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O que é um Instituto
Federal e qual sua relação
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Em 2000 é transforma-se em CEFET-RS e passa a ofertar graduações
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INSTITUTOS FEDERAIS: PRINCÍPIOS E
OBJETIVOS
Compromisso com a Educação Profissional
Verticalização do ensino
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EXEMPLOS NO RESTO DO MUNDO
Institutos de Tecnologia são
comuns:
 Maior capilaridade
 Foco tecnológico
 Maior proximidad...
EXEMPLOS NO PASSADO
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EXPANSÃO E SEUS DESAFIOS
 Hoje: mais de vinte campus em três institutos no estado
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QUALIFICAÇÃO DOCENTE
A maioria dos docentes,
mesmo no campus Pelotas
já é composta por mestres
e doutores.
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ELEMENTOS POSITIVOS DA REDE FEDERAL
9
 Alta avaliação das graduações tecnológicas (ENADE e IGC)
 Grande rede de contatos...
O QUE FAZ UM GRUPO DE PESQUISA
 Bons problemas comuns
Inovação: Conhecimento tanto do estado da arte quanto da realidade...
IFES
• Alunos e docentes
• Ensino
• Pesquisa
• Temas inovadores
• Indicadores de
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ASPECTOS ECONÔMICOS DA
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Desenvolve-se tecnologia
de forma bem sucedida
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COMO SE AGREGA NOVAS CAPACIDADES?
A partir de um conjunto de ferramentas se agregam novos
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COMO SE AGREGA NOVAS CAPACIDADES?
Se geram novos produtos na mesma área de aplicação mas que
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 A tecnologia chave para a empresa muitas vezes envolve o domínio de
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O CASO DO PROJETO GMC
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VISÃO GERAL DO CONVÊNIO
Objetivos e metas
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APERFEIÇOAMENTO DE ALGORITMOS E
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MÓDULO COMPACTO DE INFUSÃO
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VISÃO GERAL DO CONVÊNIO
1. Convênio de compartilhamento de propriedade intelectual
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PROJETO EM COOPERAÇÃO
1. Edital MCTI/SETEC/CNPq No 17/2012, RHAE Pesquisador na
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2. Título: Bombas de Infusão com T...
PROJETO EM COOPERAÇÃO
1. MEC/SETEC/CNPq Nº 94/2013, APOIO A PROJETOS
2. Título: Módulo inteligente de geração e controle d...
RESULTADOS (PFC)
1. SISTEMA DE MEDIÇÃO DE PRESSÃO PARA DETECÇÃO DE
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4. DISPOSITIVO EMBARCADO PARA A AUTOMATIZAÇÃO DE TESTES
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Flavio Abrantes, Gabriel Luche...
RESULTADOS (ARTIGOS)
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“Range Segmentation to Improve Latency in Parallel Stochastic Computing”
Rai Saraiva, Rafael Soare...
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VISÃO GERAL DO CONVÊNIO
Objetivos e metas
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MONITORAMENTO INTRAOPERATIVO DE
NERVO FACIAL
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PROJETO EM COOPERAÇÃO
1. CNPq-SETEC/MEC No 17/2014 - Apoio a Projetos Cooperativos
de Pesquisa Aplicada e de Extensão Tecn...
O CASO DO PROJETO IOM
Interface óculos mouse.
Projeto de inovação que
gerou patente.
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FUTURO
Laboratório de pesquisa da APL
Consolidação e aprimoramento do know-how em pesquisa biomédica e de
tecnologias assi...
