Informativo do Sistema Público da Agricultura - Ano II - Edição n° 43 - Brasília, 11 de setembro de 2013.
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Delícias do cerrado
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Capim se transforma em arte
O capim-do-brejo é encontrado com facilidade no
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CEASA no caminho da modernização
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Informe Rural - 11/09/13

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Informe Rural - 11/09/13

  1. 1. Informativo do Sistema Público da Agricultura - Ano II - Edição n° 43 - Brasília, 11 de setembro de 2013. Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural Moradores da área rural terão policiamento permanente Os moradores das áreas rurais do Distrito Federal poderão contar, pela primeira vez, com policiamento permanente e especializado, que funcionará 24 horas. O novo serviço foi instituído oficialmente nesta quarta- feira (11), com assinatura de portaria pelo governador Agnelo Queiroz. Formado por três companhias – Leste, Oeste e Sul – sediadas em Planaltina, Brazlândia e Gama, respectivamente, o efetivo contará com o trabalho de 270 policiais. Antes, o policiamento era prestado por batalhões da área urbana. “Com a criação do ‘Grupamento de Policiamento Rural’, estamos atendendo uma reivindicação histórica, que vai transformar a segurança pública nessas áreas”, destacou o governador Agnelo, durante a solenidade de lançamento, ocorrida na sede da Companhia Leste, no Núcleo Rural Tabatinga, em Planaltina. O Núcleo de Policiamento rural se tornou realidade graças aos esforços conjuntos da Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural e de Segurança Pública, além de contar com o apoio de deputados distritais. “Há anos conhecemos as dificuldades das comunidadesruraisedacarênciadesegurançapública nessas áreas. O policiamento rural especializado trará mais segurança à população”, ponderou o deputado Joe Valle. Mais de 90 mil pessoas moram na área rural do DF, com cerca de 18 mil produtores rurais – espalhados por mais de 70 núcleos rurais. “Essa ação é de grande relevância, pois 70% do território do DF é constituído por zona rural”, ressaltou o secretário de Agricultura, Lúcio Valadão. O presidente da Associação Agropecuária de Tabatinga (Agrotab), Vilson Thomas, acredita que a medida é benéfica, principalmente pela maior agilidade para responder as ocorrências. “Quando tínhamos um problema, a polícia demorava a chegar ao local. Agora, com certeza teremos respostas mais rápidas para atender nossos chamados”, disse. “Nós, da área rural, estamos muito satisfeitos e esperamos que esse trabalho continue”, avaliou. Serviço – Os moradores poderão comunicar as ocorrências ao Núcleo de Policiamento Rural pelo telefone 3910-1965. Regiões administrativas atendias pelas companhias Sul: sediada no Instituto Federal de Brasília no Gama - Santa Maria - Gama - Núcleo Bandeirante - Riacho Fundo - Recanto das Emas Oeste: sediado no Incra 8 - Brazlândia - Taguatinga - Ceilândia - Samambaia Leste: sediado no Núcleo Rural Tabatinga - Sobradinho - Fercal - Planaltina - São Sebastião - Paranoá - Lago Norte
  2. 2. Delícias do cerrado Morango, cenoura, beterraba, agrião, alface e outros 26 produtos orgânicos: esse é o forte da produção do assentamento Colônia I, localizado no município de Padre Bernardo (GO), a cer- ca de 20km de Brazlândia. Para comercializar suas frutas e legumes, a comunidade criou uma organização — a Cooperativa dos Agricultores Familiares Agroecológicos do Projeto de Assen- tamento Colônia I e Região (Coopafama). Nesta quarta-feira (10), 15 mulheres ligadas à coope- rativa concluíram o curso de Boas Práticas de Fabricação, o que vai garantir um salto de quali- dade na produção local. O curso durou 40 horas e foi oferecido pela Emater-DF, em parceria com o Serviço Nacional deAprendizagem Rural (Senar-DF) e Universida- de de Brasília (UnB). Com as aulas, ministradas pelas extensionistas rurais Yokowama Cabral e ASCOM - EMATER/DF Lidiane Matos, da Emater-DF, as 15 agricultoras foram capacitadas para produzir doces, geleias, bolos, salgados e picles, priorizando produtos do cerrado — sempre observando princípios de sanitização e aproveitamento integral do alimen- to. “O curso foi um pedido das produtoras, que sentiram necessidade de se aprimorar”, explica Lidiane. Para a agricultora Rosicler Eilsário Ribeiro, as possibilidades de lucro aumentam com a realiza- ção do curso. “Foi um aprendizado importante, porque vimos que podemos produzir mais e me- lhor. Utilizamos até mesmo cascas e sementes”, detalha. Ela confia na qualidade das hortaliças e frutas da região. “Não usamos agrotóxicos, o que faz com que o alimento seja mais saudável. É melhor para o coração e para a mente”, ensina a produtora.
