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V Conferência Estadual de CT&I de Santa Catarina - Experiência de gestão pública baseada na coprodução

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V Conferência Estadual de CT&I de Santa Catarina - Experiência de gestão pública baseada na coprodução

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Conferência realizada no XXI Congresso de Administração do Mercosul, sobre como a V Conferência Estadual de CT&I de Santa Catarina representou um desafio à gestão pública enfrentado por meio da coprodução entre os atores que formam o sistema científico, tecnológico e de inovação do Estado.

Conferência realizada no XXI Congresso de Administração do Mercosul, sobre como a V Conferência Estadual de CT&I de Santa Catarina representou um desafio à gestão pública enfrentado por meio da coprodução entre os atores que formam o sistema científico, tecnológico e de inovação do Estado.

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V Conferência Estadual de CT&I de Santa Catarina - Experiência de gestão pública baseada na coprodução

  1. 1. V CECTI UMA EXPERIÊNCIA DE GESTÃO PÚBLICA BASEADA EM COPRODUÇÃO ROBERTO PACHECO - PACHECO@EGC.UFSC.BR
  2. 2. Agenda 1. Quem somos 2. Um desafio 3. Gestão Pública contemporânea 4. A VCECTI 5. Resultados 6. Considerações finais
  3. 3. Quem somos RECIS – REDE CATARINENSE DE CONHECIMENTO E INOVAÇÃO SUSTENTÁVEIS
  4. 4. EGC/UFSC Programa de PG em Engenharia e Gestão do Conhecimento Criado em 2004 35 Doutores de diversas áreas (Psicologia, Administração, Engenharias, Computação, Semiótica, Educação) 700 candidatos para 60 ingressantes por ano 192 doutores 172 Mestres CAPES: Área Interdisciplinar Conceito 5
  5. 5. 1969 1989 1991 1995 2004 Criação do PPG em Eng. Prod. UFSC Áreas de IA, Gestão Qualidade, Ergonomia Doutorado em Eng. Produção Programa EaD implementado 1985 Planejamento Estratégico EaD e Conceito CAPES Criação do EGC Visão da engenharia de produção associada à engenharia industrial Visão da Eng. de produção com cognição e da Inteligência Aplicada, educação e sistema de produção, qualidade, gestão ambiental, empreendedorismo, inovação. Visão do conhecimento como fator central de agregação de valores organizacionais e posicionamento da GC, EC e MC como interdisciplinas Sociedade industrial Sociedade da informação Sociedade do conhecimento 2010-2014 Conceito 5 (CAPES) Quem somos Histórico da EGC/UFSC Como evoluiu nossa visão sobre GC e EC na cronologia da EC 2008 APPs-UE
  6. 6. Áreas e ênfases Temas de mestrado e doutorado em cada área de concentração
  7. 7. E a ReCIS ? Como deve ser um programa acadêmico contemporâneo?
  8. 8. Mas como são os problemas contemporâneos? Competitividade Poluição Agroquímicos Excesso de Burocracia Mobilidade urbana
  9. 9. O que é necessário? Pesquisadores de diferentes disciplinas trabalham juntos com atores da sociedade civil, setor privado e/ou Estado par produzir conhecimento que gere soluções adequadas. Isso implica em analisar conjuntamente uma situação, negociar objetivos e desenvolver soluções de problemas como uma coprodução de conhecimento. “Co” significa colaboração ou trabalho conjunto de forma cooperativa. http://www.transdisciplinarity.ch/e/transdisciplinarity/coproduct.php
  10. 10. Transdisciplinaridade Visão da ReCIS Coprodução Conhecimento Conhecimento e Inovação são vetores de transformação social e econômica e sua geração requer a coprodução de atores acadêmicos, governamentais, empresariais e sociais. Inovação
  11. 11. QUEM SOMOS Conjunto de organizações parceiras dos setores acadêmico, de pesquisa e empresarial de Santa Catarina dedicadas à formação, ao desenvolvimento científico-tecnológico, à inovação sustentável por meio de soluções oriundas das áreas de gestão, engenharia e mídia do conhecimento. ReCIS REDE CATARINENSE DE CONHECIMENTO E INOVAÇÃO SUSTENTÁVEIS
