma realidade e uma das possibilidades cogitadas na época seria a de realizar um curso de pós-graduação, pois, ao mesmo tempo que habilitaria professores, estaria também atendendo uma necessidade do próprio mercado. No inicio dos anos 90, mesmo com um mercado restrito, onde um pequeno número de agências obsorvía um grande número de publicitários, muitos não possuíam uma graduação. A expectativa da abertura de um curso de Publicidade e Propaganda era grande por parte dos futuros acadêmicos que ambicionavam esta profissão. No primeiro vestibular, os resultados já foram surpreendentes, sendo o sexto curso mais procurado na Furb. Muitos nem sabiam direito o que era o curso e o desconhecido meio publicitário, mas, esperançosos e instigados a descobrir o novo, gerou-se um expectativa no Estado, dando credibilidade ao primeiro curso de Publicidade e Propaganda de Santa Catarina. As primeiras turmas resistiram com bravura às faltas e esperas, tendo uma participação ativa, diariamente se envolvendo na luta por melhorias e qualidade de ensino.
  7. 7. _w uavuzvíoyâauxmsñauvããúx? ? . .yãrinxíaotsñuãñknêzãdiktms¡ . 221.. .!. .. ¡. ..2É«. .i, ¡à<í, . .à . .ui fix wc. . _ a. N . _
  8. 8. Desta primeira turma, formaram-se 31 alunos e, eml995,ocurso da Furb apresentou ao mercado sua primeira turma de publicitários, que, espalhados pelo Estado, em sua maioria permanecem com sucesso atuantes no meio. Logo após a primeira turma formada, veio o reconhecimento do MEC. Como em todos os projetos, muitas idéias ficaram no papel ou adonnecidas rio meio do caminho. Mas, felizmente, as dúvidas iniciais estão sendo enfrentadas e apresentadas as soluções ao mercado catarinense ao longo desses 15 anos. E, para os futuros comunicólogos, agora lhes cabe continuar a história. De/ p0Éf1e/ h+0- Anamaria kom): (jornalréra, area-rom, poex+fíá'a aoardanaáom alo eua-fa LcHc @Kira l°l°ll a HW? ) “A coordenação do Curso de Publicidade e Propaganda, desde a sua fimdação até o sexto ano de › funcionamento, significou o maior desafio da minha vida acadêmica. Pude contar com o apoio valioso do reitor da Furb, prof. Celso Mário Zipf, da professora Yolanda Soares Tridapalli e do professor Vítor Bazzanella, que dirigiram sucessivamente o CCHC até que me aposentei, e de Roberto Bemhard Disse, que se empenhou comigo nas batalhas por verbas para a construção dos laboratórios. No entanto, não sendo publicitária, mas jomalista, faltaram-me o conhecimento teórico e a experiência prática para dirigir o curso mais eficientemente. Ao final, restou a sensação de vitória, não pela implantação do curso, mas pela perseverança em continuar até o fim, apesar das frustrações e das crises de nervos. .." _i ÂW-Áñãrfá_ no.5,; vrm da: ralaalrzadorú: da «Au-ro _ruim er" m. u: m_ , _
  9. 9. DQPOÍMar-riü Sfdnaf Spapkárrt a . ..a da ¡srímzyfra +vrMA da PP, - : ip/ Márkarifhj) “Nós estamos vivendo uma época na qual o profissional de comunicação se encaixa perfeitamente. Vivemos numa época em que as pessoas estão mudando sua vida. Qs _anos em que estamos vivendo vão mudar o jeito com que as pessoas estão acostumadas a viver. Saindo de um modo de vida notadamente industrial onde horários e salário são importantes para uma outra vida. O ser humano não terá mais horário de chegada e de saida. Esse horário é ele quem vai fazer. O salário vai depender dele e não de uma convenção trabalhista feita por um sindicato. Não que os sindicatos não sejam bons. Eles têm a sua importância. Mas não será mais o padrão. O profissional será valorizado pela sua maneira de contribuir para o mundo. É nesse âmbito que os profissionais de comunicação estão totalmente “encaixados”. Nós somos os profissionais para fazermos as pessoas mais felizes, através de uma comunicação bem planejada, bem estruturada. " DaParMan-io do 70:5 áaráldo L . .o/ rg ? fm v “Um dia eu coloquei no jornal que o mercado publicitário estava bom em Blumenau, mas faltava um curso de graduação. Tinha gente que achava um absurdo, pois, aumentando a qualificação dos profissionais com a graduação, os salários teriam que aumentar. ” "A propaganda é 20% agência e 80% cliente. E muita gente só quer saber da parte da agência. Há tempos atrás, você sentava com o cliente e ele não entendia de propaganda. E agora, com o curso de publicidade, o filho desse cliente vai fazer a graduação e daqui a pouco é ele que vai estar sentado do outro lado. da mesa. ” Por Lídia E. Falchetti, Ludmila R. Karider e William F. Rodrigues (E) guffiiftttlíiírtoi ti tramitam QOÊÍiQ) mmmmwmmt C immmnmm @www r g e Wtatarta' , &agjidía M? ? '› p. sgsttratids ~ FUÊE
  10. 10. í* I'III_IIIII_I "E f* FALANDO NISSO e -. ... ... ... ..unun-un. ..-. ... .-. ... ... ... u. Em todos os cantpos, da música à inserções em filmes, embalagens e publicidade, a nzensagem subliminar age sobre nossos cinco sentidos e se faz presente na vida de todas as pessoas. o falarmos sobre mensagem subliminar, não há quem não se lembre do experimento da empresa Coca-Cola, no qual James Vicary teria inserido durante a projeção de um filme as frases "Drink Coke" e "Eat Popcorn", e assim aumentado a venda das mesmas às portas de saída do cinema. Sem que ninguém se lembre ou se importe com o fato de o próprio autor tê-lo dcsmentido, este exemplo continua sendo usado por todos os que vendem o poder das mensagens subliminares. Mas como o uso dessas mensagens interfere na vida das pessoas de forma a modificar preferências, hábitos alimentares e dc consumo? O uso de subliminares não se restringe apenas às imagens