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Revista JOB! nº 1

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Revista JOB! nº 1

  1. 1. Ana I - u- 1 - Abril 20o: i_ ~ , _ Distribuição Gratuita - 'L . ' LK I/ “ É A (À/ 1 L, * ( A! LJ. Opoftuniicilàdé com responsabilidade 7 r” z; 5* r 'hñíxfíÍuFsñívñ fuà4rc ~ 'ñ' ' A ' V'. 7'" = 'É .1 FJ¡ ~ w. . . u_ M. . a . ... -;'; -~. .u< . u. x mu** ¡. N L' r como ser mais motivo Flávio Conf¡ Conheça o ccn Discurâo sobre a ambição Í . gwgfggggggiy
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  4. 4. A idéia e o projeto original da ! avista Job foi do CALCOMUNIC (Centro Acadêmico Livre de Comunicaçãoye inicialmente, deveria ser uma atividade extracurricular na qual os alunos tivessem a oportunidade de produzir um material gráfico que atingisse o mundo acadêmico e o mercado. Uma das mensagens que mais chama a atenção no projeto original é a frase "Com atevista Job! , estudantes e profissionais de comunicação ficarão muito mais próximos, muito mais em sintonia com o mercado publicitário e com a FURB, principalmente com o curso de Comunicação Social". A idéia parecia boa demais para deixar passar eaassim, com a aprovação do pessoal do CALCOMUNIC, o projeto foi adaptado e . em reunião do Departamento de Comunicação virou trabalho curricular na matéria de Planejamento Gráñco, no 7° semestre, com a garantia de periodicidade e busca da melhoria contínua da qualidade editorial. Assim nasce a Jobln9 l e talveza expressão que mais se íãlípícíríãr? ? Iançamentoeaqlmãrnâai seja: Demorou masÊoDSerá que todo mundo que-está ansioso com a primeira vez tem essa impressão? Jobjjág existe, mãos à obra! Expediente A edição número 1 da Revista ÁZZÊÚ é uma publicação criada pelos alunos da Turma 13-de Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda da FURB e faz parte da disciplina de Planejamento Gráñco. coordenadora do Curso de Impressão comunicação Social P&P Tipotil Gráñca e Editora Fabrícia Duriex Zucco (47) 3822238 Professohedordenador Fotollto Hans Peder Behling Pró-Imagem Estúdio Gráfico Redação / Direção de Arte (47) 371-7719 Turma 13 de P&P críticas / Sugestões / Ilustrações Anúncios Cao Hering revistajob@furb. br Revisão Çleiton Cândido Ediçãq Número 1 l 1° Semestre de 2003 Tiragem 2.000 exemplares Distribuição Norte e Vale do Itajai' / SC capa: Bell¡ Studio Carreira Técnicas para ser mais cnaüvo Entrevista Flávio Conti Diretor Geral da DPZ. l l _ Mercado Conheça o Clube de Criação de Blumenau i' y” li' “i EIóy Simões Discurso sobre a ambição t_ ñ ~ Papo de Marqueteiro Para o cliente relutante em investir na publicidade 7 l r_: V “ Matéria de Capa Marketing Social i* r Fala Sério! Roger Pellizon¡
  5. 5. t1/ lí tecnicas , ser' Vdcêjá imaginou oferecer uma grande idéiacapaz de solucionar em grande problemaidurante uma das mais graves crises da empresa em que trabalha? E que tal ter inspiração para criar um produto ou serviço que se transforme em sucesso absoluto no mercado? Mas, como desenvolver a criatividade e, conseqüentemente, o hábito de inovar? Quais as técnicas capazes de estimular pensamentos inéditos? Gregg Fraley, conferencista internacional e especialista em liderança e criatividade, que veio ao Brasil para apresentar suas idéias e experiências, responde: 1 - combine idéias Uma das invenções mais revolucionária já vista é, segundo Gregg, a “torta de esquimó". Não sabe o que é? É o popular picolé. Alguém teve a idéia dejuntar sorvete com palito e veja só osucesso. .. 2 - Alterne a maneira de pensar Segundo o conferencista, nós temos duas maneiras de pensar: divergente, que se caracteriza por ser aberta, livre de regras, e convergente, que se refere ao pensamento crítico e analítico. O ideal é sgnalfáilos, para que as críticas não atrapalhem a ilíerdade de pensar, seja no que for. Na prática, faça uma lista de idéias indiscriminadamente, deixe o pensamento ñuiye guarde as análises para depois. 3 - Não se compare aos outros Cada pessoa tem suas características e seu ritmo. Você pode ser adaptadorge não inovadoge-mesmo assimter idéias brilhantes. Segundo Gregg, os japoneses são muito mais adaptadores do que inovadores e esse é exatamente o segredo do sucesso deles: conseguem criar e implementar, não se limitando apenas ao campo da imaginação. 4 - Acesse seu espírito criativo Encontre caminhos para estimular seus pensamentos. Alguns conseguem isso lendo, outros, dançando, outros, comendo abacaxi! Não importa a maneira, o importante é fazer seu cérebro trabalhar, encontrar atividades ou coisas que façam ter idéias e criar associações. »Er-n : Íiãlñilltíiêã : ici: Il'í1›*(«: ;):1 »Jin-lutas ~ ~; r 5 - Adiejulgamentos Vocêjá participou de alguma reunião profissional em que, ao ouvira primeira idéia, todos os participantes acionaram suas metralhadoras para eliminar quem ousou se pronunciar? Brincadeiras à parte, a mensagem é: ouça os outros, apenas ouça. Reflita, considere, imagine aquela idéia associada a uma outra. Não se precipite nas criticas, você pode acabar jogando uma preciosidade fora. Além disso, gostaria que fizessem o mesmo com você? 6 - Tolere a ambigüidade Umas das dicas mais úteis de Gregg Fraley é a de aprender a conviver com opostos, com significados e sentidos diferentes das coisas. A partir daí, aprenderemos a enxergar uma mesma situação sob vários aspectos, c que amplia nossa capacidade criativa. 