  12. 12. Formação & Pesquisa • Competências em domínios • Competências em EGMC • Projetos conjuntos • Eventos conjuntos • Formação de quadros • Redes de pesquisa Inovação • Desafios organizacionais • Formação de quadros • Capacitação em EGMC • Projetos conjuntos • Inserção de egressos P&D • Projetos conjuntos • Formação de quadros • Tecnologias EGMC • Competências EGMC • Soluções EGMC • Inserção de egressos P&D&I • Fomento a P&D • Desafios em EGMC • Projetos conjuntos • Formação de quadros • Inserção de egressos • Capacitação em EGMC Sistemas de inovação e o conhecimento (coletivos, redes, organizacionais, regionais, nacionais) Universidades Institutos Empresas Governo e Organizações Paragovernamentais COPRODUÇÃO
  13. 13. Um desafio POR QUE REALIZAR UMA CONFERENCIA ESTADUAL DE CTI?
  14. 14. Como está a CTI de SC? A Lei Estadual de Inovação preconiza que o Estado realize Conferências para avaliar, planejar e avançar seus sistemas de ciência, tecnologia e inovação.
  15. 15. O que a FAPESC queria? Realizar uma Conferência que permitisse a comparabilidade (no tempo e no espaço) entre os sistemas regionais de CTI. Englobar todas as mesorregiões do Estado.
  16. 16. Gestão Pública A ADMINISTRAÇÃO NO SETOR PÚBLICO – QUESTÕES ATUAIS
  17. 17. Visão do Gestor Público A estratégiade GC é dependente da visão do gestorpúblico Administração Pública Patrimonialista Administração Pública Burocrática Nova Gestão Pública ou Administração Pública Gerencial Novo Serviço Público (NSP) Patrimônios público e privado tratados indistintamente Burocracia de Weber com modelo orientador do Estado na implementação de políticas públicas Aplica as premissas do sucesso de empresas privadas no mercado (eficiência, prestação de contas, agilidade e desburocratização) Foco no espaço democrático: servir cidadãos, buscar interesse público, valorizar cidadania, ter visão estratégica e agir pró democracia, prestar contas, valorizar pessoas Pacheco et. al., 2012
  18. 18. Eficácia PerformanceEficiência TransparênciaControle social Prestação de contas Coprodução Capital social Participação Pacheco et. al., 2013 Governança pública GC pode ajudar umaorganização públicaa cumprirprincípios de GP
  19. 19. Visão contemporânea de gestão pública 2010 - Expertise e criatividade de cidadãos e da sociedade civil pode impulsionar um setor público mais eficiente, efetivo e inovador, que entrega melhores serviços públicos sem aumentar custos. 2011- co-produção pode oferecer respostas políticas criativas que capacitam governos a prover melhores serviços públicos em tempos de restrições fiscais. http://browse.oecdbookshop.org/oecd/pdfs/product/4211131e.pdf
  20. 20. V CECTI ENFRENTANDO O DESAFIO
  21. 21. Planejamento da VCECTI Demanda: Junho de 2015 Prazo final: dezembro de 2015 Locais das conferências: Florianópolis, Chapecó, Criciúma, Itajaí, Jaraguá, Lages e Joinville Governança: descentralizada com instituições locais de recepção das conferências Resultados Esperados: 1 - Diagnóstico dos sistemas regionais de CTI 2 – Propostas de melhoria dos sistemas regionais de CTI Metodologia: a definir Princípios: coprodução
  22. 22. 1º Passo: definindo um Framework Professores, doutorandos e mestrandos do EGC realizaram levantamento de diversos frameworks, documentos e referências sobre a análise de CTI.
  23. 23. Framework para a Análise de Percepção sobre CTI Sistemas regionais de CTI podem ser verificados segundo seus: • Capacitores • potencializadores de eficiência ou • geradores de valor.
  24. 24. Dimensões e Fatores Nossas pesquisas apontaram para 36 fatores, organizados em 8 dimensões de análise de um sistema regional de CTI. 36 FatoresCapacitoresPotencializadoresGeradores
  25. 25. 62 perguntas-referência Cada fator foi organizado em critérios para os quais foram formuladas perguntas objetivas FRAMEWORK EGC/UFSC