de um filme ou fotos. Pode agir em qualquer um dos nossos cinco sentidos. Pode ser um som, um aroma, um sabor ou uma textura. Todos eles estão presentes na vida das pessoas, só que de uma maneira natural. No cinema, faz com que as pessoas tenham suas emoções manipuladas de acordo com um conjunto visual e sonoro, como ocorreu no filme O Exorcista, em que existem na trilha sonora, subliminarmente, sons de porcos sendo mortos, casais fazendo sexo, cachorros uivando, gatos no cio, entre OUÍIOS. Esses sons não podem ser percebidos, por estarem em uma freqüência sonora que os ouvidos humanos não captam, somente o cérebro assimila c transmite reações para o corpo. Outros elementos ajudam na "criação" de subliminares, como enquadramentos, pontuações, movimentações de câmera etc. Quem nunca ficou com vontade de comer alguma coisa ao ouvir uma música ou sentir um cheiro qualquer? Ou então ao sentir um tipo de aroma lembrou de alguém especial? Essas são associações subliminares “sinestésicas”, que estão associadas aos nossos cinco sentidos. Fato incontestável é que a mensagem subliminar existe, podendo até ser inofensiva, o que vai depender sempre é de como, onde e por que é usada. O professor Flavio Mário Calazans, autor do livro "Propaganda Subliminar Multimídia", considera até o merchandising das novelas, aquele em' que um personagem bebe uma cerveja com o rótulo "casualmente" voltado para câmera, como mensagem subliminar (ora, se o merchandising está sendo visto não é subliminar! ) . FIHI/ IIMIJEIUZ Professor Calazans classifica ainda como mensagens subliminares o tom voz e os trcjeitos usados pelos atores de novela, as cores da rede de lanchonetes Mac Donald's, etc. Porém, nada disso é classificado como subliminar na literatura cientifica, nem na área da psicologia nem mesmo na publicidade. Há um tempo, muitos publicitários sequer sabiam o que era o subliminar, e os que sabiam tinham apenas uma idéia vaga sobre ele. Hoje em dia, essa realidade mudou, e esses profissionais estão mais conscientes, apesar de não ser uma prática da indústria brasileira, e sim da americana. Os Estados Unidos já reconhecem a existência do subliminar e criaram um código de ética que proibe o uso de mensagens subliminares em propagandas de bebidas e cigarros. No Brasil, não existe ainda nenhuma legislação quanto a isso. Na verdade, nem se reconhece a existência de mensagens subliminares. O escritor Maicon Tenfen afirma que geralmente essas mensagens trabalham com icones ligados ao sexo ou à morte, porque são os dois principais tabus do ocidente e nós, seres humanos, temos uma dificuldade muito grande de lidar com esses temas.
  11. 11. Muito mais do que a morte e o sexo, em sua forma natural, existem graus mais elevados de tabus, como o homossexualismo c o suicídio. Estes são ícones que, quando comunicados ao inconsciente, causariam _ sensações primitivas muito próximas daquilo que eramos no começo da nossa história de civilização. Considerando que no inconsciente não existe o certo e o errado, essas sensações, que podem ser consideradas “agradáveis”, seriam causadas justamente pelo toque desses tabus e, em algum momento, quando passadas para o consciente, essas sensações ocasionariam a compra de um determinado produto. Apesar do escritor não acreditar que a mensagem subliminar influencie a tal ponto que leve a pessoa a efetivar uma compra, ele acredita que o subliminar pode ser mais eficiente em produtos culturais como livros, filmes e músicas, porque envolve sensações. E como as crianças seriam influenciadas pelos elementos subliminares existentes em filmes da Disney, por exemplo, considerando que elas ainda não conhecem tabus como sexo e morte? Tenfen acredita que esses elementos influenciam as crianças através das sensações. Êor mais que elas não conheçam esses tabus, eles são arquétipos e já estão inseridos na memória do mundo. Inclusive os primeiros contatos da criança com o mundo são ligados à sexualidade, e esses icones causariam certas sensações primitivas nas crianças que seriam muito agradáveis. Antigamente, o que acontecia eram desenhos como “Branca de Neve”, usando mensagens subliminares até bem grosseiras, e hoje em dia foram reedítados, cortando muitos desses elementos subliminares, para lançamento em VHS e DVD. As novas tecnologias permitem o uso de algumas técnicas caseiras, como pausar e deixar em “slow motion”, possibilitando a identificação, até mesmo em pequenos frames, de tais elementos. ll lISH Mñl-lNllNlllllNllllll llHS MENSHEENS SUBlIMlNHHES lSlll MllllHNllll PHHH UM lllllMlllll MHIS r [Sllllllll l lIHlHllVH. Esses frames, com elementos subliminares, hoje em dia estão muito sutis, aparecendo através do som, da associação de imagens, de certos elementos simbólicos nas cenas. E mais: alguns autores acreditam que uso mal-intencionado das mensagens subliminares está mudando para um formato mais estético e criativo. Vale lembrar que subliminar não é subentendido, mas sim o que não é visto conscientemente. Se viu, mesmo que seja pelas entrelinhas, deixou de ser subliminar. Estímulos sensoriais fora do alcance dos sentidos, como um som fraco demais para ser captado pelo ouvido ou ininteligivel como uma mensagem reversa, ou uma imagem rápida demais que não possa ser captada pelo olho, não causam absolutamente nenhum efeito em quem está sujeito a eles'. Não há ainda hoje alguma evidência científica de que alguém possa ser persuadido por uma mensagem subliminar a iniciar uma ação complexa, como consumir um determinado produto.