7 - Tenha uma grande quantidade de idéias Para chegar àquela idéia maravilhosa, é preciso ter muitas idéias antes. Por isso, até as idéias estúpidas são maravilhosas, porque fazem parte do processo e levam ao resultado desejado. Portanto, não se reprima! Muitos brainstorms não dão certo porque ñesistimosinuito cedo, diz Gregg Fraley. Depois do primeiro estágio, onde surgem inúmeras idéias, é normal vir um período de escassez. É exatamente aí que vocêxou seu grupo. não podem desistir, porque começa a fase da qualidade. 8- Divirta-se Bom humor é fundamental para a criatiwdade, garante Fraley. Um não vive sem o outro. Seja no trabalho, em casa, na rua, procure sempre diversão para sua vida. Texto de Juliana Ricci, do site Empregos. com httpJ/ www. empregoscombr a T-, lif-J? ? , Exact-anti ! Warrior e. : site: :teria Mark-P» ihmi: «fit : m: *vil-qt* ; ITFPÍÍÍFP-. Imlt
  6. 6. Eie é cobiçado, admítado e até invejado. Os criativos se orgulham em tê~lo na prateleira eupara conquistáalmvale até ¡ , 'anúncio fantasma. Qual proñssional nunca desejou ganhar um prémio? Receber¡ um prêmio de qualquer festival. é = j' sempre satisfatório tanto para ego do publicitário quanto para o prestígio da agência. Muitas vezesé uma prova do que a ' l_ agência pode oferecer em termos de qualidade, proñssionalismo e criatividade aos seus clientes. 's' Mas-añnal: por que um prêmio faz tanta diferença na vida de um publicitário e de uma agência de propaganda? A Revista l l. Joblconversou com Flávio Conti, diretor da DPZ, agência paulista premiada mundlalmente. e conheceu algumas verdades e mitos que cercam este assunto tão instigante do mundo da propaganda. Job ~ você poderia descrever alguns dos principais prêmios que a DPZ ganhou, entre nacionais e intemacionais? Flávio Conti - Ao longo dos seus 34 anosa DPZ conquistou os mais importantes prêmios nacionais e internacionais voltados ao mercado publicitário, entre eles: Cannes, Londres eMvan/ ork. Aqui no Brasil, a agênciajá foi premiada com o Êaboré, Colunistas, Voto Popular, Proñssionais do Ano, entre outros. . Iobb Qual o critério da agência para escolher um festival e inscrever os seus trabalhos? cont¡ = 0 Roberto Duailibi, sócio-diretor da DPZ, costuma usar uma frase que acho muito interessante. “O importante não é a importância que o prêmio tem, masnsim, a importância que nós damos ao prêmio". E sempre bom para a agência ganhar um prêmio já que ele contempla os trabalhos criados para os nossos clientes. 'E54- Job = Como é o comportamento dos publicitários estrangeiros quando uma peça brasileira ganha importantes prêmios em festivais internacionais? Existe algum tipo de preconceito, mesmo sendo a propaganda brasileira uma das melhores do mundo? Conti - Num festivalwtodos entram com vontade de ganhar, caso contrário não teriam inscrito suas peças. A publicidade brasileira já é mais do que reconhecida em todo mundo, não é "zebra". Quando o Brasil vence ; é um grande orgulho para todos nós que fazemos parte da nossa publicidade. Job - Quais as diferenças em relação ao nível de qualidade das peças num festival nacional e internacional? As regionalidades interferem? Conti w Tanto nos festivais nacionais quanto nos internacionais : as peças inscritas possuem um nível muito bom, As regionalidades interferem dentro do contexto "Prêmios sempre são bem-vindos, qualidade de um trabalho. Por exemplo, a publicidade brasileira Job- Como se avalia a importância mas não podem ser colocados à frente muitas Vem tem Um hUmOH Um de um festival para o outro? Conti - Cada festival tem a sua peculiaridade. Vale ressaltar que a participação dos nossos diretores de criação nesse processo é fundamental, para que possamos selecionar onde a dos nossos jobs. Nossa realização Profiss/ 'Ona/ está diretamente ¡igada outras localidades o humor também ao resultado que proporcionamos aos nossos clientes" tempero diferente de alguns outros países. O que não quer dizer queiem não seja utilizado com grande eñciência. agência deve inscrever seus trabamos: Jobl- Quais são as principais diferenças dos festivais brasileiros dos intemacionais? Conti - Nos nacionais concorrem os trabalhos feitos no Brasil e o intemacionais contam com peças produzidas no mundo todo, o que não quer dizer que os festivais brasileiros deixem a desejar, ao contrário, são tão renomadosv quanto os estrangeiros. Job! - Quem ganha quando a agência é premiada em um festival? Conti - A DPZ tem um espírito de equipe muito forte. Sempre que ganhamos algum festivalxdividimos com todos os nossos funcionários e clientes. Quem ganha é o DNA da agência que há 34 anos . ajuda a construir grandes marcas, como Itaú, Sadia, Johnson &Johnson, Credicard, Telesp Celular, Dreher, entre outras. Job - Antes de criar uma campanha, muitos publicitários se preocupam primeiro em conquistar prêmiosrantee-de-pensar-na-ctiaçãq. como a DPZ vê esse processo? cont¡ - Na DPZpensamos, antes de qualqueroutra coisa, no resultado que iremos trazer aos nossos clientes. . Isso é o mais importante para nós. Job - Na maioria dos festivais, as peças são julgadas por publicitários e profissionais da área de comunicação. Você acha que se essas mesmas peças fossem julgadas por pessoas ' propaganda, os telespectadores por exemplo, o resultado seria o mesmo? O publicitário também é um espectador. Claro que ele tem os conhecimentos técnicos para poder julgar com eñcácia alguns pontos que são restritos ao universo publicitáriormas ao analisar um anúncio, ñlme ou spot, ele também se coloca no papel de consumidor. JobÉ- Você acha que a realização profissional está ligada coma conquista de prêmios? A DPZ é uma agência que vem colecionando prêmios há 34 anos enem por issotdeixamos de estar atentos ao dia-a-dia dos nossos clientes. Prêmios sempre são bem-vindos, mas não podem ser colocados à frente dos nossos jobs. Nossa realização proñssional está diretamente ligada ao resultado que proporcionamos aos nossos clientes. Quando um trabalho da agência dá o retorno desejado pelo cliente podemos dizer que conquistamos o Grand Prix mais importante naquele momento,
  7. 7. l v_ i_ Com a proposta de unir as Agências de Publicidade e Propaganda de Blumenau, em busca de maior destaque e reconhecimento pelo setor, surgiu-há quatro anos o Clube de Criação de Publicidade e Propaganda de Blumenau. Como o próprio nome diz, o Clube é . mais voltado para a parte de criação das agências, fazendo com que este aspecto tão importante na comunicação. tenha sua devida atenção e respeito no mercado. Ao longo desses anos o clube obteve uma série de vitórias a favor das agências, principalmente em casos de licitações mal-resolvidas. Atualmente, Jackson Corrêa (Vince Studio Gama) é presidente do clube. Desde que assumiu a presidência, suas principais metas são: a criação de um anuário com trabalhos premiados e o “Prêmio Clube de Criação". Outro objetivo futuro é trazer proñssionais da área para palestras e workshops para o aperfeiçoamento de nossos profissionais. O Clube de Criação conta com a participação dos dirigentes de 8 agências. São elas: Vince Studio Gama, Kryo Hunter, Free, Metra, Grey Hund, MWA, Vanguarda e Luiz Cé Produções. Geralmente a cada dois meses acontece um encontro entre os dirigentes. Jackson, juntamente com seus parceiros, está registrando o Clube de Criação com seus estatutos, para que seja reconhecido de forma legal. Todas as agências de Blumenau são muito bem-vindas a fazer parte do Clube de Criação, desde que esteja registradaroficialmente e tenhanalguma certificação dos sindicatos da área, bem como idoneidade no mercado. Para mais informações de como participar do clube entre em contato com a presidência através do e-maiI: jackson@v¡ncestudiogama. com. br um programa pra quem adora comercial
  8. 8. im l Meu caro jovem, Quero conversar sobre a ambição. Não aquela que nos toma egoístas e o ambiente dificil de viver. A ambição a que me refiro rompe com a indiferença, joga-nos para frente em busca de um ideal, É a ambição de se preparar para a profissão. . Dizem que há gente demais se formando. emo mercado não comporta. Não acredite: muitas empresas precisam de alguém para orientar a comunicação. Afirmam que em publicidade basta o talento. Mentira: talento é importante em qualquer proñssão. Mas como em qualquer DYOTÍSSÉO, é preciso estar preparado. E para se preparar, você precisa levar a sério seu curso. Se já o completou, sempre. É a ambição de preservar a ética. Você poderá ser incentivado a fazer qualquer coisa, "porque esse cliente não merece mais do que isso? , Resista: você tem a obrigação de trabalhar para que o cliente tenha resultado. Resista, ainda, se lhe pedirem para pregar “uma mentirinha" no consumidor. Para criar uma mensagem que ofenda o bom gosto e os princípios morais dele. Para criar o que o cliente não precisa. Em propaganda, a verdade e o respeito ao consumidor e ao cliente são sagrados. É a ambição de renovar. Não admita a mesmice. Para merecer o respeito profissional e vencer, você tem de renovar sempre. O publicitário que chupa estilos e anúncios vai crescer que nem rabo de cavalo: pra baixo. E: , "ft" f f, í i1* ” , i _i › N i b( *imail ~ É a ambição de fazer melhor. Neste negócio ontem já era. Só vale o agora. E o que tem de ser melhor do que já foi. Melhor ainda do que os outros fazem ou fizeram. Por isso, só olhe o trabalho deles como referência. Quem chupa idéias alheias merece castigo. É a ambição de liderar. Você não nasceu pra ser carroça, pra ser puxado por um monte de burros. Avida e a Universidade preparam você pra ser seguido. Com os olhos no horizonte, certo de que cada passo seu é uma conquista. É a ambição de ganhar dinheiro. Como conseqüência do seu trabalho e do seu talento, jamais como única ñlosoña de vida. Quem faz dessa ambição um propósito semeia a desídia, o ódio, a desagregação. É a ambição de construir. Deflagre ou participe de processos de construção ou de reconstmção de pessoas, de empresas, da atividade a 'publicidade precisa disso. Infelizmente o egoísmo que tomou conta dela faz com que se enfraqueça e enfrente dificuldade para ganhara confiança da sociedade. Talvez você me ache careta Mas eu também tenho umwambição: a ambição de pensar que um dia pude contribuir, com estas palavras, para que você seja um vencedor. EIóySimões eloy. simoes@uol. com. br g "Dizem que há gente demais se formando. Que @mercado não comporta. Não acredite: muitas empresas precisam de alguém para orientar a comunicação. "
  9. 9. r b. m O C. hm d V O T.
