ISSN 1982-1891
CURSO DE ODONTOLOGIA
ANAIS
2015
11º CONGRESSO INTERNACIONAL DE ODONTOLOGIA
UNIVERSIDADE ANHANGUERA DE SÃO P...
Congresso Internacional de Odontologia da Universidade Anhanguera de
São Paulo – UNIAN SP (2015: São Paulo).
Anais do 11.º...
ÍNDICE
Comissão organizadora 7
Cursos pré-congresso 9
Programação científica 11
Comissão de avaliação 13
Resumo dos trabal...
Reitor
Prof. Dr. Carlos Alberto Ramos
Coordenador Docente
Prof. Dr. Camillo Anauate Netto
Diretor da Unidade Santana
Prof....
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PREFÁCIO
Prezados colegas
É com muita alegria que concretizamos neste ano, o 11º Congresso Internacional de
Odontologia....
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PREFÁCIO
A união de um Congresso Científico com um Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica
transforma este 11o Congr...
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PREFÁCIO
Desde 2005 o curso de Odontologia da Universidade Anhanguera de São Paulo (UNIAN-
SP) promove o Congresso Inter...
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COMISSÃO ORGANIZADORA
Presidente: Ac. Fabíola Melaine Climaco Lopes
Vice Presidente: Ac. Lucas Baroni
Coordenador do Cor...
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CURSOS PRÉ-CONGRESSO
18 de março de 2015
Provisórios de excelência em poucos minutos
Prof. Guilherme Saavedra, Prof. Júl...
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11
PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA
DIA 05/10
8h - Entrega de material ao congressista
8h30 às 10h - Abertura oficial dos eventos ci...
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DIA 08/10
8h30 às 10h - Conferência: Limitações do Tratamento Endodôntico. Ministrador: Prof. Dr.
Carlos Henrique Ribei...
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COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DOS
TRABALHOS CIENTÍFICOS
Profa. Dra. Alejandra Hortência Miranda González
Profa. Dra. Andréa Ani...
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15
RESUMOS DOS TRABALHOS CIENTÍFICOS
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17
CATEGORIA REVISÃO DA LITERATURA
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Reconstruções ‘onlay’
COTA A. O. C., MOURADIN A. L., ROSA C. M.,
PIZARRO G, MOTA V., MOURA V. T.
UNIAN-SP
amandaccota@t...
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Biossegurança em radiologia odontológica
LIMA A. S., MELO S. F., CHEFFER J.,DAVID M. M. R., BUONO E. D.
UNIAN-SP
amanda...
21
Cimento de hidróxido de cálcio
FIRMINO A., BRECCO B., NARDOTTO J. V. S., SILVA P. H. B. B., SILVA R. M., TANAKA C.S.
UN...
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Políticas de Saúde Pública e a odontologia
NOBREGA B. S., OLIVEIRA C.B., SANCHES F., GIORGI. M. S.
UNIAN-SP
beatriz.nob...
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Ionômero de vidro como agente cimentante em prótese dental
RIBAS B. S., SOARES A. S., LIMA B. H. G., ROCHA J. P., TANAK...
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Tomografia Cone Beam (3D)
SANTOS B. R., TEIXEIRA D. F. D., LINS L. T. R., BANDEIRA P. A., ,BUONO E. D.
UNIAN-SP
ribeiro...
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Homeopatia – um novo caminho da Odontologia. Você conhece?
LEMOS C. A. A., GIORGI J. S. J.
UNIAN-SP
cintialemos@profess...
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Enceramento diagnóstico
GUEDES E.C., LUÍS C.M., MOREIRA S. C., COELHO J. M. J., SASAKI L.H.
UNIAN - SP
cristina_123gued...
27
Maloclusões Dentárias
ROSSI G., CILLI I., ENRICO M., COSTA M., DANTAS M., SASAKI L.H.
UNIAN-SP
isatcilli@gmail.com
O co...
28
Núcleos Metálicos
SILVA G. B., MACEDO R., QUIRINO D., SILVA J. C., PERES M., SASAKI L.H.
UNIAN-SP
g.balda@hotmail.com
N...
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Tipos de articuladores
SANTOS. G., AMORIM A. B., FURTADO K. C., SASAKI L. H.
UNIAN-SP
dosgenivaldo@ig.com.br
Os primeir...
30
Organização da saúde bucal na atenção básica
SANTOS G., AMORIM A., CRISTINE T., BUONO E. A. D.
UNIAN-SP
dosgenivaldo@ig...
31
Postura da cabeça e do pescoço x postura da mandíbula
GONÇALVES H., MARTINS S., NOGUEIRA C., NOGUEIRA R., SASAKI L. H.
...
32
Amamentação e sua influência na formação do sistema estomatognático
OLIVEIRA J. S., FRANÇA J.P., PARRAS R.M., MOURA V. ...
33
Cerâmica metal free – Dissilicato de Lítio
BARBOZA F. J., SUZUKI N. C., SOUZA T., SUZUKI Y. N., MOURA, V. T.
UNIAN-SP
j...
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Benefícios e importância do aleitamento materno, sob a visão da Odontologia
SANTOS J.C., FERNANDES L.
UNIAN-SP
julieteo...
35
Oclusão na Dentição Decídua
BALDACONI. K., KOTSI A., NOGUEIRA L., MACIEL J., SOUZA U., TANAKA. C. S.
UNIAN-SP.
kelbalda...
36
Caderno de atenção básica e protocolos realizados em traumatismo,
edentulismo, fluorose e má oclusão
NOGUEIRA, L. G. O....
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Más oclusões classe I, II e III de Angle
PATO L., FERNANDO A., STEFANY C., GOMES P. D., MOURA V. T.
UNIAN-SP
laryanna.p...
38
Doença periodontal em pacientes especiais
FERNANDES. L., SANTOS J.C., OLIVEIRA L. F.
UNIAN-SP
lufernandes2104@terra.com...
39
Pinos pré-fabricados
POLASSI, M. R., RIBEIRO, K. L., SANTOS, R. S., VIEIRA, L. O., SASAKI, L. H.
UNIAN-SP
mackeler_pola...
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Radiologia: a arte de interpretar
NETO M. R. C., SEVERINO A. A., UETA D. H., MEDINA D. H., BUONO, E. D.
UNIAN-SP
manuel...
41
Padrões ósseos de crescimento facial
COMITO M., ALBUQUERQUE F., FRANÇA A. M., FERREIRA L., MOURA V. T.
UNIAN-SP
chelly2...
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Oclusão na dentição permanente
VILHENA M., SANTOS I., SANTOS A., SANTOS S., TANAKA C. S.
UNIAN-SP
celsotanaka@bighost.c...
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Coroas provisórias: tipos de materiais, técnica de confecção, cimentação e
ajustes
MORAES P. C., BARONI L., SILVA A. B....
44
Classificação de terceiros molares inferiores inclusos segundo Pell e Gregory
SILVA P. H. B. B., ZANLUQUI T., SOUSA W.
...
45
Comprometimento e disseminação das infecções odontogênicas nas
estruturas maxilo-faciais
ALMEIDA R. M. F., ZANLUQUI T.
...
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Deglutição Atípica e sua influência nas arcadas dentárias
ORTEGA R. C, SILVA R. T., RODRIGUES I., TANAKA C. S.
UNIAN – ...
47
Cerâmicas metal-free – In Ceram
SILVA R. S., FELIPPE J., IPERSON I., MOURA V. T.
UNIAN – SP
rosymere2601@gmail.com
A bu...
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Tomografia computadorizada e “Cone Beam”
SILVA T. V., FIGUEIREDO T., GOMES E. A. S., NÓBREGA V. S., BUENO E. D.
UNIAN-S...
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Cimentos Resinosos
LACERDA T. O., BORGES M., SIMPLÍCIO E., KAIANE I., TANAKA C. S.
UNIAN - SP
tassiane_lacerda@hotmail....
50
Alterações da cronologia de erupção do desenvolvimento da o lus o
COSTA T. S., RODRIGUES D. F., FERNANDES R. C., MOURA ...
51
Cuidados odontológicos nos diferentes ciclos da vida
COSTA T. S., SENA T., CILLI I. C, MARÇAL E. A., MOURA T. V.
UNIAN ...
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CATEGORIA TCC
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Atendimento odontológico ao paciente portador de encefalopatia crônica
não evolutiva
SILVA A. L, VERUSKA A.
UNIAN - SP
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Placas oclusais no tratamento de bruxismo
FILHO A. A. M., ROBES A.V.
UNIAN - SP
afonsoprotetico@hotmail.com
O bruxismo ...
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Fraturas de Maxila LE Fort l, ll, lll
MATSUBARA A. H., SEVILHA F.
UNIAN - SP
alexandrematsubara@hotmail.com
Fratura do ...
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A importância do cirurgião dentista no diagnóstico do câncer bucal
OLIVEIRA A. P. N., AMANTEA D. V.
UNIAN - SP
ana.paul...
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Anomalias dentárias na dentição decídua
MELO A. P. W. C., BORELLI A. L.
UNIAN - SP
paula.sofia@uol.com.br
As anomalias ...
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Gestão do consultório odontológico
GUIDINI A. R., GIORGI M. S.
UNIAN - SP
andre_guidini@hotmail.com
A gestão do consult...
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Coloração e propriedades físico-mecânicas de compósitos resinosos
experimentais: Efeito do tipo e concentração de fotoi...
62
Periodontia associada ao tabagismo
ASSAAD A. A. M., BUONO E. A. D.
UNIAN - SP
assaadspfc@hotmail.com
As doenças periodo...
63
Traumas de Face por Projétil de Armas de Fogo
CADETE A. W. O., SEVILHA F.
UNIAN - SP
ayslla@live.com
A crescente violên...
64
Caninos inclusos
SILVA B. F. H., CORVELONI R.
UNIAN - SP
odontofranklin23@ig.com.br
O objetivo do trabalho é o estudo d...
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O fumo e a doença periodontal
MARTINS B. S., REGO L.
UNIAN - SP
bru-spera@hotmail.com
A doença periodontal é uma doença...
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Cirurgia de levantamento de seio maxilar
GALLICCHIO B. B., AMANTEA D. V.
UNIAN - SP
brunobg_138@hotmail.com
A cirurgia ...
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Etiologia, diagnóstico e estratégias de tratamento das lesões cervicais
não cariosas e hipersensibilidade.
ARSLANIAN C....
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Alveolite: uma complicação cirúrgica
NOGUEIRA C. Q.; AMANTEA D. V.
UNIAN - SP
camiladeqn@hotmail.com
A alveolite é uma ...
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Fratura do assoalho de órbita
RODRIGUES C. P. F. L., SEVILHA F.
UNIAN - SP
portcami@gmail.com
A órbita é a estrutura ós...
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Overdentures: prótese muco-implanto suportada
FLORENCIO C. E., TANAKA C S I.
UNIAN - SP
cadu.odonto@gmail.com
A reabili...
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Controle do medo e ansiedade na Odontologia
CRESPO C. C., GIORGI M.
UNIAN – SP
ca-crespo@hotmail.com
Os procedimentos o...
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Higiene oral na primeira infância: Educar para prevenir
LEMOS C. A. A., GIORGI M. S.
UNIAN - SP
cintialemos@professor.s...
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Bruxismo na infância relacionado a déficit de atenção e hiperatividade.
ROCHA C. S. R., SARAIVA F.
UNIAN - SP
cintia_ve...
74
Promoção de saúde bucal ao paciente portador de necessidades
especiais
ROCHA C. R., ROBES A. V.
UNIAN - SP
leiacunhadin...
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A Dureza dos materiais dentários
VASCONCELOS D., AMORE R.
UNIAN-SP
deboravl1993@gmail.com
Diante do aumento do número d...
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Traumatismo dentário na Odontopediatria
CRUZ E. V. R., SARAIVA F.
UNIAN-SP
elaine.martinss@ig.com.br
O presente trabalh...
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Anormalidades da Dentição Decídua
ASSIS E. P., SARAIVA F.
UNIAN-SP.
elisangela04_06@hotmail.com
Os distúrbios de desenv...
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Fios de sutura
RIBEIRO E. V. M.; CORVELONI R.
UNIAN-SP
ericas_ribeiro@ig.com.br
Os fios de sutura cirúrgica foram conce...
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Estudo da interação dos cimentos resinosos autoadesivos com os
tecidos dentais
COSTA F. F. C., HIPÓLITO V. D.
UNIAN-SP
...
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A importância da nutrição na cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial.
LOPES, F. M. C., ZANLUQUI T.
UNIAN-SP
drafabiol...
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  1. 1. ISSN 1982-1891 CURSO DE ODONTOLOGIA ANAIS 2015 11º CONGRESSO INTERNACIONAL DE ODONTOLOGIA UNIVERSIDADE ANHANGUERA DE SÃO PAULO De 05 a 09 de outubro de 2015 Avenida Brás Leme, 3.029 - São Paulo - S.P.