  12. 12. - IIIlIl-I AX G E H RI NG E R ii , . Sempre ha oportunidades, orque o mercado é dinâmico por Célio Martins Júnior l l urante sua visita a Blumenau a revista @JOB tcve o prazer de bater um papo descontraído sobre empreendedorismo, planejamento e outros assuntos atuais. l, NME uc/ zu que o brasileira é erripruundedur? O brasileiro é empreendedor mais por necessidade do que por vocação. No Brasil, não existe uma estrutura - nem acadêmica, nem govemamental - que incentive o surgimento e o desenvolvimento de novos empreendedores. Quem decide scr, vai na raça mesmo. 2. Temos um índice nn Brasi¡ que nm' imprevsiziiiri mui/ o: 609v? das eirzpizavas fecham em menos' de 2 amos de _/ ÍIHCÍDIILIHIÚHÍIL Qual . seria 0 fiimr principal des/ e índice für¡ elevada m) Brasil? Seria u fLÍÍ/ (I de ¡Jluiie/ 'zlmcnlo ('. 'fl'rlítígllt'(l Í) Há duas maneiras de encarar esse dado estatístico. A primeira, e mais comum, e' a da catástrofe. E a segunda, considerando-se a falta de incentivo e dc apoio aos pequenos empreendedores, é a da admiração. Como é que esses 40% conseguiram? Por outro llll ¡T! dos aio da res . a atuou de fazer. Eu conheço muita gente - eu grandes incluído - que não consegue se orientar aChÍp _ por objetivos pessoais colocados no 0 r , . e coutras. E papel. A regra e simples: quem se sente "Su/ for bem fazendo, deve fazer. Quem não se M3950 sente bem, deve seguir seus instintos. 0, em . Opa/ a 5. l/ izcé : ic/ ni que o : retirar/ rings lia/ e Ú um °'" dos dm' ¡nmrm riu/ ix impnrlri/ iltzs' pura uma ão ("u/ 'Izdrrz hum . vilrtm/ it/ a.” além AME e A rede de relacionamentos é responsável de 1999 por cerca de 80% das vagas preenchidas lado, pouca gente sabe qual é o indice de fechamento de pequenas empresas no hemisfério Norte. surpreendentemente, ele e' quase igual ao nosso. E lá, como aqui, o principal problema é a falta de um plano de negócios. As pessoas avaliam o potencial da futura empresa mais na base do entusiasmo do que da técnica. 3. Defina o que não pütfcfdÍltll' em um p/ u/ie/ Lrmeiirn (asrrtilégirv) bem _feira e dentro de qzlanm tempo (I pzmrfíumenm aslralégico (leite . re/ j/eizr¡ Í” O plano estratégico e' apenas uma direção. Funciona mais ou menos como o planejamento de uma viagem de automóvel para um lugar onde nunca estivemos antes. Podemos traçar o roteiro c calcular o tempo e os gastos. Mas, pelo caminho, sempre vão surgir obstáculos inesperados. Um trecho de estrada que não existe, uma falhano automóvel. Planos estratégicos de empresas são feitos para serem mudados, porque fora da empresa 0 mundo muda muito rapidamente. 4. _Í, )t”l'L? ll11). ' ; Ilantg/ zrl* m*nmegiruniurile nm' m VÍLÍII ; Icsvou/ I” Há quem faça isso, e há quem seja incapaz no mercado de trabalho. E um currículo, por não mais que meio por cento. Ter um bom curriculo e' bom, mas conhecer a pessoa certa é essencial. “Ter um bom curriculo é bom, mas conhecer a pessoa certa e essencial” ó. l bué já deve ler paniciprirlz¡ : ly u/ gunzcis' czmrv, ›¡'ré›7vizi$ para a EXPO/ ht¡ t/ e uma rigeizcia de pulilieirlude. Quais' os futuras tlylernzinttnlrav levadas' em r1›¡z. s'izleraçtír7 nu / wru du meo/ luz? Bash¡ IC! ” c/ 'ialiríc/ Litlçri' Não. Criatividade ganha prêmios, mas não necessariamente ajuda a vender o produto. que é o principal objetivo da empresa. Quando eu trabalhava na Elma Chips e nós lançamos no Brasil a batata Ruffles, descobrimos que o principal desafio era fazer com que os brasileiros pronunciassem corretamente o nome do produto. E a solução foi muito pouco criativa: num comercial de 30 segundos, a palavra Rufñcs era repetida 17 vezes. Mas funcionou maravilhosamente bem: a repetição fez com que a marca *mudasse* na mente dos consumidores. Era tudo o que nós queriamos. 7. . ls ugéiiriiizs de _m/ /i/ iuírlzidtr (ÍCITIH
  13. 13. 'L. <. -4- ri' _. _:_: _-= ; / uii'ziztipai' ; lo p/ a/ujuniunir)_jun/ o com 11a' Fllijlfcíl uy. " Deveriam, mas não no sentido de orientar o planejamento ou de tentar inñuir nele, mas no sentido de entender os pontos fortes e as necessidades da empresa. Isso tornaria qualquer brieñng muito mais fácil. i5'. Qual E' tl nulioi' m/ /m dm' (Lg/ áudio ill* ¡julrlividazle com seus Clic/ Hai Í' A falta de sintonia entre os objetivos da empresa e a percepção do consumidor. Um exemplo positivo é a propaganda das Casas Bahia, um primor de execução. Os comerciais vão direto ao ponto: produtos mais baratos e prazos compatíveis com o bolso do consumidor. Foi isso que a agência ouviu, e é só isso que está nos anúncios. Por outro lado, veja os comerciais dos bancos: eles criam agências imaginárias, que não se parecem em nada com as agências que conhecemos na prática. Nos comerciais, o gerente está sempre sorrindo, os atendentes estão sempre felizes e nunca há filas. Quantas pesssoas que nós conhecemos trocaram de banco por causa desses anúncios? Eu não conheço nenhuma. 9. Qual tjllSt' de . 