Informe Rural - 20/12/14

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Informe Rural - 20/12/14

  1. 1. Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural Informativo do Sistema Público da Agricultura - Ano II - Edição n° 57 - Brasília, 20 de dezembro de 2013. Governo regulariza quatro assentamentos em São Sebastião Quatro assentamentos de trabalhadores rurais foram regularizados na quinta-feira (19) em São Sebastião, beneficiando 150 famílias. As terras foram doadas pela Terracap. São eles: 15 de Agosto, com uma área de 482 hectares; Camapuã, com uma área de 169 hectares; Estrela da Lua, com uma área de 77 hectares; e 1º de Julho, com uma área de 280 hectares. Os assentamentos foram regularizados após assinatura de termo de cooperação técnica entre o Governo do Distrito Federal e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em dezembro de 2012. “Esses quatro terão não só a garantia de legalidade da terra, mas também de toda infraestrutura necessária para produzir. São os primeiros de acordo com as regras estabelecidas na assinatura do termo de cooperação de 2012”, disse o governador Agnelo Queiroz. As famílias beneficiadas serão selecionadas pela Secretaria de Agricultura e pelo Incra, considerando critérios como a garantia de que sejam de baixa renda e excluídas de qualquer processo produtivo que garanta renda fixa. “Numa ação inédita no Brasil, o GDF dá assistência técnica ao assentado desde o primeiro dia no assentamento. Com isso, os assentamentos terão todas as condições para produzir cada vez mais alimentos, com mais qualidade, eficiência e tecnologia”, ressaltou o secretário de Agricultura, Lúcio Valadão. “É um pequeno primeiro passo para o nosso governo, mas um grande passo para a reforma agrária”, disse o secretário de Governo, Gustavo Ponce de Leon. Os aprovados firmarão contrato de estágio com a Terracap por dois anos. Serão supervisionadas pela Emater-DF e pelo Conselho de Política de Assentamento. As áreas continuam patrimônio da Terracap e os aprovados firmarão contrato de Direito Real de Uso. “É a primeira vez, em 53 anos, que a Terracap repassa terra pública para reforma agrária. Vamos adquirir a produção diretamente das famílias através do programa Papa DF, sem licitação”, explicou o governador. Para cada família assentada, o GDF investirá R$120 mil, que incluem crédito para apoio às construções e recursos para instalação de rede de distribuição de água e energia. “Brevemente, estaremos de volta em outro local e comemoraremos mais justiça social. Este governo caminha no sentido de tornar a terra justa, igualitária e soberana”, disse Francisco Lucena, representante do 15 de Agosto. OBRAS – Durante o evento de criação dos assentamentos, a Caesb assinou, com o Incra, um contrato para a implantação de sistemas de abastecimento de água em outros três assentamentos em áreas da União já regularizadas: Oziel Alves III, Márcia Cordeiro Leite e Pequeno William. As obras preveem a execução de sistemas de captação de água subterrânea por meio de poços tubulares, elevação para reservatórios, sistema de tratamento e rede de distribuição. Além dessas áreas regularizadas, o poder público acompanha as reivindicações de trabalhadores rurais das seguintes áreas da União: Chapadinha, Renascer, Terra Prometida e Palmares, em Sobradinho; Canaã, em Brazlândia; Toca da Raposa, em Planaltina; Grito da Terra, em São Sebastião; Santarém, em Ceilândia; e Patrícia e Aparecida, no Paranoá.
  2. 2. GDF amplia debate com movimentos sociais O I Seminário de Ater e Reforma Agrária do GDF reuniu, nesta quarta-feira (18) cerca de 100 representantes de cinco movimentos sociais do Distrito Federal e Entorno. O evento foi realizado pela Emater-DF, em parceria com a Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural (Seagri) e contou ainda com o apoio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O encontro aconteceu no auditório da empresa, no edifício sede. Durante o seminário, foram apresentadas as políticas públicas federais e distritais para a reforma agrária. A atividade foi importante também para o GDF ampliar o diálogo com as organizações de trabalhadores e assentados. Criação de novos assentamentos, compras institucionais, convênio do GDF com o Incra, fórum de discussão da reforma agrária, entre outros pontos, foram apontados como os destaques das ações de governo para fortalecer os assentamentos e dinamizar a agricultura no Distrito Federal. Ao final das atividades, os técnicos e assentados foram brindados com uma participação da orquestra Roda de Viola, que apresentou clássicos da música regional com arranjos elaborados.