  10. 10. Para o cliente relutante investir Argumentos para ajudar a convencer um cliente com, digamos, pouco conhecimento em marketing e mostrar que propaganda é algo bem mais amplo do que comercial de TM Vbcê tem um cliente ou um amigo que está querendo contratar o serviço de uma agência de propaganda para criar a identidade visual da sua empresa. Ao discutir o assunto com a diretoria, alguém questiona: “para quê? 'í, <Outro ñnaliza: "vou falar com o meu cunhado, ele trabalha com informática e faz um logotipo para nós". Situação lamentável, ainda que muito comum. Muitas pessoas não sabem o que uma agência pode fazer. Vamos imaginar ainda que a empresa em questão tenha produtos com preço e qualidade equivalentes aos dos concorrentes. Como se destacar e conseqüentemente vender mais? Propaganda é investimento e não despesa, mas é a primeira coisa a ser cortada do planejamento da empresa nos períodos de crise quando justamente estas ocasiões são propícias para se investir em diferenciação. Repare que muitos negócios se destacaram e cresceram em momentos dificeis. Foi o caso de uma pequena empresa que fabricava relógios, ao perceber que a matéria-prima para a fabricação (ferro e aço) estava muito cara e não conseguiria competir com os produtos asiáticos resolveu fabricar relógios de plástico com as mesmas funções. Assim a Swatch cresceu e se tornou um exemplo clássico de diferenciação pelo design. Outro exemplo forte é o da Apple. Seus computadores são tão bons (ou melhores) quanto os computadores dos concorrentes, possuem sistema operacional mais estável, hardware mais avançadgetc. A empresa precisava dizer isso para uma faixa mais ampla de consumidores. Escolheu fazer o redesign de suas máquinas e daí nasceu o iMac, que virou referência na categoria e o computador de uma única marca mais vendido do mundo. O investimento em design foi tão bom que inovaram o novo de novo, com o iMac Il. "Propaganda é investimento e não despesa, mas e' a primeira coisa a ser cortada dO planejamento da empresa= recepção o hóspede encontra nos períodos de crise". Para ajudar um cliente relutante, peça que ele se imagine nas seguintes situações: Situação 1: Você está viajando e procura um hotel no meio da noite debaixo de chuva. Logo a frente . vê uma placa iluminadatonde está escrito Hotel Boa Viagem. Ao parar na porta, vê um ambiente iluminado, confortável e acolhedor, antes mesmo de entrar. Lá dentroencontra a recepção localizada bem em frente à porta e com uma pessoa vestida de uniformeicom as mesmas cores do logo do hotel que rep «bia 0 atendente já se adianta: "Boa noitesenhor, em que posso ajudar? '¡'; _Você pede um quarto e pergunta o preço. Com um folder do hotel, o atendente apresenta os tipos de quarto e os valores. Você escolhe um e ele pega as chaves em um tabuleiro numerado e organizado conforme os andares e entrega as chaves com um "Boa estadia, senhor". Saindo da placas sinalizando os andaresne o percurso ao quarto (apartamentos do 41 ao 75a esquerda), sem que seja preciso perguntar aàjuncionário. Chegando ao quarto, vê um papel em cima da cama descrevendo os serviços, os horários das refeições e o funcionamento do sistema de consumo do hóspede e lembrando que qualquer dúvida é só pegaro telefone e discar O. Situação 2:. Você chega de viagem e procura um hotel no meio da noite debaixo de chuva. Logo à frentewê com dificuldade uma placa pouco iluminada onde está escrito Hotel do Marinheiro. Ao parar na porta, vê o ambiente apagadoscom uma luz fraca na recepção. Com um pouco de receio, entra e se dirige à pequena luz e logo vê uma pessoa cochilando atrás do balcão. Para não incomodar muito, você chama baixinho. .. "Ei. .. senhor. .. psiu. ." Quando a pessoa percebe sua presença, leva um susto, pula na sua frente e diz " Opa. .. o que o senhor deseja? " Você pede por um
  11. 11. , em ' na publicidade quarto, o atendente pergunta: “Qual? " (você nunca Ê esteve e o atendente pergunta ser aemamesmo ter apresentado as opções). Você devolve: "O que você tem? " Ele aponta para um papel manuscrito colado com durex na parede. Você cansado, no meio da noite, molhado, tem que ler, com pouca luz. bâescolheoj @ele dá a chave e diz "Boa noite, senhor”. E você fica com a chave na mão sem rumo nenhum. Pergunta onde é o quarto, ele explica gesticulando: "Vai reto acenda as luzes e segue. No meio do caminho perde, depois encontra seu apartamento. Encontra também poeira, mofo, chuveiro que não esquenta e mal acha o telefone da recepção. Como está muito cansado, prefere esquecere dormir. Pode ter certeza que o hóspede do “Hotel do Marinheiro" não voltará e nunca indicará o hotel para outras pessoas. Não se deve desperdiçar uma chance. O Hotel Boa Viagem fez porenele. aqui, vira à esquerdaana quinta porta e segue, é na segunda porta a direita". Você pede para que ele t Nossa empresa é orientado para quem sabe o valor e o poder extraordinário de uma boa imagem. Conheça os lrabalhos de ilustração, design e animação do Studio acessando o site ' bhsnp , q- 095 z wwwbellisfudiocombr obõouuub STUDIO Vlslle lambóm o sile do curla-melragem em desenho animado, Aventuras na llho do Magia: wwwavenfurasnaílhacom. br R. Frei Estanislau Schoefte, 526 - 3° andar Asilo - Blumenau - SC - Brasil- CEP 89037-000 Fone/ fax: (4 7) 329 0255 - atendimenlo@bellisludiocombr
  12. 12. x . Itfiltt ta!
