Apresentação para décimo segundo ano, aula 11

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Apresentação para décimo segundo ano, aula 11

  1. 3. <ul><li>Anteponhamos ... </li></ul><ul><li>pois que ... </li></ul><ul><li>Não existe ... </li></ul>
  2. 4. <ul><li> Anteponhamos o prazer do momento à cura absurda do futuro, cuja única certeza é o mal presente com que compramos o seu bem, pois que, neste mundo confuso, nada obramos que dure ou que, durando, valha e, cedo, cedo, perdemos connosco o para nós mesmo útil. </li></ul>
  3. 5. <ul><li>Não existe amanhã. Somente é meu o momento, só eu quem existe neste instante, que pode ser o derradeiro de quem finjo ser. </li></ul>
  4. 6. <ul><li>Con | nos | co, | ce | do, | ce | do , </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 </li></ul><ul><li>Com | que o | seu | bem | com | pra | mos </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 </li></ul><ul><li>Ser | de | quem | fin | jo | ser | </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 </li></ul>
  5. 7. <ul><li>Pois | que | na | da | que | du | re, ou | que, | du | ran | do </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul><ul><li>Va | lha, | nes | te | con | fu | so | mun | do o | bra | mos , </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul><ul><li>E | o | mes | mo ú | til | pa | ra | nós | per | de | mos </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul>
  6. 8. <ul><li>O| pra|zer| do| mo|men| to an |te|po|nha| mos </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul><ul><li>À a |bsur|da| cu|ra| do| fu|tu|ro|, cu| ja </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul><ul><li>Cer|te|za| ú|ni| ca é | o| mal| pre|sen| te </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul>
  7. 9. <ul><li>A|ma|nhã| não| e|xis|te.| Meu| so|men| te </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul><ul><li>É| o| mo|men|to,| eu | só| quem| e|xis| te </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul><ul><li>Nes| te ins |tan|te,| que| po| de o | der|ra|dei| ro </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul>
  8. 10. <ul><li>hexassílabo (verso hexassilábico ) </li></ul><ul><li>decassílabo (verso decassilábico ) </li></ul>
  9. 11. <ul><li>2.1 </li></ul><ul><li>O sujeito poético propõe uma vida de fruição do prazer do momento , sem preocupação pelo futuro , o que tem por base uma perspectiva epicurista . </li></ul>
  10. 12. <ul><li>2.2 </li></ul><ul><li>Nada do que fazemos perdura, tudo é breve / efémero . </li></ul>
  11. 13. <ul><li>3. </li></ul><ul><li> Através da afirmação «Amanhã não existe» o poeta nega a existência de um futuro, seguindo-se a implícita defesa da necessidade de viver o presente, dada a efemeridade da vida e a inevitabilidade da morte . </li></ul>
  12. 14. <ul><li>4. </li></ul><ul><li> Ambos os poemas defendem o «carpe diem», ambos têm raízes no epicurismo : porque a vida é breve , é preciso viver o presente . </li></ul>
  13. 16. <ul><li>carpe diem </li></ul><ul><li>'goza o presente' </li></ul><ul><li>(Horácio, Odes ) </li></ul>
  14. 17. <ul><li>aurea mediocritas </li></ul><ul><li>'mediocridade dourada' </li></ul><ul><li>(Horácio, Odes ) </li></ul>
  15. 18. <ul><li>1. Dos deuses o poeta quer apenas esquecimento , porque não se lembrarem dele é nenhuma alteração provocarem na sua vida . </li></ul>
  16. 19. <ul><li>2. </li></ul><ul><li>A liberdade assentaria na negação de qualquer ideia de felicidade ou infelicidade, de ódio ou amor; seria nada ter, nada sentir, nada desejar, para disso não se estar prisioneiro. </li></ul>
  17. 22. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Vê em Gaveta de Nuvens instruções para tarefa grande deste período. </li></ul>

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