  2. 2. Congresso Internacional de Odontologia da Universidade Anhanguera de São Paulo – UNIAN SP (2015: São Paulo). Anais do 11.º Congresso Internacional de Odontologia da Universidade Anhanguera de São Paulo – UNIAN SP; São Paulo, 2015. 146 p.; 21 cm; Anual ISSN 1982-1891 Evento realizado na Universidade Anhanguera de São Paulo – Anhanguera Educacional, Campus Santana, São Paulo de 05 a 09 de Outubro de 2015. 1. Odontologia – Resumos 2. Congresso Internacional – Universidade Anhanguera de São Paulo – Anhanguera Educacional. I. Título Editores: Prof. Dr. Paulo Henrique Perlatti D’Alpino, Prof. Dr. Vinícius Di Hipólito, Prof. Dr. Camillo Anauate Netto. 11cio.cientifico@gmail.com CURSO DE ODONTOLOGIA UNIVERSIDADE ANHANGUERA DE SÃO PAULO – UNIAN SP
  3. 3. ÍNDICE Comissão organizadora 7 Cursos pré-congresso 9 Programação científica 11 Comissão de avaliação 13 Resumo dos trabalhos científicos 15 Categoria Revisão da literatura - REV 17 Categoria TCC – TCC 53 Categoria Pesquisa - PE 137 Categoria Mesa clínica - ME 140 Categoria Caso clínico - CA 144
  4. 4. Reitor Prof. Dr. Carlos Alberto Ramos Coordenador Docente Prof. Dr. Camillo Anauate Netto Diretor da Unidade Santana Prof. Dr. Júlio Cesar Quini Vilcher Coordenadora do Curso de Odontologia Prof.ª Ms Priscila Valles Rocha Presidente do 11º CIO Congresso Internacional de Odontologia Ac. Fabíola Melaine Clímaco Lopes
  5. 5. 1 PREFÁCIO Prezados colegas É com muita alegria que concretizamos neste ano, o 11º Congresso Internacional de Odontologia. Este evento conta com a ilustre presença de professores internacionais e nacionais e que junto ao nosso corpo docente e discente participam desta festa que celebraremos ao longo desta semana. Também contaremos com os profissionais que já fizeram parte da família UNIAN-SP em algum período de sua vida e que retornarão para se atualizarem e abraçar seus queridos mestres. Na longa jornada que fizemos até chegar a este grandioso evento, pudemos contar com vários professores convidados, que prontamente atenderam nossos pedidos ampliando nossos conhecimentos com os cursos pré-congresso e que levaremos para o resto de nossas vidas. A nossa Jornada até aqui foi longa e dura, mas recheada de alegrias, gargalhadas e discussões que culminaram no que se pode ver aqui hoje. Quero destacar a participação de todos os alunos desta escola, este congresso fica marcado pela participação de todos os discentes em nossos cursos pré-congresso, festa a fantasia, festa junina e integração de calouros, todos juntos formando uma grande comissão organizadora, colaborando com a participação efetiva nos cursos, trabalhos científicos, painéis e apresentações orais. Gostaria de agradecer também todo o corpo docente da UNIAN-SP pela colaboração direta e indireta, pelo incentivo e pela união em fazer com que este evento seja um grande sucesso que com todo certeza o será, a todos os MESTRES meus sinceros agradecimentos. Finalmente quero agradecer a toda comissão organizadora do 11º Congresso Internacional de Odontologia pelo trabalho, esforço e perseverança para que esta linda festa se concretizasse e em especial aos Professores das Disciplinas de Dentística, Biomateriais COI, Endodontia, Prótese Dentária, Clínica Integrada de Atenção básica e Clínica integrada de Atenção Primária, Cirurgia e Estomatologia que juntamente com os alunos tornaram este evento de sucesso, possível. Tenham todos um excelente Congresso. Muito obrigada Ac. Fabíola Melaine Climaco Lopes Presidente do 11º CIO Congresso Internacional de Odontologia Universidade Anhanguera de São Paulo
  6. 6. 2
  7. 7. 3 PREFÁCIO A união de um Congresso Científico com um Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica transforma este 11o Congresso Internacional de Odontologia da Universidade Anhanguera de São Paulo num dos mais importantes eventos da Universidade, pois nele se apresenta o que existe de mais atual na ciência odontológica bem como sua aplicação profissional. Descobrem se novos talentos, e firma-se a qualidade do corpo docente e de seus pesquisadores. Alia-se a isso a vontade institucional de ter um curso sério e compromissado com a qualidade. O Congresso Internacional de Odontologia da Universidade Anhanguera de São Paulo registra nesta edição, os 20 anos do Curso de Odontologia da outrora Uniban, hoje Universidade Anhanguera de São Paulo e a consolidação do seu stricto sensu. Ressaltamos o Mestrado de Biomateriais em Odontologia que completa 5 anos, e que ao longo deste período tem colecionado muitos prêmios, formado mestres e conquistado o respeito da comunidade cientifica. Nesta semana, docentes, estudantes, expositores e ministradores convivem e trocam experiências profissionais e de atualização odontológica, além de promover o convivo social e a confraternização da comunidade. Teremos um dia dedicado somente a apresentação de trabalhos científicos, com apresentações de painéis. Os trabalhos serão registrados nos ANAIS deste evento, com registro sob nº. 1982-1891, o que torna esta publicação um referencial a mais da Universidade e do Curso de Odontologia. Os trabalhos aqui publicados podem ser citados de forma padronizada em todos os currículos em qualquer parte do mundo. A publicação registra o esforço de todos os envolvidos, professores e alunos, para o aperfeiçoamento da formação acadêmica e demonstra a importante contribuição do Curso de Odontologia para a Iniciação Científica dos estudantes, futuros cirurgiões-dentistas, gestores, professores ou pesquisadores. Os acadêmicos, sem dúvida, vivenciarão uma experiência única de aprendizado e crescimento científico, receberão e muitos também acrescentarão conhecimentos novos à ciência odontológica, o que lhes conferirá um status diferenciado no mundo acadêmico e em breve profissional. Agradeço a confiança depositada pela presidente do 110 CIO, Ac. Fabíola Melanie Lopes e toda turma de estudantes pela escolha do nosso nome para coordenar o evento. Ao Prof. Mario Sérgio Giorgi agradeço muito pela parceria na "co-coordenação" e ao Prof. Celso Shin-Ite Tanaka eterno companheiro de ideais pelo ensino da odontologia, pelo forte engajamento no evento e também a todos os docentes do curso de odontologia e em especial a minha querida equipe do Mestrado de Biomateriais em Odontologia. Agradeço também, a Coordenadora do Curso de Odontologia Profa. Priscila Vales Rocha e também a direção da Universidade Anhanguera de São Paulo pelo apoio irrestrito ao 110. CIO. Aproveitamos o ensejo para dizer aos colegas que nos antecederam em outras jornadas, que sem a bagagem que deixaram, talvez tudo isso fosse inatingível. Assim sendo, reitero o nosso apreço e gratidão! Temos certeza também que a vitória deste evento possibilitará a nossos sucessores a renovação e continuidade deste evento. Nosso muito obrigado a todos que de forma direta ou indireta nos ajudaram na execução desse trabalho. Desejo a todos um excepcional evento. Prof. Dr. Camillo Anauate Netto Coordenador Docente do 11.º CIO Universidade Anhanguera de São Paulo
  8. 8. 4
  9. 9. 5 PREFÁCIO Desde 2005 o curso de Odontologia da Universidade Anhanguera de São Paulo (UNIAN- SP) promove o Congresso Internacional de Odontologia, o evento surgiu com a grande evolução das jornadas acadêmicas da UNIBAN e hoje contempla os alunos com uma semana de enriquecimento pessoal e profissional. O CIO-UNIAN objetiva levar o aluno a experimentar o aprofundamento do conhecimento com temas relevantes da Odontologia Moderna, favorecendo a formação profissional e despertando o espírito de continuidade no aperfeiçoamento e na pós-graduação. Tornou-se um ícone na rotina acadêmica de nosso curso, sendo programado pela equipe organizadora, que arduamente trabalhou dias e noites ao longo dos 12 meses para a concretização deste brilhante evento. Neste período os alunos aprenderam a planejar e organizar um Congresso de porte Internacional, lutaram pelos interesses comuns e desenvolveram o verdadeiro conceito de trabalho em equipe. Para a realização do Congresso inúmeras reuniões foram necessárias e diversas ações de ampla movimentação para levantamento de fundos, além de contar com o apoio de Empresas do setor odontológico que disponibilizaram cursos extracurriculares permitindo, aos alunos, constante acesso à novas tecnologias e de palestrantes convidados que colaboraram com nossa Instituição. No decorrer do CIO-UNIAN vocês poderão desfrutar de grandes temas e grandes nomes da Odontologia. Parabenizo a Comissão Organizadora, pelo exemplo de persistência, desprendimento, dedicação e amor. Desejo a todos, um excelente congresso! Profª. Ms Priscila Valles Rocha Coordenadora do Curso de Odontologia Universidade Anhanguera de São Paulo
  10. 10. 6
  11. 11. 7 COMISSÃO ORGANIZADORA Presidente: Ac. Fabíola Melaine Climaco Lopes Vice Presidente: Ac. Lucas Baroni Coordenador do Corpo docente: Prof. Dr. Camillo Anauate Netto Secretaria Coordenadores discentes: Ac. Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira, Larice France Sousa Silva Coordenadores docentes: Profª Drª Alejandra Hortência Miranda Gonzáles, Prof. Dr. Ricardo Amore e Ms Fabiana Barbara Piveta Flores Tesouraria Coordenador discente: Ac. Márcio Ronaldo Fernandes Coordenador docente: Prof. Dr. Camillo Anauate Netto Comissão Científica Coordenadores discentes: Ac. Tamiris Fernandes da Silva, Laís Neves, Jocimar Carneiro Marques Coordenadores docentes: Profª Dra. Marcela R. de Oliveira Carrilho, Prof. Dr. Fabio Dupart Nascimento Comissão de Trabalhos Científicos Coordenadores discentes: Ac. Patrícia Macedo Alves, André Ricardo Guidini, Karoline Monteiro Coordenadores docentes: Prof. Dr. Paulo Henrique Perlatti D’Alpino e Prof. Dr. Vinicius Di Hipólito Comissão Promocional e Relações Comerciais Coordenadores discentes: Ac. Vivian Caccia Costa, Roberto Antonio Pinto Junior. Coordenadores docentes: Prof. Dr. Celso Shin Ite Tanaka, Mario Sérgio Giorgi Comissão Social e Recepção Coordenadores discentes: Ac. Mariane Fragoso Bettini, Marcela Laurindo Andrade, Thayane L. Rocha Coordenador Docente: Profª.Drª Ana Lúcia Borelli Comissão de Apoio e Infraestrutura Coordenadores discentes: Ac. Carlos Eduardo Florencio e João Carlos de Lima Coordenador docente: Prof. Ms Luis Hiroo Sasaki Comissão Cursos e Eventos Pré-Congresso Coordenadores discentes: Ac. Hebert Ribeiro Emerenciano e Arnaldo Bonfim Caires Filho Coordenador Docente: Profª Drª Roberta Caroline Bruschi Alonso Comissão de Divulgação Coordenador discente: Ac. Vivian Caccia Costa e Roberto Antonio Pinto Junior Coordenadores docentes: Prof. Ms. Mario Sergio Giorgi e Prof. Dr. Celso Shin-Ite Tanaka
  12. 12. 8
  13. 13. 9 CURSOS PRÉ-CONGRESSO 18 de março de 2015 Provisórios de excelência em poucos minutos Prof. Guilherme Saavedra, Prof. Júlio Nogueira Luz, Profa. Mayara Ribeiro 29 de abril de 2015 Técnicas anestésicas tronculares e regionais intra e extrabucais Prof. Jefferson Souza, Profa. Talita Zanluqui de Souza Prof. Walter Antônio Nascimento de Souza 20 de maio de 2015 Emergências médicas no consultório odontológico Prof. Guilherme Tomio Braga Nisizima, Profa. Joelma Teixeira de Oliveira 8 de junho de 2015 Pinos e Núcleos Estéticos: Novos Conceitos e Materiais Prof. Luis Hiroo Sasaki, Prof. Mário S. Giorgi, Prof. Rafael Corveloni Profa. Valdirene Santos 9 de junho Cirurgias Periodontais em Mandíbula de Porco Prof. Eduardo Alberto Del Buono 25 de agosto de 2015 Morpheus – Anestesia Computadorizada Prof. Alceu Meibach 8 de setembro de 2015 Morpheus – Anestesia Computadorizada Profa. Fabiana Saraiva
  14. 14. 10
  15. 15. 11 PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA DIA 05/10 8h - Entrega de material ao congressista 8h30 às 10h - Abertura oficial dos eventos científicos Reinauguração da Clínica Odontológica 10h às 10h30 - Coffee-Break 10h30 às 12h - Conferência: Planejamento Estético Digital: Do Diagnóstico à Execução. Ministrador: Prof. Fernando Pastor 20h - Recepção festiva DIA 06/10 8h30 às 12h - Apresentação e Avaliação dos Trabalhos Científicos 19h às 22h - Conferência: Laminados Cerâmicos: do Planejamento Digital às Lentes de Contato. Ministrador: Prof. Wolney Vieira Filho DIA 07/10 8h30 às 10h - Curso Internacional: Aumento da Longevidade de Restaurações com Compósitos de Resina, Tratamento minimamente invasivo: Reparo, Selamento e Repolimento. 1 a Parte. Ministrador: Prof. Dr. Eduardo Fernández (Universidad del Chile) 10h às 10h30 - Coffee-Break 10h30 às 12h - Curso Internacional: Aumento da Longevidade de Restaurações com Compósitos de Resina, Tratamento minimamente invasivo: Reparo, Selamento e Repolimento. 2 a Parte. Ministrador: Prof. Dr. Eduardo Fernández (Universidad del Chile)
  16. 16. 12 DIA 08/10 8h30 às 10h - Conferência: Limitações do Tratamento Endodôntico. Ministrador: Prof. Dr. Carlos Henrique Ribeiro Camargo (UNESP – São José dos Campos) 10h às 10h30 - Coffee-Break 10h30 às 12h - Conferência: Cinco Passos para ter sucesso em Odontologia – Utilizando ferramentas de Marketing, Gestão e Coaching. Ministrador: Prof. Ms. Marco Rocha 19h às 22h - Conferência: Restaurações Estéticas Indiretas Anterior e Posterior: do Preparo à Cimentação. Ministrador: Prof. Dr. Clovis Pagani (UNESP – São José dos Campos) DIA 09/10 8h30 às 10h30 - Simpósio de Práticas Integrativas: Controle da Ansiedade e Medo em Odontologia: Como eu abordo? Simposiástas: Hipnose - Prof. Marivaldo Santos Pietro, Homeopatia - Profa. MS. Jussara S. Jorge Giorgi e Mediador: Prof. Ms. Mario Sergio Giorgi. 11h às 12h - Cerimônia de Encerramento e Premiação dos Trabalhos Científicos
  17. 17. 13 COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DOS TRABALHOS CIENTÍFICOS Profa. Dra. Alejandra Hortência Miranda González Profa. Dra. Andréa Anido Anido Prof. Dr. Eduardo Fernández Profa. Ms. Fabiana Barbara Piveta Flores Prof. Ms. Marcos José da Silva Prof. Dr. Paulo Henrique Perlatti D’Alpino Profa. Ms. Rosemary Pereira de Araújo Profa. Ms. Rose Aparecida Schiavon Sanches Maturano Prof. Dr. Vinicius Di Hipólito Professores responsáveis pela classificação e revisão dos trabalhos: Prof. Dr. Paulo Henrique Perlatti D’Alpino e Prof. Dr. Vinicius Di Hipólito