  13. 13. Marketing Social Empresas do estado investem em marketing social e garantem que melhorar a qualidade de vida é muito mais importante do que patrocinar projetos. “x Em um mundo de ofertas e promoções as empresas mais do que qualquer outra instituição, adquiriram tamanho poder e alcance que trouxe a elas também proporcional responsabilidade. Falamos de empresas globais, lidando com problemas globais e sendo chamadas a resolver problemas globais. A empresa deve ser vista pelo seu público- alvo como socialmente responsável pelo bem-estar desta mesma sociedade, comprometida com ações de melhoria de vida, mostrando a transparência de suas estratégias no campo social em que atua. Entregar produtos de qualidade, a preços competitivos, com elevado padrão de atendimento ao consumidor e com processos produtivos que respeitem o meio ambientejá parecia o bastante, mais ainda é pouco. O novo perfil de consumidor, consciente e exigente, que demanda uma atuação corporativa que vai. além destes atributos de excelência, começa a fazer suas escolhas com um olho no produto e outro no produtor, usando seu poder de compra como moeda para a mudança da realidade social. Entramos na era da empresa socialmente responsável, cuja U gestão está pautada num compromisso ético che transcende os atributos acima descritos por incorporarem sua estratégia de atuação a muetâ%responsabilidade social corporativa. Pela atualidade do tema, parece ainda não existir uma única definição universalmente aceita para , este termo (responsabilidade social corporativa) no entanto, sabemos que uma definição ag! , próxima da realidade é em bastante amplaxqsb aborda a responsabilidade social como uma forma de gestão, ç-é-totalmente integrada eyyao mesmo tempgjntegradora das práticas organizacionais, das formas de produção, dos relacionamentos da organização com seus diferentes públicos, enfim-de sua maneira de "fazer negócios" incorporando a questão social. Éfundamental que a empresa identifique necessidades, desejos e interesses culturais e sociais do seu público-alvo, atendendo de maneira mais eficaz do que os demais concorrentes, visandomvwn um excelente diferencial que é o encantamento do cliente e mwwgerartdo Ma fidelização do mesmo para novos negócios. Sendo assim, o marketing social é um compromisso, além de competência, confiança, qualidade e outros atributos da empresa. Com o Marketing Social as empresas fortalecem sua marca, melhoram sua imagem junto aos seus consumidores, tornando-se maisiempáticas para a divulgação dos seus produtos, serviços o que resulta na conquista do cliente. Os investimentos deverão ser direcionados para os segmentos sociais que tenham à$a ver com a sua filosofia. As importâncias a serem utilizadas devem fazer parte da estratégia de negócios da empresa para que possa resultar em benefícios flnaÍ . Com o marketing social as empresas fortalecem sua marca, melhoram sua imagem' junto aos seus consumidores, tornando-se mais empáticas para a divulgação dos seus produtos serviços e que resulta na conquista do cliente. Empresas que participam ativamente na solução dos graves problemas sociais que tanto afligem o nosso país são mais prestigiadas pelo mercado consumidor. A consciência dos problemas que afetam a nossa sociedade e o compromisso em fazer algo para qanassa- minorá-los são valores mais respeitados pelos consumidores do que confiança, qualidade, garantia, preços de bens e sen/ iços, os quais na atualidade são visto como obrigatórios. Se fizermos uma avaliação na midia publicitária, podemos constatar, que o marketing social, cada vez mais, está fazendo parte das estratégias das empresas de todo o mundo, surgindo até o denominado balanço social. As empresas começaram a mostrar ao público consumidor suas melhores ações e os compromissos assumidos pelo bem-estar da sociedade, passando a gamer com esta nova filosofia empresarial. Recentemente , o brasileiro foi eleito como um dos povos mais voluntários, no Ano Internacional do Voluntariado, celebrado em 2001, Dentro desta concepçãavale a pena a tentativa em projetar cenários em¡ que abriguem a criatividade e recursos financeiros das empresas em programas que atendam as duas partes: ,sociedade e a própria imagem. A MARCA Agregar valores desejáveis à marca por meio de Marketing para Causas Sociais difere completamente de simples doações oumesmecam panhas beneficentes. Conquistar a confiança pública com ações de curto, médio e longo prazo na área de marketing social concentradas com esforços em uma entidade relevante é o objetivo principal do empreendimento ou seja, atribuir à sua marca valores que são imensuráveis no . ultrapassam a barreira de preço x qualidade (alcançam um patamar de excelência e de parceria confiável com a comunidade ciue está inserida. Como conseqüência ze' desenvolverá um conceito de cidadão corporativo responsável para a sua empresa, hadifa uma fidelidade maior e um enorme diferencial em relacao a concorrência.
