Desce Daí
Lourenço P. Soares // @protolous
em 4 atos
Ato I
como saber quando a conversa tá indo
pro brejo?
Ato II
que regras se aplicam a relações de
ajuda?
Ato III
que teoria pode ser utilizada para lidar
com estas situações?
Ato IV
que ferramentas poderiam tornar
essas conversas mais produtivas?
http://blog.benjaminm.net/2011/08/23/signs-your-conversation-is-about-to-turn-toxic/
http://blog.benjaminm.net/2011/09/02/...
http://xkcd.com/386/
1. você tem certeza que está certo
“Vai ser tudo mais rápido se eu
conseguir te dizer o que eu sei que é
claramente a verdade”
2. você está apenas retrucando
“Se eu te ouvir, você vai pensar que eu
concordo”
3. você está defendendo a verdade e a
justiça
“É extremamente importante que se
supere essa tremenda diferença de
opiniões”
4. você enxerga que o outro é o
problema por ser louco ou mal-
intencionado
“Mas não é minha culpa!”
Histórias
Sentimentos
Ações
contando suas histórias
By In Helmolt, H.F., ed. History of the World. New York: Dodd, Mead and Company, 1902. Author unknown,
but the portrait ha...
as regras do jogo
Consultor 1
x
Cliente 0
1. arrotar sabedoria cedo demais
2. confrontar uma postura defensiva com mais
pressão
3. aceitar o problema e supervaloriz...
O Consultor pode ser um
especialista
que provê informações ou serviços
O Consultor pode ser um
médico
que diagnostica e prescreve
O Consultor pode ser um
conselheiro
que constrói o relacionamento e
esclarece o problema
investigação pura
investigação diagnóstica
investigação ativa
investigação do processo
senta que lá vem teoria...
Teoria da Ação
Argyris, Schon - 1974
teorias expressas
teorias-em-uso
modelo I
modelo I
manter controle da situação unilateralmente
“ganhar”, nunca “perder”
suprimir sentimentos negativos. Em si mesmo ...
princípios
básicos
práticas resultados
modelo II
produzir informação válida
escolhas bem informadas
comprometimento interno (e não “externo”)
práticas
princípios
básicos
resultados
O que foi ditoO que foi pensado
O que foi ditoO que foi pensado
Você: Tem um minutinho?
PO: O que é?
Você: Acho que estamos bloqueados, estamos fazendo o
...
O que foi ditoO que foi pensado
Ele parece tenso. Devo ser educado,
mas firme.
Por que parece que nós não
trabalhamos, qua...
argumentação & investigação
a minha promessa:
Ato I – os sinais a observar
Ato II – as regras do jogo
Ato III – teoria da ação
Ato IV – ferramenta úte...
Discussing the Undiscussable
William Noonan
Helping
Ed Schein
Crucial Conversations
Kerry Patterson et. al.
comece por você
lembre do que você quer
procure uma alternativa
aprenda a observar
crie segurança
Isso faz
sentido para
você?
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As vezes, ao conversar com um colega, cliente ou até mesmo cônjuge, temos a impressão que chegamos a um ponto onde o consenso é inatingível. Não é, mas para transpor as barreiras, uma mudança de perspectiva se faz necessária. Nessa hora temos que questionar nossas premissas básicas, e desenvolver uma curiosidade genuína pela perspetiva do outro.

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  1. 1. Desce Daí Lourenço P. Soares // @protolous
  2. 2. em 4 atos
  3. 3. Ato I como saber quando a conversa tá indo pro brejo?
  4. 4. Ato II que regras se aplicam a relações de ajuda?
  5. 5. Ato III que teoria pode ser utilizada para lidar com estas situações?
  6. 6. Ato IV que ferramentas poderiam tornar essas conversas mais produtivas?
  7. 7. http://blog.benjaminm.net/2011/08/23/signs-your-conversation-is-about-to-turn-toxic/ http://blog.benjaminm.net/2011/09/02/mental-blocks-to-listening-in-difficult-conversations/ 4 sinais que a conversa está indo pro brejo
  8. 8. http://xkcd.com/386/
  9. 9. 1. você tem certeza que está certo
  10. 10. “Vai ser tudo mais rápido se eu conseguir te dizer o que eu sei que é claramente a verdade”
  11. 11. 2. você está apenas retrucando
  12. 12. “Se eu te ouvir, você vai pensar que eu concordo”
  13. 13. 3. você está defendendo a verdade e a justiça
  14. 14. “É extremamente importante que se supere essa tremenda diferença de opiniões”
  15. 15. 4. você enxerga que o outro é o problema por ser louco ou mal- intencionado
  16. 16. “Mas não é minha culpa!”
