Informe Rural - 18/06/14

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Informe Rural - 18/06/14

  1. 1. Nasexta-feira(13),aCooperativaAgropecuária de São Sebastião (Copas) recebeu da Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural (Seagri- DF) um caminhão tanque e seis tanques de resfriamento de leite para cooperados da agricultura familiar. Os equipamentos foram adquiridos por meio de contrato de repasse com o Ministério da Agricultura, por intermédio da Caixa Econômica Federal. O anúncio da entrega e a assinatura do convênio de transferência dos bens com a Copas foram feitos pelo governador Agnelo, na Agrobrasília, durante o evento GDF Junto de Você Rural, em 17 de maio. Agora, com o novo caminhão, o custo do frete será reduzido e beneficiará todos os agricultores cooperados. Parte da coleta do leite nas propriedades era terceirizada, pois a cooperativa contava apenas com um caminhão, que gerava muito custo com manutenção. “Essa entrega vai beneficiar muito, pois o custo de manutenção é muito caro para nós e o nosso caminhão, por ser muito antigo, exigia muita manutenção. Com essa aquisição, os cooperados não precisarão mais ter esse gasto”, disse Luiz Torres, presidente da Copas. Com 12 anos de funcionamento, a cooperativa iniciou as atividades por meio de iniciativa da Informativo do Sistema Público da Agricultura - Ano II - Edição n° 75 - Brasília,18 de junho de 2014. Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural Cooperativa de leite recebe caminhão e seis tanques de resfriamento Emater-DF e se desenvolve com apoio de políticas governamentais. “A Copas surgiu da Emater, que uniu os produtores para saírem da dependência das grandes indústrias. Temos só o que agradecer ao governo, que estimula e dá suporte para o nosso desenvolvimento”, falou Torres. O secretário de Agricultura, Lúcio Valadão, disse que o apoio dado pelo GDF tem sido correspondido. “Vemos a ampliação da estrutura da cooperativa e o apoio dado aos agricultores cooperados. Nós apoiamos a Copas porque acreditamos no que está sendo feito”, falou. No início das atividades, a cooperativa de laticínios processava 420 litros de leite por dia. Hoje, são 14 mil litros diários para a fabricação de bebidas lácteas e queijos, comercializados principalmente em programas de compras governamentais, como o Programa de Aquisição da Produção da Agricultura do Distrito Federal (Papa-DF). O novo caminhão dará suporte à cooperativa principalmente no atendimento às demandas desse mercado institucional. Até o final do mês, a Copas ainda receberá outro caminhão, adquirido por meio do Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), com o apoio do Fundo de Aval. O novo caminhão dará suporte à cooperativa principalmente no atendimento às demandas desse mercado institucional
  2. 2. FDR ajuda agricultor a recomeçar Sueton Batista, natural de Goiás, é filho de agricultores. Nascido na roça, como ele bem diz, chegou a Brasília em 1997, decidido a continuar a vocação da família. Aqui se casou e começou a produzir hortaliças na Colônia Agrícola Samambaia. Antes de começar, foi preciso desbravar a propriedade. Até estradas foi necessário abrir. Ao procurar a melhor opção para produzir, ficou sabendo do método hidropônico de cultivar hortaliças, que, grosso modo, é o cultivo das plantas sem o uso do solo, no qual as raízes recebem uma solução nutritiva balanceada que contém água e todos os nutrientes essenciais ao desenvolvimento da planta. Batista resolveu abraçar o desafio, pois tudo era novo para ele. Até então, em Goiás, a família produzia feijão e mantinha atividades pecuárias. No início, até que deu certo, fez curso sobre o assunto, comprou os tanques e estufas. Começou vendendo a produção de sua chácara, em Samambaia, diretamente aos supermercados da cidade. Entretanto, encontrou uma dificuldade: o acesso ao adubo adequado. O insumo que ele utilizava vinha do Canadá e, por problemas alfandegários, não pôde continuar a recebê-lo. Diante da dificuldade e dos compromissos já assumidos com as entregas nos supermercados, teve que se reinventar. Foi preciso suspender as entregas e pensar em um novo modo de produzir. Mais uma vez Sueton teve que começar de novo. Na Emater/DF, foi orientado a cultivar o solo. Partindo definitivamente para o método convencional, começou a abrir a terra e fazer os canteiros. Sempre fugindo dos atravessadores, tentava entregar a produção diretamente aos supermercados, daí surgiu a necessidade de adquirir um transporte apropriado para a entrega. Ainda na Emater/DF, Sueton foi orientado a procurar a Secretaria de Agricultura para obter informações sobre a disponibilidade de crédito que melhor se adequasse ao seu perfil e sua necessidade. A escolha recaiu sobre o Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), que tem a finalidade de financiar investimentos e custeio na área rural do Distrito Federal e Ride (Região Integrada de Desenvolvimento), na modalidade crédito. Desse modo, com as orientações adequadas, Sueton adquiriu, por meio do FDR, um carro fechado para transportar as hortaliças do campo aos supermercados, diretamente. Sueton hoje tem mais independência. “Eu levei muitos tombos, mas agora as coisas estão melhorando. Planto pouco, mas tenho a certeza de que irei entregar na hora e na quantidade acertada com os compradores”, analisa. Esse é mais um exemplo de sucesso, em que a força de trabalho do produtor rural encontra políticas acertadas que buscam o desenvolvimento do homem do campo e sua família e essa melhoria reflete na mesa e na qualidade de vida da população do DF. Aspro-Buriti-DF tem nova diretoria No sábado (14) foi realizada posse da nova diretoria da Associação dos Produtores, Moradores e Trabalhadores Rurais do Núcleo Rural Recanto dos Buritis (Aspro-Buritis- DF). A posse contou com a presença do