  26. 26. Cada fator possui um conjunto de perguntas-referência que, quando respondidas, produzem gráficos radares que permitem visão geral da percepção do grupo e comparabilidade entre grupos e entre regiões. Avaliação FRAMEWORK EGC/UFSC
  27. 27. V CECTI 2015 Dinâmica I. Formação dos grupos II. Análise de percepções III. Discussões em plenária IV. Propostas V. Discussão em Plenária
  28. 28. V CECTI 2015 (1078 Participantes) Florianópolis – 17/10 Chapecó – 22/10 Criciúma – 27/10 Jaraguá – 29/10 Itajaí – 03/11 Lages – 06/11 160 Participantes 128 Participantes 211 Participantes 392 Participantes 92 Participantes 95 Participantes
  29. 29. PARTICIPANTES
  30. 30. Resultados
  31. 31. Resultados
  32. 32. Análise de Propostas NA SEGUNDA ETAPA OS ATORES DE CTI ELABORARAM PROPOSTAS DE MELHORIA NOS SISTEMAS DE CTI
  33. 33. Procedimentos Transcrição das Regionais Análise dos PPTs dos Grupos Preparação das Propostas Classificação das Propostas (segundo dimensão do Sistema de CTI) Gráficos e Estatísticas (1) Todas as falas das conferências regionais foram transcritas. (2) Os arquivos de apresentação utilizados pelos grupos de trabalho foram analisados (3) Propostas faladas ou apresentadas foram levadas a uma planilha (dimensão, fator, cidade). (4) A partir de técnica de análise de conteúdos, as propostas foram classificadas segundo as dimensões do sistema de CTI. (5) Produção das análises das propostas (Estatísticas)
  34. 34. Sistema CT&I Capital Humano Capital Relacional Capital Social Capital Estrutural Um sistema de CT&I é formado pelos capitais humano, relacional, social e estrutural. Este sistema é regido por sua Governança e pode ser dinamizado por indutores de CT&I atores de CTI Dimensões do Sistema de CT&I Sistema de CT&I Capital Humano Capital Relacional Capital Social Capital Estrutural relaçõesestrutura cultura
  35. 35. No de propostas por Mesorregião O total de 450 propostas distribuíram- se pelas mesorregiões, com Chapecó, Lages e Florianópolis com pouco mais de 80 propostas, Jaraguá e Criciúma entre 60 e 80 propostas e com Itajaí com pouco mais de 50 propostas.
  36. 36. No de propostas por Dimensão e Mesorregião Governança e Indutores Capital Relacional Indutores e Capital Relacional Capital Relacional e Indutores Capital Relacional e Indutores Capital Relacional e Capital Estrutural
  37. 37. Considerações Finais
  38. 38. Considerações Finais  Gestão Pública contemporânea demanda a solução conjunta entre Estado e Sociedade na solução de problemas complexos.  Coprodução requer a identificação de um bem comum que mobilize os atores sociais  CTI são bens comuns e, na V CECTI, os atores regionais de CTI foram voluntariamente dedicados à análise e proposição de melhoria de seus sistemas  Como próximos passos espera-se que os resultados sejam apropriados na formulação de políticas, após a revisão e validação pelos atores e que possamos evoluir o método elaborado para a V CECTI
  39. 39. V CECTI UMA EXPERIÊNCIA DE GESTÃO PÚBLICA BASEADA EM COPRODUÇÃO PACHECO@EGC.UFSC.BR

Notas do Editor

  • Transdisciplinarity - It is key that researchers from different disciplines work together with actors from civil society, the private sector, and/or the state to jointly produce knowledge that leads to adequate solutions. We refer to this process of jointly analysing a situation, negotiating goals, and developing problem-solving measures as co-production of knowledge. "Co-" stands for collaborative, or working together cooperatively.
  • 2010 - Expertise and creativity of citizens and civil society can foster a more efficient, effective and innovative public sector delivering better public services without increasing costs.
    2011- co-production can offer creative policy responses that enable governments to provide better public services in times of fiscal constraints.

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