  14. 14. Deve-se destacar que a imagem da marca é um conjunto de atributos e associações que os consumidores reconhecem e conectam , sendo que a soma das três definições de marca RACIONAL+EMOCl0NAL+ESPIRITUAL resulta em credibilidade, que é uma forte razão para que ele ñque com sua marca. A super valorização da marca de várias empresas aconteceu com a utilização do marketing social, embora o mesmo ainda não esteja totalmente inserido no mercado wr- im --. «r . 2 . falta de iniciativa dos empresários ou por descaso de agências. Muitas vezes a filosoña da empresa não permite enxergar o marketing social como uma ferramenta fundamental para se manter ativa e competitiva no mercado, altamente pulverizado com consumidores extremamente exigentes. E é exatamente aqui que entra a importância de uma agência moderna, atualizada, com proñssionais voltados exclusivamente à satisfação plena de seus clientes, com qualidade nos scwàserviços, prazos atendidos, ética, criatividade, enñm todos os quesitos que uma agência de propaganda precisa ter para ser respeitada e valorizada. Que seja, acima de tudo, idealizadora e qaelsaiba apresentar estratégias e soluções mesmo ara casos em-que-nãe tenham problemas avista. ma eIhoria Waldyr/ aee? continua. A empresa coloca a disposição destes profissionais toda sua essência. marca, valores eaté mesmoseus defeitos e fraquezas-Senda dever da agênciaestar sempre ligada no que o público-alvo espera das suas campanhas. O seu produto terá um diferencial que fará o consumidor sentir o desejo de comprar, não apenas pelo glamour da marca esim porque apoia . executa projetos em relação à saúde, à educação, à alimentaçãmetê ¡ÍlfiJÍflíllE 1531854 a Ê/ ” “ÚÔ Podemos citar como exemploa Cia. Hering i 'a (www. ciahering. com. çbr , sediada em * " t, Blumenau - SC, aprimeira parceira do j; IBCC (instituto Brasileiro de Controle do r 5:3 Câncer) na campanha “O câncer de mama g. _E no alvo da moda" e que apoia sua ' realização desde k a primeira versão: em 1995. A Hering participa ativamente desde o inicio do projeto, não apenas produzindo as camisetas com o logo da campanha, mas trabalhando, lado a ladocom executivos do lBCC responsáveis pela administração e pelo marketing do projeto, na divulgação da campanha e na operacionalização da comercialização do produto, çgarantindo o recolhimento da contribuição para o Instituto. A soma das duas primeiras edições foi superpositiva para o projeto, tanto em termp de conscientização como de arrecadação para o IBCC. Foram comercializadas 680 mil camisetas e arrecadados R$ 3,6 milhões. Com essa verba, o IBCC construiu 3.000 m? de área, duplicando as instalações, além da aquisição de parte dos equipamentos. Com essa ampliação, pôde-se cumprir o principal objetivo como entidade tilantrópica: “aumentar, manter e melhorar" os serviços que presta à comunidade, duplicando o número de atendimentos do hospital. Hoje com o reconhecimento de toda sociedade quanto 'a seriedade e aos resultados gerados pela campanha, a parceria esta cada vez mais forte. O número de camisetas produzidas para o projeto com a etiqueta dos dois peixinhos já ultrapassa a marca de 2.000.000 unidades e a empresa (além de colocar a serviços do projeto a maior estrutura de distribuição 0 comercial do segmento no Brasil), apoia o instituto em diversas ações promocionais drec onadas a divulgar a campanha. Na comercialização das camisetas, que são vendidas em média por Rs 22.00 a peça, são doados automaticamente R$ 6,50 para o lBCC. Seade-que, Xpara o total sucesso da campanhartodas as peças trazem um certificado de doação, confeccionados en: “papel de segurança", que contém marca dágua e fia magnética, cedida pela Arjo Wiggins do Brasil, garant ndoassim, que os recursos sejam destinados ao IBCC. A campanha conta com a participação de artistas, além de estilistas. renomeados fotógrafos e formadores de opinião em geral. A campanha ganhou o apelo fashion-tendo coleções desenvolvidas a cada estação. Os resultados não poderiam ser me hores, dos US$ 11 milhões arrecadados com a campanha no mundo, US$ 6 milhões são através da campanha brasiíeira. Com o grande sucesso da campanha, a Cia. Hering vem aumentando gradativamente o número de artigos a cada nova coleção, suprindo os desejos do público consumidor que 'é fiel e que, além de se satisfazer, sente que está ajudando. illlJÃHi, ,Il, l=-¡| lh7~” I. m Outro caso de sucesso é da Bunge Alimentos, de Gaspar, com o programa Comunidade Educativa. Um programa de voluntariado empresarial coordenado pela Fundação Bunge. Foi estruturado a partiride debates com representante , de todas as empresas do grupo e visitas a instituições beneficentes. Ele soma os recursos da empresa ao trabalho e talento dos funcionários, além da participação de professores, pais e alunos das escolas públicas, em beneficio da qualidade do ensino fundamental do país, sendo este seu principal objetivo. Existe. 