'l(('(', ,V. SY7, ele crlgttlnz¡ @mp/ tara ou produto, você acha _zie/ jeiírz? Por qué? O do mico, dos tubos e conexões Tigre. Qualquer pessoa normal que já tenha construído ou reformado uma casa se apavora só de pensar em discutir com o empreiteiro que marca de material de construção usar. E o grande medo é o de comprar o material errado, que vai dar problema alguns meses depois. Raríssimas pessoas conseguem dizer uma marca de fechadura, ou de tomeira, ou de um caixilho. Mas não há quem não se lembre da Tigre e do mico. l U. !ocê irc/ za que ar , grandes uinpreszix' avião . se alvrimlo para_ jovens [IllÍ)ÍÍ('Í/ (lI'Í0.v Ira/ vallzuren¡ ilcnlro : la empresa. ou mu¡ CIC/ IG' que o únIl)ilr›_z›tzlilit^iliirir› gira apenas em torno de agúiivium' e produtoras? A área de Marketing de qualquer empresa normalmente causa uma certa frustração em um recém-contratado. O jovem chega cheio de idéias, e aí descobre que vai passar a maior parte de seu tempo produzindo planilhas e relatórios, e analisando dados estatísticos. Marketing, ao contrário do que se imagina, e' uma área operacional, e não uma central de criatividade. Quem realmente quer seguir no rumo da criação deve optar por uma agência. ll_ [lo/ ü t MIN? ) . si/ _ucrion _pox-_gi'ai/ urzçãr; t' até . ll/ il _noi/ um min . var mai: tlilàvzviuias' m¡ tulilviziizlt* l! lIIU/7i'. '. (Jtl. O z/ uvpnrlcrnox' ! Cr tmn/ z um for/ C cli/ c/'Ulrciul lui/ e.” O networking, como foi dito anteriormente. Cursos que eram grandes diferenciais há 20 anos hoje são genéricos. “Ter faculdade” é vital, claro, mas já não diferencia muito hoje em dia. E, na medida em que todos os candidatos a uma vaga possuem qualificações acadêmicas semelhantes, o que vai desequibrar a balança é uma referência ou uma indicação de alguém que já esteja trabalhando na empresa. ll 0.x' nügoriois' Uslrio mais t'()llt'f7l'l'ltlll. ' para os ('IH[)I'('('II(JLYÍUFUÁ' ou . vu/ ;girazn mais' oportunizluc/ cxl” Sempre há oportunidades, porque o mercado é dinâmico. Há l5 anos, existiam apenas quatro marcas de achocolatados no Brasil. Hoje, existem perto de cinquenta. O Nescau tinha quase 70% do mercado, hoje tem pouco mais de 30%. O mesmo fenômeno de expansão e de redivisão do mercado aconteceu com iogurtes e refrigerantes. E quem criou essa nova situação foram exatamente os empreendedores que viram as brechas e souberam aproveita-las. 13. 0 que _fazer para _fugir da umzcorrâilciziÍ” A concorrência é a praga mais antiga do mundo comercial, porque nenhum negócio que é bom, é bom para um só. Tirando os monopólios estatais, não há nenhum setor em que não exista concorrência. O que faz com que uma empresa comece a perder terreno para a concorrência é a soberba. Aquela coisa de achar, mais na base da reação emocional, que os concorrentes são piores, ou são burros, ou são desonestos. Empresas que respeitam os concorrentes sempre se dão bem. Empresas que menosprezam os concorrentes sempre acabam pagando caro. [-1. lkÍI/ ÍÍOÁ' clizun¡ que lia/ e a principal ('t¡Il(, '(1I7'ÉIl('ÍLl ami entre quem ; Joga C quem . vonegz/ o. ? lnzposvox. você FUHCDIYÍIY com ixzro Í' Essa é a diferença entre os bons e os maus concorrentes. Mas nos países do primeiro mundo, onde todos pagam impostos, a concorrência também e' feroz. Logo, atribuir o sucesso de um concorrente apenas a uma possível sonegação significa fechar o olho para as coisas positivas que o concorrente possa estar fazendo. ! Í Por que chegamos a um ponlo ande . var hmuarlo, ¡iugczndo for/ ox os' ¡m_no. 'ro. w, o , ter uma ptarLrozt ¡zoum inraligciuu w nmtim (lt: .rurprcxytz para alguns f) A carga de impostos no Brasil é brutal, a fiscalização é falha, o subomo é possivel e a prisão dos sonegadores é quase uma miragem. Por isso, quem paga impostos acaba sendo visto como "pouco esperto”. Esse e' um mal endêmica, mas, dia mais, dia menos, a situação irá mudar. E, quando l ela mudar, os menos espertos acabarão sendo beneficiados. . .__. ._. ____. __. _.. .. “Pensem seriamente na possibilidade de abrir um - negócio próprio. ” ló, [ocê COHCU/ 'du (um a _ÍlYISUI “Onde há uma necessidade há uma opo/ 'tz/ nic/ (Ic/ L' "i7 Concordo, e vou mais longe: mesmo onde não há uma necessidadeftambém há uma opommidade. Quem se arriscaria a afirmar, em 1990, que os telefones celulares eram uma necessidade? i7. Para _ñnulizarmosz goxrrzrianios' (le um conselho para os _jovens que ras/ ão Começando sua vida png/ ilrsioiial_ Pensem seriamente na possibilidade de abrir um negócio próprio. Para cada 10 jovens bem preparados que entram no mercado de trabalho, há apenas três vagas para jovens bem preparados. Portanto, sete vão sobrar, ou vão ter que se contentar com um emprego muito abaixo de sua formação acadêmica. Como não há, enão e haverá, vagas para todo mundo, o melhor é entender a situação, ao invés de reclamar dela, e encontrar o próprio caminho. O mais cedo possível. Agradecimentos: FADEL CURSOS wwwfadelcursoscombr 'n .