  18. 18. 14
  19. 19. 15 RESUMOS DOS TRABALHOS CIENTÍFICOS
  20. 20. 16
  21. 21. 17 CATEGORIA REVISÃO DA LITERATURA
  22. 22. 18
  23. 23. 19 Reconstruções ‘onlay’ COTA A. O. C., MOURADIN A. L., ROSA C. M., PIZARRO G, MOTA V., MOURA V. T. UNIAN-SP amandaccota@terra.com.br Atualmente preconiza-se a realização de preparos ultraconservadores, no entanto isto só é possível quando o comprometimento de estrutura dental for pequeno e uma restauração direta for realizada com materiais restauradores. Dentes com grandes destruições precisam ser restaurados por meio de técnicas indiretas que conferem a proteção necessária da estrutura dental remanescente. As coroas onlay, com recobrimento de cúspides, destinam-se a este fim. As restaurações indiretas podem ser executadas com ligas metálicas, resinas compostas ou porcelanas. A escolha do material deve ser baseada nas características necessárias de cada caso clínico. Apesar da desvantagem estética a onlay metálica é a que melhor reproduz, em qualquer condição, as propriedades físicas e mecânicas da estrutural dental. Dependendo da liga escolhida, é possível realizar fundições em espessuras finas promovendo a proteção necessária com um mínimo desgaste da estrutura dental. Já na onlay estética, de resina composta, a polimerização é realizada antes da cimentação, portanto não sofre contração, como ocorre na utilização em restaurações diretas, apresentando melhor vedamento marginal. A estética proporcionada pela onlay de porcelana é extremamente satisfatória e reproduz detalhes anatômicos e estéticos exatos. Atualmente novas porcelanas e técnicas oferecem onlays com propriedades físicas e mecânicas melhores, que aliadas a sua insuperável estética, permitem resultados altamente satisfatórios. REV01
  24. 24. 20 Biossegurança em radiologia odontológica LIMA A. S., MELO S. F., CHEFFER J.,DAVID M. M. R., BUONO E. D. UNIAN-SP amandasantos8090@gmail.com Algumas ações interferem diretamente nos riscos biológicos relacionados aos exames radiográficos. Dentre eles, aqueles relativos a radiação ionizante e a exposição aos agentes biológicos que pacientes e profissionais são submetidos durante os procedimentos radiográficos: diferentes doses de radiação emitidas pelos equipamentos utilizados em radiologia oral, tanto nos sistemas analógicos digitais como digitais; as diferentes formas como ocorrem a propagação de micro-organismo durante a obtenção das imagens radio gráficas. As medidas de biossegurança para prevenir esses riscos em radiologia odontológica por meio da radio proteção e de controle de infecção foram estudados e atualmente a biossegurança em radiologia odontológica tem como principais objetivos: redução de radiação para o paciente e evitar a infecção cruzada entre os agentes envolvidos durante a realização dos exames radiográficos. O presente trabalho tem como finalidade apresentar um conjunto de medidas e condutas clínicas visando reforçar a Biossegurança para minimizar ou extinguir possíveis contaminações durante a atividade prática da radiologia odontológica. REV02
  25. 25. 21 Cimento de hidróxido de cálcio FIRMINO A., BRECCO B., NARDOTTO J. V. S., SILVA P. H. B. B., SILVA R. M., TANAKA C.S. UNIAN-SP aryanynha_b@hotmail.com O presente estudo teve por objetivo realizar uma revisão de literatura acerca do cimento de hidróxido de cálcio. Os produtos à base de hidróxido de cálcio têm a propriedade de estimular a formação de dentina esclerosada, reparadora e proteger a polpa contra os estímulos termoelétricos. Os cimentos de Hidróxido de Cálcio apresentam relativa dureza e resistência mecânica. São também eficazes contra estímulos térmicos e elétricos. Sua manipulação é bastante simples, bastando proporcionar quantidades iguais das duas pastas, espatulá‐las e levar a mistura à cavidade. Além disso, permite a retenção satisfatória e a fácil remoção da prótese parcial fixa provisória (PPFP); e os reembasamentos sistemáticos são indicados para que o grau de retenção das PPFP se mantenha satisfatório. REV03
  26. 26. 22 Políticas de Saúde Pública e a odontologia NOBREGA B. S., OLIVEIRA C.B., SANCHES F., GIORGI. M. S. UNIAN-SP beatriz.nobrega@uol.com.br Considerando as desigualdades e injustiças inerentes ao sistema capitalista, as Políticas Públicas de proteção social surgem como forma de minimizar as distorções existentes na sociedade. O presente trabalho tem como objetivo compreender conceitos importantes sobre o tema, identificar as condições históricas do surgimento e construção das políticas públicas de saúde no Brasil, analisando a significação das mudanças ocorridas na saúde pública, a partir da criação do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Programa Saúde da Família (PSF), e a integração da Odontologia nesse programa, apresentando perspectivas para um horizonte futuro. O SUS é a formalização da conquista do direito de todos à saúde e a única possibilidade de atenção para mais de 140 milhões de brasileiros. É uma política pública definida na Constituição Brasileira que estabelece as ações e os serviços públicos de saúde formam uma rede e constituem um sistema único. Atualmente o SUS, é um dos maiores programas de saúde pública do mundo e possui um dos maiores sistemas de atenção primária a saúde, que é o PSF, criado como estratégia para reestruturação do SUS. O PSF, também conhecido como Estratégia Saúde da Família (ESF), foi criado em 1994, mas a Odontologia não foi incluída imediatamente neste, visto que sua inclusão só ocorreu 6 anos após, em 2000, motivada pela situação caótica da saúde bucal da população brasileira. O Programa Brasil Sorridente, criado em 2003, constitui-se de uma série de medidas que têm como objetivo garantir as ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal dos brasileiros, sua principal meta é a reorganização da prática e a qualificação das ações e serviços oferecidos, reunindo uma série de ações em saúde bucal voltada para os cidadãos de todas as idades, com ampliação do acesso ao tratamento odontológico gratuito aos brasileiros, por meio do SUS. . REV04
  27. 27. 23 Ionômero de vidro como agente cimentante em prótese dental RIBAS B. S., SOARES A. S., LIMA B. H. G., ROCHA J. P., TANAKA C. S. UNIAN-SP spositobia@live.com O cimento de ionômero de vidro é um material bastante utilizado na odontologia em praticamente todas as especialidades odontológicas, devido as suas propriedades e características e pelo baixo custo comparado a outros materiais para os mesmos fins. O objetivo deste trabalho é abordar os dois principais tipos de cimento de ionômero de vidro utilizado em prótese (convencional e modificado por resina), as indicações do mesmo, além de abordar as suas propriedades (dentre elas, biocompatibilidade, liberação de flúor, translucidez) uma vez que, o ionômero de vidro é muito importante para uma boa cimentação da peça protética, o que implica na durabilidade da mesma na cavidade oral. REV05
  28. 28. 24 Tomografia Cone Beam (3D) SANTOS B. R., TEIXEIRA D. F. D., LINS L. T. R., BANDEIRA P. A., ,BUONO E. D. UNIAN-SP ribeirosantos.brunaa@gmail.com A tomografia computadorizada de feixe cônico (cone beam computarized tomography- CBCT) é uma técnica de imaginologia médica composta por tomografia computadorizada de raios-X, onde os mesmos são divergentes, formando-se um cone. Durante o processo de captação da imagem, o scanner gira em torno da cabeça do paciente, obtendo-se até cerca de 600 imagens distintas. O software de digitalização recolhe os dados e reconstrói, produzindo o que é denominado um volume digital composto de tridimensional denominado ‘voxel’. Estes dados anatómicas podem, então, ser manipulados e visualizados com software especializado. Com uma resolução entre 0,1-0,2 mm, a precisão das imagens é extraordinária. Este aspecto é de enorme importância quando lidamos com planificação cirúrgica para as quais precisamos de exatidão total da dimensão e posição das estruturas, tais como: osso alveolar, nervos e vasos. O tempo necessário para efetuar o exame é muito curto (cerca de 3 minutos), sendo rápido também o processamento da imagem, logo o resultado do exame estará pronto quase de imediato. Não é necessário qualquer tipo de preparação prévia e a posição da cadeira é muito confortável. Considerando a evolução da Medicina Dentária, o CBCT é uma arma fundamental para o planeamento de cirurgias com o mínimo de agressão possível, possibilitando o melhor pós-operatório. REV06
  29. 29. 25 Homeopatia – um novo caminho da Odontologia. Você conhece? LEMOS C. A. A., GIORGI J. S. J. UNIAN-SP cintialemos@professor.sp.gov.br A homeopatia vem aos poucos conquistando profissionais e pacientes. Com o passar do tempo e muitas pesquisas, esta pratica passou a ser considerada um instrumento importante de prevenção, controle e tratamento de doenças da cavidade oral, bem como a auxiliar o cirurgião dentista, oferecendo um método terapêutico medicamentoso seguro, que contempla a totalidade do indivíduo em detrimento da visão de doenças isoladas, assim atuando através de estímulos energéticos desencadeados por medicamentos homeopáticos com o intuito de reequilibrar a energia vital dos pacientes, ocasionando a melhoria inclusive da dor e de sua qualidade de vida. O objetivo deste trabalho é, através de uma revisão de literatura, oferecer informações importantes que contribuam para a divulgação desta terapêutica que proporciona maior entendimento entre profissionais, ganho de saúde ao paciente e satisfação àquele que a prática. REV07
  30. 30. 26 Enceramento diagnóstico GUEDES E.C., LUÍS C.M., MOREIRA S. C., COELHO J. M. J., SASAKI L.H. UNIAN - SP cristina_123guedes@hotmail.com Objetiva avaliar a importância do enceramento diagnóstico. Seu planejamento é fundamental na reabilitação oral, utilizando modelos de estudo para facilitar a visualização da forma, posição das futuras restaurações, avaliando melhor arranjo estético e funcional; a dimensão vertical, guia anterior e relação cêntrica para equilíbrio do sistema estomatognático. É finalidade reconstruir porções desgastadas dos dentes e substituí-los, se ausentes, determinar plano oclusal, contatos simultâneos de dentes posteriores, previsibilidade da estabilidade oclusal, guia anterior, consequentemente equilíbrio estomatognático. O enceramento influencia ações clínicas, cirúrgicas (implantes), protéticas, melhorando o prognóstico, utilizam-se ceras para colocar esforços mastigatórios, seguindo o eixo longitudinal dos dentes. Demonstra ao paciente o resultado esperado, estético, funcional, possíveis mudanças no sorriso e auxilia o acompanhamento profissional. As técnicas de enceramento, progressivo, convencional ou métodos alternativos, serão descritas no trabalho. O enceramento é importante para a realização de um trabalho eficaz, estético e funcional. REV08
  31. 31. 27 Maloclusões Dentárias ROSSI G., CILLI I., ENRICO M., COSTA M., DANTAS M., SASAKI L.H. UNIAN-SP isatcilli@gmail.com O contato entre os dentes inferiores e superiores ao fechamento da boca é o que se da o nome de oclusão dentária. Entende-se por uma boa oclusão dentária quando os dentes da arcada superior encobrem boa parte dos inferiores, concluímos então que o arco da maxila tem de a ser maior do que o da mandíbula.Quando algum desses mecanismos para a boa oclusão dentária não ocorre de forma correta chamamos de má oclusão dentária, o que pode vir a gerar danos a estruturas como gengivas, ossos, músculos, dentes, articulações e ligamentos. Os fatores etiológicos da maloclusão são gerados muitas vezes por conta de deglutições atípicas juntamente com a interposição lingual, causadas por sua vez pelo desequilíbrio entre os músculos periorais e a língua. Os elementos que são responsáveis e necessários por um processo de deglutição harmonioso e que ocorra de forma normal são: a língua músculos mastigadores e os músculos periorais. Todos os casos de maloclusões podem ser diferenciadas e definidas em classes; Classe I: Uma oclusão normal em termos de posicionamento de arcada embora alguns dentes possam estar em oclusão vestibular ou lingual, fica ligada especialmente aos dentes incisivos. Classe II: Produz falta de harmonia na região incisiva e nas linhas faciais, estreitamento da arcada superior, formas de obstrução nasal, função atípica dos lábios, oclusão distal em um dos lados, apinhamento e inclinação lingual dos incisivos superiores e predominância em respiração bucal. Classe III: Relação atípica dos maxilares, todos os dentes inferiores ocluem-se mesialmente, grande variação da disposição dos dentes nas arcadas, inclinações linguais nos caninos e incisivos inferiores, desarmonia das arcadas dentárias, a deformidade facial é comum nessa classe. REV09