'também ações a serem desenvolvldasncomo a Feira da Cidadania, que visa resgatar o conhecimento dos voluntários e estimular o intercâmbio com a escola. O Banco de Idéias, lenta pretende estimular o desenvolvimento de projetos e a promoção de melhorias no ambiente escolar e a Gestão Participativa ? fa-e busca incentivar a parceria familia - escola. O programa contempla inicialmente seis regiões: uma em Santa Catarina, uma em Rio Grande do Sul e quatro em São Paulo. Os projetos de melhoria ç criado pelos funcionários são , *- sempre avaliados pelo Comitê l Consultivo do Programa de Voluntariado Bunge e, se aprovados, recebem apoio para a implantação do mesmo. à _, _.¡, " ÉIDl/ Útl , r çá _ j,
  15. 15. :: à NI : mi . F35 a. .. l 2313:' ? tl SIT) E: : , w : t _r rw II g t. lí 'aêzçiiãii 35:35 tits¡ ? * m 7 “m t** f* *T t T *tia* 7;'. , - 'l i . . _ , ., .._~. ~.. , __ _ _ V . .. __ _ y_ . . . . _. _ . .› . .._ GuindafEi? --i . 1 › ' í ' à» ' _ i É. " 1.1:: _. . . B “qçgauuumw - '- -, 1 1 -- v _' , um l : J.iht'i i . - › z , .un- . _ . Rua São Paulo, 259 - 2° Andar - Centro - 89012-001 Blumenau I SC - Fone: 47 3035-5151
  16. 16. 16¡ l Gug' Brasil Telecom *v* A Brasil Telecom também vem desenvolvendo um trabalho sério e pennnanente de apoio a projetos sociais e comunitários. Estes projetos promovem a inclusão social e abrem novas oportunidades para que todos os catarinenses sejam cidadãos plenos. Durante todo o ano, a equipe de Projetos Sociais da Brasil Telecom em Santa Catarina, ligada à Diretoria Institucional, recebe projetos e pedidos de parceria. Todos são ananzados e os proponentes têm a oportunidade de detalhar seus projetos antes da escolha daqueles que receberãourecursos da empresa. A cada anga preocupação com a escolha dos projetos que recebem apoio torna-se mais e mais cuidadosa. Os investimentos variam de R$ 2.000,00 a R$ 70.000,00. A Brasil Telecom, Instituto Guga Kuerten e Astel lançaram, em março de 2002, o projeto Campeões da Vida. A parceria tem como principais objetivos permitir o acesso de estudantes das escolas públicas e alunos da APAE do bairro Itacorubi às aulas de tênis, dança, karatê evôleíae março a dezembro, capacitar profissionais dessas áreas (professores e coordenadores) para trabalhar com as diferenças, integrarjovens portadores de necessidades especiais no Projeto e garimpar jovens talentos nos esportes e nas artes. Com o objetivo de incluir pessoas portadoras de necessidades especiais no mercado de trabalho, a Brasil Telecom iniciou o Programa de Estágio. Na primeira etapa do projeto, que começou em setembro de 2001, nove estudantes do ensino médio e superior foram incorporados em sete departamentos para vivenciar o participar de forma efetiva na rotina da empresa durante nove meses. Depois o projeto evoluiu para um novo patamar, com oportunidades iguais para todos, sem limite de vagas para estagiários especiais. Alguns estagiários tiveram seus contratos revogados com a empresa. Como¡ o caso de Jean Schultz, estudante de jomalismo e dcñcicntc visual, outros foram substituídos, mantendo a ñlosofia do projeto que é a inclusão no mercado de trabalho. A Brasil Telecom não só adaptou suas instalações para garantir a acessibilidade di¡ todos, como promoveu workshops com os colaboradores para ampliar a compreensão e aceitação dos novos colegas. O municipio de São Joaquirr. foi escolhido para abrigar o Projeto Esperança, apoiado pela empresa, com recursos da FIA e com parceria da prefeitura. Este projeto atende 30 adolescentes, com idade entre 16 e 18 anos, que trabalham no embelezamento de praças e _jardins da cidade. Os adolescentes aprendem a cultivar eplantan fa regiãoJ al aball°iadapelbs Outro projeto que envolve 15 adolescentes- é o Projeto Guri, que conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Urubici. Uma das propostas do Guri e aliar a iniciação profissional dos adolescentes a preservação e manutenção da cidade, usando o mesmo seguimento do Projeto Esperança. Em ambos os projetos os participantes g no projeto (gnpeoes dayida recebem atendimento médico, acompanhamento osico-social odontológico e Free Comunicação Um case/ bastante interessante e que não podia ser deixado em branco é o da Free Comunicação, agência de publicidade sediada em plumenau. Segundo Romeu Reichert, sócio- diretor da Free, ações de marketing social são. vistas sob um único ponto de vista: o da solidariedade; ipara nós é um prazer ajudar quem precisa. É a forma que encontramos de agradecer a Deus portudo de bom que ele : em "erto por nós" explica. A Free vem ajudandoa P¡ anos 18 *amflas carentes através de doações