“ Se espero por ti, não sei…”
Se espero por ti, não sei… Se há tanto tempo deixei De saber o que pretendo,
De gritar que não entendo, De dizer quanto te amei… Se espero por ti, não sei…
Meus dias passam cèguinhos, Deslizam agarradinhos Ao passado que morreu…
E,  em frente de toda a gente, Eu vou sorrindo, doente, Vou fingindo que sou eu…
Que espero da vida agora?! Que ela, enfim, se vá embora P`ra eu me juntar a ti?
O que faço eu nesta hora Se em minh`alma és tu quem mora, Se foi em ti que eu vivi?
Porquê as quimeras loucas, Pobrezinhas e tão poucas Que eu agarro com paixão?
Porquê o medo de mim, O de pôr um breve fim Ao que eu sou: uma ilusão?!
O tédio é presente em tudo… E eu sou um sorriso mudo A que já me habituei…
Vivo de um ópio passivo E penso sempre comigo: Se espero por ti, não sei…
Chopin-Balade2
Poema e formatação de Maria de Aguiar Marçalo
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\"Se espero por ti, não sei...\"

  1. 1. “ Se espero por ti, não sei…”
  2. 2. Se espero por ti, não sei… Se há tanto tempo deixei De saber o que pretendo,
  3. 3. De gritar que não entendo, De dizer quanto te amei… Se espero por ti, não sei…
  4. 4. Meus dias passam cèguinhos, Deslizam agarradinhos Ao passado que morreu…
  5. 5. E, em frente de toda a gente, Eu vou sorrindo, doente, Vou fingindo que sou eu…
  6. 6. Que espero da vida agora?! Que ela, enfim, se vá embora P`ra eu me juntar a ti?
  7. 7. O que faço eu nesta hora Se em minh`alma és tu quem mora, Se foi em ti que eu vivi?
  8. 8. Porquê as quimeras loucas, Pobrezinhas e tão poucas Que eu agarro com paixão?
  9. 9. Porquê o medo de mim, O de pôr um breve fim Ao que eu sou: uma ilusão?!
  10. 10. O tédio é presente em tudo… E eu sou um sorriso mudo A que já me habituei…
  11. 11. Vivo de um ópio passivo E penso sempre comigo: Se espero por ti, não sei…
  12. 12. Chopin-Balade2
  13. 13. Poema e formatação de Maria de Aguiar Marçalo

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