  32. 32. 28 Núcleos Metálicos SILVA G. B., MACEDO R., QUIRINO D., SILVA J. C., PERES M., SASAKI L.H. UNIAN-SP g.balda@hotmail.com Núcleos metálicos fundidos atuam como uma solução para um dos maiores problemas de cirurgiões dentistas e pesquisadores, quanto à restauração de um dente tratado endodonticamente e com ampla destruição coronária, pois proporcionam recuperação da estrutura e funcionamento, de forma bastante eficaz, por isso, acabam se tornando muito importantes. Uma boa adaptação depende de uma boa impressão, tornando mais indicada uma moldagem de descompressão apical (proporciona maior precisão), ainda a sanificação e selamento do canal, manobras essas que asseguram a eficácia do uso de núcleo protético e sua longevidade com segurança, impedindo assim, contaminação, deslocamento do pino e fratura da raiz. O conhecimento dos preparos radiculares é fundamental para a odontologia reabilitadora, para o planejamento da técnica protética preparatória é necessário o estudo apurado do caso, analise radiográfica quanto à inserção óssea dos pilares, condição periodontal, verificação do paralelismo dos suportes, da condição dos remanescentes ou raízes, da qualidade ou necessidade de endodontias, além de considerações estéticas e os aspectos oclusais. Um preparo eficiente se faz necessário, pois o seu insucesso resultará em deslocamento queda de peça protética e ate fratura de raiz. Para seu emprego necessitamos de um canal tratado endodonticamente, com a estrutura radicular de seu grupo dental mantida, e remanescente de 3 mm de cone de guta percha proporcionando um selamento apical, os pinos por sua vez, podem ser fundidos, industrializados ou mistos, e devem proporcionar a estrutura dental resistência a fratura, obtida por uma margem estrutural coronária a cima de 1mm e um contra bisel na região do núcleo e o paralelismo das paredes dentinárias para a confecção do ombro. Podemos então concluir que núcleos protéticos metálicos funcionam como uma boa abordagem para a reabilitação do componente dental tratado endodonticamente e com grande destruição coronária. REV10
  33. 33. 29 Tipos de articuladores SANTOS. G., AMORIM A. B., FURTADO K. C., SASAKI L. H. UNIAN-SP dosgenivaldo@ig.com.br Os primeiros, pesquisadores perceberam a importância dos Articuladores, para movimentos mandibulares, criaram um aparelho que pudessem simular (Articulações Temporo mandibular) posicionar modelos, reproduzir movimentos mandibulares essenciais a uma oclusão satisfatória. Os modelos bem montados permitem ser observados faces linguais e com isso detectar possíveis interferências oclusais que na boca é difícil de detectar. Classificamos os articuladores como, Arcon e Não Arcon (posição dos côndilos). Não ajustáveis e Totalmente ajustáveis e Semi-ajustáveis (Capacidade de ajuste). Onde o Objetivo dos Articuladores é o estabelecimento de um correto diagnóstico de um caso clínico, Desenvolvimento, e tratamento eficiente para correta construção de próteses dentarias durante o tratamento. REV11
  34. 34. 30 Organização da saúde bucal na atenção básica SANTOS G., AMORIM A., CRISTINE T., BUONO E. A. D. UNIAN-SP dosgenivaldo@ig.com.br Atenção Básica é a porta de entrada do usuário ao Sistema Único de Saúde (SUS), visando o atendimento de atenção primária: foco na promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação. Organização na Saúde Bucal é o planejamento de ações que visam organizar o atendimento à demanda de usuário no SUS; quando as ações de saúde serão focadas mediante levantamento epidemiológico e grupos de risco. O atendimento é feito por UBS (Unidade Básica de Saúde, ESF (Equipe Saúde da Família) e CEO (Centro de Especialização Odontológica). Os componentes das Equipes de Saúde Bucal são: CD (Cirurgião Dentista), TSB (Técnico em Saúde Bucal), ASB (Auxiliar em Saúde Bucal). A ESF tem vínculo com o multiprofissionalismo, exemplo: médicos, enfermeiros, agentes de saúde, assistente social. Serviços oferecidos: UBS- Promoção da Saúde, atendimentos de urgência e emergência (extrações e curativos), encaminhamento para especialidades; ESF- promoção da Saúde, atendimentos de urgência e emergência, consultas programadas, restaurações, extrações, profilaxia, encaminhamento para especialidades; CEO- Tratamentos especializados (endodontia, periodontia, próteses removíveis, cirurgias de pequeno porte). O objetivo deste trabalho é demonstrar a organização da Atenção Básica em Saúde Bucal nas unidades de atendimento, com seus méritos e deficiências. REV12
  35. 35. 31 Postura da cabeça e do pescoço x postura da mandíbula GONÇALVES H., MARTINS S., NOGUEIRA C., NOGUEIRA R., SASAKI L. H. UNIAN-SP cgoncalves46@terra.com.br A postura corporal global interfere na posição da cabeça que por sua vez é diretamente responsável pela postura da mandíbula e da língua. Uma má oclusão pode gerar problemas de deglutição, contato prematuro, espasmos musculares ou disfunção têmporo-mandibular, desequilibrando todo o sistema estomatognático. As desordens têmporo-mandibulares podem provocar dores e problemas na coluna cervical e lombar. O tratamento para estas desordens envolve uma ação multidisciplinar, abrangendo fisioterapeutas, dentistas e ortopedistas, pois um problema isolado poderá comprometer diferentes estruturas do seu corpo. Outro aspecto importante refere-se à prevenção; é necessário observar com cuidado sua postura diária no trabalho principalmente, e nas suas horas de lazer, podendo assim se corrigir para evitar possíveis complicações futuras. Este trabalho objetiva fazer uma revisão na literatura sobre o assunto. REV13
  36. 36. 32 Amamentação e sua influência na formação do sistema estomatognático OLIVEIRA J. S., FRANÇA J.P., PARRAS R.M., MOURA V. T. UNIAN-SP jessica_souto1@hotmail.com As estruturas bucais, formados pela maxila, mandíbula, arcadas dentárias, sistema muscular e articulação têmporo-mandibular compõem o sistema estomatognático. A amamentação natural, previne hábitos deletérios que possam comprometer este sistema, incluindo a sucção, respiração, fonação, deglutição e mastigação. A amamentação incorreta pode causar má formação do sistema estomatognático, mas a falta dela é ainda pior. Os benefícios gerados através da amamentação envolvem o desenvolvimento orofacial ósseo e muscular assim como toda a proteção contra doenças imunológicas. Portanto o ato de amamentar além dos aspectos psico-afetivos gerados entre mãe e bebê também funciona como um aparelho ortodôntico natural, corrigindo as arcadas (ainda sem dentes). As bochechas e língua movimentam-se harmoniosamente e toda a função neuromuscular desenvolve-se de forma equilibrada, o bebê coloca a língua na posição correta dentro da boca e faz uma verdadeira “ordenha” no bico do seio. Este trabalho objetiva rever a literatura acerca do tema, justificar a necessidade do aleitamento do bebê ao seio, visto que uma amamentação incorreta constituindo-se num dos principais fatores etiológicos das más- oclusões dentárias. REV14
  37. 37. 33 Cerâmica metal free – Dissilicato de Lítio BARBOZA F. J., SUZUKI N. C., SOUZA T., SUZUKI Y. N., MOURA, V. T. UNIAN-SP jessikinha_farias@hotmail.com Os sistemas cerâmicos otimizaram a estética na odontologia, mas não apresentavam resistência suficiente para serem indicados com segurança pelos profissionais. O surgimento de novas alternativas, como o Dissilicato de Lítio, composto por cristais de óxido de lítio embebidos e unidos a matriz de vidro (cerâmica vítrea), numa proporção volumétrica de 60 a 70 %, respectivamente, confere translucidez, devido ao baixo índice de refração dos cristais, associada a resistência estrutural. O volume, a forma dos cristais e a menor temperatura de fusão, contribuem para a grande resistência flexural deste material. A alta resistência do Dissilicato de Lítio o torna ideal para confecções de coroas inlays, onlays, facetas ou fragmentos de porcelana (lentes de contato), coroas parciais anteriores ou posteriores. No entanto requer um planejamento adequado, com relação à preservação da estrutura dentária, espaço interoclusal, além das considerações sobre cimentação, sendo indicados os cimentos resinosos. Esse tipo de material permite o ceramista na confecção de restaurações com 0,3 mm de espessura mantendo a capacidade de força de 400 MPa. Em relação à estética, visa reestabelecer a forma e a função dos elementos perdidos com grande qualidade de material e boa resistência mecânica. REV15
  38. 38. 34 Benefícios e importância do aleitamento materno, sob a visão da Odontologia SANTOS J.C., FERNANDES L. UNIAN-SP julieteodonto@hotmail.com Faz parte do grupo de pacientes com necessidades especiais na Odontologia aquelas pessoas que tem alguma doença ou situação clínica que necessitem um atendimento odontológico diferenciado. O especialista na área está capacitado para prestar uma odontologia de alta qualidade cercada dos cuidados necessários a cada situação específica seja em âmbito ambulatorial, domiciliar ou hospitalar. O atendimento ambulatorial deve ser sempre realizado em conjunto com a família e por profissional capacitado, normalmente com especialização em pacientes com necessidades especiais. O apoio da família é muito importante na conscientização da importância da boa saúde bucal para esses pacientes. Estas pessoas têm uma necessidade aumentada para o cuidado preventivo odontológico; para prevenção de cárie e doenças periodontais. A maioria destes pacientes não apresenta plena capacidade de realizar seus cuidados bucais necessitando da ajuda de demais pessoas. O primeiro passo para se iniciar o tratamento de um paciente envolve o conhecimento do mesmo a partir de uma minuciosa anamnese e exame físico criterioso. Para isso faz-se necessário o CD assumir um compromisso e responsabilidade em buscar informações úteis, tanto para o diagnóstico de desordens como para detectar experiências odontológicas anteriores. Uma vez observada uma condição ou doença sistêmica, o profissional deve direcionar a avaliação, identificando as peculiaridades que podem interferir no tratamento. REV16
  39. 39. 35 Oclusão na Dentição Decídua BALDACONI. K., KOTSI A., NOGUEIRA L., MACIEL J., SOUZA U., TANAKA. C. S. UNIAN-SP. kelbalda@hotmail.com O presente trabalho tem como objetivo discutir sobre a oclusão em dentes decíduos, visto que a oclusão é o tema mais vasto e importante capítulo da odontologia, constituindo-se no alicerce sobre o qual se edifica a ortodontia. Daí a necessidade de a estudarmos em todos os seus detalhes, variações e desenvolvimento. Sendo assim, devemos considerar que para diagnosticarmos as más oclusões, antes de tudo, precisamos ter uma visão, a mais completa possível, da oclusão normal, quer na dentição decídua, quer na permanente. Contudo, é necessário entendermos que em biologia, e principalmente no estudo da oclusão, o conceito de normalidade admite variações. Devido a isso, o conceito de normalidade será referido no trabalho como o “mais frequente”. REV17
  40. 40. 36 Caderno de atenção básica e protocolos realizados em traumatismo, edentulismo, fluorose e má oclusão NOGUEIRA, L. G. O., BALDACONI K., KOTSI A., OLIVEIRA, L. F. UNIAN-SP larissagb.nogueira@gmail.com O presente trabalho tem como objetivo discutir os principais agravos em saúde bucal, focando em temas como traumatismo, edentulismo, fluorose e má oclusão, usando como principal referência o caderno de atenção básica de saúde bucal. Sendo que, é importante compreender que o caderno de atenção básica propõe ações de promoção, tratamento e proteção para os fatores de risco, informando, orientando e prevenindo de acordo com cada situação, já que o mesmo surgiu com a intenção de construir uma referência para os serviços de saúde básicos. O trabalho abordará quais são os protocolos usados para cada um dos problemas supracitados, buscando deixar o indivíduo informado para que quando necessário saiba como agir e quais locais de saúde são capazes de resolver tal problema. REV18
  41. 41. 37 Más oclusões classe I, II e III de Angle PATO L., FERNANDO A., STEFANY C., GOMES P. D., MOURA V. T. UNIAN-SP laryanna.pato@gmail.com As disfunções oclusais têm etiologia multifatorial e acometem inúmeros pacientes. Para facilitar a comunicação entre os profissionais e o tratamento, diversos estudos sugeriram uma classificação da má oclusão. Dentre as várias propostas apresentadas, Angle, conseguiu patentear uma linguagem universal. Como Classe I, definiu a relação entre o arco superior e inferior considerados normais, sendo que a cúspide mesio-vestibular do primeiro molar superior oclui no sulco vestibular mesial do primeiro molar inferior. Na Classe II, as relações mesio-distais são anormais, com os dentes inferiores ocluindo distalmente, e a mandíbula em posição mais retrusiva. Na Classe III, todos os dentes ocluem mesialmente, e a mandíbula encontra-se em protusiva. Este trabalho objetiva apresentar a classificação de Angle e sua influência no diagnóstico e tratamento nos casos de disfunções oclusais. A partir destas divisões, foi possível desenvolver diferentes meios de tratamento, não só na estética, mas também tendo impacto direto na função correta da cavidade oral em si. REV19
  42. 42. 38 Doença periodontal em pacientes especiais FERNANDES. L., SANTOS J.C., OLIVEIRA L. F. UNIAN-SP lufernandes2104@terra.com.br Pacientes com necessidades especiais são aqueles que têm alguma doença ou situação clínica que necessitem de um atendimento odontológico diferenciado. O atendimento ambulatorial deve ser sempre realizado em conjunto com a família e por profissional capacitado. O apoio familiar é muito importante no entendimento da saúde bucal para esses pacientes. Estes indivíduos têm uma necessidade aumentada para o cuidado preventivo odontológico, para prevenção de cárie e doenças periodontais. A doença periodontal tem etiologia multifatorial sendo o fator etiológico principal o biofilme dental, porém fatores sistêmicos e variações na resposta imunológica do hospedeiro levam a diferenças de severidade da doença de um indivíduo a outro. Pacientes com necessidades especiais são classificados de acordo com suas deficiências ou distúrbios que podem representar maiores dificuldades no tratamento periodontal, seja pelas alterações no sistema imunológico e ou fisiológico ou pela reduzida conscientização e capacidade de realizar seus cuidados bucais, necessitando da ajuda de familiares e cuidadores o que pode exigir consultas mais frequentes ao cirurgião dentista. O objetivo do presente estudo é verificar, na literatura, uma correlação entre a doença periodontal e o tipo de necessidade especial apresentada pelo paciente. REV20