de cestas básicas. Aierr clsso, está em fase de acabamento a primeira casa construda que será doada a uma familia carente de B Lmenau. Lm galpão de eventos para uma igreja da cidade também está sendo construídàpom recursos da agênca. Dertre todas as ações sociais que a Free realiza durante esses anos. -ma que teve grande destaque e' *que fez a alegria de muitas pessoas e de 100 crianças carentes* o Natal Free. No dia 'i' de dezembro do último ano. as crianças foram reccpcionadas na recreativa da agência) em Pomerode, participando de várias ç brincadeiras com palhaços, cone' famosa dupla de comediantes Rudy e Willy e é claro com a presença do Papai Noel. Todas as crianças comeram e beberam durante todo o dia e ainda levarampka casa ; m brinquedo. "Ajudar pessoas deve ser um ato espontâneo. co coração, sem esperar retorno de qualquer natureza" comenta Roberto Reichert, sócio-diretor da Free. Assim como a C a. Hering, a Bunge Alimentos g a Brasil Telecomxas cleng s empresas estão percebendo que soe possivel ter sucesso. em uma sociedade consciente, se u: compartiiharerr das mesmas perspectivas. Está se descobrindo que a responsabiidade social e' uma atitude estratégica, que deve ser alnhada não apenas ao marketing, como também as demas estratégias empresariais. Essa não é apenas uma postura fiiantrópica . e sim, lnplto mais afetivo do que simplesmente fazer uma caridade e benemerências. As empresas que compartilham desta visão devem colocar à disposição da sociedade que estão inseridas e da sociedade em geral, toda a' sua tecnologia de gestão e de recursos, principqmente humanos, incentivando o voluntariado. WWMNMpode-se dizer que tem crescido a conscientização empresarial no que diz respeito à responsabilidade social ; Éh festa para o futuro-o desafio de levar à prática os princípios que definem uma empresa socialmente responsável _que ; além de se capacitarem para o desenvolvimento econômico do pais, se comprometam e contribuam, a partir de seus valores éticos, para a transformação do atual quadro de desigualdade social que caracteriza a nossa sociedade. l
  17. 17. ainel IMPRESSOS PARA OUTDOOR Regente Feijó, l0ó/ A - Wc: Novo Blumenau - SC - Cep. 89035-410 Fone/ Fax: (47) 323-4362/ 323-6186 E-moll: e. visual@terro. com. br
  18. 18. Papo sério de publicitário. .. Falar sério, seja qual for o assunto, é algo mais difícil do que se imagina. 0 dia-a-dia da publicidade nos acostuma (mai) a só falarmos o que (os clientes) querem que a gente diga e de uma forma que todos (os consumidores) queiram ouvir. É a sina de uma profissão que nasceu e (ainda) vive a mercê do mercado. Conversa séria de publicitário só acontece mesmo em reunião de briefing. Ainda assim, o prudentgneste caso/ é mais ouvir que falar. Mas acho que há uma explicação (séria) para isso tudo ser assim. O segredo do bom publicitário é não levar nada muito a sério. Se você leva as coisas a sério, você não desconña. Acaba acreditando sem questionar. É fundamental que você seja cético, irônico, debochado. Caso contrário, como será possível propor algo melhor? É claro que para ser questionador e' preciso compreender o assunto. É preciso ouvir, duvidar, buscar outras fontes pra se certificar e, então, criar. De preferênciaalgo que atenda aos interesses do cliente, caso contrárioga única coisa que você irá ouvir dele é: - “Tchaul" Roger ri: Diresw t. T' Comunic l. e err-aluno : la Fim Freud, o pai da psicanálise, dizia que a criatividade se origina do eterno conflito que existe em nosso inconsciente. É o Id e o Ego em uma queda de braço que só o Superego pode apartar. Quando quem ganha é o Ego, surgem as grandes idéias. Por isso se diz que publicitário tem um Ego de todo o tamanho. Mas é preciso tomar cuidado com o Ego de academia. Ele acaba achando que se basta ejá não acha mais graça em disputarcom o ld. Daí. .. Talvez o melhor momento para ouvir um publicitário falar sério seja quando ele fala consigo mesmo. Seja no divã ou nas teclas de um computador. O perigo é alguém registrar e acabar publicando esta conversa. O melhor mesmo é não levar muito a sério o que ele diz. l O PARA FORMAR UM MUNDO MAlS HUMANO "H FURB UNIVEIISWADE miami: : animam¡ ENSlNO - PESQUJ$A - Ex-reu ' FRANUYELIL DA 5mm ALuM no CuRso u: Basa».
  19. 19. imagem o ESTÚDIO GRÁF co
  20. 20. Algumas apostas nós fazemos de olhos fechados. A Tipotil sabe reconhecer uma boa aposta 9 , F fl, @i quando vê uma. Por isso, estamos investindo na nova revista feita pelos universitários da -J É: ' _ Turma 13 do Curso de Publicidade e Gfañcae EÓIÍOTB Propaganda da FURB. Uma revista que tem R Onuga¡ gghnmbó tudo pradarcerto. Comotodaapostaquevalea Fonezu? ) 2238( z 47)382_6O35 Della E-mail' tipotll@t' i. .com. br

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