FUTURO PRÓXIMO APRESENTA NOVOS
DESAFIOS E TEMAS
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  1. 1. CONTEXTO INSTITUCIONAL DA PESQUISA NO GRUPO Origem do grupo de pesquisa e razões para o envolvimento com o Arranjo Produtivo Local 1 GRUPO DE ELETRÔNICA E TELECOMUNICAÇÕES (GET)
  2. 2. PESQUISA NO INSTITUTO FEDERAL O que é um Instituto Federal e qual sua relação coma pesquisa? 2
  3. 3. VERTICALIZAÇÃO DA ETFPEL Em 2000 é transforma-se em CEFET-RS e passa a ofertar graduações tecnológicas em Pelotas e Sapucaia do Sul.  Grande esforço é feito na qualificação do quadro docente com mestres e doutores. Em 2005 se fazem os primeiros concursos para mestres e doutores.  Também em 2005 é lançado o Núcleo de Pesquisas (NUPES) Em 2006 são registrados os Grupos de Pesquisa  Surge o Grupo de Eletrônica e Telecomunicações Em 2007 dois cursos de tecnologia originam a Engenharia Elétrica. Em 2008 ocorre a transformação em IFSul. 3
  4. 4. INSTITUTOS FEDERAIS: PRINCÍPIOS E OBJETIVOS Compromisso com a Educação Profissional Verticalização do ensino  Técnicos/Engenharias/ Graduações Tecnológicas Entrosamento com a rede de ensino Entrosamento com o mundo do trabalho Pesquisa aplicada e inovação  Ligação aos arranjos locais de produção
  5. 5. EXEMPLOS NO RESTO DO MUNDO Institutos de Tecnologia são comuns:  Maior capilaridade  Foco tecnológico  Maior proximidade das aplicações Exemplos bem sucedidos:  Indian Institute of Technology  Korean Advanced Institute of Science and Tecnology  Harbin Institute of Technology Indian Institute of Technology Kharagpur
  6. 6. EXEMPLOS NO PASSADO Instituto Eletrotécnico do IPT deu origem tanto a UFRGS quanto ao Parobé
  7. 7. EXPANSÃO E SEUS DESAFIOS  Hoje: mais de vinte campus em três institutos no estado 7
  8. 8. QUALIFICAÇÃO DOCENTE A maioria dos docentes, mesmo no campus Pelotas já é composta por mestres e doutores. 8
  9. 9. ELEMENTOS POSITIVOS DA REDE FEDERAL 9  Alta avaliação das graduações tecnológicas (ENADE e IGC)  Grande rede de contatos técnicos e de chão de fábrica  Campi em várias regiões do estado - Metropolitana, Passo Fundo, Lajeado, etc.  Grande volume de alunos com experiência tecnológica desde o ensino médio  Oportunidade para desenvolver e fixar know-how  Oportunidade de editais específicos
  10. 10. O QUE FAZ UM GRUPO DE PESQUISA  Bons problemas comuns Inovação: Conhecimento tanto do estado da arte quanto da realidade produtiva  Ferramentas compartilhadas: Modelagem e linguagem matemática de representação Plataformas de desenvolvimento  Fluxo contínuo de bolsistas  Transmissão de know-how tem de ser entre bolsistas O que é e como trabalhar a questão da inovação e do desenvolvimento tecnológico. 10
  11. 11. IFES • Alunos e docentes • Ensino • Pesquisa • Temas inovadores • Indicadores de impacto acadêmico • Reconhecimento Empresas • Funcionários e associados • Produção • Desenvolvimento • Inovação • Indicadores econômicos • Relevância produtiva Como equacionar essa relação de forma produtiva? ≠
  12. 12. ASPECTOS ECONÔMICOS DA ÁREA DE PESQUISA Desenvolve-se tecnologia de forma bem sucedida pela incorporação de nós adjacentes. 12 Hidalgo, C. A.; Hausmann, R.. “The building blocks of economic complexity”. PNAS 2009. 106 (26) 10570-10575; published ahead of print June 22, 2009.
  13. 13. COMO SE AGREGA NOVAS CAPACIDADES? A partir de um conjunto de ferramentas se agregam novos produtos 13
  14. 14. COMO SE AGREGA NOVAS CAPACIDADES? Se geram novos produtos na mesma área de aplicação mas que demandam novas ferramentas 14
  15. 15. PLATAFORMAS E FERRAMENTAS  A tecnologia chave para a empresa muitas vezes envolve o domínio de uma nova plataforma de desenvolvimento ou ferramenta 15
  16. 16. IMPLICAÇÕES PARA UM GRUPO DE PESQUISA Manutenção de know-how no grupo de pesquisa  Ferramentas para fazer devem estar atualizadas  Laboratórios de pesquisa devem buscar estado da arte  Editais do tipo RHAE e Proequipamentos Cooperação e proximidade com empresas deve predatar produto  Acordos de confidencialidade e direitos autorais são fundamentais (convênios amplos)  Definições burocráticas do que é e não é pesquisa atrapalham Intercambio e aproveitamento de alunos é um elemento chave 16