  43. 43. 39 Pinos pré-fabricados POLASSI, M. R., RIBEIRO, K. L., SANTOS, R. S., VIEIRA, L. O., SASAKI, L. H. UNIAN-SP mackeler_polassi@hotmail.com Hoje em dia, com a evolução dos materiais restauradores e novas técnicas com uma cultura que busca preservar ao máximo a estrutura dentária remanescente de dentes tratados endodonticamente se destaca o uso de pinos pré-fabricados para resultados cada vez mais estéticos e funcionais. O objetivo desta revisão de literatura foi descrever a maneira como os pinos pré-fabricados tem auxiliado a reconstrução de elemento dental com perda significativa da coroa, esta que por sua vez não pôde ser recuperado apenas com Dentística ou também como reforço radicular para restauração e reabilitação do sistema estomatognático através de próteses fixas. Os pinos pré-fabricados vêm ganhando mercado devido a seu baixo custo, facilidade da técnica, tempo clínico empregado são alguns dos fatores que fazem os materiais de escolha. Pinos pré-fabricados não metálicos têm ganhado mais força atualmente devido a, cada vez maior, difusão de conceitos de estética, que faz com que a busca por tratamentos que reproduzam de forma mais natural possível a restauração de dentes, sejam exigidos pelo público. Alem disso tem vantagens que favorecem o sucesso do tratamento odontológico como o aumento da resistência radicular, módulo de elasticidade similar ao da dentina, apresentando maior resistência à fadiga. Diferente dos pinos metálicos, que podem gerar áreas de concentração de tensões, que podem gerar trincas e fraturas na estrutura dentária, ou seja, menor tensão sobre a estrutura radicular trazendo um menor risco de fratura desta raiz. Porem temos como desvantagem deste sistema um maior risco de infiltração marginal na interface dente-restauração pois este sistema é cimentado sobre o elemento a ser tratado antes da moldagem para a confecção da prótese fixa. Concluiu-se que tanto os pinos pré-fabricados não metálicos como os metálicos possuem suas indicações e que cada caso deve ser avaliado criteriosamente antes da execução de qualquer tratamento restaurador. REV21
  44. 44. 40 Radiologia: a arte de interpretar NETO M. R. C., SEVERINO A. A., UETA D. H., MEDINA D. H., BUONO, E. D. UNIAN-SP manuelribeiro2002@hotmail.com Uma das grandes dificuldades no campo da radiologia é a “interpretação radiográfica”, pois esta, além de fatores inerentes à capacitação do profissional, necessita também de sua experiência no dia-a-dia, ou seja, olhar, constatar e discernir as imagens radiográficas, o que só se torna possível de ser adquirida com o passar dos anos. Além das técnicas radiográficas convencionais e dos métodos recentes de diagnóstico por imagens, devemos também colher o maior número possível de informações para que a interpretação seja a mais correta possível. Com isso, todos os cuidados devem ser respeitados: a qualidade (materiais e imagens), técnica específica, informações, proteção individual para o paciente e profissional, e consciência de diagnóstico. Toda a imagem radiográfica é sugestiva, sendo assim, o conhecimento do profissional é sempre muito importante além da devida anamnese e exame clínico. O objetivo deste trabalho é estudar o modo correto de interpretar uma radiografia, para melhor precisão de diagnóstico. REV22
  45. 45. 41 Padrões ósseos de crescimento facial COMITO M., ALBUQUERQUE F., FRANÇA A. M., FERREIRA L., MOURA V. T. UNIAN-SP chelly2088@hotmail.com O crescimento crânio facial, no qual a forma e as proporções mantêm-se constantes, constitui o crescimento “equilibrado”. Entretanto, um modo de crescimento perfeitamente equilibrado em todas as partes da face e do crânio nunca ocorre, pelo fato de sempre ocorrerem desequilíbrios durante os processos de desenvolvimento. O padrão de crescimento da face requer que ela cresça “para fora e por baixo do crânio”, o que significa que a maxila necessita se mover a uma distância considerável para baixo e para frente em relação ao crânio e à base do crânio. Este trabalho tem por objetivo pesquisar na literatura os padrões de desenvolvimento e sua influência no aparecimento de desordens temporo- mandibulares. REV23
  46. 46. 42 Oclusão na dentição permanente VILHENA M., SANTOS I., SANTOS A., SANTOS S., TANAKA C. S. UNIAN-SP celsotanaka@bighost.com A oclusão dos dentes permanentes está relacionada com a esfoliação dos dentes decíduos, com exceção aos primeiros molares, que irrompem distalmente aos segundo molares decíduos. É importante salientar que traumas, hábitos nocivos como chupeta ou chupar dedos, deglutição atípica ou perda precoce dos dentes decíduos podem ocasionar efeitos deletérios na dentição permanente. Este trabalho objetiva buscar na literatura, dados importantes sobre a correlação entre o desenvolvimento da oclusão permanente e a influência da dentição decídua neste processo. Consideraremos também, os fatores inerentes à oclusão ideal, e a correlação com o sistema muscular, mastigação, deglutição, e os contatos ideais na dentição permanente. REV24
  47. 47. 43 Coroas provisórias: tipos de materiais, técnica de confecção, cimentação e ajustes MORAES P. C., BARONI L., SILVA A. B., SILVA J. SASAKI L. H. UNIAN-SP improtecpc@hotmail.com A qualidade do tratamento temporário ganha importância, sobretudo quando se considera sua função protetora. As coroas juntamente com o material de cimentação, protegem a dentina e a polpa de agentes nocivos de origem térmica, química, mecânica, osmótica ou bacteriana. Além de ter uma aparência estética natural, atendem aos mais altos graus de exigência em termos funcionais. Para o sucesso clinico de um provisório, existem diversos aspectos que devem ser observados. A qualidade da adaptação marginal: prevenir a ocorrência de hipersensibilidade dentinária é muito importante que o provisório proporcione um bom vedamento junto aos limites do preparo. Especialmente as áreas junto ao espaço interdentário e ao bordo da coroa devem apresentar uma boa qualidade de superfície, uma vez que asperezas nas margens dos provisórios podem causar inflamação e contração dos tecidos gengivais, já irritados pelos procedimentos de preparo e moldagem. É necessário empregar na confecção de provisórios materiais que não apenas possam ser manipulados com rapidez e segurança, como também propiciem a obtenção de ótimos resultados funcionais e estéticos. Diferentes técnicas de confecção assim como técnicas de cimentação de coroas provisórias serão abordadas. Objetivou-se neste trabalho revisar a literatura acerca do assunto. REV25
  48. 48. 44 Classificação de terceiros molares inferiores inclusos segundo Pell e Gregory SILVA P. H. B. B., ZANLUQUI T., SOUSA W. UNIAN-SP paulobbianchini@hotmail.com O estudo tem como objetivo realizar uma revisão de literatura sobre a classificação de terceiros molares inferiores inclusos, segundo Pell e Gregory. Tema importante que visa orientar e esclarecer o cirurgião dentista quanto ao uso dessa classificação nos planejamentos cirúrgicos. Através desta classificação é possível ampliar a ótica do operador, facilitando a análise da inclinação dos elementos inclusos e estabelecer a técnica operatória mais adequada a cada condição clínica. A classificação de Pell e Gregory avalia de duas formas as posições dos terceiros molares inferiores inclusos: de acordo com a relação entre o dente e o ramo da mandíbula classe I, II e III; e conforme a profundidade relativa do dente dentro do osso posição: A, B e C. REV26
  49. 49. 45 Comprometimento e disseminação das infecções odontogênicas nas estruturas maxilo-faciais ALMEIDA R. M. F., ZANLUQUI T. UNIAN-SP rebeca_perc@hotmail.com As infecções maxilo-faciais geralmente são de origem odontogênica com rápido processo de disseminação e de alta incidência na população. Há o comprometimento das regiões de cabeça e pescoço (espaços faciais primários, secundários e cervicais) com alto poder de complicação e se não tratada, leva a óbito. Pode ser resultante da infecção periapical ou doença periodontal. Os sinais e sintomas característicos são dor aguda, generalizada, com limites imprecisos, tumefação endurecida e difusa, rigidez no pescoço, trismo, dificuldade respiratória além de febre e disfagia. Portanto conclui-se que um bom diagnóstico e tratamento são essenciais para inserir o paciente novamente à sociedade. REV27
  50. 50. 46 Deglutição Atípica e sua influência nas arcadas dentárias ORTEGA R. C, SILVA R. T., RODRIGUES I., TANAKA C. S. UNIAN – SP roberta77ortega@yahoo.com.br Este trabalho visa rever a literatura sobre a deglutição atípica, que é o desequilíbrio entre os músculos da cinta pélvica e da língua, podendo causar uma má oclusão, tendo por fatores etiológicos: amamentação incorreta, hipertrofia da língua e hipertrofia das tonsilas palatinas. Pode ser dividida em dois tipos: com pressão de língua e com pressão atípica de lábios. No primeiro caso, pode haver ou não deformação em função da musculatura facial. Na deglutição atípica com pressão de língua ocorre a anteriorização da língua, onde sua ponta exerce pressão nas bordas incisais dos dentes incisivos superiores e em alguns casos também nos pré-molares, causando mordida aberta anterior, vestibularização dos dentes anteriores e mordida cruzada posterior. Na deglutição atípica com pressão de lábios, a ponta da língua toca a borda incisal dos dentes anteriores exercendo pressão sobre eles, e com isto há a perda dos contatos proximais ocorrendo a vestibularização dos incisivos. Com a vestibularização dos incisivos superiores e um mau selamento, os incisivos superiores sobrepõem o lábio inferior, podendo até haver uma extrusão dos incisivos superiores para obter melhor selamento bucal. REV28
  51. 51. 47 Cerâmicas metal-free – In Ceram SILVA R. S., FELIPPE J., IPERSON I., MOURA V. T. UNIAN – SP rosymere2601@gmail.com A busca pela estética sempre motivou os pacientes com perdas dentárias, totais ou parciais. A alta resistência estrutural, aliada às propriedades estéticas, semelhantes a estrutura dental, alavancou a utilização da cerâmica metal-free na odontologia. A grande procura tem estimulado muito o desenvolvimento de técnicas restauradoras. A composição heterogênea: alumina, leucita, zircônia ou dissilicato de lítio, confere resistência com alta preservação da estrutura dentária. Os sistemas cerâmicos atualmente têm sido utilizados, em coroas unitárias e reabilitações fixas, corrigindo insatisfações de forma, manchas, cor, posição ou tamanho dentário. É importante salientar que a translucidez, a adaptação marginal, e resistência estrutural garantem a longevidade do trabalho, desde que seja executado um planejamento adequado, observando as relações oclusais funcionais dos pacientes. O objetivo do trabalho é revisar a literatura acerca do assunto. Conclui-se que, a alumina, leucita, zircônia ou dissilicato de lítio são um sistema cerâmico que podem substituir as metalocerâmicas, no quesito resistência, agregando o fator estético. REV29
  52. 52. 48 Tomografia computadorizada e “Cone Beam” SILVA T. V., FIGUEIREDO T., GOMES E. A. S., NÓBREGA V. S., BUENO E. D. UNIAN-SP taah.vieira.s@gmail.com É uma técnica assistida por computador, em que dados de diferentes perfis são combinados e calculados para formar imagens em - “EM FATIAS” dos objetos analisados, sendo comum o seu uso, atualmente, em medicina, os dados podem ser reconhecidos de diferentes técnicas Raios X E Raios X GAMA. Popularmente conhecida como Tomografia Computadorizada (TC). O advento da tomografia computadorizada de feixe cônico (Cone Beam) representa o desenvolvimento de um tomógrafo relativamente pequeno e de menor custo, especialmente indicado para a região dentomaxilofacial. O desenvolvimento desta nova tecnologia está provendo à Odontologia a reprodução da imagem tridimensional dos tecidos mineralizados maxilofaciais, com mínima distorção e dose de radiação significantemente reduzida em comparação à TC tradicional. Portanto, este trabalho tem como objetivo diferenciar uma tomografia computadorizada comum de uma tomografia computadorizada Cone Beam de interesse odontológico. REV30
  53. 53. 49 Cimentos Resinosos LACERDA T. O., BORGES M., SIMPLÍCIO E., KAIANE I., TANAKA C. S. UNIAN - SP tassiane_lacerda@hotmail.com As propriedades de um agente cimentante e o procedimento de cimentação são essenciais para o sucesso clínico de próteses parciais fixas por causa das discrepâncias marginais e infiltrações, que podem acarretar em doenças periodontais, cáries secundárias, sensibilidade pulpar (necrose), e problemas estéticos como o manchamento ou descoloração marginal, fatores que estão intimamente relacionados com a longevidade destas próteses assim como sua resistência à fratura. Nas últimas décadas, procedimentos adesivos expandiram as indicações de restaurações indiretas e permitiram o desenvolvimento de novos tratamentos alternativos. Os cimentos resinosos são materiais em franca expansão na Odontologia moderna, podendo ser utilizados para cimentação de inlays/onlays de resina composta, como de porcelana, para fixação de facetas de porcelana, de pinos intraradiculares, de coroas totais, entre várias outras aplicações. A indicação correta aliada a procedimentos de preparos dentais corretos, manipulação cuidadosa dos cimentos, cuidado na fixação de pecas protéticas, remoção eficiente dos excessos, estão dentro do controle do profissional e farão com que se chegue muito próximo do ideal. Deve- se lembrar que dependendo de cada caso clinico deverá ser utilizado um ou tipo de cimento resinoso ("dual", fotopolimerizável ou autopolimerizável) que mais se adéqua a situação, para que assim possam se extrair ao máximo as qualidades de cada tipo de cimento. REV31