  3. 3. Emater-DF recupera áreas degradadas A Fazenda Bom Jardim, localizada no núcleo rural Laje da Jiboia (região administrativa de Ceilândia) produz milho, feijão e cana de açúcar para alimentação dos suínos, bovinos e frangos. Há alguns anos, o asfaltamento da DF-190, que corta a região, resultou no desmatamento da cabeceira de uma nascente no local, o que provocou escassez de água. Preocupado, o gerente da propriedade, Dalmo Ferreira, procurou uma solução. Com apoio técnico do engenheiro florestal Juliano de Oliveira e do médico veterinário Edilson Amaral, da Emater-DF, a propriedade iniciou um programa de recuperação de área degradada em 2011 e hoje contabiliza os resultados positivos. A Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural (Seagri) colaborou com o projeto doando 600 mudas e 14 quilos de sementes de espécies nativas. O primeiro passo foi cercar a área para restringir o acesso do gado. Em seguida, foi feito o reflorestamento, com plantio de mudas e sementes. Dalmo Ferreira está satisfeito com o trabalho. “No começo, só havia braquiária (espécie de capim) e alguns arbustos. Fizemos o preparo do solo e dividimos em parcelas. Após dois anos, vemos que o reflorestamento deu certo, pois a quantidade e a cor da água da nascente na época da seca estaõ melhores”, explica o gerente. A nascente deságua no Rio Salta Fogo, que é afluente do Descoberto. Juliano usou metodologias diferentes de plantio de mudas e sementes, o que permitiu fazer experimentos que combinaram eficácia e baixo custo. “Nos próximos dois anos, continuaremos acompanhando os replantios feitos em dezembro de 2013”, afirma. O engenheiro florestal acredita que a técnica pode ser utilizada em outras regiões do Distrito Federal e do Brasil. “Os ganhos são inúmeros: restauração de ambientes degradados, aumento da oferta de água para as populações rurais e urbanas, adequação ambiental das propriedades rurais à nova legislação ambiental e geração de empregos”, acrescenta. A Emater-DF está à disposição para orientar produtores rurais do DF e região nesta nova técnica. Em dezembro outra propriedade na área rural de Ceilândia também foi reflorestada. Área rural de Planaltina recebe ação contra dengue Uma ação de combate à dengue foi realizada na terça-feira (17), pela equipe do posto rural do Morumbi, na comunidade de Monjolo, em Planaltina. O objetivo da equipe é informar moradores de toda a área rural de Planaltina sobre a doença. A primeira ação ocorreu no Vale Verde, com a finalidade de conscientizar a população sobre os riscos e de como eliminar o foco do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue. Segundo a gerente do posto, Ana Tenice Aguiar, a ideia é agir preventivamente. “Para combater a dengue, precisamos contar com a participação da população. É fundamental que as pessoas colaborem para evitarmos mais casos”, concluiu. Para a gerente, é preciso uma conscientização de todos. “Não basta somente o vizinho evitar, porque o mosquito chega a viajar três quilômetros”, informou. O tempo médio do ciclo é de cinco a seis dias e depois desse período os sintomas aparecem. Ana Aguiar explica que é importante procurar orientação médica ao surgirem os primeiros sintomas. As manifestações iniciais podem ser confundidas com outras doenças, por isso as pessoas que apresentarem os sintomas serão atendidas, com prioridade, pela equipe. SINTOMAS - Os principais sintomas são febre alta com início súbito, forte dor de cabeça, dor atrás dos olhos, que piora quando movimentados, perda do paladar e apetite, manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores, náuseas e vômitos, tonturas, extremo cansaço, moleza e dor no corpo, dores nos ossos e articulações. O teste para diagnosticar a doença é realizado no posto. “Quando tiver suspeita de dengue, a pessoa deve nos procurar, nós realizamos os testes, diagnosticamos e notificamos. Não é necessário ir ao hospital para realizar o exame”, afirmou Ana Aguiar. Informativo produzido pelas assessorias de comunicação social: Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) - 3051-6347 Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) - 3340-3002 Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF) - 3363-1024 Siga o Sistema Agricultura nas redes sociais: facebook.com/SeagriDF facebook.com/ematerdistritofederal facebook.com/ceasa-df twitter.com/ematerdf

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