Subliminar

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Como aprendemos de forma subliminar.

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Subliminar

  1. 1. Subliminar, a influência do subconsciente Celso Luiz Ogliari – beatesonorus@gmail.com Francieli Naspolini Formanski – francielinformanski@gmail.com José Gilberto Formanski – Formanski@gmail.com Resumo: O presente artigo busca avaliar a obra “Subliminar, como o inconsciente influencia nossas vidas”, de Leonard Mlodinow, que avalia as constantes tomadas de decisões a que somos expostos, obedecendo a ordens geradas em nosso cérebro e que, segundo o autor, pouca ingerência temos sobre a decisão final, desde que nossas percepções estão atreladas a dois planos mentais que atuam nesse sentido, a consciência e o inconsciente, esse oculto. O autor infere que somos modelados pelo inconsciente e nossas decisões seguem procedimentos gerados por reações neurológicas sobre as quais pouca ou nenhuma ingerência temos. Assim, a obra apresenta o complexo mundo subliminar e sua atuação na definição das ações e decisões a serem tomadas pelo ator social quando um evento assim o exigir, permitindo, outrossim, avaliar a importância do subjetivo nas ações do subconsciente nessa intrincada relação. Pode-se afirmar que as relações entre a mente e a ação subliminar estão estruturadas para que exista conformidade entre ambas. A área de vendas e estudos dos consumidores, por exemplo, avalia as ações desenvolvidas pelo cérebro humano ante as reações a que está exposto dada a voracidade do mercado que busca aumentar as vendas a qualquer custo, onde o aspecto estético da mercadoria e as emoções que despertam podem proporcionar diferentes reações aos mais variados consumidores. Portanto, a subjetividade influencia a vida das pessoas sem que as mesmas percebam que estão sendo influenciadas. Palavras chave: Subliminar, Inconsciente, Ação inconsciente. Abstract: This article seeks to reviewing the work "Subliminal, how the unconscious influences our lives," by Leonard Mlodinow, that evaluates the constant decision making we are exposed to obeying orders generated in our brain and that, according to the author, little interference have on the final decision, since our perceptions are linked to two mental planes that act accordingly, consciousness and the unconscious, this hidden. The author infers that are shaped by unconscious decisions and follow our procedures generated by neurological reactions over which we have little or no interference. Thus, the work presents the complex subliminal world and their role in defining the actions and decisions to be taken by the social actor when an event requires it, allowing, instead, assess the subjective importance of the actions of the subconscious in this intricate relationship. It can be stated that the relations between mind and subliminal action are structured so that there is consistency between the two. The sales and consumer studies, for example, evaluates the actions taken by the human brain compared to the reactions to which it is exposed given the voracious market which seeks to increase sales at any cost, where the aesthetic appearance of the goods and the emotions that arouse can provide different reactions to various consumers. Therefore, subjectivity influences people's lives not perceive that they are being influenced. Keywords: Subliminal, Unconscious, Unconscious action.