  14. 14. l , lili ill l l ill E-GALO I; 3 “ihlw *íwnan¡nn: n:nnnu¡nn: n:nnnznnnnuunn-uunnnc-n¡ sort hunter Eirplur is abe quando você está no meio dãquela pesquisa interessantíssima sobre o periodo de gestação dos elefantes indianos e, de repente, salta que nem pipoca uma janelinha na sua tela com alguma propaganda de aparelho de ginástica ou viagra? Os famosos pop-ups! A sua reação imediata, claro, é fechar aquela janela. Afinal, o POP não poupa ninguém. Mas o negócio e' que essas tais janelinhas podem ser deveras interessantes. Principalmente para o anunciante. Basta o consumidor V' acessar 'uma página inicial de qualquer site que, pronto, lá está ela saltítando pra frente do seu monitor. Apesar de muita gente achar mais incômodo que cadeira de gine- JQB! n° cologista, os pop-ups podem trazer um grande ' retorno para o anunciante. ÉKQZB! ” @me gritar: reitor* para o , a 7g? sy bÍ/ bdÉ/ Êâõo Sabendo anunciar nos sites onde o seu público-alvo irá acessar e sabendo utilizar de uma maneira diferenciada da pro-paganda, é bastante provável que se consiga chamar a atenção do consumidor em potencial. Os pop-ups não só possuem um grande impacto visual como também são ideais para o lançamento de novos produtos e serviços. Com um grande índice de visitas, essas janelinhas podem ser uma boa opção para quem quer usar a publicidade na intemet. Olhando por um outro lado, é importante tomar cuidado ao usar tal ferramenta. Além de muitos sites oferecem gratuitamente, softwares para bloquear os pop-up (os- chamados pop-up killers) ocul- tando uma parcela considerávelídeí. possíveis consumidores, a entidqdej responsável pela criação de normas acerca da publicidade on-line, Internet Advertising Bureau (IAB), sugere que cada usuário não deve ser sujeito a mais que um pop-up por cada site visitado. E preciso evitar que a navegação na web se torne , uma experiência desgastante. Afinal, ninguém quer ficar com lesão por esforço repetitivo de tanto fechar as tais janelinhas. Pra tudo tem limite. Por Tharcyla M. Garcia
  15. 15. Ám V É riwlláí: IlianeIIrls: rua¡UIunun! Illuzncnslunnnnnuunnn Vito A M0 . Í Ú 3 Í No últlnlo dia 7 de abril, esteve em Blumenau o navegador Amyr K Ele ministrou uma palestra no Teatro Carlos Gomes, onde enfocou detalhes de sua vida e de suas expedições, principalmente àAntártida. Entre os assuntos tratados, ressaltou que, quando estamos desprovidos das facilidades, é que Vemos a quantidade de recursos que existem. Também comentou sobre o fato de o indice de aproveitamento de conhecimento ter diminuído em relação aos anos passados, _ pois a tecnologia aumentou muito mais do que a capacidade humana em absorver i brniações. Alertou ainda que os 'grandes perigos estão nas pequenas falhas, «~ V Nos (Íizzs descuidos do cotidiano, que a gente »comete sem perceber e que resultam nos / . __ ~ ¡¡_, _,, ,¡, _ M. ,- tenh maiores problemas. ARevista Job! aproveitou apassagem por aqui deste grande 'i ' 'i ' ¡iativu já › , ' o uma a s l a s' a « n¡ . , relaçao turlzavuta um . . . . . . , . muito dificil * s_ »tem _ qmsrto Iursrco. . . ' , . , o suporte das viagens, porque. _ Viab quepartrz) vaca . ' * , ~~ g; ~ _ , s . . . viagens que demandam anos-a de -¡~ d l a “Amniirthuh, re ara ão A "aioria em resas 1 Iza (II) . vufíCizI/ itt' para p p ç ' ' . ,w . p. r omeus - . . . _j ios saoiamediatistas, . , se'Lianãim. iàiõjemws' uerem re tado ' uofem botar a projetos e i' z b* , . . q ; ” q V d i. essa atividade de palestras. Eu Nao asta so ser criativo. esta dos coita os, e eu queromelivrardelas! 'aê Suécia, talvez, 'ia * p o Estado se encarrega do Y éiagiento, da realização das sil 'idéias cri tivas. O Brasil te: ; que e Vyicriativo, você tem que ser “N, onjpreâyààhte, você* tem que ser _i Âcqiio'. icamente bem sucedido, vo v" i ' i tem quê, passar por agruras de todoà tipo. Infelísmente, tem muita gente criativa hoje, em diversos setores, principalmente no setor acadêmico, ' a sua competência, que não receberá . Éapoio tão cedo. Ao mesmo tempo, a gente tem exceções, onde pessoas “' criativas estão fazendo coisas , excepcionais. es, JOB! Hicê Cmlfll com parceiirii; fortes. A Eurbraca, pru' exemplo, lhe _fornece ií/ zclrzitiivt' um [iütü/ IÍL' rqfrigclrarloi' para o veleiro. Cantu é o seu ¡Dlailefiüillüllfo cont relação aos' patrociurrzlorrhs? Quais são os bvrseíívíos' que você e essas empresas' recebeuz? É , tivídade pura é suficiente, i uma, ea idade , Éferentez você tem que ainda não pôde mostrar na prática ~ ofsticas muito elaç o a consumo de › gi-_uém def: rfiuita atenção pra isso e a ente, descõjbriu há uns anos atrás que estavam fabricando compressores com nina Ígbcnêlogia nova que mudava muito do produto. Aqui a gente tem mania-de comprar uma geladeira na loja pelo preço que a Casas Bahia colocou. E esse preço não é verdadeiro, o preço de uma geladeira não é quanto está escrito, o preço é o custo dela depois de 2 anos de uso, quanto ela consome. Então, a gente comeêou a namorar uma relação ligada a essa. tecnologia. Eles não viabilizam os nossos projetos, há anos em que eles têm um pouco mais de recursos e eles participam) mais, outros anos menos, mas eu sempre vou carregar a bandeira deles. Nós temos uma ligação muito mais do que comercial e essa relação, quando envolve tecnologia, quando envolve a dedicação das pessoas, é muito produtiva. Então, a gente traz problemas complicados pra eles. Na verdade, o que 'F . IOB/ Nu ¡2:: blic¡d¡r(! c. ¡zrecixzuaros enxergar as ¡)rm'›¡'e: ur¡, s e 0¡¡(: ¡'. *u: i¡z! (:1!es. Contra? plr1¡: cjj(ulvr. você cn. rcr_qo: i algum fipr: de apurrzuiizlcule que t¡ levou ç; ¡twfizur essas experlíçríes. 