  17. 17. Histórias Sentimentos Ações
  18. 18. contando suas histórias
  19. 19. By In Helmolt, H.F., ed. History of the World. New York: Dodd, Mead and Company, 1902. Author unknown, but the portrait has several centuries [Public domain or Public domain], via Wikimedia Commons O mundo inteiro é um palco, E todos os homens e mulheres são meros atores: Eles têm suas saídas e suas entradas; E um homem cumpre em seu tempo muitos papéis.
  20. 20. as regras do jogo
  21. 21. Consultor 1 x Cliente 0
  22. 22. 1. arrotar sabedoria cedo demais 2. confrontar uma postura defensiva com mais pressão 3. aceitar o problema e supervalorizar a dependência 4. dar apoio e afirmação 5. resistir ao papel de Consultor 6. estereotipar, expectativas irreais e projeções
  23. 23. O Consultor pode ser um especialista que provê informações ou serviços
  24. 24. O Consultor pode ser um médico que diagnostica e prescreve
  25. 25. O Consultor pode ser um conselheiro que constrói o relacionamento e esclarece o problema
  26. 26. investigação pura
  27. 27. investigação diagnóstica
  28. 28. investigação ativa
  29. 29. investigação do processo
  30. 30. senta que lá vem teoria...
  31. 31. Teoria da Ação Argyris, Schon - 1974
  32. 32. teorias expressas
  33. 33. teorias-em-uso
  34. 34. modelo I
  35. 35. modelo I manter controle da situação unilateralmente “ganhar”, nunca “perder” suprimir sentimentos negativos. Em si mesmo e nos outros agir “racionalmente”
  36. 36. princípios básicos práticas resultados
  37. 37. modelo II produzir informação válida escolhas bem informadas comprometimento interno (e não “externo”)
  38. 38. práticas princípios básicos resultados
  39. 39. O que foi ditoO que foi pensado
  40. 40. O que foi ditoO que foi pensado Você: Tem um minutinho? PO: O que é? Você: Acho que estamos bloqueados, estamos fazendo o possível, mas dependemos da equipe de infra. PO: Eles estão trabalhando nisso Você: Bom, eles não estão nos repassando as informações. Eles tem que ser cobrados. Eu posso fazer ou alguém faz por mim. PO: Esse é o meu trabalho. Eles reportam para mim. Se alguém não trabalha direito, pode apostar que vou em cima. Você: Mas você parece não dar bola! Como você vai saber que estamos bloqueados se ninguém te disser? PO: Quem disse que estamos bloqueados? Você: Eu! Parece que eu sou o único que dá bola, mas não vou fazer mais nada sozinho. Já te falei!
  41. 41. O que foi ditoO que foi pensado Ele parece tenso. Devo ser educado, mas firme. Por que parece que nós não trabalhamos, quando somos os únicos que sabemos o que acontece? Pronto, agora está ficando nervosinho. Será que ele quer dizer que a gente que não trabalha? Ele está sendo grosseiro! Você: Tem um minutinho? PO: O que é? Você: Acho que estamos bloqueados, estamos fazendo o possível, mas dependemos da equipe de infra. PO: Eles estão trabalhando nisso Você: Bom, eles não estão nos repassando as informações. Eles tem que ser cobrados. Eu posso fazer ou alguém faz por mim. PO: Esse é o meu trabalho. Eles reportam para mim. Se alguém não trabalha direito, pode apostar que vou em cima. Você: Mas você parece não dar bola! Como você vai saber que estamos bloqueados se ninguém te disser? PO: Quem disse que estamos bloqueados? Você: Eu! Parece que eu sou o único que dá bola, mas não vou fazer mais nada sozinho. Já te falei!
  42. 42. argumentação & investigação
  43. 43. a minha promessa: Ato I – os sinais a observar Ato II – as regras do jogo Ato III – teoria da ação Ato IV – ferramenta úteis
  44. 44. Discussing the Undiscussable William Noonan Helping Ed Schein Crucial Conversations Kerry Patterson et. al.
  45. 45. comece por você
  46. 46. lembre do que você quer
  47. 47. procure uma alternativa
  48. 48. aprenda a observar
  49. 49. crie segurança
  50. 50. Isso faz sentido para você? Lourenço P. Soares // @protolous

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