  54. 54. 50 Alterações da cronologia de erupção do desenvolvimento da o lus o COSTA T. S., RODRIGUES D. F., FERNANDES R. C., MOURA T. V. UNIAN – SP thaizinhasuelen@hotmail.com Este trabalho tem por objetivo explicar as alterações da cronologia de erupção no desenvolvimento da oclusão, detalhando cada passo pesquisado para que possamos entender a funcionalidade deste processo. Iniciaremos pela dentição decídua em cada idade respectiva, mencionando nomenclatura, fases de erupção e idade. Abordaremos também os dentes permanentes. Detalhando seu processo de erupção, desenvolvimento e atuação na vida útil do individuo. Focaremos em apontar as três fases de erupção: fase pré- eruptiva: na qual o germe dentário movimenta-se de duas maneiras, uma parte fica estacionada enquanto o restante continua o processo ou seu movimento, fase eruptiva: onde o dente em formação movimentasse rapidamente até alcançar o plano oclusal e fase pós- eruptiva, na qual o dente realiza movimentos para acomodar-se ao crescimento ulterior dos maxilares. A erupção dentária compreende a uma serie de eventos que determinam com o aparecimento da coroa dentaria no rebordo gengival. A estatura e o nascimento dos dentes são facilmente observáveis, mas não espelham, com segurança, o desenvolvimento do indivíduo. A idade em que irrompem os dentes, tanto os decíduos quanto os permanentes, varia muito. Diferenças de até um ano, podem estar dentro da normalidade e individualidade da criança. E perante todas as divergências de fatores é que este indivíduo vai ter a sua oclusão definida. REV32
  55. 55. 51 Cuidados odontológicos nos diferentes ciclos da vida COSTA T. S., SENA T., CILLI I. C, MARÇAL E. A., MOURA T. V. UNIAN – SP thaizinhasuelen@hotmail.com Este trabalho apresenta a importância do atendimento odontológico nos diferentes ciclos de vida. Abordaremos a importância em orientar gestantes os cuidados para com o seu bebe, preparo do bico do peito para a amamentação, a importância do aleitamento materno, crescimento e desenvolvimento orofacias, causas e condições em que a carie se desenvolve e seus meios de transmissão, alguns fatores que regulam e afetam a erupção, e quais os cuidados e prevenções devem ser realizadas para a saúde Bucal do bebê, e da gestante. As fases serão assim divididas: infância (0-9 anos), pré-adolescência (10 - 14 anos), adolescência (15 - 22 anos), fase adulta (23 - 64 anos) e idosos (+65 anos). A importância do controle odontológico no desenvolvimento dos dentes em cada fase da vida, a fim de eliminar possíveis hábitos, que poderão interferir na qualidade de vida do paciente. Nosso objetivo é destacar como orientar, tratar e promover a saúde bucal, quais os cuidados que devem ser tomados para evitar a doença carie e gengivais, sempre buscando individualizar para prevenir, destacando um cuidado mais especial com idosos, pois devemos estar atentos às mudanças ocasionadas por essa fase da vida e adequar seu modo de trabalho ao modo de ser do paciente idoso, respeitando suas limitações e dificuldades de uma forma que nós Cirurgiões Dentistas possamos levar conhecimento para o paciente independente da sua faixa etária de vida. REV33
  56. 56. 52
  57. 57. 53 CATEGORIA TCC
  58. 58. 54
  59. 59. 55 Atendimento odontológico ao paciente portador de encefalopatia crônica não evolutiva SILVA A. L, VERUSKA A. UNIAN - SP adrilopess@yahoo.com.br A partir do Simpósio de Oxford, realizado em 1959, a expressão Paralisia Cerebral (PC) foi definida como "sequela de uma agressão encefálica, que se caracteriza, primordialmente, por um transtorno persistente, mas não invariável, do tono, da postura e do movimento, que aparece na primeira infância e que não só é diretamente secundário a esta lesão não evolutiva do encéfalo, senão devido, também, à influência que tal lesão exerce na maturação neurológica". A partir deste Simpósio de Oxford, o termo PC passou a ser conceituada como encefalopatia crônica não evolutiva (ECNE). A amplitude de movimento pode ser reduzida em várias articulações do corpo, devido à rigidez muscular. O efeito da ECNE nas habilidades funcionais varia muito. Algumas pessoas são capazes de caminhar, enquanto outras não são. Algumas pessoas mostram função intelectual normal, ao passo que outras podem apresentar deficiência intelectual. Epilepsia, cegueira ou surdez são condições que podem estar presentes. O profissional precisa atentar-se a todos os conceitos e alterações, para desta forma fornecer ao individuo portador de ECNE, através de uma abordagem multi e interdisciplinar, um melhor atendimento e tratamento odontológico. O portador de ECNE requer cuidados quanto posicionamento e atenção básica a algumas manobras rotineiras ao cirurgião dentista. Vale salientar a necessidade de preparo do profissional frente a estes pacientes. Este estudo visa orientar e demonstrar através de revisão literária a conduta do cirurgião dentista frente a um paciente portador de ECNE. TCC01
  60. 60. 56 Placas oclusais no tratamento de bruxismo FILHO A. A. M., ROBES A.V. UNIAN - SP afonsoprotetico@hotmail.com O bruxismo é um hábito parafuncional também chamado de neurose do hábito oclusal, caracterizado por uma atrição rítmica dos dentes em movimentos não mastigatórios da mandíbula, ocorridos durante a noite e/ou durante o dia. Ocorre de forma inconsciente e espontânea, podendo repetir-se em intervalos variáveis durante o sono e atividades diurnas. É um problema frequente e universal que pode acometer crianças, jovens, adultos e idosos, provocando em alguns casos complicações ao sistema estomatognático. Por isso, motivou-me a buscar uma revisão da literatura, para demonstrar a eficácia das placas oclusais no combate deste transtorno. Apenas de existirem diversas formas de tratamento, o uso de placas oclusais é uma terapia muito preconizada pela maioria dos autores, principalmente por ser uma terapia conservadora e reversível. TCC02
  61. 61. 57 Fraturas de Maxila LE Fort l, ll, lll MATSUBARA A. H., SEVILHA F. UNIAN - SP alexandrematsubara@hotmail.com Fratura do tipo Lê Fort são fraturas faciais envolvendo o terço médio de face relacionada às regiões de fragilidade da maxila. Devido ao desenho do traço de fratura são designadas como: Le Fort I ou horizontal Le Fort II ou piramidal (infra zigomática), e Le Fort III ou transversal (supra zigomática). As fraturas do tipo Lê Fort são clássicas no trauma bucomaxilofacial e foram assim nomeadas devido ao médico cirurgião francês, Dr. René Lê Fort, que descreveu os padrões de fraturas quando estudava lesões por esmagamento facial em cadáveres. Devido à proximidade com áreas nobres do crânio e encéfalo, a correta identificação e tratamento imediatos são fatores decisivos para a não ocorrência de complicações e sequelas que acarretariam em perda de função das estruturas envolvidas. Este trabalho tem como objetivos descrever as fraturas do tipo Le Fort bem como métodos de diagnóstico e tratamento eficazes para pacientes vítimas de traumas faciais e que apresentam fraturas do tipo Le Fort. TCC03
  62. 62. 58 A importância do cirurgião dentista no diagnóstico do câncer bucal OLIVEIRA A. P. N., AMANTEA D. V. UNIAN - SP ana.paula_no@hotmail.com A Organização Mundial da Saúde define como câncer a multiplicação desordenada de células defeituosas, que não conseguem ser “corrigidas” pelo sistema imunológico na qual é mais provável a ocorrência de um câncer do que em um tecido normal. Segundo o INCA, o câncer bucal é o quinto de maior incidência entre os homens e o oitavo entre as mulheres. É uma doença genética, complexa e multifatorial. É potencialmente fatal e possui uma incidência global elevada, sendo considerado como problema de saúde pública e na maioria dos casos da doença, é detectado em fase avançada. São fatores de risco do câncer bucal: Tabagismo, Etilismo, Dieta, Exposição Solar, Adequação do meio bucal, Imunodeficiência, Lesões pré-câncer e autoexame. A ausência de sintomatologia da doença na fase inicial, a falta de preparo do cirurgião-dentista, o medo e a falta de informação da população podem estar associados ao diagnóstico tardio da doença. Estima-se que 70% dos diagnósticos são feitos em fase avançada. O estudo da epidemiologia do câncer bucal deve englobar, de maneira conjunta, suas diferentes estruturas anatômicas, uma vez que os cânceres de lábio, cavidade oral e orofaringe apresentam os mesmos fatores de risco e são sujeitos às mesmas ações preventivas. Por isso, o conhecimento das regiões anatômicas da boca é necessário. Além disto, o diagnóstico precoce representa melhora na qualidade de vida, na sobrevida e ainda nos custos do tratamento. É necessário esclarecer a população sobre o câncer de boca, e manter rotinas para a detecção precoce de lesões sugestivas da doença. O objetivo deste trabalho é mostrar a importância do diagnóstico precoce do câncer bucal além de destacar o papel primordial do cirurgião dentista na prevenção e tratamento de pacientes acometidos por esta doença. TCC04
  63. 63. 59 Anomalias dentárias na dentição decídua MELO A. P. W. C., BORELLI A. L. UNIAN - SP paula.sofia@uol.com.br As anomalias dentárias são distúrbios no desenvolvimento ou crescimento das estruturas dentárias, resultando um dente diferente do normal. Estas alterações podem estar relacionadas com a posição, número, tamanho, forma, estrutura, constituição e/ou função, podendo, também, causar atraso no desenvolvimento e erupção dos dentes permanentes e, por vezes, de desenvolvimento da mandíbula. A grande maioria das anomalias dentárias ocorre entre a sexta e a oitava semana de vida intrauterina, pois é neste período que ocorrem as transformações das estruturas embrionárias importantes, como a papila dental, órgão dental e saco dental. Os incisivos laterais são os dentes que mais apresentam anomalias, principalmente as que se referem à forma e número. Os pacientes acometidos por estas anomalias apresentam-se com a dentição debilitada estética e/ou funcionalmente. Pesquisas recentes indicam que possa existir uma relação genética que determina as anomalias dentárias, e que um mesmo defeito genético pode dar origem a outras manifestações fenotípicas diferentes, como agenesias, microdontias ectopias e atraso no desenvolvimento dentário. As anomalias dentárias podem ter etiologia multifatorial composta por fatores genéticos, hereditários e ambientais. Em alguns casos, ainda, podem estar relacionadas à casos de síndromes mais complexas, ou ainda ocorrer isoladamente. Através de revisão de literatura, este trabalho tem como objetivo discutir as principais anomalias dentárias encontradas em crianças, enfatizando os aspectos etiológicos que definem tais irregularidades de desenvolvimento, fatores estes importantes no fechamento diagnóstico e planejamento terapêutico. O diagnóstico precoce da anomalia dentária ajuda o odontopediatra a ficar atento ao desenvolvimento de outras anomalias no paciente ou em outros indivíduos da família, permitindo a intervenção clínica em época mais oportuna. TCC05
  64. 64. 60 Gestão do consultório odontológico GUIDINI A. R., GIORGI M. S. UNIAN - SP andre_guidini@hotmail.com A gestão do consultório odontológico ainda é uma área pouco conhecida pelos cirurgiões dentistas. Os temas de gestão e administração não são abordados nos cursos de Odontologia e pouco difundidos entre os profissionais que acabam não dando a devida atenção para estas áreas. O objetivo deste trabalho é mostrar a importância das estratégias de gestão como por ex. separar a conta da empresa da conta pessoal, definir metas, a importância do capital de giro, calcular a taxa de conversão das suas avaliações e de colegas que trabalhem para ele, saber quais são seus custos fixos e variáveis, saber seu custo por hora da cadeira odontológica, descobrir o ponto de equilíbrio da empresa, monitorar a produção, avaliar a produção por hora clínica por fim e mais importante saber se o investimento realizado teve o retorno esperado. Conclui-se que apesar da gestão ser uma área de extrema importância, não só para a Odontologia como para todas as demais áreas, os profissionais dão pouca importância por falta de conhecimento. TCC06
  65. 65. 61 Coloração e propriedades físico-mecânicas de compósitos resinosos experimentais: Efeito do tipo e concentração de fotoiniciadores FILHO A. B. C., ALONSO R. C. B. UNIAN - SP n_tado@hotmail.com O objetivo deste estudo foi determinar o efeito do tipo e concentração de fotoiniciadores na cor, rugosidade e dureza de compósitos resinosos experimentais. Materiais e Métodos: Para tanto, 14 compósitos experimentais a base de BISGMA/TEGDMA foram elaborados contendo diferentes tipos de fotoiniciadores (Canforoquinona - CQ, Fenilpropanodiona - PPD e Oxido Bisacilfosfínico - BAPO associados ou não ao co-iniciador DMAEMA) em duas concentrações (1% e 2%). Foram confeccionados 10 espécimes (10 mm diâmetro x 2 mm espessura). Após 24 horas, a cor, rugosidade e dureza foram analisadas. A avaliação de cor foi realizada com o espectrofotômetro de refletância SpectroShade Micro (MHT). A rugosidade média (Ra) foi analisada em rugosímetro (Suftest SJ 301) e a dureza Knoop em microdurômetro (Shimadzu). Dados foram submetidos à ANOVA 2 fatores e teste Tukey (5%). Resultados: Observou-se que a cor dos compósitos foi afetada em todas as dimensões pelo tipo e concentração de fotoiniciadores, sendo que o compósito com BAPO 2% apresentou maior intensidade de vermelho e amarelo que os demais materiais. A rugosidade variou entre 0,199 e 0,239µm e não houve diferença entre os compósitos. A dureza variou entre 23,57 e 67,23 KHN, sendo que os compósitos que continham apenas PPD sem DMAEMA não polimerizaram. Compósitos com BAPO geraram os maiores valores de dureza; com CQ, valores intermediários e com PPD, os menores valores. Conclusão: Para BAPO, a concentração de 1% é mais favorável e para CQ e PPD a concentração de 2% gera melhores propriedades mecânicas. Compósitos com PPD, sem co-iniciador, não polimerizam quando fotoativado por aparelho LED. TCC07