  2. 2. O mundo do inconsciente, uma introdução Há séculos os filósofos buscam responder sobre a natureza da “realidade”, “se o mundo que percebemos é real ou uma ilusão” (MLODINOW, 2013, p. 56), Para o autor a neurociência moderna “nos ensina que, de certa forma, todas nossas percepções devem ser consideradas ilusões”, isso a partir do fato de que percebemos “o mundo de forma indireta, processando e interpretando os dados brutos dos nossos sentidos”. Segundo Mlodinow, nosso inconsciente não só interpreta os dados sensoriais, os realça, motivado pela baixa qualidade da transmissão de nossos sentidos (MLODINOW, 2013, p. 57). Além disso, nosso cérebro emprega “truques inconscientes” para criar memórias de eventos a partir da imaginação, consistindo em alterações de mesma monta do que os processados a partir dos dados brutos recebidos por nossos olhos e ouvidos (MLODINOW, 2013, p. 63). Mlodinow (2013) ao avaliar o tratamento de seus pacientes concluiu que grande parte de seu comportamento ocorria a partir de processos mentais que não percebiam. Para o autor “o comportamento humano é produto de um interminável fluxo de percepções, sentimentos e pensamentos, tanto no plano consciente quanto no inconsciente” (MLODINOW, 2013, p. 23), mesmo avaliando o fato de que sem saber as causas de uma parcela de nosso comportamento cria-se uma situação que se observa difícil de ser aceita pelo ser humano. Para o mesmo autor “só a velocidade e a eficiência do inconsciente pode nos salvar de evitar picadas de cobra, carros que entram no nosso caminho ou pessoas que nos fazem mal” (MLODINOW, 2013, p. 24). Figura 1: Diferença entre consciente e inconsciente Fonte: Montagem dos Autores
  3. 3. Freud (1972) afirmava que “o consciente é apenas a ponta do iceberg”, como pode ser avaliado na Figura 1, que apresenta as diferenças entre o consciente e o inconsciente. Desconhecemos como surge o pensamento consciente, mas aparenta estar centrado principalmente no lobo frontal do neo-córtex, em particular numa região chamada de córtex pré-frontal. Em outros animais essas regiões do cérebro são muito menores ou sequer existem. Em outras palavras, os animais reagem mais e pensam menos (MLODINOW, 2013, p. 110). A Subjetividade consciente e inconsciente A subjetividade1 foi tema das pesquisas de Foucault (2004), desde que para o autor o sujeito não é uma substância, é uma forma, mas nem sempre idêntica a si mesma. Importa saber, nessa senda, a dimensão conferida ao corpo pela subjetividade. Atualmente a aparência guarda destaque para revelar a subjetividade e Maffesoli (1996) define a dimensão imagética da vida social instituindo a teatralidade como modo de vida. (MLODINOW, 2013, p. 48), acerca do tema, afirma que “os rostos têm um especial papel no comportamento humano” e, a partir de sua observação, é permitido julgar se outrem está satisfeito ou não com uma hipotética situação. Na visão de Guattari (1986) a subjetividade adquire natureza industrial onde as relações produtivas subjetivas atuam a materialidade do trabalho. Para Morin (1996), no entanto, a subjetividade se constrói a partir da complexidade social até chegar a uma complexidade cerebral comportando níveis diferenciados que findam por se integrar ao todo. Ela vai sendo construída, também, por intermédio de valores, da linguagem do que podemos entender por liberdade. Afirma Morin (1996): “Muitas vezes se acreditou encontrar o fundamento do conceito de sujeito nesses níveis humanos, que só podem aparecer porque há um nível prévio, biológico, do conceito de sujeito. E cometemos o erro de reduzir a subjetividade, seja à afetividade, à contingência, seja à consciência”. (MORIN, 1996, p. 53) Mlodinow (2013, p. 248) crê que o fato de “ajustar nossos padrões para aceitar evidencias em favor de nossas conclusões preferidas é apenas um instrumento da caixa de ferramentas do raciocínio motivado subliminar da mente”. O autor defende que “ao confrontar 1 A subjetividade é um complexo e plurideterminado sistema, afetado pelo próprio curso da sociedade e das pessoas que a constituem dentro do contínuo movimento das complexas redes de relações que caracterizam o desenvolvimento social. (GONZÁLEZ-REY, 2003, p. IX).