  17. 17. ETAPAS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO Modelo de P&D com seis etapas e três ciclos:  Ciclo conceitual: Desenvolve módulos ou elementos chave a partir do estado da arte (Pesquisa).  Ciclo de protótipo: Desenvolve, valida e testa protótipo de prova de conceito.  Ciclo de produto: Desenvolve, valida e testa protótipo de linha de produção. 17
  18. 18. Projeto Informacional Projeto e validação conceitual Validação de Protótipo Projeto de Protótipo Projeto de Produto Teste e Validação de produto • Maiores oportunidades de pesquisa original (produção acadêmica) • Vários experimentos, testes de alternativas e análises de resultados • Projetos em linhas principais dos grupos de pesquisa • Proximidade com aplicações locais pode ou não ser um fator IFES 18
  19. 19. Projeto Informacional Projeto e validação conceitual Validação de Protótipo Projeto de Protótipo Projeto de Produto Teste e Validação de produto • Alguma possibilidade de produção de PI • Proteção de confidencialidade para isso é fundamental • Foco no desenvolvimento de know-how dentro do grupo • Desenvolvimento de plataformas • Bolsas de desenvolvimento tecnológico (pesquisadores associados) IFES 19
  20. 20. Projeto Informacional Projeto e validação conceitual Validação de Protótipo Projeto de Protótipo Projeto de Produto Teste e Validação de produto • Oportunidades de mercado • Protótipo de produção (cadeias de suprimento) • Teste e qualidade de produção • Normas e regulação. Empresas* 20
  21. 21. Projeto Informacional Projeto e validação conceitual Validação de Protótipo Projeto de Protótipo Projeto de Produto Teste e Validação de produto • Projetos “Blue Sky” e incrementais • Foco em agregar novas ferramentas a empresa • Oportunidade para startups e parcerias Empresas* 21
  22. 22. LINHAS DE PESQUISA, PROJETOS E CONVÊNIOS (GET) Inicialmente seguiu-se a tradição de manter linhas de pesquisa ligadas a alma mater. 22
  23. 23. O CASO DO PROJETO TRANSPETRO Prova de conceito de tecnologias de baixo custo para berthing system 23
  24. 24. ASPECTOS POSITIVOS  Monitoramento de atracação  Sistemas usando radar  Sistemas usando laser  Acionado manualmente a 20 m Problema compartilhado  Uso de plataforma comum de desenvolvimento  Análise dos sistemas in loco  Garantias de proteção intelectual e baixo compromisso financeiro inicial Resultados:  Prova de conceito inovadora a baixo custo  Bolsas de IC, diárias e transporte.  Aprovação para fase 2 24
  25. 25. O CASO DO PROJETO GMC LIFEMED Pesquisa e desenvolvimento para geração, monitoração e controle do fluxo de fluido em bombas de infusão. 25
  26. 26. VISÃO GERAL DO CONVÊNIO Objetivos e metas Melhorar o sistema de medição de pressão do fluxo de fluido da bomba de infusão. Convênio de cooperação tecnológica sem transferência de recursos: compartilhamento de laboratórios e pessoal. A principal ferramenta desse convênio é a orientação:  Pesquisa no grupo através de bolsistas e atividade de pesquisa e orientação dos professores envolvidos.  Pesquisa na Lifemed: setor de desenvolvimento da empresa. Patentes tem custos e elaboração compartilhada. Compromisso de confidencialidade. 26
  27. 27. APERFEIÇOAMENTO DE ALGORITMOS E SENSORES 27
  28. 28. MÓDULO COMPACTO DE INFUSÃO 28
  29. 29. VISÃO GERAL DO CONVÊNIO 1. Convênio de compartilhamento de propriedade intelectual “Geração, monitoração e controle de fluxo de fluídos em bombas de infusão” Bolsistas envolvidos: 0, realizado como PFC Contrapartidas: material e laboratórios compartilhados 2. Gerou diversas submissões a editais de pesquisa 1. Bolsas de IC, editais IFSUL (3 bolsistas) 2. Edital MCTI/SETEC/CNPq No 17/2012, RHAE Pesquisador na Empresa 3. Edital MEC/SETEC/CNPq Nº 94/2013, Apoio a Projetos ... 29
  30. 30. PROJETO EM COOPERAÇÃO 1. Edital MCTI/SETEC/CNPq No 17/2012, RHAE Pesquisador na Empresa 2. Título: Bombas de Infusão com Tecnologias Inovadoras 3. Previsão de término: Janeiro de 2017 4. Bolsistas: 4 bolsas SET 1. 3 graduandos com experiência prévia em pesquisa 2. 1 Mestre 5. Contrapartida econômica da empresa 30