  66. 66. 62 Periodontia associada ao tabagismo ASSAAD A. A. M., BUONO E. A. D. UNIAN - SP assaadspfc@hotmail.com As doenças periodontais estão representadas pela gengivite e periodontite, que têm como causa principal o biofilme dental. Podem estar associadas a outros fatores, como o tabaco. Este é considerado um dos mais importantes fatores de risco para doença periodontal, pois atua na resposta imunológica e vasoconstrição, mascarando a doença. Causa citotoxicidade em tecidos bucais, alterando a microbiota oral e liberando a cotinina em saliva ou fluidos gengivais. De uma forma geral, os pacientes periodontais são orientados quanto à prática de medidas preventivas como uma correta escovação e uso do fio dental, complementados com o uso de enxaguatórios bucais. Entretanto, os estudos indicam que no caso dos fumantes, se não houver a colaboração do usuário em cessar de fumar, seja em programas antitabagistas ou por vontade própria, os resultados da terapia periodontal sempre serão insatisfatórios em relação aos não fumantes. Considerando que o consumo de tabaco é socialmente aceito e de fácil aquisição e da dificuldade em se mudar hábitos, o atendimento aos pacientes periodontais fumantes é um grande desafio. Este trabalho tem como objetivo estudar a ação do tabaco como fator de risco para a doença periodontal e a mudança necessária do hábito para sucesso do tratamento. TCC08
  67. 67. 63 Traumas de Face por Projétil de Armas de Fogo CADETE A. W. O., SEVILHA F. UNIAN - SP ayslla@live.com A crescente violência nos grandes centros urbanos reflete diretamente no número de pacientes que se apresentam nos serviços de emergência lesionados por projéteis de armas de fogo. Estes ferimentos, especialmente na região facial, são altamente heterogêneos, dependendo de fatores como distância, trajeto, velocidade, número e características morfológicas dos projéteis e propriedades físicas dos tecidos atingidos. Desta forma, o presente trabalho teve por finalidade realizar uma revisão de literatura sobre os diferentes tipos de lesões mandibulares ocasionadas por projéteis de armas de fogo, ressaltando os aspectos clínicos, incidência, severidade e possíveis formas de tratamento. TCC09
  68. 68. 64 Caninos inclusos SILVA B. F. H., CORVELONI R. UNIAN - SP odontofranklin23@ig.com.br O objetivo do trabalho é o estudo de caninos inclusos, sob os aspectos de sua etiologia, diagnóstico e tratamento. A incidência de caninos impactados e inclusos na população não é significativa, mas a conduta de tratamento, uma vez que diagnosticada, envolve um conhecimento aprimorado nas diversas especialidades odontológicas, para colocar a disposição do paciente a melhor terapêutica. Dentre os fatores etiológicos relacionados à não erupção dos caninos na época normal de erupção destacam-se a falta de espaço no arco dental, perda prematura dos caninos decíduos, anquilose do canino permanente, agenesia do incisivo lateral, distúrbios endócrinos e malformação da face, além de cistos, tumores ou supranumerários na região dos caninos. TCC10
  69. 69. 65 O fumo e a doença periodontal MARTINS B. S., REGO L. UNIAN - SP bru-spera@hotmail.com A doença periodontal é uma doença infecto-inflamatória que acomete os tecidos de suporte e sustentação dos dentes. Caracteriza-se pela perda de inserção do ligamento periodontal e destruição do tecido ósseo adjacente. A evolução deste processo pode levar leva à perda dos elementos dentais acometidos pela doença, pois o comprometimento e a destruição, pela ação bacteriana, acúmulo de tártaro e inflamação destas estruturas colaboram para a formação de bolsas periodontais que levam à mobilidade dentária. A doença periodontal em pacientes fumantes pode apresentar-se com sinais clínicos pouco evidentes uma vez que características como eritema e sangramento tecidual muitas vezes não estão presentes devido aos efeitos da nicotina não somente na vascularização tecidual como também pela indução no aumento da espessura do epitélio gengival. Os fumantes podem sofrer maior perda de inserção periodontal e consequentemente dentes; além disso, o tratamento periodontal não cirúrgico, cirúrgico e terapia periodontal de suporte têm seus resultados prejudicados pelo fumo, diminuindo as chances de sucesso para restabelecimento da saúde do periodonto. A motivação e apoio que muitos fumantes precisam para parar de fumar podem ser oferecidos pelos profissionais que cuidam da sua saúde oral. O medico dentista, devido ao seu contato mais próximo e frequente com os pacientes durante o tratamento dentário, têm uma oportunidade privilegiada para promover esse trabalho de forma efetiva. TCC11
  70. 70. 66 Cirurgia de levantamento de seio maxilar GALLICCHIO B. B., AMANTEA D. V. UNIAN - SP brunobg_138@hotmail.com A cirurgia de levantamento do assoalho do seio maxilar evoluiu bastante na última década, sendo hoje realizada rotineiramente por profissionais especializados, obtendo grandes índices de sucesso, mesmo sendo sabido que tal procedimento oferece seus riscos de desenvolver complicações durante e após a realização do procedimento cirúrgico. O que define a técnica a ser utilizada é a quantidade do osso remanescente, sua qualidade e o adequado conhecimento de todas as técnicas, o que permite em certos casos a aplicação combinada destas. A técnica de levantamento de seio é um recurso muito utilizado para a reconstrução óssea de região posterior da maxila, em pacientes que sofreram reabsorção do osso alveolar. É sabido que o assoalho do seio maxilar é composto de osso tipo IV, o que permite preparar o leito sem o uso de brocas, apenas com o de osteótomos de Summer. O uso desse instrumento fará que a compactação do osso aumente a densidade óssea ao redor do implante, obtendo-se assim melhor estabilidade e efeito que diminuirão a possibilidade de reabsorção óssea. Considerando-se que com essa técnica a possibilidade de formação óssea por cima do implante é maior, já que se empurra o tecido ósseo no sentido apical, devido ao formato côncavo do instrumento o que impede a perfuração da membrana. TCC12
  71. 71. 67 Etiologia, diagnóstico e estratégias de tratamento das lesões cervicais não cariosas e hipersensibilidade. ARSLANIAN C. N., AMORE R. UNIAN – SP camila.n.a_03@hotmail.com A hipersensibilidade dentinária é causada pelas lesões cervicais não cariosas, um fator que gera grande desconforto, e hoje acomete cerca de 1/3 da população mundial, mas nem todos os casos necessariamente apresentam sensibilidade. De acordo com o agente etiológico, podem ser classificadas em lesões de erosão, abrasão, abfração e atrição, denominadas lesões cervicais não cariosas. São responsáveis pela perda irreversível de tecido dental e pelo aparecimento de hipersensibilidade dentinária, sendo esta uma resposta dolorosa (aguda) exacerbada, relacionada com a exposição dos túbulos dentinários. É provocada por estímulos térmicos, voláteis, químicos e tácteis, ocasionando a sensibilidade e comprometendo a estética. O conhecimento dos agentes etiológicos é essencial para o correto diagnóstico, prevenção, tratamento e proservação das lesões. Nem todos os tratamentos apresentados são eficazes em reduzir a hipersensibilidade dentinária, na verdade, poucos são, porém com efeitos distintos, sendo que cada paciente reage de forma diferente frente aos diversos tipos de tratamento. Quando ocorre perda efetiva de estrutura dental com a formação de cavidades, o tratamento geralmente é restaurador. Os principais materiais restauradores estéticos utilizados são o cimento de ionômero de vidro e as resinas compostas. Existem dois tipos de tratamento, o obliterador e a despolarização das fibras nervosas. O objetivo principal do tratamento consiste na obliteração dos canalículos dentinários. A finalidade deste trabalho é realizar uma revisão de literatura quanto à etiologia, diagnóstico e estratégias de tratamento das lesões cervicais não cariosas e hipersensibilidade dental, para que o cirurgião-dentista tenha uma conduta clínica segura e eficaz. A metodologia usada foi revisão bibliográfica, considerando artigos científicos, livros, teses e dissertações que abordam o assunto. TCC13
  72. 72. 68 Alveolite: uma complicação cirúrgica NOGUEIRA C. Q.; AMANTEA D. V. UNIAN - SP camiladeqn@hotmail.com A alveolite é uma complicação cirúrgica que pode ocorrer de 24 a 48 horas após a exodontia, fazendo com que o processo de reparação tecidual retarde. Normalmente, a reparação alveolar deve ocorrer em condições normais. Caracteriza-se por um quadro infeccioso, agudo, que determina a desorganização do coágulo sanguíneo, se desintegrando, tornando o osso alveolar exposto e com coloração cinza-escuro, apresentando sintomatologia dolorosa persistente e odor fétido. Devido à dor irradiada e de longa duração, causa muito estresse e desconforto ao paciente. Os sintomas, geralmente, aparecem no segundo ou terceiro dia após a exododontia, podendo durar de 10 a 15 dias. Uma das causas da alveolite é a fibrinólise que pode ocorrer nos alvéolos dentais devido a diversos estímulos, tanto diretos como indiretos. A fibrinólise pode ocorrer devido a trauma cirúrgico, infecção, uso de contraceptivos, tabaco e a infiltração local de anestésicos. Desta forma, o objetivo principal deste trabalho será entender a alveolite e suas principais causas, como também a terapêutica utilizada. Este trabalho trata-se de uma revisão de literatura sobre o tema proposto. TCC14
  73. 73. 69 Fratura do assoalho de órbita RODRIGUES C. P. F. L., SEVILHA F. UNIAN - SP portcami@gmail.com A órbita é a estrutura óssea em forma de taça que envolve e protege o olho. O bordo da órbita é formado por ossos bastante densos, enquanto o pavimento e a vertente nasal da órbita têm a espessura de papel em muitas zonas. Uma fratura da órbita é uma fratura óssea que envolve o seu bordo, o seu pavimento ou ambos. Este tipo de fratura geralmente tem conseqüências importantes, no que se refere ao fator estético e funcional das estruturas lesadas. As fraturas orbitárias são as que mais chances têm de se tornar complexas, devido à anatomia da região, podendo se apresentar de várias maneiras, como: fraturas “Blow-out”, fraturas do teto de órbita, fraturas naso- órbito-etmoidais, fraturas da parede medial e lateral da órbita. O tratamento ideal para esses traumatismos não é unanimidade entre os cirurgiões. Alguns profissionais descrevem trabalhos em que defendem a exploração sistemática de todas as paredes fraturadas e a sua respectiva reconstrução, enquanto outros recomendam a realização da cirurgia apenas quando os pacientes passem a desenvolver sinais e sintomas usuais desta fratura, como diplopia e enoftalmia, que não regridam em 14 dias de acompanhamento. O material ideal para reconstruções orbitárias deve ser biocompatível, resistente e de fácil adaptação, além de ancoragem para ser capaz de restaurar sua forma e volume, bem como de suportar o conteúdo do globo ocular. Estes materiais são radiopacos, esterilizáveis, finos e de fácil adaptação, apresentam boa estabilidade, mantêm sua forma e, possuem capacidade de compensar o volume orbitário, sem sofrer reabsorção. O propósito deste estudo foi ressaltar a importância da classificação, da definição de um diagnóstico adequado e da conduta cirúrgica planejada, para se obter sucesso no tratamento das fraturas orbitárias e relatar um caso clínico-cirúrgico, de forma a oferecer opções no tratamento desse traumatismo. TCC15
  74. 74. 70 Overdentures: prótese muco-implanto suportada FLORENCIO C. E., TANAKA C S I. UNIAN - SP cadu.odonto@gmail.com A reabilitação de um paciente edêntulo devolvendo sua função mastigatória, estética e fonética é um grande desafio da odontologia atual. As próteses totais muco- implantossuportadas vem sendo melhoradas ao longo dos anos com o avanço dos sistemas de encaixes como, por exemplo: barra clipe, O’ring e magnetos que permitiram uma grande satisfação para os pacientes nos requisitos por eles procurados no que diz respeito a estabilidade das mesmas, autoestima, um excelente custo beneficio, estética e função. Os aspectos biomecânicos destas próteses retidas por implantes foram estudados a partir do principio de que o implante melhora a retenção da prótese e a transmissão de cargas oclusais. O objetivo deste trabalho foi analisar por meio de revisão da literatura a satisfação dos pacientes reabilitados com overdentures em relação aos seguintes aspectos: aparência, fonação, mastigação, adaptação, retenção, autoestima e condição de higienização donde se concluiu que a utilização deste tipo de prótese é uma alternativa viável para devolver aos pacientes todas essas funções, não atingidas com uma prótese convencional mucossuportada. TCC16
  75. 75. 71 Controle do medo e ansiedade na Odontologia CRESPO C. C., GIORGI M. UNIAN – SP ca-crespo@hotmail.com Os procedimentos odontológicos podem produzir ansiedade, excitação e medo nos pacientes, podendo se constituir em uma barreira para a manutenção da saúde bucal. Visto que em grande parte da população o medo e a dor estão ligados equivocadamente à imagem do cirurgião dentista, tanto pelo instrumental utilizado quanto pela intervenção realizada, a avaliação de fatores indutores de ansiedade odontológica, principalmente pré-operatórios, é de extrema importância, principalmente na detecção de sintomas de ansiedade, além de apresentar um diferencial clinico para o profissional atualizado, no sentido de prevenir as emergências médicas. A tensão e dificuldade de relaxamento por parte do paciente podem interferir em seu equilíbrio físico e emocional. Em estudos realizados observou- se que a maioria das pessoas se considera ansiosa. Apesar desta evidência, a minoria dos pacientes faz uso de medicação pré-operatória para a redução do nível de ansiedade. O objetivo deste trabalho é apresentar através de uma revisão de literatura quais as abordagens terapêuticas podem ser utilizadas dando destaque a utilização da Homeopatia, como opção terapêutica. TCC17