0' que ÍKVUI! você u "encarar" 053w' lipo de (I1'('I3fl¡_i"[! 7 Sempre se fcultua muito a oportunidade. Eu não sou um oportunista. Quenq aproveita as oportunidades é um oportunista. E claro que eu tive chance de fazer coisas que, por um acaso, alguém não tinha feito antes. Mas, primeiro, eu não sou caçador de recordes; segundo, eu sto das via s pelo desafio, não contra a “tureza, mas _ o* esaño de saber tirar partido dos i. R$35, das dificuldades naturais. 13,11 ggs i V muito do desafio técnico também, de @gb - izar iâéias que, às vezes, grandes invêzi/ itores a maioria dos engenheiros idiotas ? não conseguem' viabilizar por estreitezas _de pensamento. E, por último, eu gosto do desafio humano, de juntar essas pessoas. Entre os engenheiros idiotas há' caras geniais, entre os não engenheiros há engenheiros de verdade e, entre os engenheiros, há gênios de planejamento. Então": o Brasil tem muito dessa diversidade de competência E, no e
  16. 16. eu f aç o , c o m o n ã o tem dinheiro, tem pouco Conhecimento, tem pouca tradição, irão têm nenhum estímulo, esse conjunto_ de desafios é apaixonante. Quer dizer, as pessoas com quem eu trabalho são todas envolvidas até o pescoço e é issoque me motiva muito mais do que o senso de oportunidade í “Nós temos uma facilidade natural nessa área (comunicação) mas eu aclfo que a gente tem que sair do comodismo e achar que há oportunidade a tal segmento e se dedicar de corpo e alma. Eu se¡ que a dedicação, o empenho, é o que permite o diferencial. " ' JOB! Nu rantuliicação, comrideranzus que utilizar a propaganda e' investinzerztr¡ e não custo ou gusto. .Yubentos que, em tempos de crise. as empresas' procura/ n reduzir custos e, Illlrlnllilílfllfc', o primeiro corte é feira na propaganda. 0 que você achu das empresas que tomam esse tipo de decisão? Isso é uma reação, de certo modo, compreensível, mas não de bom senso, porque a propaganda é uma semente' que gera frutos, mas nem sempre em curto prazo. E construir uma estratégia de longo prazo nem sempre é a primeira altemativa que as ernp r e s a s procuram. Então, nos momentos de crise, isso e' comum mesmo. O resultado é mais lento, nem sempre dá um beneficio tangivel, mas é condenável essa atitude. sem dúvida. IOB! () n; .› * n Social Imbilituahv 'r P: : “H/ HÍE e P¡-n¡›¡¡_eu:1z/ a co. . 7 "tu as' (le existência em Film: (kr. .sent/ o que a FURB foi . -1 «rider/ e pionez; u: Você e' um . ar rsn, 'Ientm da . um (dividiu/ LI. 0 qu' 5 ; zic jlijieil: dar inicio a uma iiiéirz. . em l u .7-/11 uu : :tante-la no auge? Eu acho que dar início não é dificil, porque é um processo caótico, é um processo de construir um projeto, é fantástico sai fogo pelos olhos, você não consegue dormir, pensando. Desenvolver é muito dificil. Mas, manter um processo caminhando, nas condições em que a gente vive, é muito dificil. Mais do que o senso de oportimidade, a dedicação, o empenho verdadeiro e a curiosidade são ingredientes importantes a isso. Então, nem sempre o bom senso deve ser a ferramenta: se eu estivesse pronto pra fazer um projeto de US$ 6 milhões e eu não tivesse dinheiro para trocar os pneus do carro, então não seria uma proposta de bom senso me lançar nesses projetos, sem volta e envolvendo terceiros. Mas a gente faz isso com tanta dedicação, que se tornou visível aoutros parceiros e assim a gente acabou construindo uma espécie de “roda". Infelizmente, há um senso de oportunidade quando a gente percebe que tem muitas pessoas que se acomodam às suas funções, e esse é um problema trabalhista no Brasil, onde as pessoas estão sentadas defendendo seus direitos que não existirão logo mais. Aí, s i m , a dedicação o empenho, a vibração vão ser muito mais valorizados. JOB! Para _fina/ Ícar, _ensturirt/ Izu» que v o L' (7 rleivassr' 1mm mensagen¡ de incentivo ou u m u fr u s e marcante para 1V -dos aqueles que . , «tão envolvidos' e e mp e n l¡ u (Í n s e m (I e . s e n v a i l' e r a c¡ *nnicaçñn em Sama Catarina. Faça uma linda poesia! Pinte uma obra maravilhosa! É dificil de dar uma frase de incentivo. Mas a área de comunicação é uma área muito importante num país que nem o nosso. Nós temos uma facilidade natural nessa área por diversas razões históricas c culturais. Mas eu acho que a gente tem que sair do comodismo “ e achar que há oportunidade a tal segmento e se dedicar de corpo e alma. Eu sei que a dedicação, o empenho, é o que permite o diferencial. O trabalho é o que permite fazer com que as iniciativas dêem certo. Eu visitei uma empresa do segmento de comunicação que é extremamente improvisada, pouco profissional, e é gratificante a gente ver como o Brasil está construindo competência em áreas dificeis. Então a mensagem é: se for o que você gosta de fazer, dedique-se com unhas e dentes! Nunca siga esse caminho pensando unicamente no beneficio salarial, porque isso é secundário. Isso vai ser uma decorrência de todo o resto. *Agradecimentoz Sr. David Fade! - Fadel Cursos Profissionalizantes (www. fadelcursos. com. br) m, ,. QÍÍZ'. .çx ' II _