  4. 4. o mundo, o otimismo irrealista pode ser um colete salva-vidas que nos mantém à tona”. Além disso, “escolhemos os fatos em que queremos acreditar” da mesma forma que escolhemos também os amigos e demais relacionamentos, e “não apenas por causa da forma como percebemos, mas pelo modo como eles nos percebem” (MLODINOW, 2013, p. 257 e 258). Para o autor existe um desejo básico de se sentir bem consigo mesmo, motivo da tendência a desenvolver “vieses inconscientes em favor de características semelhantes às nossas”, que a princípio “parecem insignificantes, como os sobrenomes” (MLODINOW, 2013, p. 27). Além disso, infere que a maioria considera-se satisfeita com as teorias particulares sobre si aceitando-as confiantes, no entanto raras vezes vindo a testá-las. Para além do intrapessoal, os autores Fukukawa e Ennew (2010) propõem que as empresas procuram observar e tomar nota, não só do que os consumidores acreditam, mas também o que eles fazem e escolhem. Segundo Mlodinow (2013, p. 30) os economistas constroem suas teorias “baseados na suposição de que as pessoas tomam decisões segundo seus próprios interesses, pesando os fatores relevantes de forma consciente”. Cita, para fundamentar, uma experiência feita sobre consumo de vinhos onde se observou que ao se tocar música francesa, 77% dos vinhos comprado eram franceses, ao passo que com música alemã 73% eram alemães. Para o autor isso denota que a música foi um fator determinante na escolha do tipo de vinho adquirido, no entanto, um fator importante deve ser avaliado nessa análise, pois, indagados se a música influenciara sua escolha, somente um respondeu positivamente, assim o subconsciente atuou sem que fosse detectado (MLODINOW, 2013, p.31). Para o autor a influência chega ao extremo de “a mesma cerveja, descrita de maneiras diferentes, rotulada com diferentes marcas ou com preços diferentes, pode ter gosto bem diferente”. Para Mlodinow (2013, p. 32), embora a bebida seja idêntica a sensação do sabor diferenciado foi verdadeira, ou ao menos a sensação subjetiva ligada ao sabor. A lógica social do consumo vai muito além das necessidades de consumir, e está também associada à felicidade ou a busca enquanto desejo e inserção social (RAMALHO; SANTOS; PAIXÃO, 2012). Para Baudrillard (1995) a lógica social do consumo, no entanto, estruturada como uma linguagem vai além da satisfação pessoal agindo tal qual a linguagem, cuja lógica é a “produção e manipulação dos significantes sociais” (BAUDRILLARD, 1995, p. 59). Para o autor o consumidor vive seu consumismo distante de um “condicionamento de diferenciação e de obediência a um código” (BAUDRILLARD, 1995, p. 60). Em outra instância, ao avaliar a relação social do trabalho humano, passando a tomá-la como material, inerente à mercadoria, tende-se a transformá-la em mercadoria, passando essa
  5. 5. a perder sua relação com o trabalho humano, assumindo uma relação entre coisas, acabando por se tornar uma abstração que controla o valor dessa mercadoria. Na expressão do próprio Marx (1980): “É o que acontece com os produtos da mão humana, no mundo das mercadorias. Chamo a isto de fetichismo, que está sempre grudado aos produtos do trabalho, quando são gerados como mercadorias”. (MARX, 1980, p. 81) Bourdieu (1974), por seu turno, analisa o consumo como um diferencial, algo que distingue os grupos sociais e, segundo o autor, seu acúmulo serve para atestar o gosto e a distinção de quem os possui. Mlodinow (2013, p. 206), identifica que investimos muito para nos diferenciarmos “uns dos outros”, não importando “quão tênue seja a base de nosso senso de superioridade e independentemente do quanto de auto sabotagem isso possa envolver”. Marcuse (1968) adiciona o conceito de “homem unidimensional”, permitindo avaliar os efeitos do comportamento consumista. Para o autor esse ser unidimensional é fruto do desenvolvimento de falsas necessidades produzidas pela tecnologia. “As criaturas se reconhecem em suas mercadorias; encontram sua alma em seu automóvel, hi-fi, casa em patamares, utensílios de cozinha. O próprio mecanismo que ata o indivíduo a sua sociedade mudou, e o controle social está ancorado nas novas necessidades que ela (a sociedade) produziu”. (MARCUSE, 