  76. 76. 72 Higiene oral na primeira infância: Educar para prevenir LEMOS C. A. A., GIORGI M. S. UNIAN - SP cintialemos@professor.sp.gov.br Atualmente nota-se um grande interesse na educação voltada para a saúde oral, o que se convencionou chamar de Odontologia voltada ´para a promoção de saúde, isto é bastante interessante, quando se pensa que também pode ser aplicada ao paciente infantil, principalmente, se este paciente é um bebê com faixa etária entre 0 e 36 meses, ou seja, na primeira infância. Nesta idade, evidentemente, a orientação é dada aos pais ou responsáveis e são inúmeros os trabalhos que mostram uma importante queda na prevalência das doenças bucais. Este pôster aborda a importância da relação pais/responsáveis-filho-profissional, nos primeiros anos de vida, destacando a orientação de higiene bucal. TCC18
  77. 77. 73 Bruxismo na infância relacionado a déficit de atenção e hiperatividade. ROCHA C. S. R., SARAIVA F. UNIAN - SP cintia_veroni@hotmail.com Este Trabalho tem como objetivo aclarar a associação entre o bruxismo do sono (BS) e o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Abordando os fatores etiológicos, as características clínicas, os sinais e sintomas, a importância do diagnostico por parte do pediatra e odontopediatras e o tratamento multidisciplinar fundamentado no diagnostico correto assim tratando a causa. O bruxismo é uma para- função (ato que ocorre sem um propósito específico) do sistema mastigatório, cuja manifestação está no apertar e/ou ranger dos dentes podendo ser dividido em dois tipos: bruxismo diurno e o bruxismo noturno ou bruxismo do sono, sendo que o BS está associado a um dos sintomas causados em Pacientes que apresentam TDAH com incidência maior em crianças, Tendo a ciência que pacientes portadores de TDAH tratados farmacologicamente apresentam incidência mais alta de bruxismo do que os pacientes não tratados, pois dentre os medicamentos empregados no tratamento do TDAH há maior incidência de BS com o uso de drogas que estimulam o sistema nervoso central, O BS ou BD deve ser tratado de maneira multidisciplinar, envolvendo tratamento em parceria de dentistas, fisioterapeutas, médicos, psicólogos e fonoaudiólogos. Conclui-se a importância em que o cirurgião dentista obtenha o conhecimento em TDAH e possa agir, quando necessário, na orientação e encaminhamento do paciente a um profissional habilitado e também se presta para alertar os médicos que orientem os portadores de TDAH para que tomem medidas preventivas que evitem o comprometimento da saúde bucal, para que ambos possam atuar precocemente e acompanhar o crescimento e desenvolvimento da criança, promovendo a saúde. TCC19
  78. 78. 74 Promoção de saúde bucal ao paciente portador de necessidades especiais ROCHA C. R., ROBES A. V. UNIAN - SP leiacunhadinha@gmail.com O paciente portador de necessidades especiais faz parte de uma população que cresce a cada dia e aumenta sua expectativa de vida, o que leva ao profissional da saúde não apenas tratar, mas também prevenir doenças bucais, melhorando a cada dia sua qualidade de vida. O tratamento odontológico deve ser diferenciado, necessitando de cuidados quanto posicionamento e atenção básica a algumas manobras rotineiras ao cirurgião dentista. Vale salientar a necessidade de preparo do profissional frente a estes pacientes, que muitas vezes possui dificuldades em abertura de boca como também em mantê-la aberta para uma boa higienização. É importante ressaltar a assistência odontológica para esse tipo de paciente na qual seja incluído um programa de escovação supervisionada e educação para a saúde, voltado aos pais e cuidadores. Este trabalho tem como objetivo, através de uma revisão de literatura, apresentar diversas formas em promover e manter a boa saúde bucal do indivíduo portador de necessidades especiais através de manobras e posicionamentos, mantendo assim a prevenção tão bem quista na odontologia atual. TCC20
  79. 79. 75 A Dureza dos materiais dentários VASCONCELOS D., AMORE R. UNIAN-SP deboravl1993@gmail.com Diante do aumento do número de pacientes que procuram por tratamentos dentários estéticos e dos avanços obtidos na área dos adesivos dentinários e das resinas compostas, estes materiais também têm sido indicados para restaurar dentes posteriores, os quais recebem grandes esforços mastigatórios. Vários autores demonstraram que a dureza superficial é indicadora de outras propriedades mecânicas do material (como, por exemplo, a resistência ao desgaste); logo, deve ser de nível elevado, já inicialmente, e assim permanecer durante todo o decorrer da vida clínica da restauração. Segundo Nema et al.10, para se obter um bom desempenho das restaurações com resinas compostas em dentes posteriores, estas deveriam possuir uma alta dureza superficial. Fraunhofer5, afirmou existir relação diretamente proporcional entre a dureza superficial de um material e sua resistência à abrasão, aspecto também observado por Ruddel et al. 14 e por Momoi et al.9. Em um estudo bastante amplo, Willens et al.20, observaram várias propriedades de diversas resinas compostas e afirmaram que, apesar da importância relativa do teste de dureza, ficava comprovada sua relação direta com as demais propriedades mecânicas por eles estudadas. Reis et al.13, estudaram a dureza superficial e a resistência flexional e relataram que houve “correlação positiva” entre estas duas propriedades. Tantbirojn et al.17, em um estudo onde analisaram o nível de correlação entre a dureza superficial e a resistência à fratura, relataram que era relativamente simples determinar a dureza de um material, enquanto a determinação da resistência à fratura implicava num teste de difícil execução; afirmaram que a existência de “correlação direta” entre estas 2 propriedades possibilitaria determinarse apenas a dureza, facilitando posteriores estudos. Observaram um coeficiente que variou de 0,90 a 0,97, o que indicava haver uma “correlação positiva” entre estas duas propriedades. Entretanto, devido ao grande número de compósitos para restauração atualmente encontrados no comércio, e o fato de não serem conhecidos os valores de dureza desses materiais, fica dificultada a sua escolha pelos cirurgiões dentistas. Com base no que foi exposto, o objetivo na presente pesquisa será avaliar a dureza dos matérias dentários. TCC21
  80. 80. 76 Traumatismo dentário na Odontopediatria CRUZ E. V. R., SARAIVA F. UNIAN-SP elaine.martinss@ig.com.br O presente trabalho foi desenvolvido a partir de uma revisão na literatura sobre os tipos de traumas dentais, que constituem acidentes comuns na infância e em outras situações mais graves, como acidentes automobilísticos, jogos, esportes em geral e agressões, podendo ocasionar danos funcionais e estéticos, além de promoverem um grande impacto emocional e psicológico tanto na criança, como nos pais. Essas ocorrências são responsáveis por um grande número de atendimentos nos serviços de urgência e por ser traumático e doloroso, exigem um diagnóstico rápido e preciso, para que a terapêutica seja estabelecida o mais precocemente possível. Na perspectiva de dissertar sobre o trauma de avulsão este trabalho apresenta um estudo de um paciente com dentição permanente que sofreu avulsão de vários elementos dentais em decorrência de acidente automobilístico por atropelamento e demonstra de forma clara a complexidade na abordagem de um paciente com traumatismo alvéolo dentário e o tratamento das diferentes injúrias sofridas por ele. Sobretudo, tem como objetivo orientar o clínico geral a realizar a primeira abordagem do paciente com traumatismo dentário, relatar os diferentes tipos de traumatismos que podem estar associados num mesmo evento traumático e suas condutas clínicas além de enfatizar a importância do correto diagnóstico, tratamento e acompanhamento do caso ao longo do tempo. TCC22
  81. 81. 77 Anormalidades da Dentição Decídua ASSIS E. P., SARAIVA F. UNIAN-SP. elisangela04_06@hotmail.com Os distúrbios de desenvolvimento no esmalte apresentam-se como anomalias de estrutura, podendo afetar ambas as dentições. Dentre eles estão a amelogênese imperfeita, a hipoplasia de esmalte e a fluorose dental. A amelogênese imperfeita é uma alteração de caráter hereditário e a hipoplasia de esmalte, um defeito quantitativo do esmalte que ocorre em consequência de problemas sistêmicos, locais e hereditários, ou até da combinação dos mesmos. A fluorose dental é uma hipoplasia gerada pela ingestão crônica de flúor durante o período da odontogênese. Todas essas alterações apresentam características clínicas semelhantes, sendo necessário muito cuidado na sua avaliação. É de extrema importância o conhecimento dessas anomalias para que o diagnóstico diferencial seja instituído e, consequentemente, o plano de tratamento seja estabelecido de forma apropriada para cada situação. Sendo assim, o objetivo do presente trabalho foi realizar uma revisão da literatura a respeito dessas três anomalias do esmalte dental. Por meio desta revisão, concluiu-se que, para estabelecer o diagnóstico diferencial entre essas alterações, assim como um correto plano de tratamento, é necessário o conhecimento das anomalias pelo profissional associado à execução de exame clínico, composto de anamnese e exame físico e, em alguns casos, de exame radiográfico. TCC23
  82. 82. 78 Fios de sutura RIBEIRO E. V. M.; CORVELONI R. UNIAN-SP ericas_ribeiro@ig.com.br Os fios de sutura cirúrgica foram conceituados como materiais utilizados para selar vasos sangüíneos e aproximar tecidos, em ações de ligar e suturar. Surgiram e foram desenvolvidos ao longo dos séculos em função da necessidade de controlar hemorragias e também de favorecer a cicatrização de ferimentos ou incisões por primeira intenção. Deste modo, o trabalho tem o objetivo de apresentar as características dos fios de sutura, suas propriedades e classificação. Descrevendo os critérios de escolha do tipo de agulha, fios existentes no mercado e componentes de uma sutura. Obtendo aspectos importantes para a escolha do fio ideal e a importância da resposta inflamatória no processo de cicatrização tecidual. TCC24
  83. 83. 79 Estudo da interação dos cimentos resinosos autoadesivos com os tecidos dentais COSTA F. F. C., HIPÓLITO V. D. UNIAN-SP fabio.fahl@yahoo.com Os materiais odontológicos e técnicas restauradoras adesivas têm evoluído intensamente nos últimos anos a fim de alcançar união efetiva às estruturas dentais de forma cada vez mais simplificada. Dentro desse contexto, os cimentos resinosos ocupam posição de destaque e empregarem uma estratégia particular de união. Essa categoria de cimentos resinosos não necessita da aplicação prévia de um sistema adesivo, interagindo diretamente com os tecidos duros dentais para a união. Apresentam pH ácido após a mistura das pastas base e catalisadora, sendo a acidez neutralizada à medida que ocorre a desmineralização e infiltração do cimento no esmalte/dentina. Deste modo, forma-se uma zona de interação cimento resinoso/dente de espessura manométrica, sendo denominada camada híbrida não-autêntica. Além dessa união micromecânica, tem-se atribuído a este material uma interação química com os íons cálcio da hidroxiapatita presente nos tecidos dentais, formando-se uma ligação estável do tipo covalente. Portanto, a interação destes cimentos resinosos autoadesivos com o substrato dental pode ser considera micromecânica e química. Diante desses conhecimentos, o objetivo deste estudo é melhor compreender essa estratégia inovadora de união utilizada pelos cimentos resinosos autoadesivos. TCC25
  84. 84. 80 A importância da nutrição na cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial. LOPES, F. M. C., ZANLUQUI T. UNIAN-SP drafabiolalopes@hotmail.com A Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial como especialidade é cercada de técnicas e conhecimentos complexos e, cada vez mais, tem alcançado o restabelecimento funcional, estético e psicossocial dos pacientes. É elevado o índice de lesões traumáticas na face se comparado a injúrias em outras áreas, pois esta região do corpo está normalmente exposta, sem proteções externas. As causas do trauma bucomaxilofacial variam com a idade, sexo, condição social e localização geográfica do indivíduo. Acidentes com veículos, quedas, prática esportiva, violência pessoal e acidentes de trabalho estão entre as principais causas. O tratamento dessas lesões visa à recuperação da função, com o mínimo de sequela na aparência do paciente. Pacientes que será submetido à cirurgia, de forma geral, pode apresentar risco nutricional ou desenvolver algum grau de desnutrição devido ao estresse cirúrgico, pois a cirurgia é capaz de desestabilizar a homeostase do organismo, pois envolve alterações de diferentes naturezas, como à ruptura de estruturas celulares e vasculares (lesão tecidual). O suporte nutricional é parte essencial do tratamento metabólico desses pacientes. Ele deve ser instituído antes que haja perda significativa de peso, de preferência nas primeiras 24h da admissão no hospital, através de dietas orais ou enterais preferencialmente e parenterais, quando necessário. É importante o acompanhamento nutricional não só no período pós-operatório imediato, ainda internado, como também no seu follow-up, através de um manejo dietoterápico buscando a reabilitação para uma melhor qualidade de vida. Pelos motivos citados, é fundamental o acompanhamento nutricional desses pacientes pelo nutricionista que realizará a avaliação nutricional, traçando o diagnóstico nutricional, para posteriormente definir condutas contendo recomendações e terapêuticas específicas para cirurgias bucomaxilofaciais. O objetivo deste estudo foi alertar sobre as necessidades energético-proteicas no trauma, consumo metabólico, formas mais seguras de administração da dieta e as possíveis complicações do suporte nutricional inadequado nessas situações. TCC26

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