  17. 17. pós 10 anos, ícone da cultura de van-guarda de uma geração, a Í' Cavalera, marca de roupas de streetwear, transformou a camiseta em artigo de luxo, usando logomarcas conhecidas do mercado brasileiro e mundial, traduzindo-as para o universo debochado e inteligente da marca. lâÍllá @sairiam uma. estudar? aíaeaíría e aeyeéáaamt , saía zíuáíaâaa Jamaica, Nas mãos dos estilistas, a marca literalmente transfonnou as camisetas em outdoors. As tradicionais logomarcas ganham uma versão atrevida e irônica ao passarem pela indústria da moda. A marca usou de forma explícita a identidade visual dc outras marcas em benefício próprio, através da desconstrução de ícones da cultura popular. O caminho que a Cavalera escolheu para conquistar seu público pode ser visto_ como o ressurgimento da pop art. A partir de imagens referenciais como fotos de personalidades ou embalagens de produtos, artistas dos anos 50 e 60 criticavam essa cultura de massa, transportando de forma irreverente estes simples objetos para o mundo da arte. O sucesso da Cavalera muito se deve ao fato das logomarcas não serem mais simples representações gráficas e, sim, simbolizarem a personalidade delas e acabarem chamando atenção por si só, representando os desejos e necessidades do consumidor. É deste ponto, que os jovens, público-alvo da Cavalera, se identificam com a brincadeira que a marca faz, confrontando o lado conservador dessas empresas, através de sátiras muito bem vindas. Apesar do sucesso com os consumidores, a cada coleção lançada a marca enfrenta problemas com empresas das quais as logomarcas são usadas. Com a preocupação de proteger suas marcas e evitar a comercialização de produtos de outra empresa que levem seu nome, mesmo com modificações na logomarca, como é o caso da Cavalera, processos judiciais contra a empresa de streetwear são constantes. Porém, a favor da arte e da criatividade, o que a Cavalera faz em suas roupas é visto como pop art, fazendo com que nada impeça que a marca continue a brincar com as logomarcas. ! Éíêzaara afã. Êfíkzíia amasse» iaíêwasaãa-«a aereas/ tratará: aaa. aeee negava; .e eaaísaeaaqeséaéagiéarze, ârgmarvaeaa; A favor da ética, é preciso estar informado e consciente das leis que regem o direito das empresas sobre suas logomarcas, pois as vantagens que uma marca conhecida oferece à venda de qualquer produto é grande, então, certifique-se de não estar violando os direitos de ninguém antes. A moda, a arte, o design e a publicidade estão cada vez mais trocando informações e interagindo com o público em conjunto, não individualmente, fazendo com que o consumidor absorva constantemente estas novidades vindas do mercado. Por: Lídia Falchetti
  18. 18. ,a 00000OOOOꧧ§§= :: o0oo0oo00OÓ0OOOOOOO 000000000OQQ o000o0Q0OCO 00000 00000. , De Iongesvocê vêyiasivanãtagens ide* áVê . y f a Vê Mais Mídia. Grandes soluções em, “grandes formatos. Outdoors, impressão emigrandes formatosgfgrotafs, locação de _front Iightsje painéis. , Fone 47 370 0000 Jaragua do Sul à SC i vemats@vematsmidia com brl iiwww vernausmidià icomibr 00000000000 000000000000 00'^00o.0000000O O 0 00000000000000000 00000000000000000
  19. 19. _s Llulltll ' lll lIII Iliitzll BaPo DE GALO É É? oje em dia, investir em merchandising e uma - › ›~ importante alternativa aos tradicionais comerciais da televisão, na maior parte porque a eficácia desse tipo de propaganda cada vez mais é "As novas tecnologias aumentam a possibilidade do público evitar os tradicionais' comerciais da televisão" questionada principalmente quando novas tecnologias, como aparelhos de video ou DVD c transmissão dc programas por satélite, aumentam consideravelmente a possibilidade da audiência evita-los. Estima-se que nos Estados Unidos foram investidos em merchandising em 2004 US$ 300 milhões nas redes ABC, CBS, NBC, Fox, WB e UPN. O crescimento -do merchandising significa que o dinheiro está trocando de mãos, implicando um relacionamento maislintegrado entre as equipes de marketing das marcas e dos programas televisivos. l u O preço que uma rede de TV pode pedir, depende do nível de integração da marca ao programa. O patrocinio de um produto, como a Coca-Cola em “American Ido1”da Fox, pode 'custar de US$ 20 a US$ 30 milhões por uma temporada do seriado. "O prego varia de acordo com o nível de integração da marca ao programa" Quando uma marca é trabalhada para entrar no roteiro de um programa, o preço pode variar de US$ 100 mil a algtms milhões de dólares. Nesse ponto entra a habilidade fundamental de um planejador: decidir o melhor investimento com a melhor relação custo x beneficio. Por: Paulo Ilha
  20. 20. o PROCESSO DE AVALIAÇÃÇ no PLANO DE COMUNICAÇAO INTEGRADA n¡ MARKETING o marketing, assim como conhecer o consumidor, seus desejos e necessidades, e' importante também medir ou avaliar o processo do Plano de Comunicação Integrada de Marketing, mesmo que algumas empresas ainda não o façam. O processo de avaliação de qualquer plano de Comunicação Integrada de Marketing (CIM) deve ser constante durante a concepção, quando o plano estiver efetivo no mercado, ate' ele ter sido concluído. Para isso, existe uma série de técnicas, como estudos de grupos de foco, questionários, pesquisas de audiência e recall, participação da marea entre os investidores do mesmo nicho na midia c testes de mensagem As técnicas para se avaliar são muitas e vão depender de cada empresa escolher qual melhor se adapta ao seu plano e seu negócio. Caso não exista nas empresas tempo ou habilidade suficiente para um plano de avaliação, existem institutos como a Nielsen Media Research e o lbopc Monitor que podem ajudar; além de agências de publicidade que possuam “know how" para a atividade. ANielsen, por exemplo, que há tempos gera as medições de audiência que guiam a escolha dos comerciais nos Estados Unidos, está a cada dia criando metodologias mais avançadas para a avaliação dos planos com maior eficiência, como as medições on line. No Brasil, agências de publicidade como a DPZ, África e Talent que se preocupam com a “CIM” medem periodicamente o que os concorrentes dos seus clientes estão investindo em mídia, além de seu GRP (Gross Rating Point). Munidos dessas informações, as agências criam planos