1968, p. 31) O subliminar, ferramental do inconsciente Para Mlodinow (2013, p. 28) as pesquisas confirmam o que os publicitários há muito já desconfiavam – que “fatores ambientais” tais como “o formato da embalagem, tamanho, porção e descrição no menu influenciam de modo inconsciente”, utilizando para designar tal ação um termo da psicologia, o “efeito fluência”, isso a partir de que considera importante o fato de que “se a forma for difícil de assimilar” afetará o julgamento no tocante “à substância da informação” Mlodinow (2013, p. 29). Todas as representações e processos inconscientes de que trata a psicanálise só podem ser inferidos daquilo de que o paciente tem consciência (GOMES, 2003). Importa, no entanto, avaliar que, além do produto, o ambiente também influência as pessoas. Sampaio et al. (2009), afirma que é importante observar o leiaute, a iluminação e a sinalização, desde que são parte de um conjunto de estímulos do ambiente e holisticamente influenciam a percepção das pessoas. Mlodinow (2013, p. 34) define a ação como sendo uma criação do subconsciente, desde que para ele o “cérebro não está apenas gravando um sabor ou qualquer outra
  6. 6. experiência, ele está criando a experiência”. Para o mesmo autor, a partir dessa constatação, pode-se definir que “muitas das suposições mais básicas sobre nós mesmos, e sobre a sociedade, são falsas”. No entanto, o autor afirma imprescindível essa capacidade a partir do fato de que “a evolução nos deu uma mente inconsciente porque é ela que permite nossa sobrevivência num mundo que exige assimilação e processamento de energia tão maciços” (MLODINOW, 2013, p. 43 e 44), mesmo que cientificamente se estime tenhamos consciência de cerca de 5% de nossa função cognitiva. Além disso, todo o trabalho complicado ocorre fora da consciência, sendo o resultado apresentado posteriormente à sua mente consciente na forma de um “relatório minucioso” (MLODINOW, 2013, p.45). Mlodinow (2013, p. 97 e 103), com efeito, afirma que “muito antes de conseguirmos verbalizar atração ou repulsa, já nos sentimos atraídos pelo bondoso e repelidos pelo malvado”. Além disso, a “tendência de inferir estados mentais automaticamente” denota ser tão poderosa que “a aplicamos não só a outras pessoas como também aos animais e formas geométricas inanimadas”. Cientistas dizem que parte do cérebro que, nos homens, é responsável pelo pensamento consciente é relativamente pequena nos mamíferos não humanos quando comparada à parte do cérebro envolvida nos processos inconscientes (MLODINOW, 2013, p. 109). Mlodinow (2013, p. 118), a esse respeito, afirma que estudos indicam que, “devido a influência do inconsciente, as pessoas não percebem as razões de como se sentem, se comportam e julgam outras pessoas, ou como se comunicam de forma não verbal com os outros”. Mlodinow (2013) cita Darwin no aspecto de que o evolucionista considera que “as emoções – e as maneiras como são expressas – proporcionam uma vantagem na sobrevivência, não são exclusivas dos seres humanos e ocorrem em muitas espécies” (MLODINOW, 2013, p. 138). Afirma, ainda, que “enquanto estamos decodificando o significado das elocuções que chamamos de linguagem, nossas mentes, em paralelo, analisam, julgam e são afetadas por características da voz que nada têm a ver com palavras” (MLODINOW, 2013, p. 159). Fundamentado em pesquisas, o autor complementa que neurônios localizados no córtex pré-frontal respondem à categorias, e que a classificação “é uma estratégia que nosso cérebro usa para processar informações com mais eficiência” (MLODINOW, 2013, p. 173). Além disso, afirma que é na estrutura do córtex pré-frontal que reconhecemos com mais clareza nossa humanidade. O córtex pré-frontal é responsável pelo planejamento e pela orquestração de nossos pensamentos e ações de acordo com nossos objetivos e pela integração