  3. 3. Capim se transforma em arte O capim-do-brejo é encontrado com facilidade no assentamento Monjolo, na região do Gama-DF. E a partir de agora será muito utilizado pelas mulhe- res da comunidade que, com suas mãos habilido- sas, vão transformar o capim em uma diversidade de peças artesanais: cestos, fruteiras, mandalas, cachepôs e o que mais a imaginação permitir. As principais técnicas para confecção foram repassadas em seis encontros pelo instrutor do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), João Gomes, em parceria com a Emater-DF. Foram capacitadas mulheres do assentamento Monjolo, Córrego Crispim e do Recanto dos Buritis. O encer- ramento aconteceu na quinta-feira (6) e, agora, elas vão se reunir uma vez na semana para confeccionar peças e trocar experiências. Segundo a extensionista rural da Emater, Car- men Pinagé, “com a criação de peças, elas poderão se juntar a grupos de outras regiões para comercia- lização”. A ação faz parte dos objetivos estratégicos da empresa no que diz respeito à geração de renda e à inclusão socioprodutiva no campo. A produtora Maria Sofia Miranda diz que gostou de aprender a trabalhar com uma matéria prima natural. “Gosto do trabalho sustentável e o custo é quase zero. Gastamos só com agulha e linha e o resto a natureza é que nos fornece”, diz. “O capim é fácil de achar e tirar. Para o preparo são apenas dois dias secando. Dá pouco trabalho”, falou Cleuselita Tavares dos Santos. As peças confeccionadas na comunidade serão comercializadas de 3 a 6 de outubro, no estande da Emater na Festflor Brasil. ASCOM - EMATER/DF
  4. 4. CEASA no caminho da modernização twitter.com/ematerdf Informativo produzido pelas assessorias de comunicação social: Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) - 3051-6347 Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) - 3340-3002 Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF) - 3363-1024 Siga o Sistema Agricultura nas redes sociais: facebook.com/SeagriDF facebook.com/ematerdistritofederal facebook.com/ceasa-df A regularização dos boxes da CEASA-DF, com a assinatura de novos contratos advindo da Lei nº 4.900, de agosto de 2012, está fazen- do com que os empresários invistam na mo- dernização de seus espaços, como tem feito o Grupo Perboni e Terra Capital, hoje em obras. Marcelo Perboni, do Grupo Perboni, infor- ma que está trocando o calçadão de entrada por piso de granitina e o piso interno por azu- lejos grandes e cinzentos, além das paredes cobertas por ladrilhos azuis. Marcelo lembra que era difícil pensar em investimentos dentro da CEASA-DF, e que hoje o Grupo se sente seguro quanto a isso. “De fato os tempos são outros. Aqui não existe mais a preocupação de que não se pode investir nos boxes porque não é nosso. A lei de regularização acabou com este impasse”, diz Marcelo Perboni. Marcelo diz que os clientes estão exigindo modernização e que, por isso, esta realização vem suprir as demandas e as necessidades que o Grupo Perboni precisa para atender melhor. “Trata- -se do ponto de apoio para receber os nossos clientes que, só de verem as obras, já se mos- tram satisfeitos. Precisamos desta parceria com a CEASA/DF para que a confiança nos investimentos cresça mais ainda”, afirma Mar- celo Perboni. Ele garante que a motivação en- tre os empresários é geral, e que, “até aqui”, a atual administração tem correspondido às expectativas. Outra empresa que hoje está totalmente em obras de reforma é a Terra Capital – Distri- buidora de Frutas e Verduras Ltda, localizada no pavilhão B7/4. O empresário João Resen- de, explica que a reforma geral no seu espa- ço objetiva trazer segurança para a empresa competir com a demanda comercial que existe hoje, e também para satisfazer as exigências da clientela. “Vendemos comida, e a higiene é tudo. Nossos clientes não querem ver nem caixa no chão”, diz Resende. Comercializando há 22 anos na CEASA-DF, Resende também atribui esta evolução à regulari- zação dos boxes e às assinaturas de novos contratos, que geram sentimento de segurança e de novas oportunidades dentro da CEASA-DF. Além da modernização do espaço, Resende informa que no andar superior estão sendo construídos um escritório, banheiros feminino e masculino, e vestuários, para oferecer mais condições de trabalho para os funcionários. Além da estabilidade jurídica que proporciona segurança para novos investimentos, os empresá- rios têm oportunidade de apoiarem projetos sociais criados e desenvolvidos pela CEASA-DF, como o Banco de Alimentos, o Ceasa Mais Limpa, e o Programa de Desperdício Zero (PDZ). Portanto, fica evidente que o cumprimento à Lei nº 4.900 trouxe benefícios aos empresários, os quais declaram que o investimento na modernização dos Boxes hoje realmente vale à pena. ASCOM - CEASA/DF

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