e ações que atendam melhor aos objetivos do cliente na concepção da “CIM” que podem sofrer modificações até mesmo durante sua execução Além dos testes na concepção e durante a aplicação “CIMÉ existem os pós-testes, sendo esses muito parecidos com o concomitante, com a diferença de serem aplicados após o Por: Paulo Ilha llllllllÊlllll- ME RC A DO ténnino da campanha. Nesse último, os pesquisadores avaliam o impacto das comunicações sobre o público- alvo, além de suas mudanças de comportamento que possam ter ocorrido como resultado da campanha. "Não avaliar o Plano Integrado de Comunicação e Marketing é como navegar sem saber para onde se está indo ou o que se está fazendo". Para se avaliar o impacto da comunicação, geralmente se analisam as vendas e os pedidos do produto. .lá para avaliar os efeitos das mudanças, nas áreas cognitivas e de lembrança, são estudados o conhecimento e as atitudes, É importante nesse teste que ele seja conduzido sempre depois de um teste concomitante, caso contrário, tica dificil avaliar as mudanças sem existir uma base ou referência (tecnica essa conhecida como concomitante). Como vimos, é importante avaliar o Plano de Comunicação Integrada de Marketing, mesmo que não sejam seguidas as três etapas citadas anteriormente. Caso contrário, pode-se fazer uma analogia: é como navegar sem saber para onde se está indo ou o que se está fazendo. Um investimento errado custa muito caro e seu concorrente não irá perdoar. Isso pode levar algumas empresas a caminhos desastrosos, jogando seu dinheiro fora. JOB! n°06 21
  21. 21. ELOY ÉSI iíõEs enuuvrruunnluullu4uulurluvlrnllvlaesnigunk» amam-Inst. 7 l inal da década de sessenta. A gente . tinha criado recentemente o Prêmio Colunistas e ele já era um grande sucesso. Naquele ano, atendendo ao convite de publicitários catarinenses liderados pelo Antunes Severo e pelo Emílio Cerri, decidimos reunir o júri em Florianópolis. Botamos em um caminhão centenas de peças inscritas (não havia, então, o sistema de julgamento pelas regionais), pegamos um avião e, durante alguns dias, fizemos o julgamento num hotel que havia no alto do morro no caminho para a Lagoa. Uma vista emocionante! MW"? ». ›;›: u"”i3|¡ti'i: ir'. :same giriifibsfaisenak ? az “taxistas” Desde então acompanho de perto, por prazer e dever de oficio, a publicidade feita em Santa Catarina. Encontrei, também, donos de agências dispostos a investir. Não era fácil, porque havia carência de bons profissionais formados aqui no Estado. Tinha, por outro lado, poucos anunciantes dispostos a investir em comunicação dc marketing. Mas os empresários não se intimidaram traziam gente de outras praças, principalmente do Rio Grande do Sul. Conheço vários desses importados e posso assegurar: eles têm dado, com seu talento e experiência, uma contribuição inestimável ao desenvolvimento da comunicação de marketing praticada no Estado. Estados, além do gaúcho. Logo gente de São Paulo, Rio de janeiro, Paraná e até do Espírito Santo foi chegando e enriquecendo de talento e experiência o mercado catarinense. Dois outros fenômenos contribuíram. Santa Catarina, especialmente Florianópolis foi se tornando objeto de desejo para moradia. "m "Husaãsglaiisc m: a; m 'lHHlÉl-i vigia: : n; nacugl; pa¡ «x sziliwzáitrVi' E isso, claro, atingiu publicitários de outros estados. Por outro lado, cursos de comunicação foram criados e - dentro do espirito catarinense de primar sempre pela qualidade - se aperfeiçoando, o que vem contribuindo para oxigenar ainda mais o mercado. Hoje, quinze anos depois da minha chegada por ai, vejo a comunicação de marketing de Santa Catarina quase no nivel das melhores do país. Falta pouco, mas a continuar nessa marcha, logo, chegarálá. . ..'aãiI*": §â'›ô m» @ZHÍHÍÃÊSÍWXPÍJÍH , !az; ~:m= "Rurais @mais Ê s: : msgfrlza *wzsziríuànsss 6:; xazsaignr* (l , mas qazwãttátazcua” Curiosamente, na minha maneira de ver, sua evolução dependerá muito, daqui pra frente, do comportamento das empresas anunciantes, atuais ou potenciais. Cabe a elas acreditar no talento, na experiência e na seriedade das agências e dos profissionais do Estado. Entender o quanto a comunicação de marketing é importante para a própria sobrevivência de suas empresas. E investirem.
  22. 22. Empenas @mw Uma história "- 7 . _ de sucesso. N; ?mais Vocês' o prcserztc. *w ? trai LÍLJÍIÃ Íãiâfilâl": :r *altrããiê . Aivjgglu. s: e 53'¡ xslltrítrfãr ii: lw¡sllllíi, ,ll~ ie' : fit nili: t:x_. ríl Aun: .lljrãlii Vrãla 'âãiilã-IÀR viii "ã m: e í Fmgii; í @vazar . x, maraariíà, "*j""i; x”_l¡›: : Vl¡¡!7_l1_'s"vi*ç“t»“tI)_L'^; A q, r. - 37 vllnglnlm. ; V - ZZ , llãTEâlãüüiliíã «- &Comumcaçao Visual l l a. - &Tiki; ;Íitífaíãíij ; El ; to ; tííài -l . Qi-Tiki e” ¡1_l, !L¡í_L9_'Ll? Ã,l, !Í/ l
  23. 23. Atila' Í r (l L- 1 t N , . _ V¡ _à l 4 v m” “v l “I fa¡ i e V i l , 4 ~ l , l _É o a ' el. Ir _ 1 “l , l r 7'” ¡ q, z 1,. «_ i o 1 l i j A iniilniiianimeuiisiiiimtrzniul ' I 7 / ^ o ' ããàíillillillzlllllllllãillllliliilñll , o ' a llliÊ-«Il|5'lI§-'i~'fll| l A * Iuslriaiànll; uma Iilãlzlwml linea: : : uniu: naomi_ : :um llilãlll: iii? ffilliilllllifrr* ir 'lona iltisiilallllllllt_ . í ~›:1-7l'á *HILL : i: Huilwwifrt: ¡ln -rlulliziil _rlaílfirih imnilrlglii em = lI| lÍlíi= |i¡l= -lll¡| I~“ _ . líi= l¡l: - . .~«lil~vsnniii: :i: swliiçlwzinlzs now: ima aiz-aihiwnlílm: I lim: _nem-n lulilvtrhwlíli, l: míp? re: szs'oí ra l IS: ##92 V A i ; AN ç i I L (r l ? ruim âzligñizl, 'i › iimiwx 'i oww naomi-anta mui; 7.5:* : izr / x-: wa u, 'llllll «"nlni; iroiel: Chun: Íkltílíln? :w imllb HHVUJl@| fI<§, 'l3-Sk. i¡l5n53

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