  7. 7. entre pensamento e consciente, percepção e emoção, supondo-se que seja o local de nossa consciência (MLODINOW, 2013, p. 123). Mlodinow (2013, p. 211), considera que “em função dos processos subliminares, a fonte de nossos sentimentos costuma ser um mistério para nós, assim como os próprios sentimentos. Sentimos muitas coisas de que não temos ciência”. Assim, “quando pensamos no efeito placebo, podemos imaginar uma pílula de açúcar inerte que alivia uma leve dor de cabeça assim como um Tylenol, desde que acreditemos que tomamos o verdadeiro remédio” (MLODINOW, 2013, p. 212). Além disso, Mlodinow (2013, p. 213), determina que “o conhecimento de nossos sentimentos – até os sentimentos físicos – é tão tênue que não podemos saber ao certo quando estamos sentindo uma dor lancinante”. Paralelamente o mesmo autor considera que “assumir ativamente o estado de uma pessoa feliz – digamos, forçar um sorriso – pode fazer você se sentir realmente mais feliz”, um indicativo de que “com frequência não compreendemos nossos sentimentos” além de inferir que as razões da existência de sentimentos que podem não ser realidade se devem ao fato de os inventarmos (MLODINOW, 2013, p. 223). Isso, segundo o autor, se deve ao fato de que “a mente inconsciente é mestre em usar dados limitados para construir uma versão do mundo que parece completa e realista para sua parceira, a mente consciente (MLODINOW, 2013, p. 238). Considerações Finais Pode-se avaliar, a partir das considerações apresentadas, pautadas na obra em questão, que são complexas, portanto, as relações entre a mente, com suas relações subjetivas, e a ação subliminar estruturada para que aja em conformidade com um projeto predeterminado. A temática do consumo e da cultura de consumo deve ser analisada sob esse aspecto tanto quanto devem ser avaliadas as ações desenvolvidas pelo cérebro humano ante as reações a que está exposto dada a voracidade do mercado que busca aumentar as vendas a qualquer custo, incutindo na mente do cidadão necessidades aquém de sua alçada, por meio de elementos criados num mundo irreal que se estrutura a partir das conexões e nós de uma rede de tamanho incerto. O aspecto estético da mercadoria, e as emoções que desperta ou as diferenciações que pode proporcionar às diversas tribos de consumidores permite decodificar uma ação sutil que permeia as relações sociais e se infiltra na mentes do cidadão. Essa subjetividade invocada redefine a relação social constituída pela sociedade atual,
  8. 8. onde as mídias medeiam esse processo de relação entre o modelo econômico e os desejos incutidos na sociedade de consumo. As novas tecnologias agem como um amplificador das vontades individuais, desde que as relações sociais definem e constroem o aparelho social, sendo imprescindível que os atores saibam seus direitos, dimensionando, assim, o rompimento de barreiras por vezes alienantes. Referências BAUDRILLARD, J. A sociedade de consumo. Lisboa: Edições 70, 1995. BOURDIEU, P. A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1974. FOUCAULT. A Ética do cuidado de si como prática de liberdade. In: MOTTA, M. B.(org.). FOUCAULT, M. Ditos & Escritos V. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004. FREUD, Sigmund. Obras psicológicas completas. Rio de Janeiro: Imago, 1972. FUKUKAWA, K; ENNEW, C. What We Believe Is Not Always What We Do: An Empirical Investigation into Ethically Questionable Behavior in Consumption. Journal Of Business Ethics, United Kingdom, 2010, p.49-60. GONZÁLEZ-REY, Fernando. Sujeito e subjetividade. São Paulo: Thomson, 2003. GUATTARI, F. Micropolítica, cartografias do desejo. Petrópolis: Vozes, 1986. MAFFESOLI. M. No fundo das aparências. Petrópolis: Vozes, 1996. MARCUSE, H. A ideologia da sociedade industrial. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1968. MARX, K. O Capital. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980. MLODINOW, L. Subliminar – Como o inconsciente influencia nossas vidas. Rio de Janeiro: Zahar, 2013. MORIN, E. A noção do sujeito. In SCHNITMAN, Dora Fied (org). Novos paradigmas, cultura e subjetividade. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. RAMALHO, Â. M. C.; SANTOS, J. G.; PAIXÃO, D. B. Consumo e Significação Social: Um Estudo com Mulheres Frequentadoras de Shoppings Centers. In: VI ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDOS DE CONSUMO. Rio de Janeiro, 2012. SAMPAIO, C. H. et al. Fatores visuais de design e sua influência nos valores de compra do consumidor. São Paulo: Revista de Administração de Empresas, 2009.

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