secretário de Agricultura, Lúcio Valadão, e do subsecretário de Desenvolvimento Rural, José Nilton Campelo. Tomaram posse Anailto Mariano de Oliveira e Agnaldo Romeiro de Melo, como presidente e vice-presidente, respectivamente. Maria Sofia de Oliveira, como 1ª secretária e Maria Romeiro de Melo, como 2ª secretária. Além de José Rocha dos Santos como 1ºtesoureiro e Oberico Rodrigues Miranda como 2º tesoureirio. Para Valadão, associações fortes e organizadas estão mais aptas a buscarem seus direitos junto aos órgãos governamentais. “A participação das associações rurais nos conselhos rurais é uma forma de conhecermos diretamente as opiniões do produtor e eu vejo com satisfação a organização da Aspro”, disse. O evento contou com a presença de cerca de 50 produtores, além de crianças que já se habituam ao ambiente de discussão saudável para a melhoria da comunidade. Os produtores aproveitaram para esclarecer dúvidas sobre políticas para o desenvolvimento rural. As associações dos produtores e trabalhadores rurais melhoram a vida de quem trabalha no campo, da família e da comunidade rural, bem como, ajudam a enfrentar os desafios de um mundo cada vez mais competitivo. A valorização das associações busca inserir, em definitivo, as participações dos produtores nos conselhos rurais. Quem vive na comunidade e conhece suas necessidades é capaz de propor mudanças mais adequadas à realidade local.
  3. 3. PAA entrega mais de uma tonelada de frango Entidades socioassistenciais, da região de Planaltina e Sobradinho receberam mais de uma tonelada de frango, na sexta-feira (13), na Unidade de Recepção e Distribuição de Alimentos (URDA) de Planaltina. Foi a primeira vez que houve a distribuição deste tipo de alimento no local. A proteína animal vem como reforço para a alimentação dosassistidospelasorganizações sociais, que trabalham com o mais variado público: meninos de rua, mendigos, sem teto, mulheres em situação de risco, vítimas de abuso sexual e violência doméstica, entre outros. A presidenta da Associação de Apoio à Criança Carente – Renascer (AACCR), Flora Helena, já pensa na galinhada que irá fazer para as crianças. “É muito importante para gente receber esse frango, quase nunca ganhamos carne, então para nós é fundamental. As mães já vão cortar tudo hoje e deixar preparado por porção, para fazermos a galinhada para as crianças”, explica. Para o presidente de uma Organização Não Governamental (ONG) de apoio a crianças carentes, Vilmar Valim Ribeiro, o PAA traz vantagens para quem vende e para quem recebe. “O programa tem ajudado os dois lados, além de termos a certeza da qualidade dos alimentos adquiridos. Eles são comprados do agricultor familiar, que precisa vender”, analisa. A quantidade de verdura e frango que cada entidade pode levar é definida por um programa de computador. Que, em posse dos números de atendimento das associações, calcula a quantidade a que cada uma tem direito. PAA - O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) é uma ação do Governo Federal, por intermédio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS em parceria com a Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural (Seagri) para fortalecer a agricultura familiar local com a compra da produção. Esses alimentos são doados a entidades socioassistenciais, beneficiando milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar. Produtores de orgânicos recebem certificado Vanilda e mais onze produtores receberam na tarde desta terça-feira (10), do Ministério da Agricultura, no Núcleo Rural Morumbi (Planaltina-DF), a certificação de orgânicos via Organização de Controle Social (OCS Planaltina). A ação foi possível por meio de um trabalho desenvolvido pela Emater-DF junto ao Sebrae. De acordo com o fiscal federal do Ministério da Agricultura, Claudmir Sanches, esta é a sexta entidade beneficiada com o certificado que exige um alto nível de responsabilidade e comprometimento com o grupo, uma vez que a fiscalização é feita entre eles. “Aqui se um produtor tiver qualquer problema todos serão prejudicados porque todos perderão a certificação que não é individual, é do grupo”. Já o secretário de Agricultura do DF, Lúcio Valadão, destacou a valorização do trabalho desenvolvido pelos produtores de orgânicos e reforçou o compromisso do governo em ampliar as condições de comercialização como a garantia de venda para programas institucionais. O gerente de Meio Ambiente da Emater- DF, Marcos Lara, lembrou que a certificação garante a origem do produto e a relação com o consumidor final é importante pois cria um vínculo de confiança agricultor/consumidor. O que é - Organização de Controle Social (OCS) pode ser formada por um grupo, associação, cooperativa ou consórcio, com ou sem personalidade jurídica, de agricultores familiares. Mas para que este grupo de produtores familiares seja reconhecido como OCS é necessário que estejam organizados e possuam entre si uma relação de comprometimento e confiança. A venda direta é a relação de comercialização que ocorre entre o produtor e o consumidor final, sem intermediários. A legislação brasileira também aceita que a comercialização seja realizada por um produtor ou membro da família que participe e conheça o processo de produção e que também faça parte do grupo vinculado à OCS. A OCS deve ter controle social próprio, estar ativa e os produtores a ela ligados devem garantir o direito de visita dos consumidores às suas unidades de produção. Para que os membros de uma OCS possam comercializar seus produtos diretamente ao consumidor sem certificação é obrigatório seu cadastro no MAPA. O prazo para a adequação aos regulamentos estabelecidos, ou seja, o cadastramento das OCSs que já atuam na rede de produção orgânica, termina no dia 30 de dezembro de 2010.

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