  31. 31. PROJETO EM COOPERAÇÃO 1. MEC/SETEC/CNPq Nº 94/2013, APOIO A PROJETOS 2. Título: Módulo inteligente de geração e controle de escoamento de líquidos de infusão 3. Previsão de término: Janeiro de 2017 4. Bolsistas: 2 bolsas ITI 1. 2 graduandos sem experiência prévia em pesquisa 5. Contempla verba de capital e custeio 6. Contrapartida econômica da empresa 31
  32. 32. RESULTADOS (PFC) 1. SISTEMA DE MEDIÇÃO DE PRESSÃO PARA DETECÇÃO DE OCLUSÃO EM BOMBAS DE INFUSÃO (GMCFluído). Fabrício Neitzke Ferreira. 2012. Engenharia Elétrica. IFSul. Orientador: Eduardo Costa da Motta. 2. SISTEMA PARA MEDIÇÃO DE PRESSÃO E DETECÇÃO DE BOLHAS DE AR EM BOMBAS DE INFUSÃO UTILIZANDO TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE IMAGENS (GMCFluído). Pietro Serpa Konzgen. 2013. Engenharia Elétrica. IFSul. Orientador: Adão Antonio de Souza Junior. 3. CONTROLE INDIRETO DE VAZÃO EM UMA BOMBA DE INFUSÃO COM MEDIÇÃO DE VELOCIDADE A PARTIR DA FORÇA CONTRA- ELETROMOTRIZ DO MOTOR (GMCFluído). Matheus Pilotto Figueiredo. 2013. Engenharia Elétrica. IFSul. Orientador: Carlos Mendes Richter. 32
  33. 33. RESULTADOS (PFC) 4. DISPOSITIVO EMBARCADO PARA A AUTOMATIZAÇÃO DE TESTES EM EQUIPAMENTOS BIOMÉDICOS (GMCFluído). Yuri das Neves Valadão. 2014. Engenharia Elétrica. IFSul. Orientador: Adão Antonio de Souza Junior. 5. PROPOSTA E ANALISE DE TÉCNICAS DE DETECÇÃO DE OCLUSÃO EM BOMBAS DE INFUSÃO (GMC Fluído). Flávio Gomes da Silva Abrantes. 2015. Engenharia Elétrica. IFSul. Orientador: Odair Antonio Noskoski, Coorientador: Luciano Ludwig Loder. 6. SISTEMA DE CONTROLE DE MOTOR CC APLICADO A BOMBAS DE INFUSÃO (GMC Fluído). Mikael dos Santos Cardoso. 2015. Engenharia Elétrica. IFSul. Orientador: Carlos Mendes Richter, Coorientador: Claudio Luiz D´Elia Machado. 33
  34. 34. RESULTADOS (ARTIGOS) 34 "Using correlation to detect downstream occlusion in infusion pump“ Flavio Abrantes, Gabriel Luche, Luciano Loder, Odair Noskoski, Adão Souza Junior
  35. 35. RESULTADOS (ARTIGOS) 35 “Range Segmentation to Improve Latency in Parallel Stochastic Computing” Rai Saraiva, Rafael Soares, Julio Ruzicki and Adão Souza Jr
  36. 36. O CASO DO PROJETO MINF CONTRONIC Tecnologias para Monitoramento Intraoperativo de Nervo Facial. 36
  37. 37. VISÃO GERAL DO CONVÊNIO Objetivos e metas desenvolver as tecnologias e plataformas necessárias para a construção de um equipamento eletromédico para monitorar o estado funcional de nervos durante procedimentos cirúrgicos. Convênio de cooperação tecnológica visando teste de conceito. A principal ferramenta desse convênio é a orientação:  Mesmas premissas do caso anterior.  O envolvimento do aluno é o alvo. Compromisso de confidencialidade. 37
  38. 38. MONITORAMENTO INTRAOPERATIVO DE NERVO FACIAL 38
  39. 39. PROJETO EM COOPERAÇÃO 1. CNPq-SETEC/MEC No 17/2014 - Apoio a Projetos Cooperativos de Pesquisa Aplicada e de Extensão Tecnológica 2. Título: Tecnologias para Monitoramento Intraoperativo de Nervo Facial 3. Previsão de término: Provável 2017/2 a 2018/1 4. Bolsistas: 3 bolsas ITI, 2 DTI 1. 3 graduandos sem experiência prévia em pesquisa 2. 2 profissionais com experiência 5. Contempla verba de capital e custeio 6. Contrapartidas econômica e financeira da empresa 39
  40. 40. O CASO DO PROJETO IOM Interface óculos mouse. Projeto de inovação que gerou patente. 40
  41. 41. FUTURO Laboratório de pesquisa da APL Consolidação e aprimoramento do know-how em pesquisa biomédica e de tecnologias assistivas Consolidação de laboratórios Aproximar as práticas do curso ao estado da arte Projetos de desenvolvimento Outras fonte de financiamento (FINEP, fundos setoriais...) Garantir a continuidade do trabalho do grupo Pós-graduação em engenharia elétrica Aprofundar os temas de pesquisa 41
  42. 42. FUTURO PRÓXIMO APRESENTA NOVOS DESAFIOS E TEMAS 42
  43. 43. HTTPS://SITES.GOOGLE.COM/SITE/GETEEIFSUL/ BUSCA GOOGLE: GET EE IFSUL 43 GRUPO DE ELETRÔNICA E TELECOMUNICAÇÕES (GET)

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